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Sejam bem-vindos ao Troian Bellisario Brasil! A sua primeira, maior e melhor fonte brasileira sobre a atriz Troian Bellisario no Brasil, conhecida pelo seu papel na série "Pretty Little Liars" como Spencer Hastings. Navegue pelos menus acima e sinta-se em casa!
20.06.2017

10 pistas que Spencer tem uma gêmea em Pretty Little Liars

O site Teen Vogue fez uma matéria juntando algumas pistas da teoria suprema que anda rondando o fandom de Pretty Little Liars: Spencer Hastings teria uma irmã gêmea? Confira a matéria traduzida abaixo:

Com a series finale de Pretty Little Liars dobrando a esquina, os fãs estão com o modo teoria a todo vapor. A apenas alguns dias de descobrirmos a identidade de A.D, e a 7B vem fazendo um trabalho sólido até agora de eliminar algumas dúvidas remanescentes da primeira metade da temporada. Mas tem algumas pessoas que ainda estão na lista de suspeitos, e uma das teorias mais quentes é que Spencer Hastings pode ter uma irmã gêmea secreta.

Tem muita suspeita ao redor de Spencer por um tempo, mas durante os últimos meses, o fandom de PLL surgiu com uma predição: que Spencer não é só uma Drake, mas ela é também uma gêmea idêntica. Algumas pessoas ainda pensam que sua gêmea pode ser Bethany Yong, outros pensam que a gêmea pode estar ajudando as Liars ao invés de machucá-las. E enquanto não temos um nome para esse possível personagem ainda, ela é conhecida no fandom como Twincer ou Spencerietta.

O tema das gêmeas é um tema forte em PLL; afinal, quem pode esquecer a história assustadora da Ali no Halloween sobre gêmeas, ou o poster no quarto dela? E, é claro, descobrimos na última temporada que Mary Drake e Jessica DiLaurentis são gêmeas, então não está fora do campo de possibilidades de que haja outro grupo de gêmeas em sua família.

À medida que o episódio final se aproxima, vamos olhar algumas das maiores pistas até agora que podem provar que a gêmea da Spencer pode estar em Rosewood todo o tempo – e ela talvez tenha nos enganado às vezes. Afinal, é Pretty Little Liars, não há coincidências.


Tudo começou com um sonho – o sonho da Hanna, apenas.
A teoria “Spencer tem uma gêmea” começou a ganhar atenção depois do episódio 7×01, que teve Spencer visitando a Hanna em um sonho enquanto ela estava sequestrada. Mas os fãs logo começaram a pensar que a visitante de Hanna não era Spencer na verdade. Para iniciantes, ela apareceu sem sua franja pós timejump, o que podia ser o subconsciente da Hanna surgindo com imagens da Spencer do ensino médio ou uma pista dos escritores. Ela também fala com a Hanna sobre A.D. – nome que Hanna ainda não tinha ouvido, então como ela poderia estar sonhando com isso? E o mais notável, a cena acaba com Spencer cantando para Hanna – a mesma música que Mary Drake canta no 7×10.

O Dr. Cochran adicionou suspeita
Foi uma enorme reviravolta quando descobrimos que Mary Drake teve dois filhos, mas os fãs estão convencidos que ela teve mais que isso – graças a uma fala suspeita do Dr. Cochran. Quando Spencer e Aria visitam o doutor no apartamento, ele as conta que ele “fez o parto de dois dos filhos da Mary”. Algumas pessoas podem interpretar isso como: ela teve mais que dois bebês. Além disso, ele disse que um dos bebês de Mary foi dado para o conselho tutelar – e sabemos que não é Spencer ou Charlotte – então quem poderia ser?

