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Sejam bem-vindos ao Troian Bellisario Brasil! A sua primeira, maior e melhor fonte brasileira sobre a atriz Troian Bellisario no Brasil, conhecida pelo seu papel na série "Pretty Little Liars" como Spencer Hastings. Navegue pelos menus acima e sinta-se em casa!
26.08.2019

[VÍDEO LEGENDADO] Troian responde perguntas quentes para o BuzzFeed

Foi lançado recentemente um vídeo da Troian respondendo perguntas sobre PLL, Where’d You Go Bernadette e o curta We Are Here que ela fez com seu marido Patrick Adams e legendamos ele pra vocês.

Como o YouTube normalmente derruba vídeos do BuzzFeed, já upamos direto em nossa conta do Vimeo, confira abaixo:

16.08.2019

Troian compreende insatisfação dos fãs com o final de “Pretty Little Liars” e revela o que mudaria na série

Pretty Little Liars terminou após sete temporadas em 2017, com um final polarizador. Quem não se lembra do final inesperado da série? Para os que não se lembram, foi revelado que Spencer Hastings – personagem da atriz, tinha uma irmã gêmea malvada e maligna! Depois de alguns anos do término da série, Bellisario confessou entender os sentimentos dos fãs que se sentiram “lesados” com esse acontecimento, e contou o que ela mudaria na série para o site Variety.

Essa revelação de uma irmã gêmea para Spencer Hastings dividiu opiniões entre os fãs da série. Alguns gostaram, outros se sentiram enganados. Apesar do final inesperado por todos os fãs, Troian disse que já sabia qual rumo a narrativa tomaria no final. “É tão engraçado porque eu sabia sobre isso com tantos anos de antecedência que é sempre para onde estava indo, mas eu entendo que muitas pessoas se sentiram muito lesadas com isso”, disse Bellisario à Variety.

Troian diz que após os últimos dois anos do final da série, sempre que ela assiste a uma série, e não gosta do final da narrativa, ela se sente como alguns fãs de Pretty Little Liars se sentiram. “Eu já assisti a determinadas séries e quando elas terminaram eu fiquei tipo, ‘F***-se esse final! Como eles puderam fazer isso?!’ Então eu sou capaz de entender. Mas na época, eu fiquei tipo ‘Gente, acabou como acabou. Você tem sete anos de ‘Pretty Little Liars’. Lide com isso. Se você não gostou, não gostou, então me desculpe.”

Ela continuou: “Quando você está realmente apegado aos personagens, eu acho que o ponto é que você não quer que isso acabe – não há final no mundo que satisfaria os fãs de ‘Pretty Little Liars'”.

Recordando sua personagem mal, Bellisario diz: “Eu realmente gostaria de ter introduzido o personagem melhor na série, ter criado uma base sólida para ela, eu realmente desejava isso!”, concluiu.

Fonte: Variety

Publicado por   |   Armazenada em: Entrevistas, Pretty Little Liars
14.08.2019

Troian fala sobre ‘Where’d You Go Bernadette’ para a Marie Claire

Troian concedeu uma entrevista para a revista Marie Claire onde fala mais sobre seu novo filme ‘Where’d You Go Bernadette’ e como os fãs sempre vão lembrar dela pela Spencer. Confira traduzido abaixo:

Você pode conhecer ela por Spencer Hastings – a adolescente competitiva e perfeccionista em Pretty Little Liars – mas Troian Bellisario deixou Rosewood oficialmente. Desde que o thriller misterioso baseado nos livros de Sara Shepard acabou dois anos atrás, Bellisario vem perseguindo novos empreendimentos na TV e cinema, incluindo o mais recente, o filme ‘Where’d You Go Bernadette’ (nos cinemas norte-americanos no dia 16 de agosto). Não vamos dizer que ela espera que você esqueça a Spencer – “Se as pessoas vão me ver como Spencer, elas vão me ver como Spencer; eu não posso mudar isso,” ela diz – mas ela quer dar a chance aos fãs de PLL de ver ela em uma nova luz.

Por exemplo, como uma artista boêmia caçando vida fora da terra no filme Clara, um filme de ciência romântico onde ela contracena com seu marido na vida real, Patrick J. Adams, com quem Bellisario está casada desde 2016 e tem uma filha. Where’d You Go Bernadette, baseado no livro de Maria Sample, pode não ter dado tanto tempo de tela pra ela quanto os fãs de PLL esperam, mas deu Bellisario a oportunidade de viver sua fantasia de infância de se tornar uma bióloga marinha. Oh, e trabalhar com Cate Blanchett. “Foram muitos sonhos realizados de uma vez só,” ela ri.

No filme, Bellisario interpreta Becky, uma pesquisadora na Antártica que coleta amostras de solo e gelo e que ajuda Bernadette Fox (Cate Blanchett) a redescobrir sua paixão pela arquitetura – mas isso é só uma parte. O filme é centrado na luta de Bernadette com a agorafobia – um transtorno de ansiedade que as pessoas experienciam quando sentem que o ambiente não é seguro e inescapável – e sua família tenta reviver a criatividade que ela perdeu anos atrás. O humor de Sample é, claro, borrifado pelo filme (com Kristen Wiig como atriz coadjuvante, como não seria?), e no fim do dia é um filme sobre encontrar felicidade novamente. Se você prestar atenção, a personagem de Bellisario é um pivô nessa descoberta, radiante de orgulho que ela sente em seu local de trabalho.

Parecida com a personagem de Blanchett, Bellisario luta contra a ansiedade, e ela entende a importância de interpretar a saúde mental realisticamente na tela. “Se você está lutando, uma das coisas mais difíceis é sentir que você não devia estar se sentindo assim ou que você não devia falar sobre,” ela diz. “Acho que a coisa que mais me ajudava era falar sobre minha ansiedade e depressão e me relacionar com profissionais das saúdes mentais. E deixar as pessoas que eu amo a par da minha luta.”

Infelizmente, nenhum pinguim foi visto durante as filmagens (o filme foi gravado em Greenland, embora se passe na Antártica). Fora essa decepção dos pinguins, Bellisario aproveitou um paralelo coincidental aos seus dias de PLL. Ambos Where’d You Go Bernadette e PLL são adaptações de livros, e Bellisario amou a ideia de conhecer os personagens pelas páginas antes. “Quando eu consegui o papel da Spencer, eu tinha todos esses livros pra ler, passando horas na mente da Spencer porque estava tudo ali, toda essa história”, ela explica. “E Where’d You Go Bernadette é uma história muito divertida. Quando eu consegui o papel, eu comprei o livro e me perdi nele. Foi muito divertido.”

E o que vem a seguir pra Bellisario? Ela está mantendo em segredo… Por enquanto, e focando em um projeto por vês. “Eu tenho muitos fãs de PLL que me perguntam ‘Vocês vão voltar e filmar outra temporada?'” ela diz. “No momento, eu me sinto grata de ser parte desse elenco e equipe maravilhosos. Eu espero que todos gostem do filme.”

Fonte: Marie Claire

01.08.2017

Troian afirma que trabalhar em PLL afetou o resultado de Feed

Em entrevista ao Hello Giggles, Troian contou que estar em Pretty Little Liars por sete anos afetou as mudanças que ela fez em Feed com o passar do tempo. Confira traduzido abaixo:

Muitos de nós conhecemos Troian Bellisario como a inteligente, esperta e complexa Spencer Hastings em Pretty Little Liars – e desde que a series finale foi ao ar no fim de junho, pudemos ver mais do artístico da Troian. No mês de julho, Feed, o novo filme de Troian, foi lançado, e o projeto não poderia ser mais pessoal para a atriz. Escrito e produzido pela ex PLL, ela estrela como Olivia, a personagem principal. Para Bellisario, 31 nanos, o filme está em sua vida pelos último oito anos; ela começou o processo de escrita quando tinha 23 anos.

Com uma narrativa cinemática e visual de um suspense, Feed é inspirado na própria história de Troian como uma sobrevivente de distúrbio alimentar quando foi hospitalizada por anorexia. O irmão gêmeo de Olivia, Matt (Tom Felton), morre em um acidente de carro. Afundada no luto, Olivia lida com isso restringindo comida, mergulhando profundamente em uma doença mental e imaginando que seu irmão retornou.

