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Sejam bem-vindos ao Troian Bellisario Brasil! A sua primeira, maior e melhor fonte brasileira sobre a atriz Troian Bellisario no Brasil, conhecida pelo seu papel na série "Pretty Little Liars" como Spencer Hastings. Navegue pelos menus acima e sinta-se em casa!
28.06.2017

ELLE: Uber A é desmascarado

Após a revelação chocante que Spencer Hastings tem uma irmã gêmea no episódio final de Pretty Little Liars que foi ao ar na noite de ontem, a Elle Magazine divulgou uma entrevista + photoshoot da Troian contando tudo sobre esse segredo que ela carregou por anos. Confira traduzido abaixo:

Apenas em Rosewood uma irmã gêmea perdida e malvada com um sotaque britânico poderia aparecer na cidade para se revelar como Uber A, uma perseguidora onipresente, e ser recebida com “É, faz sentido”. Afinal, esse é o lugar onde raramente neva (na Pensilvânia), onde você não precisa de permissão para construir uma casa de bonecas gigante e subterrânea, onde médicos inseminam artificialmente seus inimigos por uma taxa nominal e onde mães suburbanas escapam de porões trancados como Houdinis embriagados. Coisas mais estranhas aconteceram.

No episódio final altamente esperado – e interessante – de Pretty Little Liars, descobrimos que o Time Twincer – os fãs que achavam que Spencer Hastings tinha uma irmã gêmea – acertou em cheio.

Recapitulando: Mary Drake teve duas filhas no Radley. Uma delas foi para a família Hastings e viveu uma vida privilegiada: Spencer. A outra foi despachada para o Reino Unido para uma vida bem mais difícil: Alex Drake (ou, então, A.D.) E aí entra Wren. Anos depois, ele descobre Alex em um bar de Londres e a arrasta para a teia das Liars. Ela desenvolveu um relacionamento com Charlotte (sua meia-irmã) e decidiu vingar sua morte. Como? Como as Liars diriam, roubando o jogo da própria Charlotte, prendendo Spencer em uma jaula subterrânea, secretamente usurpando sua vida e tomando seu lugar em Rosewood. É um plot trágico que não vai como o esperado, quando as meninas se juntam para derrubar –A pela última vez.

Quando Troian Bellisario me conta tudo isso pelo telefone, de um lugar seguro, ela ainda está apreensiva.

“É muito enervante! Me sinto estranha falando sobre isso”, exclama ela. “Tipo, ‘Ai, meu Deus, eu vou me encrencar por isso?’” Durante sete temporadas, Bellisario incorporou a diversão da série enquanto tentava enraizar sua personagem na realidade. “Nós temos esses arquétipos fantásticos,” afirma. “Por que não explorá-los e investigá-los?” Agora, Bellisario está interpretando o papel mais triunfante – e não é surpresa que ela tenha se dedicado a isso com a força e o poder que ela e Spencer (e Alex) dividem.

Enquanto isso, Bellisario esteve de olho nos fãs: Sim, a obsessão de Alex com Aria é uma homenagem ao time Sparia, ela me conta. Quando menciono um usuário do Tumblr chamado The Outlast, cujas teorias extremamente detalhadas e consideravelmente certeiras iluminaram o fandom mais de uma vez, ela pausa. “Acho que a Marlene me enviou um post do The Outlast há um tempo!” Ah, e a razão pela qual I. Marlene King, o gênio maldoso por trás da série, lhe enviava teorias de fãs? Porque as duas compartilharam a identidade secreta de Uber A por anos. Sim, anos.

Então, quando finalmente chegou a hora de Bellisario revelar alguns segredos, ela não desapontou. Contou à Elle.com sobre o dia em que descobriu a identidade de Uber A, como King criou o personagem e como foi finalmente filmar a grande revelação.

Primeiro: Como você descobriu que ia interpretar Uber –A?
Eu fiquei sabendo no início da quinta temporada. A Marlene me puxou para um canto e disse, “Eu tenho uma ideia, mas não sei o canal vai me deixar fazer isso…” Então ela sentou comigo e me explicou todo esse final. Ela disse, “Você não pode contar para ninguém. Talvez nem aconteça.” Então eu esperei por mais de um ano. No final da sexta temporada, ela disse, “Vamos fazer isso.” Foi como o tiro da partida nas corridas.

Como foi a conversa quando Marlene te contou sobre o plano dela?
Na verdade, a conversa aconteceu enquanto eu filmava uma cena. Entre takes, eu voltava para a Marlene e sentava com pernas de índio para ouvir mais. Era como uma hora do conto! Eu queria que ela me contasse tudo. Ela levou duas horas para me atualizar. Eram muitos detalhes! Eu nem sabia quem era Mary Drake – ainda não havíamos introduzido a história desse personagem. Então eu também não sabia que a Spencer era adotada. Ela tinha muito a me contar.

Parecia que ela já tinha todo o plano formado?
Sim. Originalmente, a série deveria ter durado cinco anos. Ela ia terminar com a revelação de Charlotte, e era isso. Mas, perto da quarta temporada, o canal contatou [a Marlene] e disse que eles queriam levar a série até a sétima temporada. Foi aí que ela começou a criar este novo mundo, com um novo vilão. Quando ela me contou, ela já estava pensando nisso por pelo menos um ano, e em todos os detalhes. Pelos próximos dois anos, pudemos construir isso juntas.

A Marlene estava deixando dicas esse tempo todo?
Não, acho que foi mais casual. Todo o arco da Spencer indo para o Radley e se sentindo em casa, sentindo uma conexão com o lugar, como se tivesse uma história… talvez tenha sido casual, ou talvez a tenha ajudado a criar essa ideia. Mas essas partes da história da Spencer se encaixam perfeitamente na revelação de que o Radley é, na verdade, o lugar onde ela nasceu, que ela realmente é uma parte da história.

Como você manteve a identidade de Uber –A em segredo por tanto tempo?
Foi muito difícil. Por muito tempo, as pessoas me perguntavam, “Quem é A.D.?” e eu respondia, “Sou eu!” E todos riam. É ótimo quando você divide um segredo com poucas pessoas – só eu, Marlene e mais algumas pessoas sabiam. Significa que você pode se esconder na frente de todos.

E ao filmar o último episódio – houve algum sigilo no set?
Na verdade, não precisamos de muito sigilo porque gravamos quase tudo em um set. Talvez as turnês pelo estúdio passassem por nós enquanto filmávamos, mas eu me vestia como a Spencer e eles não chegariam perto o suficiente para ouvir a maneira com a qual eu estava falando. Então eles não teriam descoberto nada.

Você dirigiu seu primeiro episódio nessa temporada. E foi o episódio que ofereceu a maior pista para a identidade de Uber –A, uma cena em que [o personagem de Ian Harding] Ezra encontra “Spencer” no aeroporto. Fãs mais espertos perceberam que não teria como Spencer chegar ao aeroporto tão rápido partindo do Lost Woods, onde ela estava na cena anterior. Vocês soltaram essa pista de propósito?
Com certeza. Foi a primeira cena em que a Alex se encontrou em uma situação não causada por ela mesma, em que alguém a confunde por Spencer. Em todas as outras cenas, ela está muito preparada. Ela entra em algum lugar fingindo ser a Spencer; todos esperam que ela seja a Spencer. Mas, quando Ezra encontra ela e [o personagem de Julian Morris] Wren, não é parte do plano dela. Sabíamos que a cena seria uma grande pista para uma parte da audiência. Todos concordamos que as pessoas que entendessem iriam realmente entender. Eu disse à Marlene, “Não vamos poder esconder esse segredo até o final, mas isso não significa que o público não vai se divertir.” Para algumas pessoas, a revelação da irmã gêmea de Spencer será um completo susto, e vai ser ótimo. Para outras, será divertido confirmar que estavam certas. Isso não tira a diversão do mistério. Faz com que as pessoas se sintam parte da série.

Nas cenas em que você secretamente interpreta a Alex, como você agiu como aquele personagem sem entregar demais?
Enquanto estávamos construindo a evolução e decidindo o quão boa ela ficaria em interpretar a Spencer, precisamos andar nesta linha tênue entre manter o segredo e sutilmente fazer a audiência perceber. Uma das primeiras cenas em que você vê Alex é quando ela aparece como a Spencer e pede ao [personagem do Keegan Allen] Toby um beijo de adeus. Estávamos muito nervosos, pensando no que ela ia vestir, no quão boa ela seria em imitar a Spencer, o quão desconfortável ela estaria, o quanto isso a desconcertaria. Mas os fãs interpretaram tudo isso como o nervosismo da Spencer em se despedir do Toby. Foi ótimo! Preencheu todos os espaços em branco.

Os atores com quem você atuou como Alex sabiam quem você era?
Na verdade, uma das poucas outras pessoas que sabiam desde cedo, que estavam no set no dia em que eu e a Marlene conversamos sobre a Alex, era o Keegan. Ele e eu éramos os guardiões do segredo. Eu acho que as meninas não descobriram até essa temporada. Houve algumas cenas em que eu atuei com elas e elas não sabiam que eu estava interpretando um personagem diferente. Elas devem ter pensado, “Hm. A Troian está fora de forma hoje!” Mas, conforme o final foi se aproximando, todos descobriram.

Quais foram as reações quando eles descobriram?
Tem uma cena no início da temporada em que [a personagem de Ashley Benson] Hanna “sonha” com uma Spencer mais jovem conversando com ela na cela onde A.D. a colocou. Quando revelamos a identidade de Alex para o elenco, Ashley disse, “Espera, você era uma pessoa diferente naquela cena e não me contou?” Eu disse, “Eu não podia!” E ela ficou tipo “Cara, estou me sentindo muito traída!” [risos]

Como foi o momento em que todos receberam o script da finale?
Tivemos uma super sessão de leitura do roteiro no mesmo local onde tínhamos lido o roteiro do episódio piloto. Sentamos ao redor da mesma mesa e todos os escritores e produtores estavam lá, e muitas pessoas cujos personagens haviam voltado pela primeira vez em muito tempo. Todos sentamos e lemos o script, quase como uma radionovela. Foi divertido ler as cenas entre a Alex e a Spencer, onde a Alex explica para a sua irmã tudo o que está acontecendo. Foi muito divertido interpretar essas duas personagens em uma sala, na frente de todos, para ver como seria.

