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Sejam bem-vindos ao Troian Bellisario Brasil! A sua primeira, maior e melhor fonte brasileira sobre a atriz Troian Bellisario no Brasil, conhecida pelo seu papel na série "Pretty Little Liars" como Spencer Hastings. Navegue pelos menus acima e sinta-se em casa!
14.08.2019

Troian promove ‘Where’d You Go Bernadette’ em NY – 13/08

No dia de ontem (13), também foi dia de divulgação de ‘Where’d You Go Bernadette’ em NYC. Dessa vez, só Troian, Zoe Chao e Emma Nelson participaram das divulgações na imprensa.

A primeira parada foi no programa AM2DM do BuzzFeed News, confira os vídeos e fotos abaixo:

FOTOS TIRADAS POR PAPARAZZI > 2019 > 13/08 – DEIXANDO O THE BOWERY HOTEL EM NYC

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EVENTOS E APARIÇÕES > 2019 > 13/08 – NOS ESTÚDIOS DO PROGRAMA AM2DM DO BUZZFEED NEWS

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E depois elas foram para os estúdios da W Magazine, confira uma foto dos bastidores de uma sessão de fotos:


‘Where’d You Go Bernadette’ estreia nessa sexta (16) nos Estados Unidos. No Brasil, a estreia é dia 14 de novembro.

 

13.08.2019

Troian promove ‘Where’d You Go Bernadette’ em NY – 12/08

A divulgação de ‘Where’d You Go Bernadette’ em New York está a todo vapor!

Ontem (12), Troian, acompanhada de Cate Blanchett, Zoe Chao, Emma Nelson, Billy Crudup e Richard Linklater promoveram o filme na cidade.

A primeira parada foi o Build Series, onde eles fizeram um bate-papo interessante e contaram alguns detalhes sobre o filme. Confira fotos e vídeos abaixo:


FOTOS TIRADAS POR PAPARAZZI > 2019 > 12/08 – DO LADO DE FORA DO BUILD STUDIO EM NEW YORK

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EVENTOS E APARIÇÕES > 2019 > 12/08 – BUILD SERIES TO DISCUSS THE FILM “WHERE’D YOU GO, BERNADETTE”

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ENSAIOS FOTOGRÁFICOS > 2019 > BUILD SERIES PORTRAIT

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Depois disso, Troian e Zoe Chao deram uma entrevista para o canal NBC de New York, confira abaixo (em breve legendado):


E a noite aconteceu o primeiro screening do filme no Metrograph, confira as fotos e vídeos abaixo:

FOTOS TIRADAS POR PAPARAZZI > 2019 > 12/08 – CHEGANDO NO SCREENING DE ‘WHERE’D YOU GO BERNADETTE’ EM NYC

EVENTOS E APARIÇÕES > 2019 > 12/08 – SCREENING DE ‘WHERE’D YOU GO BERNADETTE’ EM NYC

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28.07.2019

2º dia da press-junket de ‘Where’d You Go Bernadette’ em Toronto

Hoje (28) aconteceu o segundo dia da press-junket de ‘Where’d You Go Bernadette’ em Toronto, no Canadá. Hoje o elenco deu entrevistas para alguns meios de comunicação individualmente e fez algumas publicações para as redes oficiais do longa-metragem. Confira os vídeos e fotos abaixo:

EVENTOS E APARIÇÕES > 2019 > 28/07 – PRESS-JUNKET DE ‘WHERE’D YOU GO BERNADETTE’ EM TORONTO, CA

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28.07.2019

1º dia da press-junket de ‘Where’d You Go Bernadette’ em Toronto

Ontem (27), Troian, acompanhada do elenco de Where’d You Go Bernadette: Cate Blanchett, Zoe Chao e Emma Nelson e o diretor do filme, Richard Linklater fizeram a primeira divulgação do longa-metragem em Toronto, no Canadá. Várias influenciadoras digitais e repórteres foram convidadas para um screening exclusivo do filme e para uma sessão de perguntas e respostas com o elenco e diretor. Confira as fotos e vídeos abaixo:


 

Confira as fotos postadas em nossa galeria:

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04.08.2018

Divulgado o trailer de “Clara”

Durante essa semana, tivemos várias novas informações sobre Clara, longa metragem estrelado por Troian ao lado de seu marido Patrick Adams. Na quarta (1), foi anunciado que o filme teria sua estreia em setembro durante o TIFF (Toronto International Film Festival), acompanhado do poster oficial do longa, confira em nossa galeria clicando nas miniaturas abaixo:

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Também foram divulgados alguns stills do filme, que vocês também podem conferir clicando nas miniaturas abaixo:

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Na tarde de ontem (3), foi divulgado o trailer do filme, que legendamos para vocês, para assistir, ative o player abaixo:

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22.07.2017

Troian no AOL Build em New York City

Ontem (21), Troian compareceu ao AOL Build para falar da campanha do This Bar Saves Lives e Feed. Confira as fotos e o vídeo legendado abaixo:

FOTOS TIRADAS POR PAPARAZZI > 2017 > 21/07 – CHEGANDO NOS ESTÚDIOS DO AOL BUILD EM NY

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EVENTOS E APARIÇÕES > 2017 > 21/07 – AOL BUILD SERIES EM NEW YORK

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ENSAIOS FOTOGRÁFICOS > 2017 > AOL BUILD #2

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19.07.2017

Assista “Joyful Girl” curta metragem da Troian de 2012

Por anos só tínhamos o trailer desse projeto feito pela Troian com seu amigo Shane Coffey que foi gravado em 2012. E hoje conseguimos baixar e legendar esse curta pra vocês.