Sentamos com Troian em Beverly Hills para discutir o impacto que ela espera que Feed tenha nos telespectadores que não entendem a realidade de um distúrbio alimentar, como é finalmente lançar essa história no mundo, e o que ela espera realizar a seguir.

HelloGiggles: Esse foi um script que você começou a escrever antes de aparecer em Pretty Little Liars, e agora você tem uma carreira estabelecida. Com o tempo, seu conhecimento da indústria e experiência mudaram como você queria contar a história?
Troian Bellisario: Definitivamente. O fato de que foi meu primeiro filme que eu escrevi – estando 7 anos na minha série, lendo scripts e trabalhando com escritores, assistindo a maneira que os diretores e produtores trabalhavam. Me ensinou simplesmente por osmose, e então poder trabalhar atrás da câmera na série. Tiveram muitas maneiras que minha série afetou Feed – estava evoluindo constantemente.

HG: O público vê o distúrbio alimentar da Olivia se manifestar no seu irmão falecido – e esse tipo impressionante de manifestação visual não é algo que já vimos nos filmes sobre distúrbios alimentares. Você pode nos falar porque você quis retratar a anorexia e distúrbios alimentares dessa forma?
TB: Na minha experiência, tiveram muitas pessoas que se preocupavam profundamente comigo e não queriam que eu sofresse, e eles queriam me ajudar. Mas eles não entendiam porque eu estava me comportando dessa maneira. Mas para eles, era meio, “Bom, se você não está obcecada com o peso, porque você só não come?” E todas essas coisas são erradas do que estava acontecendo comigo. Eu pensei que, se eu usasse um filme para contar uma história, como eu poderia ajudar alguém que nunca sofreu dessa doença a entender como é? Como eu poderia fazê-los entender que você ama essa voz, você odeia essa voz. Essa voz te ajuda a colocar sua vida nos trilhos. Essa voz quase o leva à beira da morte e às vezes pode matá-lo.

Eu sabia que não podia ser uma voz sem corpo. Teria que ser um personagem real, e essa é a coisa maravilhosa sobre o filme. Eu poderia estabilizar o personagem do Matt, o irmão dela, e com sorte fazer você se apaixonar por ele e entender porque ela tem uma conexão tão forte com ele. E então, se levarmos ele pra longe, e ela estivesse em um estado de luto e de repente ele reaparecesse – você iria ouvir tudo que ele diz, e você vai dizer “Eu vou fazer qualquer coisa para te manter por perto, e você tem os melhores interesses, e você me ama e você é meu irmão, e, oh meu Deus, porque você está me pedindo para fazer essas coisas, tem uma saída disso?” Então, foi daí que surgiu.

HG: Enquanto você promovia o filme, você vem sendo aberta sobre ser uma sobrevivente de um distúrbio alimentar. O que você espera que os outros sobreviventes – e o público geral – tirem desse filme?
TB: Teve uma razão pela qual eu queria falar sobre isso com o gênero de um filme de terror, um suspense. Pessoas que lutam com isso – eu não estou contando nada novo a eles. Mas acho que muitas pessoas que não entendem o quão fatal essa doença pode ser, ou o fato de que distúrbios alimentares tem a maior taxa de mortalidade de todas as doenças mentais. Eu realmente queria que as pessoas vissem que é uma luta pela vida e morte. E o tratamento deveria ser levado a sério porque ninguém deve sofrer sozinho. E o que eu espero é que, se as pessoas estão lutando silenciosamente com um distúrbio alimentar, e eles dizem “Oh meu Deus, algo desse filme ressoa em mim, e eu não quero viver o resto da minha vida assim – eu não tenho que viver o resto da minha vida assim.” Então eu espero que possa inspirar as pessoas a ter uma conversa com suas famílias, com seus amigos, com um terapeuta.

Trabalhando nesse filme, eu comecei a trabalhar com a NEDA, e eles tem um site cheio de educação com uma linha gratuita onde você pode ligar, entrar em contato com profissionais, e conseguir ajuda – ou ajudar alguém a pedir ajuda. É muito importante para mim.

HG: Você tem vários projetos vindo – mas depois de escrever e produzir Feed, e dirigir um episódio de PLL, você planeja fazer mais trabalhos por trás das câmeras?
TB: Definitivamente. Vai ser muito desafiador para mim porque essa história era tão pessoal, e eu trabalhei nela por tanto tempo para fazer acontecer. Agora, sentar com outro script, eu fico meio “Eu não sei, eu espero que não leve oito anos!” (Risos) Eu me sinto muito grata que saiu, e mesmo falar com as pessoas que viram, é grande para mim. Viver com esses personagens por oito anos, e de repente ter outras pessoas tendo um relacionamento com o filme e sendo impactados por ele em suas vidas, é maravilhoso. E também me sinto livre de deixar esses personagens irem e ver sobre o que mais eu quero escrever. Eu tenho tantas ideias, mas sempre que eu tinha um fim de semana ou chegava em casa de PLL e queria escrever, eu ficava meio “Ok, bom, vamos voltar ao Matt e a Olivia.” E ter a liberdade de dizer, “Onde eu quero ir a seguir, que história eu não tenho essa conexão…” Eu estou muito animada.

Fonte: Hello Giggles

Publicado por   |   Armazenada em: Entrevistas, Feed, Pretty Little Liars
12.07.2017

Imagista: Troian Bellisario – Rock, mentiras e ciência

Troian concedeu uma entrevista para a revista Imagista há alguns meses acompanhado de um photoshoot, onde ela fala sobre o fim de PLL, voltar para o teatro e o que ela faria se não fosse atriz. Confira traduzido abaixo:

Aqui está algo que muitas pessoas não sabem sobre Troian Bellisario: ela é uma rockeira cientista nerd no corpo de uma atriz. Com sua série de sucesso da ABC Family que acabou depois das sete temporadas, a estrela de PLL compartilha seus pensamentos com a Imagista em crescer em uma casa de entretenimento, o que te deixa leva ao sucesso como atriz, e o que ela faria se não interpretasse uma perfeccionista extrema na TV

Imagista: Você pode nos contar sobre a jornada que você teve na série? Quais eram suas expectativas na série?
Troian Bellisario: Eu tinha zero expectativas. Eu honestamente não tinha ideia no que a série ia virar. Todos me diziam que seria algo realmente especial. Era interessante para mim porque eu vim de um ambiente de televisão. Meu pai criou muitas séries e eu tinha começado a aprender sobre os pilots. Como uma jovem atriz eu sempre ouvi que você for realmente sortudo e talentoso você vai conseguir um piloto e então as estrelas se alinharem ao universo, e esse piloto for escolhido para uma temporada, isso é grande. Então se for um sucesso, o que é muito raro, vai ter outra temporada e se o céu não caiu em você, pode ter temporadas depois disso. Cada ano de filmagem fica mais e mais inacreditável. Para mim, ter dois pais que estavam na indústria da televisão e eu sempre acreditei que eu ia brincar no playground deles, eu não queria competir com meus pais e seu sucesso, eu queria correr para New York City e fazer teatro e talvez alguns filmes, e construir minha própria experiência antes de tentar a televisão. Então Pretty Little Liars foi minha primeira audição de piloto, veio do nada, eu fui para a audição porque meu agente me disse que eu quisesse trabalhar eu teria que fazer o máximo de audições possíveis, apenas para praticar as audições. Eu acabei indo e sete anos depois, estamos aqui.

Imagista: Como foi crescer no ambiente que você estava e como você acha que isso te afetou como atriz?
Troian Bellisario: Eu acho que de verdade, o maior presente que meus pais me deram como atriz foi a introdução de estar em um set. Eu cresci em um set então para mim, estar em um lugar que eu me sinto em casa, eu não poderia ir no meu primeiro dia de trabalho e aprender as coisas como o que era uma marca e como acertá-la, pequenas coisas que me enriqueciam. A coisa interessante para mim era que meus pais, particularmente meu pai me enriqueceu bem jovem que se era isso que eu queria fazer, o que ele não entendia como alguém em seu juízo perfeito queria ser um ator. Ele me dizia que não requeria só talento, você também tem que ter o look certo para o papel, estar na idade certa, o peso certo, tudo isso. Basicamente sua carreira inteira pode cair e voltar dependendo da sala que você entra. Eu não sou como meu pai, somos loucos controladores, então em sua mente ele não entendia porque eu queria colocar todo esse controle nas mãos de alguém. Porque ele era um showrunner ele se sentia confortável tendo esse controle, sabendo como a série se moveria, seria e pareceria. Como atriz você está completando a visão de alguém, o que é uma coisa completamente diferente.