Você fez o sotaque britânico?
Aaah, sim. Nunca estive tão nervosa – meu coração estava acelerado o tempo inteiro. Trocar entre os sotaques e as personalidades, nunca fiquei tão exausta. No final, virei para outra pessoa tipo, “O que acabou de acontecer?”

Como você descreveria a diferença essencial entre interpretar a Spencer e a Alex?
A confiança da Spencer vem de coisas subjetivas. A Alex tem um tipo diferente de auto-estima. Ela é uma pessoa muito confiante de uma maneira sexual. [risos] Acho que é assim: a Spencer encara as coisas com a mente e o coração, e a Alex com a cabeça e a virilha. Isso não quer dizer que ela não tem um coração ou sentimentos, mas ela ficou muito boa em esconder seu coração dentro de uma armadura.

Como foi interpretar uma gêmea malvada britânica que secretamente estava agindo como sua irmã americana?
Primeiro eu tive que construir a história dessa personagem, suas idiossincrasias e seus movimentos com a Marlene. Pude trabalhar com um treinador de dialetos incrível, para encontrar o ritmo da personagem. Quando você define isso, vira um jogo de descobrir o quão boa ela será em transformar sua personalidade na da Spencer. Mesmo que você observe alguém por um longo tempo, sua habilidade de imitá-la é baseada na sua percepção e em como você a julga. Não era necessariamente sobre a Alex ser uma ótima imitadora. É sobre o que a Alex pensa da Spencer.

Esse é um dos únicos dramas na TV onde um final com a revelação de uma gêmea malvada faz completo sentido. Você aceitou a insanidade da série desde o início?
Não, eu lutei completamente contra isso no início. Eu bati a minha cabeça contra a máquina Pretty Little Liars por um bom tempo. Então, tive uma conversa com Norman Buckley, um diretor que provavelmente dirigiu mais episódios da série do que qualquer um. Ele disse, “As circunstâncias podem ser irreais, mas as emoções são reais.” Penso muito sobre histórias que são ficções-científicas ou fantasias. Se seus personagens vivem em um mundo com dragões e poderes mágicos, ou em um mundo onde podemos viajar facilmente no espaço-tempo, o seu trabalho é tornar isso real. Foi difícil para mim no início, pois eu enxergava nossa série mais no estilo de Gossip Girl. Achava que os personagens eram pessoas interagindo no mundo real. Mas, quando você começa a perceber que -A está em todos os lugares e vê tudo, e que não é fisicamente possível que uma pessoa faça isso… A não ser que ela tenha muito dinheiro e o melhor equipamento de vigilância do mundo… Você começa a entrar na brincadeira.

Como diabos Uber –A pagou por todo o sistema de vigilância, equipamentos e subornos, sem mencionar a casa de bonecas subterrâneas?
Bem, o Wren é incrivelmente rico, e a Charlotte deixou tudo para a Alex. Fácil! [risos] Desde o início da série, tivemos os vilões mais ricos, e eles foram passando suas riquezas para os novos vilões.

Estranhamente, a revelação de uma gêmea malvada faz mais sentido no mundo de Pretty Little Liars do que a revelação de que Dan Humphrey era a Gossip Girl. Em um mundo mais realista, foi difícil acreditar que o Dan estava se auto-aterrorizando durante todo esse tempo. Não tinha Radley, múltiplas personalidades e nem gêmea malvada para explicar esse comportamento.
É, você poderia revirar os olhos, tipo, “Ah, Deus, vai ser uma gêmea malvada?” Mas é tão raro poder contar uma história que é séria em um momento e completamente insana no próximo. E você está interpretando em um universo onde isso não apenas é aceito – mas é esperado. Como uma atriz, é meu trabalho interpretar da maneira mais real possível. Mas, no mundo desta série, se tenho a oportunidade de interpretar uma gêmea britânica malvada, vou fazer isso e me divertir. Em que outra ocasião poderei fazer isso?

Como você se sente agora que o mundo finalmente sabe quem é Uber –A?
Estou nervosa para descobrir como a personagem será aceita. É algo ousado! Mas mesmo que você descubra que a Spencer tem uma irmã gêmea, você nunca irá descobrir as motivações que a levaram a Rosewood. Então, acho que terão algumas surpresas. Também sinto que você não vai passar por sete temporadas deste enredo insano, me ver atuar como uma pessoa diferente, com um sotaque diferente, e pensar “Não, não acredito nisso.” Fizemos ótimos saltos e viradas inesperadas, e a audiência nos acompanhou todas as vezes. Então, tenho muita esperança de que eles vão gostar. E é isso que espero que aconteça. Se são as últimas duas horas que você vai poder passar em Rosewood, espero que você aproveite.

Tradução/Adaptação: Eduarda Pereira
Fonte: ELLE

Troian também fez uma sessão de fotos para a ELLE, confira em nossa galeria clicando nas miniaturas abaixo:

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21.06.2017

“Eu só estou me matando lentamente.” Troian para a Darling Magazine

Troian foi convidada para escrever um artigo para a Darling Magazine, onde ela conta sua história com os distúrbios alimentares. Confira traduzido abaixo:

“Cantadora”, diretamente traduzido do espanhol, significa cantora, mas o termo pode significar muito mais que isso. Redefinido por Clarissa Pinkola Estés, uma cantadora é uma mulher que mantém as histórias de uma comunidade e compartilha elas quando ela acredita que ela pode ajudar alguém que precise. Como atriz e escritora, eu sei muitas histórias – grandes histórias, nas quais pessoas com superpoderes podem derrubar prédios, fazer os oceanos se dividirem, elas podem não conseguir salvar a pessoa da qual elas mais se importam. Eu não posso voar (dã), mas eu também, já me senti sem poder nenhum de salvar alguém de sua própria destruição. Eu sei essa história.

Eu sei outras histórias, menores mas não menos poderosas: a história que uma mãe conta nas horas quietas depois da meia noite para seu filho cujo coração está quebrado, a história da criança que veio antes dela, a história da perda silenciosa dessa mãe (um nome raramente dito mas nunca esquecido). Seu coração sentia que não poderia mais continuar batendo, e aí… você. Não tema os momentos sombrios; eles antecedem as maiores alegrias. Como um farol quebrando o céu, às vezes uma história pode guiar seu navio com segurança pela tempestade e voltar para o porto.

Eu sei outra história…

Eu me apaixonei uma vez, tinha 16 anos, quase 17, e eu me apaixonei. Tem algumas razões por ter me sentido boba sobre isso agora – envergonhada, dolorida – até os dias de hoje, mas antes que você saiba essas razões, saiba disso: Quando me apaixonei por essa… pessoa, eu me senti como você com seu primeiro amor. Eu senti todas as coisas lindas que amar alguém faz você se sentir no começo: invencível, vivo, destemido, desejado, habilitado e no caminho certo na vida. A única coisa estranha era, eu não sabia como era essa pessoa. Ele não estava no time de futebol; ele não era presidente de turma. Para ser honesta, eu não podia dizer se essa pessoa era ele ou ela porque, bom, eu nunca conheci eles. Um dia, eu apenas os ouvi… dentro da minha cabeça.

Ensino médio é mais estressante do que pensamos, certo? Você tem que tirar boas notas. De fato, o único jeito de ter certeza de tirar boas notas, inequivocamente. é tirar as melhores notas, mas você pode fazer isso. Eu acredito em você. Você também tem que correr atrás do sonho de se tornar atriz. Oh, inscrições para a faculdade estão chegando! Você deveria ir ao conselho estudantil para deixar mais fácil a aprovação, mas não negligencie as atividade extra curriculares e serviço comunitário! Tanto para se preocupar – como você vai fazer tudo isso?

E se eu te contasse que eu tenho um plano para que você consiga alcançar tudo? Confie em mim, porque as outras pessoas vão te decepcionar. Como elas poderiam? Elas não são você! Elas tem que se preocupar com elas mesmas. Só eu posso tomar conta de você, porque eu sou você.

A voz não era minha, mas era eu. Ele era… vamos chamá-lo de Ed… Ed era meio que minha consciência, mas mais legal. Ele era inteligente, me apoiava e parecia focado em fazer minha vida melhor. Ed me disse que a razão porque eu estava estressada era porque eu não conseguia controlar as coisas fora de mim mesma: o tempo, uma afeição por um garoto, um número de capítulos que eu seria testada na próxima sexta. Eu me senti horrivelmente impotente, mas, com a ajuda dele, eu poderia criar um sistema simples de checagem e balanço que iam me ajudar a sentir um senso de controle. Se eu tivesse controle, eu teria confiança, e nisso, uma chance melhor de atingir meus objetivos. Ele era uma arma de uma adolescente insegura, surtada. Eu definitivamente tive um crush.

O sistema do Ed era tão fácil. Eu estudava quando (e por tanto tempo) ele dizia “estude” e eu sempre gabaritava os testes. Dissemos “não” para aquela festa (muitas opções para perder o controle) e ficamos em casa para trabalhar em um monólogo. Para me ajudar com o sistema, ele me recompensava com presentes… Você gabaritou esse teste? Ganha um biscoito! Você arrasou nessa inscrição para a faculdade? Tenha uma ajuda extra no jantar para celebrar. Você preencheu 12 inscrições para a faculdade? Vamos ver aquele filme que você queria ver. Coma pipoca com manteiga!