Joyful Girl conta a história de Belle (Troian), uma jovem que quer sair de um relacionamento que caiu na mesmice mas não tem coragem de contar ao seu namorado, Nic, interpretado por Shane.

Se você é menor de idade, avisamos que contém cenas de sexo. Confira abaixo legendado pela nossa equipe:


Caso queira conferir algumas fotos desse projeto, clique nas miniaturas abaixo para ser redirecionado a nossa galeria:

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17.07.2017

Variety: Troian conta como escrever Feed a ajudou a superar um distúrbio alimentar

Troian concedeu uma entrevista, acompanhado de um photoshoot para o site Variety onde conta mais detalhes de como Feed a ajudou a superar a anorexia. Confira traduzido abaixo:

Troian Bellisario é mais conhecida por estrelar “Pretty Little Liars” por sete anos, mas mal sabiam seus fãs, que ela trabalhou duro em outro projeto antes de PLL começar.

“Feed” – um filme escrito, produzido e estrelado por Bellisario – é inspirado nas próprias experiências da atriz com um distúrbio alimentar. O filme, que ela estrela ao lado do ator de Harry Potter, “Tom Felton”, será lançado nas plataformas digitais no dia 18 de julho.

“Isso vem vivendo em minha cabeça por quase oito anos e passou por várias iterações diferentes,” Bellisario, 31 anos, conta a Variety sobre o processo de escrever Feed, que começou quando ela tinha 23 anos, aproximadamente quatro anos após sua hospitalização por anorexia.

Eu tive uma boa distância para começar a escrever sobre essa experiência, e não escrever como um diário, mas criar um mundo e personagens que são diferentes da minha própria experiência, e falar sobre o que eu penso era como me envolver com essa doença e tentar sair debaixo disso,” diz Bellisario, explicando que “Feed” não é biográfico, mas inspirado em sua própria doença.

E também, trabalhar em “Feed” se tornou uma fonte de cura para Bellisario.

“Havia um médico que me disse que quando muitas pessoas entram em tratamento, eles não sentem que saíram de seu distúrbio alimentar até fecharem 10 anos de terapia. Eu não entendia isso,” Bellisario admite. “Eu era tão jovem para o meu terapeuta e tudo que fazíamos e eu fiquei meio, ‘Não, eu deveria poder parar.’ Eu não vi que muitos dos meus padrões de pensamento não seriam normalizados ou se tornariam saudáveis novamente até esses 10 anos depois, então eu pensei o que eu poderia fazer enquanto isso, que foi escrever sobre minha experiência e canalizar essa história. E se eu pudesse inspirar outras pessoas para fechar esse capítulo em suas vidas? Eu não queria lutar com essa doença mental nos meus 30 anos. Eu não queria lutar com essa doença mental nos meus 40 anos. Eu não queria, Deus me livre, ter um filho e ainda pensar nesse padrões e falar com minha filha sobre eles.”

Ela adiciona, “Durante os oito anos voltando para alguns lugares não muito saudáveis e então voltando e falando com terapeutas, foi maravilhoso ter ‘Feed’ para voltar e pensar, ‘É assim que me sinto quando estava acontecendo, mas agora eu estou há cinco anos fora, agora estou há seis anos fora, agora estou há oito anos fora, e agora, como me sinto sobre isso, como uma artista falando sobre isso como história – e não como minha história?’ Eu senti que realmente precisava daquela distância para poder ver claramente.”

Bellisario admite que o processo de criar o filme foi “terapêutico’, mas ao mesmo tempo, “inflamatório”, em parte porque ela decidiu estrelar o projeto. Aqueles a sua volta tentaram convencê-la a não atuar em “Feed” porque eles temiam que fosse muito traumático.

“Muitas pessoas em minha vida leram o script e disseram, ‘Uau, eu entendo totalmente por que você escreveu isso,’ mas então quando eu disse que eu ia atuar nele, muitas pessoas ficaram, ‘Por quê?’ porque me envolver nessa distúrbio e com esse papel e assumir essa experiência novamente envolveria perda de peso, envolveria algumas das conversas que tive com terapeutas e reabrir esses sentimentos. Então todos a minha volta ficaram, ‘Você tem certeza de que quer fazer isso?”

Para garantir que ficasse saudável durante o processo, Bellisario não só teve um grande grupo de apoio a sua volta, mas ela também ficou em contato com sua terapeuta, que a tratou quando ela estava lutando contra a anorexia.