Imagista: Que conselho você daria para um jovem ator que quer entrar na área?
Troian Bellisario: Estude. Você pode não ter sorte, você pode não descobrir como ter mais sorte, o que você pode fazer é incrementar seu nível de conforto no palco na frente da câmera e você faz isso fazendo filmes com seus amigos, editando seus próprios filmes, escrevendo seus próprios filmes, indo para a aula, indo para a faculdade como eu fui. Eu fui de um treinamento conservador para estudar teatro. Se afunde no que eu chamo de treinamento de laboratório. Porque quando você entrar em uma sala de audição, você está lá para conseguir o emprego. Quando você aparece no set você está lá para completar o emprego e você quer fazer um bom trabalho. Quando você está tentando conseguir falar suas falar corretamente e faz isso, e aquilo, não é apenas “Está tudo bem se eu falhar”. É um cenário de grandes riscos. Para mim, eu precisava ir para um lugar, que era minha faculdade, onde eu podia falhar. Falhar no palco, na sala, na frente de professores e crushes e amigos. Essa foi uma parte importante para o meu treinamento e para mim. Quando eu fiquei na frente das pessoas “assustadores”, as pessoas que podiam me conseguir o emprego, eu tive esse senso de confiança, como se eu soubesse que eu ia interpretar aquele personagem. Independentemente de o que aquele pessoa estava procurando eu sempre soube que queria ser verdadeira comigo mesma como artista.

Imagista: Você se vê seguindo os passos dos seus pais e estar do outro lado da câmera?
Troian Bellisario: Eu comecei a escrever porque meus pais me ensinaram a nunca esperar por um papel apareceu até você e sim a criar um papel para você mesmo. Eu escrevi meu primeiro filme ates de conseguir o papel em Pretty Little Liars. Eu escrevi vários curta-metragens que eu produzi e atuei neles. Agora, o filme se chama Feed e vai sair nesse verão, 18 de julho. Dirigir e escrever para mim são os próximos passos na minha carreira porque eu sou uma louca controladora que não vai esperar para alguém vir e dizer “Você. Seja e estrela no meu filme.” Eu acho que quero continuar a criar oportunidades para mim mesma e eu acho que tem muitas histórias que eu tenho que contar e que eu quero contar, que eu estou interessada.

Imagista: Se você não fosse atriz nessa indústria, o que você estaria fazendo?
Troian Bellisario: Uma estrela do rock. Mas se eu não fosse uma estrela do rock sensacional acho que eu seria uma patologista forense ou uma psicóloga criminal ou uma botânica ou uma paleontologista. Algo que tivesse a ver com ciências ou criminologia. Eu sou uma nerd das ciências. Realisticamente eu adoraria ser uma estrela do rock botânica.

Imagista: Você começou a tocar violão, nos conte sobre isso?
Troian Bellisario: Eu sempre quis tocar violão. Eu tive meu primeiro violão quando estava na sétima série ou algo assim mas eu nunca aprendi a tocar mais do que algumas das minhas músicas favoritas. Eu notei que cada cara que eu tinha crush tinha essa habilidade de tocar perfeitamente. Eu estou fazendo aulas de violão e alguns dos meus amigos escreveram um incrível script que eu amo e quero fazer, mas envolve eu me tornar uma boa pessoa que toca violão. Eu disse a eles que eu começaria as aulas agora, o que foi no começo do ano passado e isso talvez foi na época que o filme estava sendo feito, eu vou poder tocar violão bem o suficiente para fazer esse papel.

Imagista: Quando você não está trabalhando, fora tocar violão, o que você faz para se divertir?
Troian Bellisario: Dança. Eu amo correr e sair para caminhadas com meu cachorro e me perder na música. Entretanto, quando eu vou para aulas de dança, não há nada nesse mundo que me faz sentir assim, eu estou procurando por um papel que me faça sentir da maneira que a dança me faz sentir. Volta para a coisa da estrela do rock, que completa “deixe tudo aí” e auto expressa algo que às vezes a atuação não te dá.

Imagista: Você mencionou o teatro anteriormente, é algo que você estaria aberta a fazer?
Troian Bellisario: Sim, eu sinto muita falta do teatro, eu fiz uma peça ano passado em San Diego e foi apavorante mas ao mesmo tempo foi tão divertido porque eu senti falta de tentar descobrir como usar meu corpo. Você perde a prática com essas coisas e se não está acostumada a se apresentar na frente de centenas de pessoas, da ponta do seu nariz até a pona do pé você fica travada e se torna um péssimo hábito. Para mim, poder ter outra chance no teatro seria como aula de dança, aquele sentimento que eu amo muito.

Imagista: Como é encerrar uma série de sete temporadas?
Troian Bellisario: É tudo, um sentimento um pouco agridoce. É sempre difícil fechar um capítulo da sua vida porque você sabe que nunca vai voltar. É o fim de algo, para mim que durou mais que o ensino médio e a faculdade então é um sentimento louco. Nove meses do meu ano eram gastos gravando então a série se tornou uma grande parte da minha vida. Acho que a melhor parte sobre tudo isso é que agora finalmente podemos compartilhar a conclusão dessa história e estamos muito animados para nossos faz verem como foi encerrado.

Fonte: Imagista

Para ver alguns scans da revista (não todos pois o valor da revista completa é $36), clique nas miniaturas abaixo:

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11.07.2017

“Spencer me ajudou a crescer e fortalecer minhas habilidades como atriz.” Troian para o The Laterals

Troian concedeu uma entrevista, acompanhada de um lindo photoshoot ao site The Laterals, onde conta mais sobre o fim de PLL, seus próximos projetos e distúrbios alimentares. Confira a entrevista traduzida abaixo:

Depois de muito tempo, Pretty Little Liars chegou ao fim. Depois de 7 temporadas e 160 episódios, a identidade do vilão da série foi finalmente revelada, deixando os fãs em um estado de incredulidade. Troian Bellisario está no mistério de assassinatos desde o início. Depois de todos esse anos, ela pode transformar e cultivar sua personagem trazendo uma amplitude de profundidade única para a protagonista da série, Spencer Hastings. Por mais agridoce que seja, Troian não está só sentada na margem. O fim dessa amada série lhe deu a chance de descobrir seu próximo grande ato.

Embora ela seja conhecida por seu papel em Pretty Little Liars, Troian é uma veterana em Hollywood. Filha de renomados produtores de televisão, a maioria produzida pelo seu pai. Independentemente de como ela conseguiu os papéis, era claro que Troian tinha um comando artisticamente notável. O glamour era parte de sua paisagem, mas ela nunca se deixou cegar. Mesmo jovem ela estava ciente das complexidades; que você tem que tratar como negócio se você quer uma carreira longa. Crescer na indústria, Troian viveu isso, viu isso, fez isso, foi lá e ainda pegou uma camiseta.

No entanto, estar no centro das atenções não era sempre tão lindo. Durante seus anos de ensino médio, Troian enfrentou pressões e problemas pessoais que resultaram em um distúrbio alimentar. Através dessa experiência, ela pode aprender a honrar a si mesma, sua saúde e ultimamente, sua felicidade. Para ser lançado esse verão, Troian escreveu e estrela em seu último projeto, Feed, uma obra semi-biográfica sobre lidar com a doença. Ela compartilha um lado obscuro da atriz, ao mesmo tempo que mostra sua aptidão excepcional como escritora.

Troian está fechando o capítulo de PLL, embarcando no desconhecido; mas ela não está fazendo isso sozinha. Ela recentemente se casou com o namorado de longa data, o ator de Suits, Patrick J. Adams. No topo disso, Troian está encerrando seu mandato na série com um crédito de diretora, outra conquista para adicionar em seu dossiê de trabalho. Não há dúvida que é uma época excitante para Troian Bellisario, ela segura o mundo inteiro com a palma de sua mão. E não tem mentira aí.