A relação era incrível. Ele era como um time inteiro de líderes de torcida e um namorado apoiador no papel de uma pessoa só. E a melhor parte? Funcionava. Eu estava tendo sucesso em tudo.

Às vezes, eu descobria que Ed podia ser um pouco mau – mas só quando eu não ia tão bem quanto ele pensava que eu podia. Depois de tudo, o que é um sistema de recompensa sem punição? Às vezes, ele me ensinava, punição é até uma motivação melhor.

Sem punição, amor, gratificação atrasada! Você foi tão bem no teste dessa semana; vamos estudar mais para o próximo. Você está acostumada a receber A’s, então porque você receberia um biscoito por um A? Você terá um biscoito quando receber três A’s. Além disso, você notou quantas calorias tem nesse biscoito? Ache um biscoito com menos calorias ou tome um café da manhã com menos calorias para que você possa justificar comer o biscoito depois. Há poucas coisas que você pode contar no momento, mas esses números nutricionais na parte de trás da embalagem são fáceis de ver. Hey, eles podem ser parte do seu sistema! Amor, escolha um número, qualquer número e não coma mais que isso – desse jeito, você vai saber com certeza que tem controle de si mesma. Você conseguiu! Talvez podemos ter mais controle escolhendo um número menor semana que vem? Restrição de exercícios, o mais forte você vai ficar, mantenha o controle de tudo que você come… O quão baixo você pode ir?

Eu comecei a pular o lanche com o Ed para que pudéssemos trabalhar nos créditos extras. Então, começamos a pular o jantar para estudar durante a noite. Então, pulamos o café da manhã para acordar cedo para ir na reunião do conselho estudantil. Sim, eu estava com fome, mas tudo estava funcionando. Meu objetivo de calorias a cada semana eram definitivos, e abaixados até ficarem estáveis, fáceis de acompanhar.

Um dia meu pai me ofereceu um biscoito; Ed recusou, sacudindo minha cabeça por mim.

“Você é tão boa, amor”, meu pai disse, comendo o biscoito. “Muito mais controlada que eu.”

“Isso não parece bom?” Ed sussurrou. “Todos te invejam.”

“Comer aquele biscoito me faria sentir muito melhor,” eu pensei com fome.

Ainda sim, eu não ousava desafiar o Ed; ele era muito forte, e sem ele onde eu estaria? Imagine isso. Se minha mente fosse uma casa de bonecas, dentro, a antiga eu estava ficando menor e menor, enquanto Ed crescia, enchendo os quartos, iminente em mim. Ele alimentava minha fome e crescia com elogios, enquanto meu próprio corpo se esvaia.

No começo, seguir as sugestões dele me fizeram sentir como se eu estivesse no controle da minha vida, mas logo, Ed me aliviou desse fardo. Ele não dava mais sugestões, só mandava. Ele me mandava fazer trabalhos que nunca estavam terminados, prometendo recompensas que nunca chegaram. Uma vez eu fui até uma colina, Ed me disse para escalar a montanha.

Estou tentando fazer da sua vida algo maravilhoso. Eu não ligo se você está cansada e nenhuma das suas blusas serve. Estou fazendo isso por você. Será que preciso tirar todos os privilégios da comida para ser claro, mocinha?

Quem era esse cara?

Para minha família, foi ótimo. Eu tinha ótimas notas, estava envolvida com tudo na escola e ia ter uma educação da Ivy League. Eu estava me tornando uma melhor versão de mim mesma; eu estava apenas desaparecendo. Eu não estava com fome? Eu comecei a notar que todos sempre tinham olhos tristes sempre que falavam comigo.

“Querida, você precisa ganhar peso,” disse *insira parente preocupado*

“Ok,” Eu diria, encarando meus All Star, pensando sobre a próxima coisa que Ed tinha na agenda. “Porque você não come o sanduíche então?” Ed chocou sua cabeça em mim.

“Não é tão simples,” era tudo que eu conseguia dizer. Se Ed me deixasse em paz por um segundo, eu gritaria. “Porque comer o sanduíche não vai me tirar desse inferno de relação; não vai me ajudar a terminar com o Ed. Não vai fazer minha vida melhor! De fato, se eu comesse aquele sanduíche, ia me fazer sentir pior, ainda mais fora de controle do que eu já sentia. Aquele pão (duas fatias aproximadamente 150 calorias cada) e com maionese (provavelmente 200 calorias) e três pedaços de carne (mais 150/275 calorias, dependendo dos ingredientes do processo da carne) e tem vegetais assados em cima, que não são apenas 25 calorias por copo, mas são feitos com óleo de oliva, então adicione mais 100 calorias para a coisa toda e termine com 900 calorias, o que é a quantidade que eu comi semana passada quando me apresentei no musical e tirei um 5 no teste de biologia. Então, você entende agora, porque comer esse sanduíche ia me fazer sentir como se eu tivesse retrocedendo em minha vida, perdendo controle das minhas emoções, minhas realizações e minhas habilidades? E francamente, (parente preocupado), o segundo que você me ver comendo o sanduíche, você vai me considerar “melhor”, e você vai ir embora, me deixando sozinha, de novo, com o Ed.”

Ed sorriu para mim, “Agora você entende, menininha.”

Minha pobre família e amigos – eu assisti a todos eles tentarem entender, ter empatia, ajudar. Cada um deles culpou as paredes da minha mente como soldados, apenas para ser afastado por esse monstro que deram a luz. Ele sentou perto de mim como uma hydra, escolhendo as frases, empurrando as declarações de apoio, sussurrando em meu ouvido que eu não podia confiar neles. Porque? Por que o amor deles ameaçava nosso amor, porque escutar eles seria desmanchar todo o trabalho duro que eu tinha feito sozinha para me proteger dos desapontamentos do mundo, da falha inevitável que estava sempre a espreita, do inesperado… Deles.

Nosso sistema funcionou! Você tem tudo que queria, tudo que eles esperavam que você conseguiria! Você é uma formanda, aceita nas 12 melhores faculdades da America. Você sobreviveu as noites mais sozinhas e sombrias da sua adolescência. Você nunca usou drogas; você não bebe. Você é perfeita.

Sim, Ed, eu só estou me matando lentamente.

Tivemos que terminar. Se eu continuasse ouvindo ele, eu estava marchando para minha própria cova, mas não tinha escapatória. Eu não podia só bloquear o número dele e evitá-lo na escola. De noite, ele deitaria do meu lado e me convenceria que ele podia fazer tudo melhorar. No banho, ele ia negociar comigo. Ele ia se agachar na minha garganta, sua mão na minha boca me fazendo não conseguir comer, respirar ou contar para alguém.

É isso.

Isso é o que eu tinha que fazer: contar para alguém sobre o Ed, não só as partes ruins, como ele estava me machucando; isso seria fácil. Eu tive que contar a história das melhores partes. Eu tive que contar a história de como ele me ajudou, talvez me salvou, e como, agora, eu precisava dizer adeus antes que fosse tarde. Eu tive que contar nossa história, nossa história de amor, para que meus amigos e família pudessem entender e me apoiar durante o término, para que outras pessoas que tenham seus próprios DA (distúrbios alimentares) possam ver que eles podem terminar também. Então, eu sentei e escrevi.

Eu sei de uma história, a história de uma garota – não eu, mas alguém como eu; não você, mas alguém como você. A história que agora é um filme chamado “Feed”. A cantadora, a mulher com a história que ajuda, que cura. Escrever e fazer “Feed”, me ajudou a curar. É minha maior esperança que, talvez, possa ajudar mais alguém.

Para a matéria em inglês, clique aqui.

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30.05.2017

“Eu realmente sinto que Pretty Little Liars foi o primeiro passo na minha carreira” Troian para a Interview Magazine

Troian foi entrevistada no mês passado pela Interview Magazine e fez uma pequena sessão de fotos para a revista. Na entrevista ela fala o que virá a seguir em sua carreira, o fim de PLL e seu filme Feed. Confira traduzido abaixo:

“Todos ficam me perguntando, ‘O que vem a seguir?'” diz Troian Bellisario no telefone. Ela está falando com sua amiga de longa data e diretora ocasional de PLL, Lesli Linka Glatter. “Eu realmente sinto que Pretty Little Liars foi o primeiro passo na minha carreira, minha base. A mesma coisa com seu novo filme Feed – é o primeiro passo não apenas no mundo do cinema para mim, mas como escritora. Agora eu só quero sentir que tem um momento a frente,” ela continua. “Acho que está na minha mão continuar a criar minhas próprias oportunidades.”

Criada em Los Angeles, Bellisario cresceu na indústria de filmes e televisão: seu pai é o escritor, diretor e produtor Donald P. Bellisario (NCIS; Quantum Leap; Magnum, P.I.) e sua mãe é a diretora, produtora e atriz aposentada Deborah Pratt. Desde que se formou na USC em 2009, Bellisario vem trabalhando constantemente. Pelos últimos sete anos, ela estrelou como Spencer Hastings na série Pretty Little Liars, que está na temporada final. Mais cedo nesse mês ela fez sua estreia como diretora na série, e em julho ela lançará Feed, o filme que ela escreveu, atuou e produziu baseado em sua experiência pessoal com um transtorno alimentar.

Lesli Linka Glatter: Olá, Troian. É ótimo ouvir sua voz.

Troian Bellisario: Olá. Onde você está agora?

Glatter: Estou em LA, no lote da Universal, acredite ou não. Estou no prédio do Johnny Carson. Foi aqui onde tive meu primeiro contrato, então é como voltar para os velhos tempos. Gravando somente fora de LA durante anos, é uma viagem estar de volta ao lote.

Bellisario: Parece menor do que você lembra?