“Eu não estava preparada para sair daquele set e ir até ela e o quanto isso seria agravado. E foi incrível porque ela estava ali para me pegar,” Bellisario explica sobre trabalhar com sua terapeuta. “Foi incrivelmente desafiador, mas também foi maravilhoso porque eu estava em um espaço mental suficientemente saudável.”

Enquanto “Feed” provou ser uma ferramenta instrumental para Bellisario superar sua doença, o filme também ajudou a atriz a evoluir, bem, mais que uma atriz. O projeto marca a estreia de Bellisario como escritora e produtora, despertando seu interesse em uma ampla variedade de possibilidades em sua carreira, depois de “Pretty Little Liars.”

Estrelando como Spencer Hastings por sete temporadas de “Mentiras” catapultaram Bellsario ao estrelado, à medida que a série se tornou um fenômeno da cultura pop, e a introduziu ela aos seus milhões de leais seguidores. A série também proporcionou a ela a oportunidade de fazer sua estreia como diretora na última temporada do hit da Freeform – que, alerta de spoiler!, revelou ela como o último “A” depois de sete anos de “Quem fez isso?”

“Foi uma explosão total a maior parte do tempo porque durante sete anos, tantos membros da equipe estavam sugerindo que eu colocasse minha mão nisso,” Bellisario se lembra sobre dirigir seu primeiro episódio, rindo que ela estava sempre fazendo perguntas no set e teve “muitas” opiniões durante a série. Para se preparar para sua estreia como diretora, Bellisario se inscreveu no programa de diretores da Warner Bros, que consistiu em sete semanas de intensivo todos os sábados para se preparar, que ela conseguiu fazer no set de PLL. Ela brinca, “Eu já estava morando no lote da Warner Bros de segunda à sexta, então por que não fazer isso seis dias por semana?”

Embora ela usou muitos chapéus diferentes em “Feed” entre atuar, escrever e produzir, o amigo próximo de Bellisario, Tommy Bertelsen, dirigiu o filme. “Foi um esforço de equipe colaborativo entre nós dois,” ela diz. “Ele foi realmente maravilhoso nisso que me ajudou a definir meu papel naquela abordagem de três vertentes.”

Enquanto ela escolheu não dirigir “Feed”, Bellisario pegou o inseto da direção e está animada sobre Hollywood defendendo mais e mais as diretoras mulheres hoje em dia – algo que parece ter sido cimentado nesse verão pelo sucesso de “Mulher Maravilha”, dirigido por Patty Jenkins.

“Eu estava na premiere,” Bellisario lembra com um sorriso. “E eu poderia chorar sobre isso agora mesmo porque eu vi todas essas menininhas vestidas como Mulher Maravilha e elas estavam tão animadas, e eu lembro quando eu era mais nova e ‘Kill Bill’ estreou e eu fui ao cinema om uma espada de samurai porque eu estava tão animada que tinha um filme de ação feminino. Isso está em um nível diferente porque é dirigido por uma mulher e é sobre uma heroína feminina.”

Bellisario está otimista sobre a indústria finalmente reconhecer as mulheres como contadoras de histórias, mesmo tendo muito trabalho ainda para ser feito na indústria em relação a igualdade de gênero.

“Quando um cara dirige uma comédia romântica, não ficamos, ‘Uau! Que impressionante! Ele realmente saiu da caixa com esse filme”‘ Mas quando falamos sobre uma mulher dirigindo um filme de ação, é meio ‘Uau! Isso não é incrível?’ E não, ela é uma diretora – ela é apenas uma diretora. Precisamos parar de ver mulheres como exceções à regra.”

Bellisario cresceu na indústria – seu pai é o criador de “NCIS” e “Magnum P.I.”, Donald P. Bellisario, e sua mãe é a escritora-produtora Deborah Pratt – então ela sempre foi encorajada a prosseguir na carreira do entretenimento, apesar das barreiras para mulheres. “Em minha família, nunca sentimos que estávamos do lado de fora,” ela diz. “Nunca senti que meu pai era o único diretor na família. Minha mãe era diretora. Mas isso está na minha bolha.”

“O porque de eu estar tão animada e otimista sobre isso é que eu sinto que o trabalho está sendo feito,” ela continua. “Sinto que as pessoas estão animadas para terem uma mulher por trás das câmeras. Eu acho que devemos continuar essa luta, mas acho que tem havido muitos progressos incríveis, e eu estou animada para estar em Hollywood enquanto isso está acontecendo.”

E agora?

“Muitas pessoas dizem, ‘E agora?’” Bellisario diz. “Estar em uma série por sete anos e poder interpretar Spencer e descer a toca do coelho foi maravilhoso, mas também me consumia. Eu penso agora, eu sinto que o que eu estou mais animada para fazer é ser um pouco desinteressada e ter minha escolha de opções.”

Como atriz, Bellisario recentemente assinou o filme “Where’d You Go, Bernadette” de Richard Linklater, junto com Cate Blanchett, Kristen Wiig e Billy Crudup, e diz que gostaria de explorar os filmes, além de voltar as raízes do teatro. (Ela se formou na Escola de Artes Dramáticas na Universidade do Sul da Califórnia, em 2009.) Ela diz que se for assinar em outra série de televisão, o projeto seria menos episódios, ao contrário dos 20 episódios por temporada como PLL fazia, o que a tinha trabalhando cinco dias na semana por nove meses no ano.