Ambos dos seus pais são indivíduos bastante renomados na indústria do entretenimento. Como foi crescer nesse mundo e como ele te moldou para quem você é hoje?
Acho que a pergunta mais fácil de responder seria: como o trabalho deles não me moldou! Graças ao meu pai e minha mãe eu cresci em um set, em um escritório de produtores e em um lote. Eu era muito afortunada de experienciar esses ambientes desde que posso lembrar, o que foi muito bom quando me descobri trabalhando com eles. Meus pais sempre foram os mais inspiradores contadores de histórias e eles me ensinaram muito sobre o negócio do entretenimento mas também o ofício de contar uma história. Se eles estavam dirigindo um episódio na televisão, ou trabalhando em uma história enquanto faziam risoto para o jantar ou apenas me contando uma história para dormir, eles sempre compartilhavam o processo e seu trabalho comigo. Eles me ensinaram que não era uma magia indescritível, ou algo tipo musa inspiradora; escrever, dirigir e criar são seus trabalhos e exigem dedicação e trabalho árduo.

Embora pareça que sempre foi claro para você o que você queria fazer na indústria, se você pudesse prosseguir em qualquer outra carreira, qual seria?
Acho que foi Sam Shepard que disse algo tipo, a primeira escolha de todo mundo na vida seria “estrela do rock”, mas descobrimos qual será nosso plano B e vamos daí. Sim, bom, ele também disse isso ou estou começando um rumor sobre Sam Shepard, ha! Mas se ele não disse, tenho quase certeza que ele concordaria comigo. Eu sou muito afortunada, eu sempre quis trabalhar como atriz e até então, vem dando certo. Mas já que o lance de estrela do rock está fora (eu preciso de mais talento musical) eu admito que eu sempre fui apaixonada pelas ciências. Eu queria ser uma patologista forense ou uma bióloga marinha.

É claro, todos te conhecemos por seu papel como Spencer Hastings na série da Freeform, Pretty Little Liars. Como você se sente de encerrar um grande capítulo da sua carreira? Gravar o último episódio deve ter sido muito emocionante para todos vocês.
Ainda estou em choque. Vem em ondas. As meninas e eu ficamos muito tristes sobre o fim, sobre esse capítulo ter sido escrito em nossas vidas; mas, sinceramente, todas as coisas boas chegam ao fim. Por mais que dar adeus a Spencer tenha quebrado meu coração, eu sinto que está na hora de seguir em frente. Nossos fãs vem sendo incrivelmente apoiadores mas eles também estão crescendo. Eu quero que eles olhem para trás e vejam a série como algo especial e lindo. Eu não quero que eles fiquem entediados disso.

Mas sim, gravar o último episódio foi um sentimento agridoce que eu nunca tinha experienciado antes. Foi como estar apaixonado com alguém mas saber que tem que terminar para viver uma vida diferente. Dizer adeus te deixa mais consciente de quanto você os ama. Eu senti tudo devagar nas duas últimas semanas de filmagem. Eu me diverti mais, ri mais com as pessoas, chorei mais, diabos, eu provavelmente cheirei as coisas com mais precisão do que eu cheirei nos últimos 7 anos no set porque você sabe que a areia está terminando na ampulheta. Você quer levar cada pedacinho disso com você, mas não pode. Já foi embora.

Depois de interpretar Spencer por 7 temporadas, como você conseguiu crescer e desenvolver esse personagem à medida que a história se desenrolou?
Os escritores dessa série foram incríveis. Cada um deles me ajudou a construir Spencer de uma menina para uma mulher. Todos sabíamos que ela era uma personagem inteligente e divertida, mas sua vulnerabilidade, seus erros, sua lealdade, e acima de tudo sua habilidade de se dobrar mas nunca quebrar, isso foi algo que construímos juntos a cada episódio.

Acho que todos sentimos uma liberdade com ela conforme os anos foram se passando; levar os riscos ao máximo, e quando fazíamos isso me testava como atriz. Fazer a escolha juntos de deixar a Spencer parar no Radley, ou lutar com vícios, ou descobrir que ela foi adotada e eventualmente levar a Alex… Bom, eu tive que ir crescendo para cada ocasião como atriz. Spencer me ajudou a crescer e fortalecer minhas habilidades como atriz.

Queremos saber todos os seus segredos. Depois de passar tantos anos com esse elenco e equipe incrível, compartilhe conosco algumas das suas histórias favoritas dos bastidores.
Eu sei que para alguns isso não vai ser um segredo, mas sempre foi minha coisa favorita sobre os sets. Os quartos das meninas estavam todos conectados por um corredor. Eu amava assistir a série sabendo que cada vez que alguém entrasse no quarto da Emily pela esquerda, eles estavam vindo do quarto da Spencer e se eles continuassem indo eles acabariam no quarto da Hanna e o da Aria. Costumávamos usar essa vantagem nos episódios da Dollhouse, quando nossos “quartos” que A nos manteve eram todos próximos um do outro, conectados por um corredor de cimento.

Você recentemente terminou de filmar um filme de ficção científica, Clara. Não é apenas um grande desvio de seus trabalhos anteriores, mas você estrelou ele ao lado do seu marido, o ator Patrick J. Adams. Como foi essa experiência para você?
Foi uma explosão total. É uma alegria trabalhar com alguém que você conhece tão intimamente. As emoções nunca estão muito longe de alcance e você se sente confortável instantaneamente em uma cena. Também é um desafio da melhor maneira porque ele é incrivelmente talentoso. Trabalhar com ele sempre me deixa melhor porque ele segura sua mão no fogo, você não pode sair com nada menos que o melhor com ele.

Seu último projeto é um pouco mais pessoa, e você escreveu e estrelou nele. Nos conte um pouco sobre seu filme, Feed.
Eu estava há 3 anos na recuperação da anorexia e eu ainda tinha problemas descrevendo para as pessoas que lidar com um distúrbio alimentar é mais que apenas não querer comer. Doenças mentais são muito complicadas e na maior parte do tempo invisíveis. Se alguém está doente fisicamente você pode ver manifestações no exterior de sua doença ou machucado e oferecer ajuda para aliviar a dor ou trabalhar para restaurar a saúde. Sua perna está quebrada? Aqui está um gesso para ajudar a consertar o osso. Você está com febre? Fique na cama e beba muito líquido, etc. Mas uma doença mental? Não tem exame no cérebro que pode detectar um distúrbio alimentar, mas ainda sim é a doença mental que mais mata, recuperação é incrivelmente difícil e morte é tragicamente comum. Essa é uma doença que é extremamente dolorosa; ameaça a vida, mas às vezes pode aparecer externamente. Sim, às vezes as pessoas com distúrbios alimentares perdem peso de maneira drástica que você pode ver claramente elas pedindo ajuda, mas algumas pessoas lutando com essa doença podem parecer “saudáveis” do lado de fora e ter uma guerra rolando dentro deles mesmos. É horrível e além disso, também gera incompreensão e não é falado o suficiente.

Depois de ser hospitalizada e ver tantos homens e mulheres diferentes, jovens e velhos, que estavam lutando com um distúrbio alimentar e lidando com suas próprias experências e processos de recuperação eu percebi que eu não poderia contar todas as suas diferentes histórias. (Não sou uma escritora tão boa). Mas eu queria começar uma conversa sobre essa doença. Eu queria achar uma maneira de fazer alguém que nunca nem pensou sobre distúrbios alimentares, tivesse empatia com isso, mesmo que fosse por só uma hora e meia. Eu queria encorajar alguém que pode estar lutando silenciosamente a falar com seus amigos ou família e pedir ajuda. Eu queria que as pessoas soubessem que lutar contra essa doença é mais que querer estar magra. Afeta homens e mulheres, de todas as raças, todos os fundamentos socio-econômicos e religiões, porque é uma doença série, não apenas uma dieta ou uma escolha.