Glatter: Não, não parece menor, mas eu lembro do meu choque e felicidade como uma dançarina moderna, coreógrafa vindo ao lote pela primeira vez. Eu ainda sinto a mágica de ser uma contadora de histórias, e eu amava isso, mas não tenho a mesma coisa de quando vim aqui pela primeira vez e vi as pessoas em fantasias no set – a casa do Norman Bates na colina, a rua de New York, a vila francesa. Apenas a ilha da fantasia de tudo isso. Uma das coisas que são incríveis para mim, Troian, é que nos conhecemos através da sua mãe

Bellisario: Sim.

Glatter: Não foi a reunião clássica em uma audição, foi um primeiro encontro pessoal. Você era muito nova. Sua mãe, Deborah Pratt, e eu nos conhecemos enquanto eu dava aula no American Film Institute – um workshop de diretores para mulheres. Deborah foi uma das mulheres nesse programa e imediatamente nos conectamos. Eu pude trabalhar com sua família e imediatamente quando te conheci, pensei, “Quem é essa pessoa nova e incrível?” Isso continuou até que eu pudesse te conhecer.

Bellisario: Eu lembro de ir a sua casa e passar um tempo com o Nick.

Glatter: Com o Nick, meu filho, e seu irmão, Nick. Os dois Nicks.

Bellisario: Os dois Nicks. Eu lembro de estar feliz com o trabalho que você estava fazendo. Quando descobri que você estaria na sala em uma das chamadas de Pretty Little Liars, eu lembro de ter uma conversa com você dizendo, “Eu nunca fiz isso.” Eu cresci correndo pelos estúdios da Universal, mas fazer audições para pilotos foi algo totalmente novo. Eu nunca vou esquecer a conversa que tivemos sobre o que esse trabalho significaria, o que implicaria se fizéssemos o piloto, e o que você viu que seria história.

Glatter: A coisa que foi irônica sobre tudo isso é que Marlene King, que criou Pretty Little Liars, e eu fizemos um filme juntas. Now and Then de 1995. Ela escreveu, eu dirigi, e tivemos uma ótima experiência juntas. Quando ela me enviou Pretty Little Liars, eu pensei, “Isso é ótimo o suficiente e eu estava realmente interessada em fazer, e ainda sim era sobre as emoções reais e tem mistério.” Eu não sabia, mas eles já haviam lido você, e eu fui até a fita e lá estava você. Você estava na USC e tinha feito toda a preparação de ator para o teatro, então você era uma atriz treinada. Eu fiquei espantada com a profundidade do seu trabalho. É realmente excitante ver você se desenvolver, agora se tornando uma escritora e diretora.

Bellisario: Obrigada. Eu sei que você me contou a história antes, mas é fascinante para mim. Você pode me contar sobre o momento exato que você trocou uma carreira de sucesso como dançarina para uma maneira totalmente diferente de contar histórias?

Glatter: Sim, é uma história louca. Eu era uma dançarina moderna e coreógrafa, e eu passei seis anos em Paris e Londres. Então eu ensinei muito, coreografei e me apresentei no Far East. Eu estava no Japão, em Shinuya (Tókio) e eu queria um copo de café. Tinham duas cafeterias – uma na direita e uma na esquerda – e eu arbitrariamente escolhi a da direita, e minha vida mudou para sempre. Naquela cafeteria tinha um japonês de 70 anos. Havia apenas uma cadeira sobrando – e era na mesa dele. Ele acenou para mim e eu sentei com ele, e eu não deixei a cafeteria pelas próximas seis horas. Ele falava 12 idiomas e tinha sido o correspondente da guerra e tinha literalmente trabalhado pelo mundo todo. Ele foi um monge budista, ele cuidou dos negócios do jornal The Asahi Shimbum na épica. Ele se tornou meu pai japonês e eventualmente me contou uma série de histórias que era extraordinárias e profundas. Tudo isso aconteceu na véspera de Natal, mesmo que ele fosse budista, durante as diferentes guerras, e fosse todo sobre a conexão humana. Quando ele me contou essas histórias, eu sabia que tinha que passá-las adiante e eu sabia que não era na dança. Se eu não tivesse entrado naquela cafeteria, eu ainda seria uma coreógrafa.

Bellisairio: Eram essas histórias sobre a dança?

Glatter: Não eram na média? Eu senti que eu precisava contar a história narrativa. A dança entra dentro do subconsciente e a história por baixo, mas não te diz a narrativa literal. Funciona de maneira diferente, em um nível diferente. Eu senti que tinha recebido essas histórias por uma razão, e é por isso que se tornou meu primeiro filme. Eu fiz tudo que eu fui dita para não fazer se eu quisesse um trabalho em Hollywood: o filme foi três quartos em japonês, tinha flashbacks, narração, uma parte na segunda guerra e teve um personagem branco nele. Mas eu não liguei porque eu queria contar aquela história em particular. Eu sei que sua escrita vem de um lugar lindo e profundo. E como atriz, você está sempre explorando, mas é realmente fascinante para mim que você fez a escolha de estar no banco do motorista. Me conte sobre isso e no que você está trabalhando.

Bellisario: Eu acho que isso são as raízes dos meus pais me falando que se tem uma história que você sente vontade de compartilhar, então você é responsável para fazer isso. Você não pode pedir para alguém pegar uma parte nessa história – ou você pode, mas você terá que lidar com qualquer erro que aconteça. Se a história não termina sendo contada da maneira que você originalmente ouviu ou que você sente que precisa ser expressada, está com você. Antes de entrar para PLL, eu me formei e consegui um emprego no Geffen [Um teatro em LA] para fazer a produção de uma peça chamada Equivocation.

Glatter: Você era a protagonista na peça, certo?

Bellisario: Eu era a única mulher nela – tinham outro quatro caras – e eu era definitivamente a mais nova. Eu estava em um intenso primeiro emprego e eu sabia que ficaria tão nervosa que eu não poderia sair e fazer audição para outras coisas. Tinha esse vazio em mim que eu queria, não encher, mas ocupar. Eu senti que tinha uma história em mim que não tinha sido contada, e era uma história muito pessoal e veio de um ponto da minha vida quando eu senti que tinha experienciado algo, e até hoje, eu não conseguia fazer ninguém entender – mesmo as pessoas que eu amo, mesmo meu namorado ou minha mãe ou meu pai – em como o que eu experienciei foi para mim. Era sobre um distúrbio alimentar, eu descobri que tinham tantas pessoas que pensavam que estavam perdendo peso e sendo magras, e eu não conseguia fazê-los entender que era sobre controle em um nível muito, muito literal. Então eu pensei, “Se eu posso contar uma história que ponha o público em uma posição de fazer uma escolha semelhante a escolha que eu fiz em minha vida, talvez eu consiga que eles se simpatize.

Glatter: Tantas pessoas esperam e não tomam as medidas ativas para ir criar algo; elas serão mais reativas. O fato de você ter dado esse passo, além de ser uma atriz no trabalho de outras pessoas, eu acho que é um balanço incrível para acertar em sua carreira de contadora de histórias. As pessoas entenderam? – sua família e namorado e as pessoas ao seu redor? Eu lembro de ler o script e pensar, “Isso é realmente poderoso e pessoal e muito emocionante.”

Bellisario: Obrigada. Eles me apoiaram muito. Eles ficaram com muito medo, o que eu entendo totalmente. Eles passaram por muita coisas me assistindo e se sentindo impotentes. E eu estava dizendo, “Hey gente, eu sei que eu passei por muita terapia e muitos corações partidos para me deixar forte o suficiente para viver sem essa coisas, mas na verdade eu vou fazer um filme onde eu volto e me envolvo completamente com isso.” Não foi fácil; foi como me envolver com um vício. Uma das coisas que eu queria que o filme explorasse era que uma vez que você tem esse relacionamento, quando você tem esse problema mental ou essa doença, ela nunca vai embora. Suas sinapses são conectadas de uma maneira que você vai sempre sentir essa compulsão, mas você vai crescendo e criando uma vida mais saudável e passa por muita terapia, você tende a se sentir mais capacitada quando se trata de fazer escolhas. Meus caminhos neurais estavam sempre ligados a doença, então quando eu me envolvi com o filme, foi como cutucar um dragão adormecido. Foi incrível para mim perceber, “Oh Deus, isso tudo só está embaixo da superfície. Eu fiquei muito boa em ignorar ou escolher não me envolver com isso.” Mas é incrível que você pode ter essa grande ameaça de vida sendo uma parte de você e ainda viver dentro de você, e quase domá-la de uma maneira estranha.

Glatter: Certo. E fazendo isso, capacitando outros homens e mulheres que tem os mesmos problemas e poder ver isso de outra maneira.

Bellisario: É isso que eu espero, e é por isso que, para mim, tinha que ser um filme. Não poderia ser um documentário sobre minha experiência, não poderia ser só eu contando os detalhes da minha história, tinha que ser uma narrativa que não era sobre mim.

Glatter: Quando você era uma criança crescendo com pais nos filmes e televisão, foi algo que você fanatizou para fazer? Era um mundo que você queria fazer parte?

Bellisario: Sim. Era um mundo que eu sabia e que eu via ambos pai e mãe tão apaixonados e engajados. Crescer no set, eu senti que tinha um microcosmo que eu sempre estaria. Eu não sabia se eu estaria em uma vila de vídeo com você ou minha mãe ou meu pai, ou se eu estaria na sala dos escritores, ou se eu estaria na sala de figurino ou de set ou maquiagem ou cabelo, mas era o mundo que eu conhecia muito bem. Mesmo quando fiquei mais velha, eu comecei a descobrir que os trabalhos que eu queria estavam todos conectados com uma história. Por um tempo, eu fiquei meio, “Eu quero ser uma paleontóliga,” e eu percebi que era porque eu tinha visto Jurassic Park. Então ficava, “Eu quero ser uma patologista criminal,” porque eu tinha assistido O Silêncio dos Inocentes. Eu percebi, com esses empregos diferentes, que eu tinha me conectado com a história deles. Eu queria habitar não apenas um mundo, mas muitos mundos diferentes.