“Eu estou sendo inspirada por muitas séries de televisão que tem tempo de escrever tudo antes do tempo e então fazer 10 episódios, o que é muito como fazer um filme muito intensivo,” Bellisario explica. “Estou muito, muito ansiosa para descobrir o próximo mundo e o próximo set de personagens que me farão querer fazer mais televisão, mas é uma decisão que eu não tomaria levemente e teria que ser algo que eu estivesse absolutamente apaixonada.”

Mas no momento, seu foco é o lançamento de “Feed.”

“Eu me sinto incrivelmente grata pelas oportunidades que me foram dadas,” ela diz, “E particularmente com esse filme, eu sinto que eu posso compartilhar uma parte de mim com o mundo.”

Fonte: Variety

Confira as fotos do photoshoot em nossa galeria clicando nas miniaturas abaixo:

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12.07.2017

Imagista: Troian Bellisario – Rock, mentiras e ciência

Troian concedeu uma entrevista para a revista Imagista há alguns meses acompanhado de um photoshoot, onde ela fala sobre o fim de PLL, voltar para o teatro e o que ela faria se não fosse atriz. Confira traduzido abaixo:

Aqui está algo que muitas pessoas não sabem sobre Troian Bellisario: ela é uma rockeira cientista nerd no corpo de uma atriz. Com sua série de sucesso da ABC Family que acabou depois das sete temporadas, a estrela de PLL compartilha seus pensamentos com a Imagista em crescer em uma casa de entretenimento, o que te deixa leva ao sucesso como atriz, e o que ela faria se não interpretasse uma perfeccionista extrema na TV

Imagista: Você pode nos contar sobre a jornada que você teve na série? Quais eram suas expectativas na série?
Troian Bellisario: Eu tinha zero expectativas. Eu honestamente não tinha ideia no que a série ia virar. Todos me diziam que seria algo realmente especial. Era interessante para mim porque eu vim de um ambiente de televisão. Meu pai criou muitas séries e eu tinha começado a aprender sobre os pilots. Como uma jovem atriz eu sempre ouvi que você for realmente sortudo e talentoso você vai conseguir um piloto e então as estrelas se alinharem ao universo, e esse piloto for escolhido para uma temporada, isso é grande. Então se for um sucesso, o que é muito raro, vai ter outra temporada e se o céu não caiu em você, pode ter temporadas depois disso. Cada ano de filmagem fica mais e mais inacreditável. Para mim, ter dois pais que estavam na indústria da televisão e eu sempre acreditei que eu ia brincar no playground deles, eu não queria competir com meus pais e seu sucesso, eu queria correr para New York City e fazer teatro e talvez alguns filmes, e construir minha própria experiência antes de tentar a televisão. Então Pretty Little Liars foi minha primeira audição de piloto, veio do nada, eu fui para a audição porque meu agente me disse que eu quisesse trabalhar eu teria que fazer o máximo de audições possíveis, apenas para praticar as audições. Eu acabei indo e sete anos depois, estamos aqui.

Imagista: Como foi crescer no ambiente que você estava e como você acha que isso te afetou como atriz?
Troian Bellisario: Eu acho que de verdade, o maior presente que meus pais me deram como atriz foi a introdução de estar em um set. Eu cresci em um set então para mim, estar em um lugar que eu me sinto em casa, eu não poderia ir no meu primeiro dia de trabalho e aprender as coisas como o que era uma marca e como acertá-la, pequenas coisas que me enriqueciam. A coisa interessante para mim era que meus pais, particularmente meu pai me enriqueceu bem jovem que se era isso que eu queria fazer, o que ele não entendia como alguém em seu juízo perfeito queria ser um ator. Ele me dizia que não requeria só talento, você também tem que ter o look certo para o papel, estar na idade certa, o peso certo, tudo isso. Basicamente sua carreira inteira pode cair e voltar dependendo da sala que você entra. Eu não sou como meu pai, somos loucos controladores, então em sua mente ele não entendia porque eu queria colocar todo esse controle nas mãos de alguém. Porque ele era um showrunner ele se sentia confortável tendo esse controle, sabendo como a série se moveria, seria e pareceria. Como atriz você está completando a visão de alguém, o que é uma coisa completamente diferente.