Vamos falar sobre a dança de Maddie Ziegler
Algumas temporadas atrás, Maddie Ziegler apareceu em um episódio de PLL onde ela interpretou uma estranha garotinha no Radley. Ela só foi vista pela Spencer, e assistimos ela dançar nas banheiras e camas de hospital. Nessa época, os telespectadores deduziram que era só um momento típico do Radley, mas ganha todo um novo significado quando consideramos o fato que Spencer nasceu no Radley. E enquanto algumas pessoas assumem que a personagem de Maddie representa uma jovem Spencer, mantenha na mente que Spencer foi dada para os Hastings recém-nascida. Por outro lado, Maddie podia representar a gêmea da Spencer, que pode ter crescido no Radley. Temos calafrios só de pensar nisso.

Ambas Mary e Veronica mencionam gêmeas enquanto falam com a Spencer
Em uma cena, Mary conta a Spencer que ela e Melissa se parecem muito, “quase gêmeas”. Antes na série, Veronica diz: “Foi com se tivessem duas de você vivendo nessa casa: a Spencer que reconhecemos e sua gêmea má, e nunca sabemos qual desce para o café da manhã.” Isso poderia ser uma pista maior do que percebemos?

O relógio da Spencer pode ser uma grande pista
Alguns fãs pensam que a gêmea da Spencer é canhota enquanto a Spencer é destra, o que vem sendo marcado pelo seu relógio aparecendo em pulsos diferentes durante a temporada. Ela também já trocou de mãos várias vezes enquanto jogava pingue-pongue com Marco alguns episódios atrás. Além disso, tem algumas cenas isoladas (que vamos chegar nelas em um minuto) onde ela não usa relógio – e é um acessório que Spencer está sempre usando. Aliás, a criadora de PLL, Marlene King talvez tenha soltado essa pista no Twitter, quando escreveu: “Com alguns episódios ainda, minhas mãos estão atadas em relação a pistas. Observe de perto. Acho que essa é uma pista no final.” Olhar de perto? Estamos vendo que você está fazendo, Marlene. E amamos.

Ok, ok: a cena do aeroporto
Os criadores da teoria das gêmeas tiveram um bom dia depois de assistir o episódio 7×15, no qual Spencer é vista com Wren no aeroporto. É estranha por algumas razões. Antes dessa cena, acabamos de ver Spencer no Lost Woods Resort, tendo um confronto com Marco. Ela teria que ir até a Filadélfia e passar pela segurança do aeroporto em um pequeno espaço de tempo para poder se encontrar com o Wren. Além disso, sua roupa e cabelo estavam visivelmente diferentes do que nas cenas anteriores, e ela definitivamente atuou totalmente estranha quando foi confrontada pelo Ezra. Para as pessoas que pensam que a gêmea da Spencer existe, esse episódio praticamente selou o acordo.

E teve a cena da cabana
Após o incidente no aeroporto, o episódio 7×18 nos deu uma cena estranha da Spencer e do Toby na cabana. Mais uma vez, Spencer está vestida de preto e com o cabelo lisa, e ela está agindo diferente de si mesma – tanto que Toby diz, “Isso não soa como a Spencer que eu conheço”. Os dois terminam em um beijo depois que Spencer pergunta, “Você lembra do beijo que compartilhamos?” lembrando de quando ela deu um beijo de adeus antes de ele ir para o Maine com a Yvonne. Isso fez alguns fãs pensarem que a gêmea da Spencer pode ter estado naquela cena também, significando que Toby foi enganado duas vezes. (Claro, isso também seria paralelo com a forma como Mary enganou Peter para pensar que ela era sua irmã, Jessica). Os que vão contra a Twincer vão apontar o fato da cicatriz da Spencer como prova de que não pode ser sua gêmea, mas os teoristas argumentam que a cicatriz que vemos na cabana não se parece com uma cicatriz de tiro. Se Spencerietta está tentando assumir a identidade da Spencer (ou pelo menos enganar as pessoas a pensarem que ela é a Spencer), ela não seria esperta o suficiente para tentar replicar a cicatriz da gêmea? Provavelmente.