Glatter: Isso é muito interessante. Eu queria ser uma astronauta, então cá entre nós, teríamos abordado muitos campos lá. Mas é interessante que contar histórias é o que nos linkou a tudo isso, e quando você chega ao núcleo, é o que você queria fazer, em qualquer lugar que o negócio te leve.

Bellisario: Vem sendo uma mudança interessante para mim, e Pretty Little Liars realmente apoiou isso, pular de atriz para escritora e diretora. Embora eu tenha escrito Feed antes de conseguir o papel da Spencer, eu não produzi nada ou escrevi nada que foi feito imediatamente até eu estar no set de PLL e me encontrar frustrada. Eu me encontrei tentando comunicar algo em uma cena, e alguém tinha o ponto de vista realista, e eles falavam, “Será que você pode só dizer a fala? Vamos seguir em frente porque temos que conseguir isso.” Eu estava tão indignada e frustrada, e aí percebi, “Não, Troian, seu trabalho é estar aqui e falar essa fala. Se você quer realização criativa ou contar uma história [particular], você precisa fazer disso seu emprego e criar a oportunidade para você mesma.” E nessa virada na primeira temporada de PLL, eu escrevi meu primeiro curta metragem. Então eu marchei para o escritório da produtora de PLL, Lisa Cochran e disse, “Como você produz um curta metragem?” E ela – maravilhosa como é – sentou comigo e disse, “É assim que você produz algo.” Então eu fui até o Richard do transporte e disse, “Como eu consigo um carro? Eu preciso de um trailer.” E eu acabei usando PLL como minha escola para escrever e produzir, e eventualmente para dirigir.

Glatter: Isso é fantástico. Como foi dirigir PLL? Obviamente é uma série que você está há muito tempo, como foi a experiência?

Bellisario: Acho que é muito semelhante a você; toda vez que você volta e dirige um episódio, ou mesmo quando você está no estúdio e passa por nós, é como um retorno para casa. Há uma família lá. Embora eu tenha recebido as rédeas, eu me senti honestamente meio, “Gente, vamos levar essa festa no ônibus e pegar a estrada juntos. Vamos fazer o filme caseiro mais divertido de todos.” Foi como eu me senti depois de sete anos vivendo nesses sets e trabalhando com essa equipe – eu senti que estávamos juntando a família e fazendo algo que era só nosso. Você também sabe do que as pessoas são capazes e o que elas passaram, não apenas em suas vidas, mas artisticamente. Eu senti que tiveram muitos momentos, porque quando eu estava na posição de diretora, onde pude olhar para Lucy Hale e dizer, “Eu sei que você vem querendo explorar esse aspecto da sua personagem por sete anos, e eu quero que você foque nisso nesse take.” Então pude vê-la como uma artista, ir e fazer aquilo. Eu senti um tipo diferente de acesso. Eu imagino que é o mesmo para você em Homeland.

Glatter: Sim, é muito íntimo e eu sou muito sortuda de trabalhar com Claire Danes, que é uma das atrizes mais destemidas que já estive e também um ser humano incrível que felizmente não se parece nada com sua personagem. Tem algo mais que você quer de um diretor agora que você já esteve dos dois lados da câmera?

Bellisario: Eu acho que agora quando eu vou me encontrar com um diretor, a coisa que eu mais me interesso é a voz deles. Quero dizer, visualmente também como a maneira que eles contam a história ou a maneira que eles trabalham comigo como atriz. Agora que eu aprendi a fazer uma lista de gravações e aprendi a cobrir uma cena, não é só reinventar a roda, mas você precisa ter um ponto de vista. Eu quero alguém que tem uma visão dessa história, que quer contar no seu ritmo, esse ritmo, essa cor.

Confira as fotos da sessão de fotos clicando nas miniaturas abaixo:

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Fonte: Interview Magazine

21.07.2016

Sasha Pieterse fala sobre a Troian em entrevista

Sasha Pieterse é a capa da Seventeen Latin de agosto, e concedeu uma entrevista para a mesma. Sasha foi perguntada como é ser amiga da Troian. Confira a resposta abaixo:

“É muito inteligente e perfeita para sua personagem, têm sido muito inspirador o quão profissional ela é e o quanto ama o que faz.”

Via: Sasha Pieterse Brasil

Se você quiser conferir a entrevista completa da Sasha para a revista, visite nosso parceiro Sasha Pieterse Brasil.

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01.07.2016

[Fotos+Entrevista] Troian para a NKD Magazine

Havíamos anunciado em maio que Troian seria a capa da Naked Magazine (mais conhecida como NKD Mag) do mês de julho. E hoje (1), tivemos acesso as lindas fotos e a entrevista maravilhosa que Troian concedeu para a revista, confira a entrevista traduzida e as fotos da sessão abaixo:


“Talvez ainda tenha algum sangue em mim da noite passada”, Troian Bellisario admite quando chega no estúdio para fazer as fotos. Ela estava na Warner Bros, até as 3 da manhã na noite anterior, correndo na floresta usando salto, coberta em uma mistura de sangue falso e sujeira – o que é normal para Troian e suas colegas de elenco em PLL. Tem uma grande chance de essa não ser a última vez que ela passa a sexta feira assim, mas as gravações acabam em outubro, o tempo de Troian como Spencer Hastings está chegando ao fim.

Nascida e criada em Los Angeles, Troian cresceu nos palcos, indo com seus pais para o trabalho. Sua mãe, Deborah Pratt, era uma atriz, cantora e dançarina, e depois se tornou escritora. Seu pai, Donald P. Bellisario, que começou na marinha antes de ir para a propaganda, transferido eventualmente para a escrita e direção. “Meus pais criaram mundos para viver. Eles contam histórias”, ela diz. “Então foi isso com que eu fui criada”. Passando muito tempo em sets, Troian conseguiu sentir com exatidão o que ela queria para sua carreira e deslocou-se para a atuação quando muito jovem. Ela fez seu primeiro papel quando tinha 4 anos, mas achou falas repetidas 20 vezes muito chatas quando pequena. Até que ela achou Shakespeare quando era adolescente e foi totalmente apanhada para a atuação.

O teatro desenhou Troian para mais que a televisão e filme, inicialmente. Antes de PLL, Troian tinha planos de se mudar para New York para buscar ser uma atriz de teatro. Ela estava fazendo uma peça em Los Angeles na época da audição, ela não tinha ideia do que estava se metendo. “Eu achei que televisão era o mundo dos meus pais”, ela admite, “Eu fui para a USC (Universidade do Sul da Califórnia) e fiz teatro, que era o meu caminho.”

Troian não sabia nada sobre Pretty Little Liars a não ser que era baseado em uma série de livros e que seus agentes estavam muito animados com isso. Mesmo depois de conseguir o emprego ela não estava muito positiva que ela queria fazer isso, mas seus agentes continuaram falando o quão grande isso seria. E não foi até que ela gravou o piloto e começou a ver pessoas tristes com ela porque ela não era loira (como a Spencer dos livros) e ela realmente entendeu a magnitude desse projeto. Com sorte, fãs gostaram da Spencer na versão da Troian assim que a série começou a passar na TV. “Estava muito feliz que tivemos tempo, com nossa platéia, para me estabilizar como Spencer Hastings,” ela diz.

Independentemente da animação de todos a sua volta sobre a série, não tinha jeito de Troian se preparar para o que viria pelos próximos 8 anos de sua vida. Depois de 5 temporadas tentando descobrir quem era -A, a série fez um dramático pulo no tempo no meio da sexta temporada e preparou para o que se tornaria o mistério final da série. Mas tem também o assunto de quais casais vão ser endgame (uma fala da internet para quem vai terminar junto). E enquanto a maioria dos fãs está torcendo por Spoby (Spencer e Toby [Keegan Allen]), Troian não acha que Spencer tem que terminar com alguém. “Acho que a coisa interessante é que ficamos muito apegados à casais na televisão, acho que para mim, minhas série favoritas, não é sobre os casais e se vão ficar ou não”, ela diz. Ela está mais interessada em assistir os personagens se desenvolverem, e aproveitar quando o personagem se torna uma pessoa diferente do que era no começo. “O que eu acho inegável, foi que (Spencer e Toby) cresceram, e ele entrou para a polícia e ela continuou a fazer aquelas merdas tortuosas, e ser uma criminosa e uma delinquente…” Troian sai dos trilhos, rindo, “Spencer quer ser uma cidadã global, e Toby quer ser um policial de cidade pequena.”

Uma das cenas favoritas da Troian para gravar foi um flashback de Spencer e Toby e o susto da gravidez, que apareceu depois do pulo no tempo. “Foi a primeira vez, nessas circunstâncias, que esses personagens olharam um para o outro e disseram, ‘Eu te amo, mas eu quero uma vida completamente diferente. E está tudo bem, só quer dizer que tenho que deixar você ir'”, ela diz, “Eu acho que é uma lição importante para ensinar para as jovens e os jovens. O primeiro amor de sua vida é incrível e maravilhoso, mas não quer dizer que seja a pessoa que você vai ficar pra sempre, e está tudo bem.”

Essa cena também foi fascinante de filmar para Troian por outras razões. “Eu não sei se posso falar isso, mas originalmente foi escrito que o teste de gravidez daria positivo”, Troian compartilha. O script inicial informa exatamente o porque Spencer simpatizou com a decisão de Yvonne (Kara Royster) de abortar e o porque Spencer e Toby terminaram – porque Toby queria um filho e Spencer não queria largar a faculdade para criar um. Eles filmaram a cena do presente onde Spencer e Toby discutem a situação indo para lados diferentes e acabou com uma cena onde o teste dava negativo. “Eu sabia enquanto gravava, isso ficaria fora de nossas mãos, e os poderes superiores ficaram tipo ‘isso é muito'” ela diz.