Imagista: Que conselho você daria para um jovem ator que quer entrar na área?
Troian Bellisario: Estude. Você pode não ter sorte, você pode não descobrir como ter mais sorte, o que você pode fazer é incrementar seu nível de conforto no palco na frente da câmera e você faz isso fazendo filmes com seus amigos, editando seus próprios filmes, escrevendo seus próprios filmes, indo para a aula, indo para a faculdade como eu fui. Eu fui de um treinamento conservador para estudar teatro. Se afunde no que eu chamo de treinamento de laboratório. Porque quando você entrar em uma sala de audição, você está lá para conseguir o emprego. Quando você aparece no set você está lá para completar o emprego e você quer fazer um bom trabalho. Quando você está tentando conseguir falar suas falar corretamente e faz isso, e aquilo, não é apenas “Está tudo bem se eu falhar”. É um cenário de grandes riscos. Para mim, eu precisava ir para um lugar, que era minha faculdade, onde eu podia falhar. Falhar no palco, na sala, na frente de professores e crushes e amigos. Essa foi uma parte importante para o meu treinamento e para mim. Quando eu fiquei na frente das pessoas “assustadores”, as pessoas que podiam me conseguir o emprego, eu tive esse senso de confiança, como se eu soubesse que eu ia interpretar aquele personagem. Independentemente de o que aquele pessoa estava procurando eu sempre soube que queria ser verdadeira comigo mesma como artista.

Imagista: Você se vê seguindo os passos dos seus pais e estar do outro lado da câmera?
Troian Bellisario: Eu comecei a escrever porque meus pais me ensinaram a nunca esperar por um papel apareceu até você e sim a criar um papel para você mesmo. Eu escrevi meu primeiro filme ates de conseguir o papel em Pretty Little Liars. Eu escrevi vários curta-metragens que eu produzi e atuei neles. Agora, o filme se chama Feed e vai sair nesse verão, 18 de julho. Dirigir e escrever para mim são os próximos passos na minha carreira porque eu sou uma louca controladora que não vai esperar para alguém vir e dizer “Você. Seja e estrela no meu filme.” Eu acho que quero continuar a criar oportunidades para mim mesma e eu acho que tem muitas histórias que eu tenho que contar e que eu quero contar, que eu estou interessada.

Imagista: Se você não fosse atriz nessa indústria, o que você estaria fazendo?
Troian Bellisario: Uma estrela do rock. Mas se eu não fosse uma estrela do rock sensacional acho que eu seria uma patologista forense ou uma psicóloga criminal ou uma botânica ou uma paleontologista. Algo que tivesse a ver com ciências ou criminologia. Eu sou uma nerd das ciências. Realisticamente eu adoraria ser uma estrela do rock botânica.

Imagista: Você começou a tocar violão, nos conte sobre isso?
Troian Bellisario: Eu sempre quis tocar violão. Eu tive meu primeiro violão quando estava na sétima série ou algo assim mas eu nunca aprendi a tocar mais do que algumas das minhas músicas favoritas. Eu notei que cada cara que eu tinha crush tinha essa habilidade de tocar perfeitamente. Eu estou fazendo aulas de violão e alguns dos meus amigos escreveram um incrível script que eu amo e quero fazer, mas envolve eu me tornar uma boa pessoa que toca violão. Eu disse a eles que eu começaria as aulas agora, o que foi no começo do ano passado e isso talvez foi na época que o filme estava sendo feito, eu vou poder tocar violão bem o suficiente para fazer esse papel.

Imagista: Quando você não está trabalhando, fora tocar violão, o que você faz para se divertir?
Troian Bellisario: Dança. Eu amo correr e sair para caminhadas com meu cachorro e me perder na música. Entretanto, quando eu vou para aulas de dança, não há nada nesse mundo que me faz sentir assim, eu estou procurando por um papel que me faça sentir da maneira que a dança me faz sentir. Volta para a coisa da estrela do rock, que completa “deixe tudo aí” e auto expressa algo que às vezes a atuação não te dá.

Imagista: Você mencionou o teatro anteriormente, é algo que você estaria aberta a fazer?
Troian Bellisario: Sim, eu sinto muita falta do teatro, eu fiz uma peça ano passado em San Diego e foi apavorante mas ao mesmo tempo foi tão divertido porque eu senti falta de tentar descobrir como usar meu corpo. Você perde a prática com essas coisas e se não está acostumada a se apresentar na frente de centenas de pessoas, da ponta do seu nariz até a pona do pé você fica travada e se torna um péssimo hábito. Para mim, poder ter outra chance no teatro seria como aula de dança, aquele sentimento que eu amo muito.

Imagista: Como é encerrar uma série de sete temporadas?
Troian Bellisario: É tudo, um sentimento um pouco agridoce. É sempre difícil fechar um capítulo da sua vida porque você sabe que nunca vai voltar. É o fim de algo, para mim que durou mais que o ensino médio e a faculdade então é um sentimento louco. Nove meses do meu ano eram gastos gravando então a série se tornou uma grande parte da minha vida. Acho que a melhor parte sobre tudo isso é que agora finalmente podemos compartilhar a conclusão dessa história e estamos muito animados para nossos faz verem como foi encerrado.

Fonte: Imagista

Para ver alguns scans da revista (não todos pois o valor da revista completa é $36), clique nas miniaturas abaixo:

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11.07.2017

“Spencer me ajudou a crescer e fortalecer minhas habilidades como atriz.” Troian para o The Laterals

Troian concedeu uma entrevista, acompanhada de um lindo photoshoot ao site The Laterals, onde conta mais sobre o fim de PLL, seus próximos projetos e distúrbios alimentares. Confira a entrevista traduzida abaixo:

Depois de muito tempo, Pretty Little Liars chegou ao fim. Depois de 7 temporadas e 160 episódios, a identidade do vilão da série foi finalmente revelada, deixando os fãs em um estado de incredulidade. Troian Bellisario está no mistério de assassinatos desde o início. Depois de todos esse anos, ela pode transformar e cultivar sua personagem trazendo uma amplitude de profundidade única para a protagonista da série, Spencer Hastings. Por mais agridoce que seja, Troian não está só sentada na margem. O fim dessa amada série lhe deu a chance de descobrir seu próximo grande ato.