Então, eu pensei, que maneira melhor de tentar começar uma conversa do que um filme. Em um filme você pode usar a narrativa para colocar o público na mente do personagem. Se você conseguir colocar o público dentro da experiência da doença então talvez eu poderia inspirar empatia para aqueles que vivem com isso e gerar conscientização para a doença em si e também identificar os sinais. Então, eu escrevi, Feed. Eu sei, eu sei, é um pouco ambicioso e muito para um primeiro filme, mas estou orgulhosa dele. Não é perfeito de maneira alguma, mas eu espero que comece uma conversa e inspire as pessoas que podem estar lutando a encontrar ajuda.

O filme aprofunda os aspectos psicológicos e físicos da anorexia. Você já falou abertamente sobre sua experiência com a doença. Como foi se preparar para imergir a si mesma nesse papel?
Foi difícil. Honestamente, eu estava assustada porque me envolver com essa personagem significava me envolver com alguém que tem a doença. Eu trabalhei por muitos anos para me recuperar, e eu vou ser honesta, não é sempre fácil e ainda é uma jornada. Recuperação não é algo que você só consegue e então não precisa mais olhar para trás, é uma escolha constante. Então, dar as boas vindas com braços abertos para as compulsões, restrições e as vozes de volta na minha cabeça e coração, eu estava muito consciente do desafio e do risco. Felizmente, eu tenho uma família incrível, amável e apoiadora que estava lá para mim. Eu trabalhei de perto com uma nutricionista para perder peso e então, mais importantemente, colocá-lo de volta depois sob os olhares de um profissional médico. E acima de tudo eu trabalhei para ter certeza que estava fazendo esse filme pelas razões certas. Meu diretor, Tommy Bertelsen, que também é meu melhor amigo, foi maravilhoso. Ele teve certeza que eu soubesse que ele estaria ali por mim, não importava o que acontecesse. Ele disse, “Vá o mais longe que você precisa ou sente que pode ir, mas não coloque em risco sua saúde mental e física por isso. Eu vou caminhar com você até o limite disso, mas eu não vou deixar você voltar.”

Quais foram alguns dos aprendizados depois que o projeto estava completo?
Eu aprendi muito sobre o processo de contar uma história. Como tecer uma narrativa, quais coisas envolvem o público e quais coisas perdem o público. Eu aprendi sobre não ter o tempo ou o dinheiro para fazer as coisas da maneira que você imaginava na sua cabeça e os sacrifícios envolvidos em deixar isso pra trás. Essas foram as lições difíceis, mas essas são as lições de um primeiro filme. Você tem que experienciar essas falhas porque essas são as experiências que você leva com você para o próximo projeto. É como você cresce como artista… Eu espero!

Se você pudesse falar com alguém que estivesse sofrendo de distúrbios alimentares, quais palavras de apoio você daria?
Se você sentir que está sofrendo ou lutando de alguma maneira, por favor, peça ajuda. Fale com seus amigos, sua família, peça por ajuda e apoio. Tem recursos incríveis no site da National Eating Disorders Association (NEDA) que podem te apontar a direção de tratamento e ajuda. Você não precisa sofrer em silêncio, doenças mentais são sérias e merecem tratamento.

Você se tornou um modelo para jovens mulheres e homens ao redor do mundo. Como é ter uma fanbase tão incrível?
É esmagadoramente maravilhoso. Honestamente, eu luto muito com a questão de dignidade. Eu faço o suficiente para comunicar minha gratidão? Eu forneço apoio para as mulheres e homens que me acompanham com uma mensagem positiva e honesta? Eu quero continuar animando eles da mesma maneira que eles fazem por mim, então isso me mantém envolvida ativamente e crescendo constantemente dentro e fora da tela.

Pretty Little Liars é nosso melhor prazer culpado (ou nem tão culpado, para ser honesta). Qual o seu?
Eu sei, certo?! Eu luto com esse termo. Prazer culpado implica vergonha, e eu não quero que tenha vergonha de fazer ou assistir o que você ama. Quando eu conheço pessoas que dizem, “Sua série é meu prazer culpado.” Eu fico meio, “Porque, você está tendo um caso?” Se você gosta da série, ótimo! Se não, está tudo bem também! Mas, eu tenho orgulho das séries que eu assisto! Especialmente as sensacionais… Game Of Thrones, com certeza. Todos meus amigos se juntos para comer pizza e assistir.

Nos conte duas verdades e uma mentira.

  • Assistir TOWIE (ou The Only Way Is Essex) para trabalhar no sotaque da Alex Drake. É o primeiro e único reality show que eu assisti nos últimos 10 anos.

Verdade: Eu queria que Alex tivesse um sotaque de Essex e assistir essa série foi uma maneira fácil de ter isso no meu ouvido por horas. Eu odeio reality shows então eu nunca assisto, mas essa série é muito viciante!

  • Eu fiz o cálculo recentemente de quantas horas eu trabalhei no set de PLL e foi quase 7,000!

Mentira: Foi algo entre 9,500-10,000.. Louco né?

  • Eu estou escrevendo essa entrevista a uma altura de 35 mil pés.

Verdade: Estou voando sobre Denver, Colorado enquanto conversamos.

Fonte: The Laterals

Para ver as fotos do photoshoot em nossa galeria, clique nas miniaturas abaixo:

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07.07.2017

“Os fãs me pediam para A.D. ser uma das Liars. Mas eu não podia fazer isso.” Marlene para o TV Insider

Em nova entrevista para o TV Insider, Marlene e Troian contam mais alguns detalhes sobre a finale de Pretty Little Liars. Confira a entrevista traduzida abaixo:

A showrunner de PLL, Marlene King e a estrela Troian Bellisario tiveram um segredo e sabiam como mantê-lo. Na series finale do hit da Freeform, foi revelado que a malvada da série, A.D, era Alex Drake, a gêmea nunca vista da Spencer, criada na Inglaterra. Aqui, as moças explicam o choque falando dos livros de Sara Shepard, nos quais a série é baseada.

É verdade que você sabia quem era Alex por dois anos?
Troian Bellisario: Sim. Eu adoraria saber o que estava acontecendo, então eu disse, “Apenas me diga quem é A.D.” e Marlene contou seu plano para Alex Drake. Então ela me contou que eu teria que manter isso em segredo pelos próximos dois anos. Talvez a ignorância seja boa às vezes. [Risos]

Marlene King: Troian me pediu para manter segredo do elenco para ter certeza que ela filmaria cenas com eles como Alex [fingindo ser Spencer], e eles não saberiam que aquela não era Spencer. Achei que foi um pedido justo.

Quando você começou a planejar isso?
King: Perto da sexta temporada. Os fãs me pediam para A.D. ser uma das Liars. Mas eu não podia fazer isso. Elas estariam torturando a si mesmas, e isso não fazia sentido para mim. Wren foi alguém que pensamos, e Melissa. E percebemos que A.D. tinha que ser um regular na série, mas não poderia ser uma das Liars. Qual seria a próxima melhor coisa? Uma gêmea de uma das Liars.

Como as outras meninas reagiram quando descobriram?
Bellisario: Elas ficaram muito animadas. Era provavelmente três quartos da última temporada. Oh meu Deus, eu fiquei meio. “Eu não posso ser responsável por isso se vazar!” Então tentei manter debaixo dos lençois, e eu não consegui. [Risos]

Seu marido, Patrick J. Adams, sabia?
Bellisario: Ele sabia! Ele foi tão engraçado. No meu primeiro dia gravando como Alex, ele me mandou uma pequena mensagem: “Para minha britânica malvada… Seja o mais malvada que puder.”

Fonte: TV Insider

Publicado por   |   Armazenada em: Entrevistas, Patrick Adams, Pretty Little Liars
02.07.2017

Assista ou faça o download do “Special ‘A’ List Wrap Party”

Fizemos esse post com a intenção de disponibilizar o download e player online para vocês assistirem ao episódio especial “A” List Wrap Party que foi ao ar depois da series finale na última terça (25) na Freeform. A legenda foi toda traduzida por nós do Troian Brasil, caso seja repassada, por favor deem os créditos.

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Publicado por   |   Armazenada em: Eventos, Pretty Little Liars, Vídeos legendados
30.06.2017

Marlene: “Troian pediu para não contar as outras Liars que ela era A.D.”

Marlene concedeu uma entrevista ao TV Guide e fala sobre a Troian interpretar A.D. e sobre um possível spin-ff de PLL. Confira traduzido abaixo:

No fim de Pretty Littl Liars, A.D. era uma delas — mais ou menos isso.