Mesmo que Spencer não estava envolvida nesse plot controverso, Troian pensa que tendo Yvonne passando por isso foi um grande passo para PLL como um todo. “Eu sinto que fizemos muito isso na série, pulando etapas. As pessoas estão mudando, as pessoas estão crescendo”, Troian diz. Mesmo coisas como Spencer e Hanna (Ashley Benson) conversando maduramente sobre Spencer namorar o ex da Hanna, Caleb (Tyler Blackburn) são sinais de desenvolvimento de personagens – porque a Hanna do ensino médio teria dito “ladra de namorados” imediatamente.

Com apenas alguns meses sobrando para filmar a última temporada de PLL, está começando a cair a ficha para Troian que está chegando ao fim. “Eu sinto tantas coisas sobre o fim da série. Estou assustada, estou animada…”, ela diz, “Eu sei algumas coisas [sobre o fim da série] porque eu meio que faço disso meu trabalho. Eu sou uma grande metida”. Ela antecipa que as últimas semanas de gravação serão extremamente emocionais – o que ela teve uma prova na metade da 6ª temporada quando ela foi para o set um dia e o quarto da Spencer tinha sido desmontado. “Foi horripilante!” ela diz. Ela não sabia que a última cena que ela tinha filmado naquele set era a última até o outro dia, quando ela entrou nele, e viu uma parede sozinha e um pouco de carpete. “Sentia como se fosse meu quarto da infância”, ela admite.

Olhando para o futuro, Troian está aberta a ideia de fazer outra série longa de novo, mas acha que a oportunidade seria rara de aparecer. “Acho que é louco que tivemos isso por todo esse tempo, e as probabilidades de isso acontecer comigo de novo são baixas,” ela diz. Ela planeja tirar uma folga da televisão por um tempo, mas quando voltar, ela sabe que precisa ser uma série diferente. O que não deve ser um problema, considerando as chances de Troian ser escalada como uma estudante de ensino médio de novo são difíceis – e Troian, agora com 30 anos, já passou tempo demais sendo uma adolescente. “Eu passei seis anos adicionais [como adolescente] depois dos meus 17 anos originais”, ela ri, “Eu consigo PTSD em qualquer escola.”

Antes de Troian fazer a audição para PLL, ela estava escrevendo Feed – um roteiro que levou 7 anos para ser produzido. Seus pais, como escritores, falaram para nunca esperar alguém lhe dar um emprego. Eles também avisaram que mesmo que ela pudesse trabalhar, não precisaria ser emprego que cumprisse criativamente. “Eu tinha uma ideia de tentar me comunicar uma experiência de vida que eu tive que eu ainda sinto que muitas pessoas em minha vida nunca entenderam realmente, ou que eu não conseguia comunicar”, ela diz. Ela escreveu as primeiras 30 páginas de uma vez, e terminou em menos de três semanas depois. nesse tempo, ela não tinha dinheiro ou créditos, ela apenas se deu uma batidinha nas costas por terminar algo.

Alguns anos dentro de PLL, Troian começou a trabalhar com seu amigo, Tommy Bertelsen, em curta-metragens. Como a série continuava a ganhar ímpeto e Troian e Tommy continuaram fazendo curta-metragens, ela começou a ter reuniões sobre Feed. A cada ano que a série estava no ar, mais interesse havia para o filme da Troian, mas levou seis anos para ter segurança financeira suficiente para começar a produção. “Foi muito difícil para mim, porque veio tudo junto três anos depois, mas o hiatus de PLL era muito pequeno,” ela diz. Ela essencialmente não tinha muito tempo livre da série para filmar Feed até novembro passado. Agora que as filmagens acabaram a dupla espera levar Feed para o circuito dos festivais e distribuição segura disso. “Estou muito animada para compartilhar”, ela diz.

Troian vem sendo super aberta sobre sua luta com distúrbios alimentares no passado, e acha muito difícil estar em uma série com a palavra “Pretty (bonita)” no título. “É muito frustrante para mim quando ouço meus fãs usando as palavras ‘perfeita’ e ‘sem defeitos’. Porque são horas no cabelo e maquiagem, e grampos nas costas das roupas”, ela diz, “Quando é levado ao extremo, você acaba se matando lentamente, e alienando aqueles à sua volta em uma luta por perfeição.” Ela sente que estar na série foi parte do problema. “Num largo senso de criação esse é um falso ideal para jovens mulheres,” ela diz. Ela espera que Feed balance isso.

Pretty Little Liars é um fenômeno nas redes sociais e plataformas como Twitter e Snapchat que impulsionaram a série para alturas inimagináveis. Com isso vem uma legião de fãs que acompanham as estrelas da série e estão constantemente interagindo com elas – algumas vezes usando palavras como “perfeita” e “sem defeitos”. “Realmente nos afeta”, Troian admite, “As redes sociais supostamente conseguem dar esse pulo na sua vida. Mas sempre temos filtros.” Ela sempre se checa antes de postar uma foto no Instagram ou Snapchat, perguntando se está “feito o suficiente”. “É uma narrativa escolhida: não é verdade”, ela diz. “É estranho para mim porque me sinto removida do meu emprego.” Mas ela entende que as redes sociais são uma parte do seu emprego agora, e acha incrível poder falar com fãs tão facilmente. “Mas desse lado dessa carreira eu nunca pensei que teria que lidar com isso,” ela diz.

Troian faz um esforço para ser o mais cuidadosa possível com suas redes sociais. Algumas semanas antes da nossa sessão de fotos, ela deixou seu celular desbloqueado acidentalmente e um passe VIP para o Coachella numa bolsa em um estacionamento depois de uma caminhada. Isso resultou em uma pessoa aleatória (chamado Jack) tentando contatá-la, mas eventualmente levando seu telefone e os ingressos para o festival e simultaneamente assumindo seu Snapchat pelo fim de semana. “Foi a coisa mais divertida que já tive no Snapchat e eu nem estava nele,” ela brinca.

Avançando, Troian estará fazendo sua estreia como diretora nessa temporada de Pretty Little Liars e Feed está em pós-produção. Ela quase não tem tempo para planejar seu casamento (com o ator de Suits, Patrick J. Adams) – parte porque eles filmam suas séries a 4800km um do outro. “Acho que ele vai tomar as rédeas do planejamento do casamento, o que eu sou muito grata”, ela ri. Enquanto seus planos pós-PLL ainda estão no ar, ela está ansiosa para os fãs verem um novo lado dela quando ela se mudar de Rosewood.


Confira as fotos em nossa galeria clicando nas miniaturas abaixo:

PHOTOSHOOT:

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SCANS:

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09.05.2016

Troian estará na NKD Magazine

Troian será a estrela da NKD Magazine, na edição de comemoração de 5 anos da revista, que será em julho. Ela fez a sessão de fotos ontem, algumas fotos dos bastidores foram divulgadas, confira clicando nas miniaturas abaixo:

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Confira o Tweet e post no Instagram da equipe da revista:

#5YearsNKD coming this July 😉

Uma foto publicada por NKD MAG (@nkdmag) em

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05.12.2014

Entrevista traduzida: Troian para Schon Magazine.

Uma garota chamada Troian.

Troian Bellisario, estrela de Pretty Little Liars e duas vezes ganhadora do Teen Choice Awards de Best TV Drama Actress,  conversa sobre o crescimento com as Olsens e porque ela odeia selfies.

Schon: Troian Bellisario não é uma típica garota do Sul da Califórnia. Sim, ela cresceu em frente a Mary-Kate e Ashley Olsen, seu pai é o criador de Magnum P.I. e da franquia NCIS, e logo você saberia que ela fez sua estreia no cinema com a idade de três anos, mas… Bem, ótimo, Troian (pronuncia-se Troy-in) era aparentemente, um protótipo de menina da Califórnia, Isso é inegável. Mas, quanto a shorts jeans curtos e biquínis?

TB: Meu estilo é um pouco mais punk rock.

Schon: Diz ela sem rodeios.

Schon: Algumas coisas sobre : Como seu nome (traduzido “Mulher de Troia), ela é cheio de significado mais profundos, e em apenas 28 anos, já possui uma carreira que se estende por quatro décadas. Mas voltando a M-K e Ashley Olsen, porque nós certamente não vamos rejeitar até uma simples menção. O trio não apenas cresceu juntos como vizinhas, elas trabalharam juntas em Billboard Dad em 1998. Quando perguntada a última vez que viu o filme, Bellisario ri, revelando.

TB: Eu fiz questão de não assisti-lo muito recentemente.

Schon: Apesar de atuar tenha permanecido a paixão de Bellisario na adolescência, seus pais destacaram a importância de  concluir sua formação. Naturalmente, ela encontrou uma ressalva em seu plano.

TB: Eu disse aos meus pais, “Vocês nunca me disseram que eu tinha que fazer faculdade para qualquer coisa em particular, então eu vou estudar teatro.” E eles falaram “Tudo bem, desde que você se forme”. Para mim ficou muito claro, entrei em uma Faculdade de Teatro e comecei a dedicar todo meu tempo e energia para se concentrar em meu ofício.

Schon: E aí veio o sucesso que é Pretty Little Liars. A série original do canal ABC Family, no elenco, Bellisario é a super inteligente e competitiva, Spencer Hastings, juntamente com as novatas (agora nomes conhecido), incluindo Lucy Hale, Ashley Benson e Shay Mitchell. Pretty Little Liars está atualmente na produção de sua sexta temporada.

TB: À medida que a série vai chegar a um fim em poucos anos, eu quero tomar muito cuidado para não projetar minha contribuição desejada para Spencer.

Schon: Explica Bellisario.