Embora ela seja conhecida por seu papel em Pretty Little Liars, Troian é uma veterana em Hollywood. Filha de renomados produtores de televisão, a maioria produzida pelo seu pai. Independentemente de como ela conseguiu os papéis, era claro que Troian tinha um comando artisticamente notável. O glamour era parte de sua paisagem, mas ela nunca se deixou cegar. Mesmo jovem ela estava ciente das complexidades; que você tem que tratar como negócio se você quer uma carreira longa. Crescer na indústria, Troian viveu isso, viu isso, fez isso, foi lá e ainda pegou uma camiseta.

No entanto, estar no centro das atenções não era sempre tão lindo. Durante seus anos de ensino médio, Troian enfrentou pressões e problemas pessoais que resultaram em um distúrbio alimentar. Através dessa experiência, ela pode aprender a honrar a si mesma, sua saúde e ultimamente, sua felicidade. Para ser lançado esse verão, Troian escreveu e estrela em seu último projeto, Feed, uma obra semi-biográfica sobre lidar com a doença. Ela compartilha um lado obscuro da atriz, ao mesmo tempo que mostra sua aptidão excepcional como escritora.

Troian está fechando o capítulo de PLL, embarcando no desconhecido; mas ela não está fazendo isso sozinha. Ela recentemente se casou com o namorado de longa data, o ator de Suits, Patrick J. Adams. No topo disso, Troian está encerrando seu mandato na série com um crédito de diretora, outra conquista para adicionar em seu dossiê de trabalho. Não há dúvida que é uma época excitante para Troian Bellisario, ela segura o mundo inteiro com a palma de sua mão. E não tem mentira aí.

Ambos dos seus pais são indivíduos bastante renomados na indústria do entretenimento. Como foi crescer nesse mundo e como ele te moldou para quem você é hoje?
Acho que a pergunta mais fácil de responder seria: como o trabalho deles não me moldou! Graças ao meu pai e minha mãe eu cresci em um set, em um escritório de produtores e em um lote. Eu era muito afortunada de experienciar esses ambientes desde que posso lembrar, o que foi muito bom quando me descobri trabalhando com eles. Meus pais sempre foram os mais inspiradores contadores de histórias e eles me ensinaram muito sobre o negócio do entretenimento mas também o ofício de contar uma história. Se eles estavam dirigindo um episódio na televisão, ou trabalhando em uma história enquanto faziam risoto para o jantar ou apenas me contando uma história para dormir, eles sempre compartilhavam o processo e seu trabalho comigo. Eles me ensinaram que não era uma magia indescritível, ou algo tipo musa inspiradora; escrever, dirigir e criar são seus trabalhos e exigem dedicação e trabalho árduo.

Embora pareça que sempre foi claro para você o que você queria fazer na indústria, se você pudesse prosseguir em qualquer outra carreira, qual seria?
Acho que foi Sam Shepard que disse algo tipo, a primeira escolha de todo mundo na vida seria “estrela do rock”, mas descobrimos qual será nosso plano B e vamos daí. Sim, bom, ele também disse isso ou estou começando um rumor sobre Sam Shepard, ha! Mas se ele não disse, tenho quase certeza que ele concordaria comigo. Eu sou muito afortunada, eu sempre quis trabalhar como atriz e até então, vem dando certo. Mas já que o lance de estrela do rock está fora (eu preciso de mais talento musical) eu admito que eu sempre fui apaixonada pelas ciências. Eu queria ser uma patologista forense ou uma bióloga marinha.

É claro, todos te conhecemos por seu papel como Spencer Hastings na série da Freeform, Pretty Little Liars. Como você se sente de encerrar um grande capítulo da sua carreira? Gravar o último episódio deve ter sido muito emocionante para todos vocês.
Ainda estou em choque. Vem em ondas. As meninas e eu ficamos muito tristes sobre o fim, sobre esse capítulo ter sido escrito em nossas vidas; mas, sinceramente, todas as coisas boas chegam ao fim. Por mais que dar adeus a Spencer tenha quebrado meu coração, eu sinto que está na hora de seguir em frente. Nossos fãs vem sendo incrivelmente apoiadores mas eles também estão crescendo. Eu quero que eles olhem para trás e vejam a série como algo especial e lindo. Eu não quero que eles fiquem entediados disso.

Mas sim, gravar o último episódio foi um sentimento agridoce que eu nunca tinha experienciado antes. Foi como estar apaixonado com alguém mas saber que tem que terminar para viver uma vida diferente. Dizer adeus te deixa mais consciente de quanto você os ama. Eu senti tudo devagar nas duas últimas semanas de filmagem. Eu me diverti mais, ri mais com as pessoas, chorei mais, diabos, eu provavelmente cheirei as coisas com mais precisão do que eu cheirei nos últimos 7 anos no set porque você sabe que a areia está terminando na ampulheta. Você quer levar cada pedacinho disso com você, mas não pode. Já foi embora.