Marlene King revelou na series finale que o stalker mortal das meninas era a irmã gêmea da Spencer — Alex Drake. Assim que a história foi contada pela visão de Alex, os fãs puderam começar a juntas as pequenas pistas que foram dadas durante a sétima temporada e ver quantas vezes pensamos que estávamos vendo Spencer, e na verdade estávamos vendo a gêmea má.

No topo do encerramento do mistério central da série, a series finale de duas horas de Pretty Little Liars deu um final feliz para cada membro do elenco principal –alguns mais retorcidos que outros — e penduraram alguns fios para dar as boas vindas novamente para o mundo de Pretty Little Liars mais para frente. TV Guide conversou com Marlene King sobre implementar a reviravolta da gêmea e como ela gostaria de retornar para Rosewood no futuro.

Quanto tempo atrás você decidiu que queria que Troian Bellisario interpretasse A.D.?
Marlene King: Eu diria que foi no hiatus entre a quinta e sexta temporada. Eu tive que por o meu na reta. Eu apareci com três ideias e colocamos na sala e todos concordamos que a que estávamos mais animados era Troian como A.D.

Quem estava em segundo lugar atrás da Troian?
King: Wren veio em segundo. Wren, Mona e Melissa estavam no páreo. Acho que a maneira que usamos Mona foi mais divertido do que ter ela no time por razões maliciosas. Foi mais pensando em quem nós teríamos. Quais atores sabíamos que estariam disponíveis. Sabíamos que precisaríamos usar um ator regular.

Com a revelação da Charlotte você não fez uma reviravolta de gêmeas. O que te fez sentir que era o certo seguir um pouco dos livros na series finale?
King: Eu sempre fui fascinada por bonecas e gêmeas, eu acho. A sala era fascinada por bonecas e gêmeas. Meio que se tornou nossa obsessão. Foi algo que não conseguíamos parar de pensar então sentimos que era o momento certo.

Quanto tempo depois de decidir que ia ser a Troian que você contou à ela que ela seria A.D.?
King: No mesmo momento. Foi antes de voltarmos. Saímos para jantar ou algo assim enquanto estávamos entre a quinta e sexta temporada.

Você disse a ela para manter segredo dos outros?
King: Eu ia contar as Liars mas Troian me pediu especificamente para não fazer isso porque ela não queria que elas soubessem que ela era A.D. durante as cenas. Acho que isso foi muito inteligente.

Vamos falar sobre o sotaque da Alex. Teve alguma escolha criativa que você fez ou foi algo que Troian queria tentar?
King: Eu sabia que ela ia ter uma conexão com o Wren e Wren é britânico. Troian queria especificamente que não fosse o sotaque do Wren. Ela queria que fosse de alguém que tivesse vivido nas ruas. Trabalhamos nessa parte na mitologia da Alex.

Você deixou algumas pontas soltas no final. Se a Freeform te ligasse amanhã e dissesse que eles queriam mais, você faria um spin-off da Mona ou a próxima geração de PLL?
King: É um empare para mim. Eu amo ambos. Eu amo o mundo e eu amo os personagens. Se a Freeform e ligasse amanhã eu adoraria fazer ambos os mundos.

Foi um final feliz estranho para Mona mas ao mesmo tempo se encaixa muito com ela. Porque vocês foram nessa direção?
King: Mona passou por muita coisa. Ela fez esse sacrifício porque ela implorou pra Hanna, “Por favor não me faça jogar esse jogo”, e Hanna ficou meio, “Vamos lá, você pode ganhar!” Mona deveria ter seu final feliz. Ela está vivendo na França. Ela sempre amou música francesa e a literatura francês. Ela está vivendo na França com seu namorado francês em uma loja de bonecas com suas bonecas reais no porão. Eu queria que ela tivesse uma versão Mona de final feliz.

Você conseguiu trazer várias pessoas de volta na temporada final, teve alguém que não pode?
King: Queríamos ter o Drew Van Acker de volta, mas ele estava em Training Day. Queríamos trazer Cody Christian de volta para fazer o Mike no casamento mas não tivemos ele também. Esses foram os dois que escaparam.

Um dos meus momentos favoritos da finale foi a provocação de como as mães saíram do porão. Vocês já quiseram explicar como elas escaparam ou quiseram deixar o mistério de propósito?
King: Nós levantamos coisas que nos fizeram rir mas nada fez sentido, então deixando para a imaginação dos fãs é a maneira mais divertida, sabendo que o que quer que tenha acontecido foi obscuro o suficiente para Pam não beber durante um ano depois disso.

As meninas tiveram a palavra em o que elas queriam que fosse seus finais felizes?
King: Ashley sempre quis que Hanna tivesse um bebê então ela fica grávida deixou ela feliz. Shay e Sasha queriam que Emison encontrassem um jeito de voltar uma para a outra, então acho que isso as fez feliz. Eu não sei se Aria queria viver feliz para sempre. Acho que ela sempre queria ser surpreendida ou algo assim mas não poderia deixar isso acontecer.

Tem algo que você gostaria de dizer como papavras finais para os fãs no fim dessa louca jornada?
King: Apenas obrigada. Somos gratos aos nossos fãs. Não teríamos durado sete anos. Não teríamos durado sete anos sem a lealdade e paixão deles. Mesmo quando eles amam nos odiar, eles ainda são apaixonados. Eu sou grata por todos. Sempre vamos estar aqui. Não vamos embora. Ainda vamos ser nossa família mundial e vamos continuar conversando, esperançosamente sobre novas séries.

Fonte: TV Guide

Publicado por   |   Armazenada em: Entrevistas, Pretty Little Liars
29.06.2017

“Sinto como se estivesse de ressaca” Troian sobre o final de PLL

Troian concedeu uma entrevista ao TV Guide, onde fala sobre interpretar a vilã e se ela participaria de um spin-off de PLL. Confira traduzido abaixo:

Agora que os fãs tiveram um tempinho para processar tudo que aconteceu na series finale de Pretty Little Liars, está na hora de refletir e apontar todas as pistas que A.D. estava entre as meninas todo o tempo. No fim, foi a irma perdida da Spencer, Alex, que usava o capuz e torturava as meninas para descobrir quem matou Charlotte.

Se você voltar, os sinais estavam todos lá que era a gêmea que estava causando todo o incômodo, mas você percebeu? O TV Guide conversou com Bellisario sobre se tornar a malvada da série para a temporada final, como foi filmar as cenas do relacionamento de Alex e Wren e o que os fãs precisam saber para diferenciar Spencer e Alex nessas cenas cruciais. Oh, e é claro, qual spin-off ela adoraria retornar.

Como está indo o dia depois da finale?
Troian Bellisario: Parece que eu estou de ressaca. Estou tentando pensar se eu tenho mais nervos agora ou menos. Foi nervoso fazer isso porque eu não tinha ideia de como as pessoas receberiam. Acho que é uma situação interessante agora que acabou eu estou tentando processar deixar uma experiência depois de oito anos e meus próprios sentimentos, pensando sobre minha vida pós-Spencer Hastings. Estou tentando não ver o mundo de, “As pessoas gostaram? Ou não gostaram?” porque eu acho que vai ser bem dividido. Vi muito apoio dos fãs. Vem sendo incrível e as pessoas se divertiram. Vi algumas pessoas realmente irritadas. Porque eu estou lidando com meu adeus emocional para a série, estou tentando respirar e aproveitar o adeus.

Falando sobre aproveitar as coisas, como foi para você interpretar a vilã?
Bellisario: Foi muito divertido. Eu venho sonhando fazer isso por todo o tempo que estive na série. Quando Marlene me contou que faríamos isso e quando eu poderia fazer, foi como um sonho virando realidade. Eu estava tão feliz me balançando para frente e para trás, fazendo a Spencer e então fazendo a Alex. Todo mundo parecia ter se divertido muito com isso também. Eu me senti sortuda de receber essa oportunidade. Foi uma ótima maneira de passar as últimas semanas no set.