TB: Eu quero ter cuidado para não me expressar. Eu acho que Spencer deveria terminar se mudando para New York, e se tornar uma estrela do Rock, que é o meu sonho. É difícil não querer se expressar, porque como atriz, você quer injetar a sua verdade em quem você está interpretando.

Schon: Observadores do estilo de Spencer na série são rápidos ao notar a evolução de seu estilo, de ternos Ralph Lauren para um pouco mais do punk clássico.

TB: Spencer desde o início vestiu muitos clássicos, muito formais e corretos, os quais eu realmente não uso. A minha maior ícone de estilo de todos os tempos é  Patti Smith. Ela é minha inspiração. Ao longo dos anos, eu tenho trabalhado com a nossa estilista, Mandi Line, para evoluir o estilo de Spencer, para um pouco mais casual e rock n roll, e ainda manter um pouco do formal para algumas ocasiões.

 

Schon:  Questionada por sua presença nas mídias sociais (ela acumulou uma gritante 3,5 milhões de seguidores no Instagram, e um adicional de 1,7 milhões no Twitter) e se pode, ou não compreender o poder que exerce quando compartilha palavras e imagens, com um mar de pessoas anônimas, Bellisario é pensativa.

TB: É como dirigir um carro e quando você toca no fato em que todo mundo está envolvido, se movendo rapidamente em armadilhas mortais, você acaba em uma dessas também… Você não pode realmente evitar explorar o fato, estou definitivamente bastante consciente, eu tento não colocar para fora as coisas que são ofensivas. Eu tenho muitos jovens me seguindo, por isso às vezes posso ser um pouco restritiva. No entanto, me ajuda a manter em mente o meu status de modelo.

Schon: Bellisario também não se retém de volta quando o assunto seleção de olhar crítico na sua posição de celebridade na esfera social.

TB: Eu não sou fãs das pessoas postarem fotos simplesmente delas mesmas.

Schon: Ela afirma.

TB: O que estão (eles) contribuindo e por que eu iria querer “Eu” naquele espaço? Instagram não é uma maneira muito legal de começarmos a ocupar o espaço do outro. Lá se compartilha  a mente do outro, um pouco da forma que a pessoa vê o mundo, ou a viagem incrível, ou uma coisa engraçada que essa pessoa viu. E em vez disso, o meu rosto é o que aparece, e isso vocês já conhecem, sabe?

Schon: Sem argumentos mais.

Fonte: Schon London Magazine.
Tradução e Adaptação: Equipe Troian Bellisario Brasil
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06.09.2014

[Photoshoot] Troian Bellisario para Flaunt Magazine

Como todos já sabem, Troian está incluída na Flaunt Magazine do mês de Setembro, vocês podem ler a entrevista completa aqui. Na manhã de hoje (06), o shoot foi liberado, vocês podem conferi-lo clicando nas miniaturas abaixo. Caso, mais fotos sejam liberados, o atualizaremos gradativamente.

 

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04.09.2014

Entrevista traduzida: Troian para a Flaunt Magazine

Como todos sabemos, Troian Bellisario está na edição de setembro da Flaunt Magazine, alguns dias atrás os scans da revista foram divulgados (confira aqui). Hoje (04), a entrevista foi divulgada no site da Flaunt. E nós do TBBR, traduzimos para vocês. Confiram:

Tradução/Adaptação: Susane Molina – Equipe TBBR
Fonte: Flaunt Magazine

Adolescência – esta palavra pesada que oscila com medo e apreensão. Isso implica o uso de máscaras, a mudança de fantasias, a construção de fachadas, de pé em um palco e em voz alta, se hesitante, proclamando que é “Este quem eu sou”.

Ou talvez isto, ou aquilo. É sua própria forma de agir, com a necessidade, desespero e um desejo de apresentar a versão de si mesmo que o mundo acha aceitável, uma versão que é, uma vez independente e envolvido na segurança da infância. Somos todos atores tão talentosos por um tempo, encobrir qualquer coisa dentro de nós que é diferente ou escuro ou estranho ou assustador, lutando para valer para silenciar os pedaços de nós mesmos que ainda temos de aceitar. É só depois que percebemos que a escuridão não vai embora. Ela só espera para ser abraçada.

Troian Bellisario conhece a escuridão da adolescência. A atriz de 28 anos que interpreta Spencer Hastings no drama adolescente Pretty Little Liars é inteligente e intransigente, nada como sua contraparte na ficção. Ela nos proporciona várias visões de seu crescimento, demônios interiores e como ser divertida oradora.

Me dê uma imagem de você quando adolescente. Como você era no ensino médio?

Bom, eu era uma grande nerd. Eu tinha um gigante cabelo encaracolado – como se eu fosse uma personagem de desenho, provavelmente tinha um desenho de triângulo para minha cabelo. Eu era tristemente estranha, e eu era oradora mas fui votada como a garota mais divertida porque eu acho que degradei a mim mesma em cada grupo para ser a divertida.

Então você usava o humor para “quebrar o gelo”?

Isso. E eu era – acho que ainda sou, em meu coração – uma pessoa escura. Esse é um lado que eu mostro para meus 2 melhores amigos, mas todos… Eu tento fazer todo mundo rir tanto quanto é possível.

Ser uma nerd, você compartilhou essa de garota inteligente, nota A com sua personagem em PLL?

Totalmente. Quando eu fui para audição da Spencer, eu achei que eles nunca iriam me escolher. Mas eu estava 100% confiante que eu era essa garota. Eu estava tão preocupada em ser perfeita e ter boas notas e ser a melhor em tudo e ser “gostada”, e no topo disso, esconder minha insana neurose e escuridão. Então [com Spencer] eu estava tipo, oh, essa é minha praia.

Como você conciliou atuar com a escola?

Meu pai ainda me quer como escritora, e provavelmente uma produtora e diretora, porque ele acha que isso seria, você sabe, melhor para meu estado mental. O que na verdade, seria. Mas isso foi uma grande regra que se eu começasse a atuar, eu teria que fazer isso durante as férias de verão e inverno. Um trato que eu cumpri, se eles estavam cientes disso ou não, era que eu seria a melhor estudante até que fosse para a faculdade, ai poderia estudar meu ofício. Eu poderia estudar minha paixão e ninguém poderia me dizer o contrário, porque eu usaria meu tempo sendo uma boa aluna. Então quando eu consegui ir para a escola de teatro USC, foi o primeiro dia da minha vida. Eu estava sendo a pessoa que eu sempre quis ser em vez de ser o que as pessoas queriam que eu fosse. É e isso que eu me conecto muito com a Spencer, porque muito da história dela é quem ela quer ser versus quem as pessoas querem que ela seja.

Eu sei que você disse no passado que você passou por uns problemas pessoais, como distúrbio alimentar. O que você acha sobre a escola trazer à tona esses métodos não saudáveis?

Você tem essa coisa que é uma espécie de latente. São as circunstâncias que puxam o gatilho. Na escola, você passará por muitas mudanças. Eu não culpo meus pais em lugar nenhum, é muito difícil criar um ambiente seguro onde você está permitindo que seu filho cresce e que fique longe de você, mas também aquele que seu filho se sente como se ele pudesse vir e falar com você. Para mim, pessoalmente, eu sinto que meu estado mental e meu estado emocional estavam ameaçando sair e que se eu deixasse sair todo mundo iria me odiar. Eu acho que muitas crianças mantém tudo dentro. É porque elas nem sabem quem são. Escola é um lugar que automaticamente te coloca no centro das atenções. O que é você? Onde se encaixa? Você é isso? Você é aquilo? Vá. Seja feliz.

Você passou pela fase das festas na faculdade?

Não, na verdade. Porque quando eu comecei a faculdade, eu queria estudar e eu esperei 18 anos da minha vida para estudar. Eu entrei de cabeça na atuação. Minhas noites eram ficar até tarde acordada com meus amigos lendo peças e experimentando cenas, e isso era tão calmo. Meus anos de festa vieram na verdade depois da faculdade. Eu estava tipo, “Oh, uau, eu não tenho nenhuma prova para estudar”. Mas eles ainda são os anos favoritos da minha vida. Eu acho que o ano que eu era caloura e quando eu estava prestes a me formar foram meus anos favoritos da faculdade. Eram apenas completa excitação e possibilidade de felicidade.

Se você pudesse dizer algo para sua versão mais jovem, o que seria?

Relaxe e aproveite o momento.

Também temos esse vídeo que a Flaunt fez da Troian nos bastidores do photoshoot, você pode conferir ativando o player abaixo:

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31.08.2014

[SCANS] Troian Bellisario para a Flaunt Magazine

Lembram quando saíram uns candids de um photoshoot desconhecido que Troian estava fazendo? Se não, vocês podem conferir as fotos clicando aqui. Finalmente descobrimos o fim daquela sessão fotográfica, será nada mais nada menos que a Flaunt Magazine. Não sabemos se Troian será a capa da revista ou apenas terá uma entrevista dentro da mesma. Alguns scans foram divulgados recentemente, vocês podem conferir clicando nas miniaturas abaixo:

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Assim que tivermos mais informações e a entrevista completa, traduziremos para vocês!

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20.05.2014

(ATUALIZADO) Fotos&Vídeo: Pretty Little Liars para a GQ Magazine.

Com o aproximação da nova temporada de Pretty Little Liars, enquanto os fãs da série esperam a liberação dos promocionais e pôster da 5° temporada que estão com um estranho atraso, a GQ Magazine saciou o desejo dos little liars e divulgou o pré-shoot de sua edição de Junho, na qual Pretty Little Liars é destaque exibindo as novidades da nova temporada, e a sensualidade de suas protagonistas, Troian está um destaque a parte, com uma beleza de tirar o fôlego, confiram as imagens liberadas no dia de hoje clicando nas miniaturas abaixo.