Depois de interpretar Spencer por 7 temporadas, como você conseguiu crescer e desenvolver esse personagem à medida que a história se desenrolou?
Os escritores dessa série foram incríveis. Cada um deles me ajudou a construir Spencer de uma menina para uma mulher. Todos sabíamos que ela era uma personagem inteligente e divertida, mas sua vulnerabilidade, seus erros, sua lealdade, e acima de tudo sua habilidade de se dobrar mas nunca quebrar, isso foi algo que construímos juntos a cada episódio.

Acho que todos sentimos uma liberdade com ela conforme os anos foram se passando; levar os riscos ao máximo, e quando fazíamos isso me testava como atriz. Fazer a escolha juntos de deixar a Spencer parar no Radley, ou lutar com vícios, ou descobrir que ela foi adotada e eventualmente levar a Alex… Bom, eu tive que ir crescendo para cada ocasião como atriz. Spencer me ajudou a crescer e fortalecer minhas habilidades como atriz.

Queremos saber todos os seus segredos. Depois de passar tantos anos com esse elenco e equipe incrível, compartilhe conosco algumas das suas histórias favoritas dos bastidores.
Eu sei que para alguns isso não vai ser um segredo, mas sempre foi minha coisa favorita sobre os sets. Os quartos das meninas estavam todos conectados por um corredor. Eu amava assistir a série sabendo que cada vez que alguém entrasse no quarto da Emily pela esquerda, eles estavam vindo do quarto da Spencer e se eles continuassem indo eles acabariam no quarto da Hanna e o da Aria. Costumávamos usar essa vantagem nos episódios da Dollhouse, quando nossos “quartos” que A nos manteve eram todos próximos um do outro, conectados por um corredor de cimento.

Você recentemente terminou de filmar um filme de ficção científica, Clara. Não é apenas um grande desvio de seus trabalhos anteriores, mas você estrelou ele ao lado do seu marido, o ator Patrick J. Adams. Como foi essa experiência para você?
Foi uma explosão total. É uma alegria trabalhar com alguém que você conhece tão intimamente. As emoções nunca estão muito longe de alcance e você se sente confortável instantaneamente em uma cena. Também é um desafio da melhor maneira porque ele é incrivelmente talentoso. Trabalhar com ele sempre me deixa melhor porque ele segura sua mão no fogo, você não pode sair com nada menos que o melhor com ele.

Seu último projeto é um pouco mais pessoa, e você escreveu e estrelou nele. Nos conte um pouco sobre seu filme, Feed.
Eu estava há 3 anos na recuperação da anorexia e eu ainda tinha problemas descrevendo para as pessoas que lidar com um distúrbio alimentar é mais que apenas não querer comer. Doenças mentais são muito complicadas e na maior parte do tempo invisíveis. Se alguém está doente fisicamente você pode ver manifestações no exterior de sua doença ou machucado e oferecer ajuda para aliviar a dor ou trabalhar para restaurar a saúde. Sua perna está quebrada? Aqui está um gesso para ajudar a consertar o osso. Você está com febre? Fique na cama e beba muito líquido, etc. Mas uma doença mental? Não tem exame no cérebro que pode detectar um distúrbio alimentar, mas ainda sim é a doença mental que mais mata, recuperação é incrivelmente difícil e morte é tragicamente comum. Essa é uma doença que é extremamente dolorosa; ameaça a vida, mas às vezes pode aparecer externamente. Sim, às vezes as pessoas com distúrbios alimentares perdem peso de maneira drástica que você pode ver claramente elas pedindo ajuda, mas algumas pessoas lutando com essa doença podem parecer “saudáveis” do lado de fora e ter uma guerra rolando dentro deles mesmos. É horrível e além disso, também gera incompreensão e não é falado o suficiente.

Depois de ser hospitalizada e ver tantos homens e mulheres diferentes, jovens e velhos, que estavam lutando com um distúrbio alimentar e lidando com suas próprias experências e processos de recuperação eu percebi que eu não poderia contar todas as suas diferentes histórias. (Não sou uma escritora tão boa). Mas eu queria começar uma conversa sobre essa doença. Eu queria achar uma maneira de fazer alguém que nunca nem pensou sobre distúrbios alimentares, tivesse empatia com isso, mesmo que fosse por só uma hora e meia. Eu queria encorajar alguém que pode estar lutando silenciosamente a falar com seus amigos ou família e pedir ajuda. Eu queria que as pessoas soubessem que lutar contra essa doença é mais que querer estar magra. Afeta homens e mulheres, de todas as raças, todos os fundamentos socio-econômicos e religiões, porque é uma doença série, não apenas uma dieta ou uma escolha.