Marlene King me disse essa manhã que você não queria que nenhuma das outras meninas soubessem que você era A.D. então elas não saberiam quando você era Alex e quando era Spencer. Quem foi a primeira a descobrir?
Bellisario: Ninguém descobriu! Estávamos todas nessa gravação noturna e estávamos conversando sem ninguém em volta. Finalmente, uma das meninas disse, “Alguém sabem quem realmente é A.D.?” E eu meio que tentei ficar quieta. Acho que Shay olhou para mim e disse, “Oh meu Deus, Troian sabe! Troian sabe totalmente!” e eu fiquei meio, “Não, não, não. Eu não sei” e aí elas disseram, “Você precisa nos contar!” Então naquela noite eu contei a elas. Foi engraçado porque naquela noite Ashley meio que disse, “Espere um minuto. Você não era Spencer naquela cena em que eu sonhava com você?!” E eu disse, “Não, aquela era Alex,” e ela disse, “O que?! Eu me sinto tão traída.”

Alguns fãs vão voltar e reassistir essa última temporada e meio que tentar apontar as cenas que você era Alex versão Spencer. Você tem alguma dica para eles no que procurar e coisas que você conscientemente fez para separar Alex da Spencer?
Bellisario: Tem muitas coisas. Quando você vê ela em cenas diferentes durante a finale, ela está aprendendo. Eu estava muito preocupada com a cena onde ninguém sabia sobre a gêmea e ela apareceu para pedir um beijo de adeus para o Toby antes dele ir embora com a Yvonne. Eu estava preocupada porque ela estava fingindo ser a Spencer mas era um suéter da Spencer da primeira temporada. Ela estava muito nervosa que ainda não tinha aperfeiçoado o sotaque então é um pouco mais fino para ela. Foi engraçado porque eu achei que as pessoas iam ver isso a um km de distância. Porque as pessoas naquele ponto não sabiam nada sobre a gêmea ou não viram nenhuma das pistas deixadas sobre a gêmea, eles só assumiram que a Spencer estava muito nervosa perto do Toby. Então vai ser divertido para elas voltarem e verem.

Como foi para você interpretar o relacionamento retorcido de Alex e Wren? Pareceu que eles tiveram uma saga maluca e pudemos ver apenas alguns momentos disso.
Bellisario: Eu sei! É muito triste porque eu amava eles como casal. Eles foram tão divertidos. Infelizmente, Julian Morris era para estar em mais do episódio. Ele tinha um compromisso de trabalho então só pudemos ter ele por um dia então tivemos que encaixá-lo em todas essas cenas diferentes. Essas foram as primeiras cenas que eu filmei totalmente como Alex em um dia. A cena onde ele dá um tiro nela e a cena onde ele conheceu ela e a cena no aeroporto de novo, de um ângulo diferente.

Era um redemoinho, mas o que vimos deles como casal o que foi tão maravilhoso foi que eles tinham muita paixão um pelo outro. Eu penso naquela frase de Romeu e Julieta, “Estas alegrias violentas têm fins violentos.” Se você ama alguém tanto ao ponto que você está disposto a machucá-lo, então não tem volta. Ultimamente, na mente de Alex, ela nunca machucaria Wren mas ela teve que matá-lo. Cada vilão tem sua própria moralidade. Essa é a moralidade dela, “Eu nunca o machucaria. Eu amava ele demais, então eu terminei com sua vida.”

Hora da opinião honesta. O colar de diameante: Doce ou assustador?
Bellisario: Meu pensamento honesto? Assustador, mas Alex pensou que era fofo.

Quantas crianças secretas você acha que Mary Drake teve?
Bellisario: Felizmente, foi só nós três. Eu não sei! Talvez terá toda uma nova saga que Marlene fará spin-off. Eu não quero dizer. Essa é uma pergunta mais para a Marlene. Talvez Mary Drake teve mais crianças secretas, mas até onde eu sei, foram só nós três.

Você acha que Mary recebeu o fim que merecia?
Bellisario: Acho que Mary queria uma família e no fim Alex queria uma família. Mary e Alex puderam viver juntas e ser mãe e filha. De uma maneira, no mundo retorcido da Mona, ela está dando um final feliz para Mary e Alex. Elas não estão apodrecendo em celas, sem poder ver outras pessoas ou sentir amor, mas elas tem uma a outra. Ambas, por todas suas vidas, queriam se sentir em família. De uma maneira estranha, é um final feliz retorcido.

Se a Freeform desse a Marlene um spin-off, você gostaria de aparecer no spin-off da Mona ou a nova geração de PLL?
Bellisario: Janel é tão boa, eu não passaria a chance de fazer mais cenas com Janel. Tenho certeza que a próxima geração seria maravilhosa e seria ótimo ter elas, mas Janel é muito divertida de se trabalhar. Eu não passaria a oportunidade de trabalhar com ela.

Você faria como Spencer ou Alex?
Bellisario: Ambas! Porque não?

Você tem alguma pergunta persistente sobre Pretty Little Liars?
Bellisario: Obviamente, como as mães saíram do porão? Esse é o último mistério.

Fonte: TV Guide

Publicado por   |   Armazenada em: Entrevistas, Pretty Little Liars
29.06.2017

“Eu estou tentando não entrar nas redes sociais porque eu sei que as pessoas vão ser brutais.” Troian para a Vulture

Troian concedeu uma entrevista ao site Vulture onde comenta sobre a series finale de Pretty Little Liars que foi ao ar na última terça. Confira a matéria traduzida abaixo:

Você precisa acreditar que Pretty Little Liars chegou lá. Depois de sete temporadas, o drama da Freeform decidiu soltar uma última bomba antes de ir embora de vez: Spencer Hastings tem uma irmã gêmea secreta britânica chamada Alex Drake.

Vamos deixar que você pondere a complexidade da história de origem da Alex, mas por agora, tudo o que você precisa saber é que ela se tornou “A.D.” para honrar o assassinato de sua meia irmã Charlotte, e eventualmente ficou obcecada com a vida feliz da Spencer em Rosewood que ela quis assumir sua identidade e manter ela presa no subterrâneo para sempre. Mas no fim, os planos da Alex foram destruídos e ela foi capturada pela Mona para viver o resto da vida em outro subterrâneo na França. Se você pensou que PLL era um mistério teen comum, você tem que mudar o conceito.

Um dia depois da series finale, Vulture conversou com a atriz Troian Bellisario sobre como ela desenvolveu a personagem Alex, a inspiração por trás do sotaque britânico e sua mensagem para os fãs que não gostaram do final.

Da última vez que conversamos você mencionou o quanto você adora Twin Peaks. Como você se sente ao se juntar a Kyle MacLachlan na elite de TV das doppengangers?
[Risos] É uma honra fzer parte de um grupo de atores no mundo da televisão que interpretam doppengangers e gêmeas e personalidades divididas. É um presente. Eu me sinto sortuda que todos em Pretty Little Liars queriam me por nessa posição e ver o que eu podia fazer com isso. Eu me diverti muito. É assustador. Eu estava com medo – bom, eu vou dizer de uma forma melhor – eu estava suando até ontem. Foi divertido porque todos ao meu redor estavam, “Oh, você está nervosa porque a série está acabando?” E eu fiquei meio, “Não, eu estou prestes a revelar uma pessoa inteiramente nova para o mundo e eu não tenho ideia no que isso vai dar.” É arriscado e nem todo mundo vai gostar e apoiar, mas foi divertido ir nessa jornada. Eu estou feliz que pude fazer isso.

Você sabia sobre a gêmea má da Spencer por dois anos antes de todos. Com esse conhecimento avançado, você teve mais absorção para construir o comportamento da personagem e a fisicalidade?
Não na verdade. Quando eu descobri dois anos atrás, Marlene me disse, “É isso que eu quero que aconteça.” Cada temporada, você teria a ideia da próxima temporada, o final da próxima, e onde você levaria a história. Você tem que falar com o canal e o estúdio, e se eles não gostarem, algo novo tem que surgir. Então pelo primeiro ano que eu soube, era só o que ela queria levar nessa direção. Não poderíamos nos apaixonar por essa personagem até que ela estivesse totalmente maduro e tivesse recebido o sinal verde entre a sexta e sétima temporada. Recebemos o sinal verde nessa direção, prepará-la, e descobrir de onde ela era e tal. Eu lembro que um dia Marlene veio a mim e ela estava meio, “Na verdade, acho que eu quero que ela tenha crescido no Reino Unido.” E eu fiquei meio, “Oh ok, ela tem um sotaque?” E Marlene disse, “Sim, sim, vamos achar um sotaque para ela.” Construímos essas coisas no início da sétima temporada até a última cena, onde você vê Alex pela primeira vez quando ela pede ao Toby para beijá-lo. É interessante porque, nesse ponto, ela não estava nem perto de onde ela estaria, porque aquela era Alex fingindo ser Spencer. Não sabíamos se poderíamos ir na rota britânica, porque não sabíamos se Juliam Morris teria disponibilidade para interpretar Wren na finale. Foram muitos pedaços que entraram nos lugares para chegar na finale. Foi uma situação meio Etch A Sketch (jogo de desenho).