     

A GQ Magazine também liberou um vídeo das filmagens do shoot, de cada uma das meninas, confira abaixo o da Troian, legendado pela nossa equipe. No vídeo ela fala como seria seu encontro ideal.

 

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16.03.2014

Entrevista: Troian Bellisario para a Seventeen Magazine

Troian Bellisario foi a capa de janeiro da revista Seventeen, e como todos sabemos, ela deu uma emocionante entrevista que deixou várias pessoas impressionadas com sua história de vida. Confira:

Tradução/Adaptação: Equipe Troian Bellisario Brasil
Fonte: Seventeen Magazine

Feche seus olhos e se imagine como um personagem de Pretty Little Liars. Seria o máximo ser uma espertinha como a Hanna, ter as atitudes doces de Emily, ou ter uma borda de mistério como Aria. Mas se você realmente tivesse que escolher uma irmã de alma, seria Spencer – certo?! Quando Toby a traiu, você podia literalmente sentir sua dor enquanto ela chorava na porta dele. E você confrontaria uma vadia como a Mona se você descobrisse que ela estava perturbando suas melhores amigas. Vocês são tão conectado com Spencer (e Troian Bellisario) que fizeram uma petição para ela estar em nossa capa – então aqui está.

Troian é muito igual a sua personagem. “Quando eu fui fazer a audição para Spencer, eu estava tipo, Oh eu posso pegar essa garota”, ela disse. “Tem uma pressão em volta dela, e ela sente que todo o amor que ela recebe é baseado em seu sucesso.” Troian conhece o intenso sentimento. No ensino médio, ela torturou a si mesma tentando ser perfeita para poder ser digna de amor. “Eu senti essa tristeza, e eu achei que se as pessoas realmente soubessem o que estava acontecendo dentro de mim, elas não iriam querer sair comigo”, Troian revela. “Então tentei me manter iluminada e engraçada”. Mas quando você esconde seus sentimentos, eles apodrecem. Depois que Troian descobriu isso, ela estava em um lugar ruim, tinha desenvolvido distúrbios alimentares, e estava se cortando.

“Eu me tornei prisioneira daquilo”, ela disse “E foi algo que eu lutei contra”.

Foi ai que os amigos de Troian começaram a intervir até que ela pudesse ver a luz no fim do túnel. “No início, eu me senti traída”, ela disse. “Mas graças a Deus, meus amigos notaram, porque eles me tiraram desse caminho que estava me fazendo infeliz.”

Tratamentos ajudaram Troian a lidar com esses problemas, mas ir para a universidade de Arte Dramática realmente fez a diferença. “Faculdade foi aonde eu adquiri confiança. E foi a primeira vez que eu fui feliz”, ela disse. “Eu me senti como eu mesma porque eu estava fazendo o que eu realmente o que eu queria fazer. De repente, eu não precisava provas as pessoas que eu era uma atriz; elas me viam como uma”.

A transformação de Troian é uma prova que você pode passar por cima das coisas dolorosas, muitas vezes durante a vida. Agora quando a moça de 28 anos não está no set de PLL, ela se foca em coisas que a fazem sorrir – como escrever um roteiro de uma semi autobiografia chamada “Feed”, sobre suas experiências no ensino médio; fazendo aulas de ginástica aérea; assistir Game Of Thrones com seu namorado (o ator Patrick J. Adams); e sair com seus amigos. “Quando você tem uma tribo que acredita em você, você não precisa de mais nada”, Troian diz.

Você precisa acreditar em si mesmo também, e essa é uma mensagem que ela quer compartilhar com todas as meninas. “Eu ouço os fãs dizendo que eu sou perfeita na série, e eu gostaria de dizer a eles que eu passo duas horas fazendo cabelo e maquiagem”, ela diz. “Não se agarrem a isso!” Aqui, Troian revela o que ela passou durante anos difíceis e descobrimos quando ela parou de se preocupar com as outras pessoas e se focou no que a faz feliz.

Seventeen: Você pode identificar quando começou essa sua luta no ensino médio?

Troian: Eu era a filha mais nova, a menininha perfeita. Minha escola era muito intensa com preparação para a faculdade. E isso era tipo convencer meus pais que eu queria ser perfeita para todo mundo. Eu pensei que se eu expressasse (para meus pais) alguma tristeza ou raiva ou alguma coisa que estava acontecendo comigo, eles iam me deserdar. Então eu manti isso preso dentro de mim, e isso se tornou um comportamento auto destrutivo.

Seventeen: O que você estava escondendo de todo mundo?

Troian: Eu comecei a me prejudicar quando eu era pequena. Eu retira alimentos e evitava sair com meus amigos dependendo de como tinha sido meu dia na escola. Ser adolescente é caótico porque você está se descobrindo, mas você não é um adulto; Você está lutando com seus pais sobre responsabilidade e liberdade. Eu não sabia o que era certo ou o que era errado, então eu criei esse sistema bizarro de verificação e balança, para colocar ordem no meu mundo, mas isso teve efeitos negativos.

Seventeen: Como exatamente seus amigos fizeram para salvar você?

Troian: Eles acharam meu diário e basicamente disseram: “Nós não confiamos em você, e vamos dizer a seus pais.” Foi quando meu mundo tipo de explosão. Era como uma espécie de intervenção. Isso fez eu me perguntar: O que eu realmente quero fazer? O que me faria feliz?

Seventeen: Você está com essas questões agora?

Troian: Honestamente, é uma luta diária. Especificamente para uma mulher que faz parte de uma série que tem a palavra “bonita” nela. Às vezes eu sinto como se eu estivesse tentando demais, como se eu não pertencesse aquele lugar. Eu olho em volta para Lucy [Hale], Shay [Mitchell] e Ashley [Benson] e eu fico tipo: Porque eu estou nesta série? Às vezes me sinto como se eu fosse uma fraude. Tipo, eu não sou como essas garotas – eu não me visto daquele jeito e não sei arrumar meu cabelo. No minuto que estou fora do set, eu tento ser “eu” mesma o máximo possível. Eu deixo de lado o delineador preto e uso minhas meias rasgadas. Vestir-me como eu mesma de novo me ajuda.”

Seventeen: De que forma você se relaciona com Spencer?

Troian: Eu sou ansiosa; e ela também. Eu acho as vezes que eu racionalizo meus sentimentos como uma defesa, e eu acho que ela se culpa por isso também. É por isso que ela é uma das pessoas mais emocionais de Pretty Little Liars e sua inteligencia é tudo. Ela é como uma maníaca por controle – e ela não consegue sempre controlar suas emoções. De fato, há um momento onde as meninas confrontam Spencer sobre isso e eu li essa cena e foi exatamente como quando meus melhores amigos haviam me confrontado sobre me auto-prejudicar.

Seventeen: Lucy também se abriu sobre seu distúrbio alimentar. Vocês já falaram sobre isso?

Troian: Eu aprendi no tratamento que se conectar com pessoas que podem estar passando por um problema parecido pode ser perigoso. É como se essas pessoas com Ana (pro-anorexia) estão – perdão o trocadilho – alimentando uns aos outros imagens distorcidas. É como uma pesada competição. Não que Lucy e eu tenha isso, mas as vezes eu acho que entregando-se a esse tipo de conversa é como colocar gasolina no fogo. Isso não faz ela se sentir melhor. O que é melhor é falar sobre coisas boas. Então eu apenas tento fazer ela rir ou pergunto a ela o que está acontecendo em sua vida.

Seventeen: O que vai ser seu foco depois de PLL?

Troian: Eu espero fazer um monte de trabalhos em filmes. Eu espero voltar ao teatro. Eu apenas preciso viver uma incrível vida plena. Eu estou também esperançosa de fazer mais tatuagens, mas agora eu apenas tenho uma: está no meu quadril e é uma cobra comendo sua própria cauda, e está se torcendo para o simbolo de infinito. Isso significa que de toda a destruição vem criação e de toda a criação vem a destruição. É algo que eu estou sempre me lembrando. Cada minuto acontece algo que é pior. Eu sou assim, eu vou ficar mal neste momento e dizer “Obrigada Deus isso aconteceu porque levou outra coisa que era para acontecer”.

Seventeen: O que a faz feliz hoje:

Troian: Meus amigos e família – as pessoas que eu amo e que me amam também. Sempre que eu cair, quando eu quiser rastejar para debaixo de uma pedra, é só eu olhar em volta e vê-los que eu vejo o quanto minha vida é rica. Você tem que lembrar o que é mais importante na vida. Eu sou amada por tantas pessoas e tenho um trabalho maravilhoso. Eu sei que sou incrivelmente abençoada. Eu sou um ser humano completamente sortudo.

Você perguntou…

Fãs twittaram e imploraram para Troian por algumas fofocas de PLL – uau, e ela deu!

@Lex122Lex Alguma das meninas verão Alison de novo?

TB: Sim! O próximo conjunto de episódios é sobre nós tentando encontrá-la e tornar seguro para ela voltar para casa. Você começa a descobrir o que aconteceu na noite em que ela desapareceu e um monte de coisas envolvidas em uma briga que ela teve com Spencer!

@srafofuranw Diga a verdade, o Ezra é mesmo -A?

TB: “Todo mundo suspeitou de que ele poderia ser -A, mas acho que há algo mais entre camadas acontecendo lá! Eu gosto do que o show está fazendo com Ezra, é pegar alguém que você amou e dizer que talvez ele esteve mentindo o tempo todo!

@lilysmith01 Se você pudesse ser qualquer outro personagem em PLL, quem você seria?

TB: “Provavelmente Alison Ela seria uma explosão para se interpretar. Ela é uma ótima personagem, e Sasha Pieterse é uma boa atriz, ela interpreta-a tão bem. Eu estive falando com eles sobre como todos nós interpretaríamos personagens diferentes. Então, nós estamos trabalhando nisso.

O que acharam da entrevista? Nós amamos!

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