Talvez tenha tido uma pista na dollhouse
Cada uma das Liars teve seu quarto replicado por Charlotte na dollhouse, mas um fã super detetive notou algo interessante no quarto da Spencer. Ao invés da letra “S” que ela tinha pendurada na parede, foi substituída pela letra “A”. Se Spencer tem uma gêmea, o nome começa com A, isso poderia definitivamente ser um sinal – e também significar que ela é, de fato, A.D.

Podemos ter visto a gêmea da Spencer bem no início da série
Ao longo do tempo, houveram muitas cenas estranhas com a Spencer – incluindo momentos que ela não se lembra. Vamos sendo levados a acreditar que isso é pelo abuso de substâncias que a Spencer sofre, mas e se ela fez coisas que ela não lembra porque não foi ela na verdade? Um fã no Reddit até nota que ela vem sendo cética com a Spencer desde o pilot, o que poderia adicionar uma nova camada para toda teoria das gêmeas.

Há ainda pistas vindo do elenco – e algumas muito convincentes
Embora o elenco de PLL vem sendo excepcionalmente habilidoso em manter segredos ao longo dos anos, algumas coisas que eles disseram ou fizeram que poderia apontar para a teoria das gêmeas. Em entrevista ao U.S. Weekly, Tyler Blackburn foi perguntado sobre a identidade de A.D. “Você nunca conheceu,” ele diz, seguido de, “Você meio que conhece.” Hmm, isso definitivamente soa como território das gêmeas para nós.

E não só isso. Enquanto falava com o Entertainment Tonight sobre a 7B, Keegan Allen disse, “Eu posso dizer honestamente que não tem outro beijo Spoby.” Mas agora que vimos a cena da cabana, temos que nos perguntar: Keegan estava mentindo? Ou, mais suspeito, ele estava falando a verdade? Se, de fato, não era Spencer na cabana, então ele estaria certo – não teve outro beijo Spoby.

Pode até ter uma pista na bio do Twitter da Troian, que diz: “Atriz. Escritora. Poeta. Dançarina. Rock & Roll Jesus. (Às vezes eu interpreto essa menina Spencer Hastings nessa série Pretty Little Liars). Mas só às vezes.” Porque só às vezes Troian? Será porque você também interpreta outra personagem em PLL? Alguém que parece muito com a Spencer?

Uma coisa é certa – nós mal podemos esperar para descobrir a verdade na finale, de uma vez por todas.

Fonte: Teen Vogue

Publicado por   |   Armazenada em: Matéria, Pretty Little Liars
19.06.2017

Vote na Troian no Teen Choice Awards 2017

A votação para o Teen Choice Awards 2017 começou, e esse ano será mais simples (e prático) de votar. Troian está concorrendo na categoria Choice Drama TV Actress junto com suas colegas de elenco Lucy Hale, Ashley Benson, Sasha Pieterse e Shay Mitchell. E também com a nova estrela da Freeform, Bella Thorne, de Famous in Love.

Para votar é bem simples. Basta Twittar a frase abaixo:

My #ChoiceDramaTVActress is @SleepintheGardn #TeenChoice

As regras são:

  • Os fãs podem votar apenas 10 (dez) vezes por dia/por Twitter;
  • A votação será pelo Twitter e pelo site teenchoice.votenow.tv (lembrando que precisa mudar o IP);
  • Só pode votar em 1 (um) candidato por Tweet.

A votação encerra dia 23 de junho à 1h da manhã (horário de Brasília).

Estaremos fazendo mutirões em nosso Twitter durante todos os 3 dias de votação, sempre às 21h (horário de Brasília). Contamos com a participação de todos, já que são apenas 10 votos diários não há desculpas para não nos empenharmos.