Como você decidiu que Alex ia incorporar essa persona pretensiosa, totalmente oposto da Spencer, como uma mulher refinada de Oxbridge?
Queríamos que ela fosse o extremo da Spencer porque ela foi privilegiada enquanto crescia. Spencer queria ir para Oxford. Spencer ia a clubes, tinha dinheiro, tinha uma boa família que cuidava dela. Eles eram socioeconomicamente sólidos e ricos. Queríamos ter essa oportunidade para Alex quando era jovem, porque ela se espelhou na sua mãe mais do que na Spencer, ela tinha esses problemas de comportamento e essa “boa família rica britânica” que deu ela para um orfanato. Quando ela fugiu com 10 anos, ela estava sobrevivendo nas ruas. Para mim, foi meio, “Essa garota vai falar da maneira que ela precisa falar. Ela vai aprender das pessoas ao seu redor.” Foi uma oportunidade para nós contarmos uma história de uma pessoa da maneira que ela precisa falar. Tem muito de como Alex vai para Rosewood e como Wren a encontrou então você pode ver que você não vai confundi-la com a Spencer se você encontrar ela. Ela só estava fazendo tudo em seu poder para mudar sua identidade, mudar seus gostos, sua nacionalidade, para se tornar essa outra pessoa. É por isso que fomos nessa rota extrema.

Quando entramos na sala com Alex e Spencer juntas, eu realmente queria que elas parecessem com yin e yang. Eu queria que elas fossem dois opostos além da pequena diferença entre elas. É ais divertido de interpretar e mais divertido para o público ver que aquela menina não poderia ser mais diferente da Spencer.

 Você modelou o sotaque de alguém? Eu estava sentindo uma vibe Amy Winehouse.
Eu ouço a Amy! É engraçado, meu amigo me ligou e disse, “Esse foi o melhor Michael Caine que eu já ouvi.” [Risos]. Eu sabia que eu estava interessada em um “som de Essex”. E eu queria que ela fosse uma garota de Essex. Eu eventualmente descobri esse reality show chamado “The Only Way Is Essex”. É mais ou menos o Jersey Shore do Reino Unido. É um reality de TV, então os personagens são muito dramáticos e muito estranho e muito engraçado e muito impetuoso. Eu vi uma musicalidade na maneira que eles falam – as gírias e a maneira que eles se relacionam uns com os outros. Então eu fiquei meio, “Eu não sei, isso parece Alex para mim.” Então a voz foi baseada nesse reality show.

O público de PLL ama teorias, mas eles raramente prevem as grandes reviravoltas do passado. Te surpreendeu que a teoria de “Spencer tem uma gêmea” saiu cedo nessa temporada?
Não me surpreendeu. Para outras finales e reviravoltas, Marlene e os escritores fizeram tudo o que podiam para que pudessem tirar o cheiro dos vilões. Quando Mona foi revelada, eles não contaram a Janel por um ano inteiro até ter certeza que ela não interpretaria uma vilã de nenhuma maneira. A coisa interessante sobre a Alex foi que desde que soubemos que ela seria uma nova personagem, não queríamos que o público ficasse cego com isso. Nos queríamos na verdade levar as pessoas um pouco mais. Revelando Mary Drake como a gêmea da Jessica e sabendo aquele fim dos livros onde Alison tem uma gêmea… Gêmeas correm na família e é esperado como parte do mundo. Não queríamos que as pessoas ficassem totalmente surpresas. Acho que no final foi mais divertido assim. Se você descobrir no fim que é o Jerry o cara da manutenção que você nunca colocou os olhos nele na vida, você vai ficar meio, “Uh, ok.” Se você não soubesse nada sobre a Alex mas tivesse esse pressentimento então é divertido porque você vai longe com essa viagem.

As reações da finale vem sendo muito divididas. Algumas pessoas acham que foi uma maneira divertida e apropriada de terminar a série, enquanto outras pensam que introduzir uma personagem completamente nova foi injusto e manipulado. O que você diria para essas pessoas que não gostaram de como a série acabou?
Ultimamente o que eu diria é que não tem jeito no mundo que poderíamos agradar a todos. É muito infeliz. Todas as outras revelações na série, você podia gostar ou não gostar, mas você sempre sabia que teriam mais episódios a frente. Quando foi a Mona, você podia ficar meio, “Uh, eu não gostei que foi a Mona,” mas você sabia que teria uma continuação na história depois disso. Com Charlotte e Charles, você podia gostar ou não, mas sabia que teria continuação. Acho que foi difícil para as pessoas engolirem porque eles sabiam que seria o último episódio, então se elas não tivessem tudo o que queriam dessa história, elas ficariam chateadas. Eu entendo isso totalmente. Mas a coisa que eu quero dizer para essas pessoas é: Eu acho que a série era para ter terminado no sexto ano com a Charlotte revelada como “A”. Quando decidimos continuar trabalhando nisso e decidimos criar uma nova personagem, é a origem de uma história. Vai ser uma origem porque alguém tem que continuar de onde Charlotte parou. Eu não sei o que dizer além de me desculpe. Eu estou tentando não entrar nas redes sociais porque eu sei que as pessoas vão ser brutais.

Eu sei que a série significa muito para as pessoas e elas vão ficar apaixonadas de qualquer maneira. Eu também diria para olharem para as outras coisas que vocês tiveram. Vocês tiveram o casamento Ezria. Vocês tiveram Haleb. Vocês tiveram Emison. Vocês tiveram Spoby, mais ou menos. Até a última cena de adeus e todas essas pequenas afirmações estiveram na finale, porque eu sei que Marlene colocou o sangue, suor e lágrimas tendo certeza que daria aos fãs uma linda carta de amor.

Eu acho que o que estou conseguindo é: Se as pessoas estão insatisfeitas com a criação da nova personagem, olhem todas essas coisas ótimas que vocês receberam. Não vou ficar falando, “Seja grato,” mas tem tanta beleza nessa série. Para focar nessa pequena coisinha, é isso que você quer lembrar? Ou você vai lembrar de sete anos com essas personagens que você amou e pode dizer adeus de uma maneira linda?

O fandom trabalha de formas misteriosas. Eu pessoalmente acho que foi uma reviravolta divertida e agradável.
Isso é o que importa. Tem essas pessoas… tipo, eu pensei que seria divertido Spencer e Caleb explorarem o relacionamento. Foi praticamente ameaças de morte para mim. Muitas garotas ficaram meio, “Você é uma puta, eu te odeio!” E eu fiquei, “Você está chamando Spencer de puta?! Eu tenho outros tweets seus onde você fala ‘Eu te amo Spencer!'” Eu não entendo. É um nível de dedicação diferente dos fãs. Eu não me relaciono com isso. Eu sou grata que eles assistam a série e que eles amem certas coisas sobre ela. Me desculpe se eu separei seu ship por um tempo ou se eu acabei sendo a vilã que você não gostou. Estou fazendo meu trabalho. [Risos]

Se não tiver mais nada, estou grata que foi sugerido que Spencer e Toby terminaram juntos.
Eu acho que é muito divertido. Eles são obviamente meu casal favorito. Keegan Allen e eu estávamos brincando sobre como a finale é a encarnação literal daquela letra da música do Drake com a Rihanna: “Se você tivesse uma gêmea, eu ainda sim escolheria você.” Nós éramos obsessivos. É amor verdadeiro porque mesmo que ela tivesse uma gêmea, ele ainda escolheria ela.

Fonte: Vulture

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