Então, eu pensei, que maneira melhor de tentar começar uma conversa do que um filme. Em um filme você pode usar a narrativa para colocar o público na mente do personagem. Se você conseguir colocar o público dentro da experiência da doença então talvez eu poderia inspirar empatia para aqueles que vivem com isso e gerar conscientização para a doença em si e também identificar os sinais. Então, eu escrevi, Feed. Eu sei, eu sei, é um pouco ambicioso e muito para um primeiro filme, mas estou orgulhosa dele. Não é perfeito de maneira alguma, mas eu espero que comece uma conversa e inspire as pessoas que podem estar lutando a encontrar ajuda.

O filme aprofunda os aspectos psicológicos e físicos da anorexia. Você já falou abertamente sobre sua experiência com a doença. Como foi se preparar para imergir a si mesma nesse papel?
Foi difícil. Honestamente, eu estava assustada porque me envolver com essa personagem significava me envolver com alguém que tem a doença. Eu trabalhei por muitos anos para me recuperar, e eu vou ser honesta, não é sempre fácil e ainda é uma jornada. Recuperação não é algo que você só consegue e então não precisa mais olhar para trás, é uma escolha constante. Então, dar as boas vindas com braços abertos para as compulsões, restrições e as vozes de volta na minha cabeça e coração, eu estava muito consciente do desafio e do risco. Felizmente, eu tenho uma família incrível, amável e apoiadora que estava lá para mim. Eu trabalhei de perto com uma nutricionista para perder peso e então, mais importantemente, colocá-lo de volta depois sob os olhares de um profissional médico. E acima de tudo eu trabalhei para ter certeza que estava fazendo esse filme pelas razões certas. Meu diretor, Tommy Bertelsen, que também é meu melhor amigo, foi maravilhoso. Ele teve certeza que eu soubesse que ele estaria ali por mim, não importava o que acontecesse. Ele disse, “Vá o mais longe que você precisa ou sente que pode ir, mas não coloque em risco sua saúde mental e física por isso. Eu vou caminhar com você até o limite disso, mas eu não vou deixar você voltar.”

Quais foram alguns dos aprendizados depois que o projeto estava completo?
Eu aprendi muito sobre o processo de contar uma história. Como tecer uma narrativa, quais coisas envolvem o público e quais coisas perdem o público. Eu aprendi sobre não ter o tempo ou o dinheiro para fazer as coisas da maneira que você imaginava na sua cabeça e os sacrifícios envolvidos em deixar isso pra trás. Essas foram as lições difíceis, mas essas são as lições de um primeiro filme. Você tem que experienciar essas falhas porque essas são as experiências que você leva com você para o próximo projeto. É como você cresce como artista… Eu espero!

Se você pudesse falar com alguém que estivesse sofrendo de distúrbios alimentares, quais palavras de apoio você daria?
Se você sentir que está sofrendo ou lutando de alguma maneira, por favor, peça ajuda. Fale com seus amigos, sua família, peça por ajuda e apoio. Tem recursos incríveis no site da National Eating Disorders Association (NEDA) que podem te apontar a direção de tratamento e ajuda. Você não precisa sofrer em silêncio, doenças mentais são sérias e merecem tratamento.

Você se tornou um modelo para jovens mulheres e homens ao redor do mundo. Como é ter uma fanbase tão incrível?
É esmagadoramente maravilhoso. Honestamente, eu luto muito com a questão de dignidade. Eu faço o suficiente para comunicar minha gratidão? Eu forneço apoio para as mulheres e homens que me acompanham com uma mensagem positiva e honesta? Eu quero continuar animando eles da mesma maneira que eles fazem por mim, então isso me mantém envolvida ativamente e crescendo constantemente dentro e fora da tela.

Pretty Little Liars é nosso melhor prazer culpado (ou nem tão culpado, para ser honesta). Qual o seu?
Eu sei, certo?! Eu luto com esse termo. Prazer culpado implica vergonha, e eu não quero que tenha vergonha de fazer ou assistir o que você ama. Quando eu conheço pessoas que dizem, “Sua série é meu prazer culpado.” Eu fico meio, “Porque, você está tendo um caso?” Se você gosta da série, ótimo! Se não, está tudo bem também! Mas, eu tenho orgulho das séries que eu assisto! Especialmente as sensacionais… Game Of Thrones, com certeza. Todos meus amigos se juntos para comer pizza e assistir.

Nos conte duas verdades e uma mentira.

  • Assistir TOWIE (ou The Only Way Is Essex) para trabalhar no sotaque da Alex Drake. É o primeiro e único reality show que eu assisti nos últimos 10 anos.

Verdade: Eu queria que Alex tivesse um sotaque de Essex e assistir essa série foi uma maneira fácil de ter isso no meu ouvido por horas. Eu odeio reality shows então eu nunca assisto, mas essa série é muito viciante!

  • Eu fiz o cálculo recentemente de quantas horas eu trabalhei no set de PLL e foi quase 7,000!

Mentira: Foi algo entre 9,500-10,000.. Louco né?

  • Eu estou escrevendo essa entrevista a uma altura de 35 mil pés.

Verdade: Estou voando sobre Denver, Colorado enquanto conversamos.

Fonte: The Laterals

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