Publicado por   |   Armazenada em: Eventos, Premiações, Pretty Little Liars, Votações
30.05.2017

“Eu realmente sinto que Pretty Little Liars foi o primeiro passo na minha carreira” Troian para a Interview Magazine

Troian foi entrevistada no mês passado pela Interview Magazine e fez uma pequena sessão de fotos para a revista. Na entrevista ela fala o que virá a seguir em sua carreira, o fim de PLL e seu filme Feed. Confira traduzido abaixo:

“Todos ficam me perguntando, ‘O que vem a seguir?'” diz Troian Bellisario no telefone. Ela está falando com sua amiga de longa data e diretora ocasional de PLL, Lesli Linka Glatter. “Eu realmente sinto que Pretty Little Liars foi o primeiro passo na minha carreira, minha base. A mesma coisa com seu novo filme Feed – é o primeiro passo não apenas no mundo do cinema para mim, mas como escritora. Agora eu só quero sentir que tem um momento a frente,” ela continua. “Acho que está na minha mão continuar a criar minhas próprias oportunidades.”

Criada em Los Angeles, Bellisario cresceu na indústria de filmes e televisão: seu pai é o escritor, diretor e produtor Donald P. Bellisario (NCIS; Quantum Leap; Magnum, P.I.) e sua mãe é a diretora, produtora e atriz aposentada Deborah Pratt. Desde que se formou na USC em 2009, Bellisario vem trabalhando constantemente. Pelos últimos sete anos, ela estrelou como Spencer Hastings na série Pretty Little Liars, que está na temporada final. Mais cedo nesse mês ela fez sua estreia como diretora na série, e em julho ela lançará Feed, o filme que ela escreveu, atuou e produziu baseado em sua experiência pessoal com um transtorno alimentar.

Lesli Linka Glatter: Olá, Troian. É ótimo ouvir sua voz.

Troian Bellisario: Olá. Onde você está agora?

Glatter: Estou em LA, no lote da Universal, acredite ou não. Estou no prédio do Johnny Carson. Foi aqui onde tive meu primeiro contrato, então é como voltar para os velhos tempos. Gravando somente fora de LA durante anos, é uma viagem estar de volta ao lote.

Bellisario: Parece menor do que você lembra?

Glatter: Não, não parece menor, mas eu lembro do meu choque e felicidade como uma dançarina moderna, coreógrafa vindo ao lote pela primeira vez. Eu ainda sinto a mágica de ser uma contadora de histórias, e eu amava isso, mas não tenho a mesma coisa de quando vim aqui pela primeira vez e vi as pessoas em fantasias no set – a casa do Norman Bates na colina, a rua de New York, a vila francesa. Apenas a ilha da fantasia de tudo isso. Uma das coisas que são incríveis para mim, Troian, é que nos conhecemos através da sua mãe

Bellisario: Sim.

Glatter: Não foi a reunião clássica em uma audição, foi um primeiro encontro pessoal. Você era muito nova. Sua mãe, Deborah Pratt, e eu nos conhecemos enquanto eu dava aula no American Film Institute – um workshop de diretores para mulheres. Deborah foi uma das mulheres nesse programa e imediatamente nos conectamos. Eu pude trabalhar com sua família e imediatamente quando te conheci, pensei, “Quem é essa pessoa nova e incrível?” Isso continuou até que eu pudesse te conhecer.

Bellisario: Eu lembro de ir a sua casa e passar um tempo com o Nick.

Glatter: Com o Nick, meu filho, e seu irmão, Nick. Os dois Nicks.

Bellisario: Os dois Nicks. Eu lembro de estar feliz com o trabalho que você estava fazendo. Quando descobri que você estaria na sala em uma das chamadas de Pretty Little Liars, eu lembro de ter uma conversa com você dizendo, “Eu nunca fiz isso.” Eu cresci correndo pelos estúdios da Universal, mas fazer audições para pilotos foi algo totalmente novo. Eu nunca vou esquecer a conversa que tivemos sobre o que esse trabalho significaria, o que implicaria se fizéssemos o piloto, e o que você viu que seria história.

Glatter: A coisa que foi irônica sobre tudo isso é que Marlene King, que criou Pretty Little Liars, e eu fizemos um filme juntas. Now and Then de 1995. Ela escreveu, eu dirigi, e tivemos uma ótima experiência juntas. Quando ela me enviou Pretty Little Liars, eu pensei, “Isso é ótimo o suficiente e eu estava realmente interessada em fazer, e ainda sim era sobre as emoções reais e tem mistério.” Eu não sabia, mas eles já haviam lido você, e eu fui até a fita e lá estava você. Você estava na USC e tinha feito toda a preparação de ator para o teatro, então você era uma atriz treinada. Eu fiquei espantada com a profundidade do seu trabalho. É realmente excitante ver você se desenvolver, agora se tornando uma escritora e diretora.

Bellisario: Obrigada. Eu sei que você me contou a história antes, mas é fascinante para mim. Você pode me contar sobre o momento exato que você trocou uma carreira de sucesso como dançarina para uma maneira totalmente diferente de contar histórias?

Glatter: Sim, é uma história louca. Eu era uma dançarina moderna e coreógrafa, e eu passei seis anos em Paris e Londres. Então eu ensinei muito, coreografei e me apresentei no Far East. Eu estava no Japão, em Shinuya (Tókio) e eu queria um copo de café. Tinham duas cafeterias – uma na direita e uma na esquerda – e eu arbitrariamente escolhi a da direita, e minha vida mudou para sempre. Naquela cafeteria tinha um japonês de 70 anos. Havia apenas uma cadeira sobrando – e era na mesa dele. Ele acenou para mim e eu sentei com ele, e eu não deixei a cafeteria pelas próximas seis horas. Ele falava 12 idiomas e tinha sido o correspondente da guerra e tinha literalmente trabalhado pelo mundo todo. Ele foi um monge budista, ele cuidou dos negócios do jornal The Asahi Shimbum na épica. Ele se tornou meu pai japonês e eventualmente me contou uma série de histórias que era extraordinárias e profundas. Tudo isso aconteceu na véspera de Natal, mesmo que ele fosse budista, durante as diferentes guerras, e fosse todo sobre a conexão humana. Quando ele me contou essas histórias, eu sabia que tinha que passá-las adiante e eu sabia que não era na dança. Se eu não tivesse entrado naquela cafeteria, eu ainda seria uma coreógrafa.

Bellisairio: Eram essas histórias sobre a dança?

Glatter: Não eram na média? Eu senti que eu precisava contar a história narrativa. A dança entra dentro do subconsciente e a história por baixo, mas não te diz a narrativa literal. Funciona de maneira diferente, em um nível diferente. Eu senti que tinha recebido essas histórias por uma razão, e é por isso que se tornou meu primeiro filme. Eu fiz tudo que eu fui dita para não fazer se eu quisesse um trabalho em Hollywood: o filme foi três quartos em japonês, tinha flashbacks, narração, uma parte na segunda guerra e teve um personagem branco nele. Mas eu não liguei porque eu queria contar aquela história em particular. Eu sei que sua escrita vem de um lugar lindo e profundo. E como atriz, você está sempre explorando, mas é realmente fascinante para mim que você fez a escolha de estar no banco do motorista. Me conte sobre isso e no que você está trabalhando.

Bellisario: Eu acho que isso são as raízes dos meus pais me falando que se tem uma história que você sente vontade de compartilhar, então você é responsável para fazer isso. Você não pode pedir para alguém pegar uma parte nessa história – ou você pode, mas você terá que lidar com qualquer erro que aconteça. Se a história não termina sendo contada da maneira que você originalmente ouviu ou que você sente que precisa ser expressada, está com você. Antes de entrar para PLL, eu me formei e consegui um emprego no Geffen [Um teatro em LA] para fazer a produção de uma peça chamada Equivocation.

Glatter: Você era a protagonista na peça, certo?

Bellisario: Eu era a única mulher nela – tinham outro quatro caras – e eu era definitivamente a mais nova. Eu estava em um intenso primeiro emprego e eu sabia que ficaria tão nervosa que eu não poderia sair e fazer audição para outras coisas. Tinha esse vazio em mim que eu queria, não encher, mas ocupar. Eu senti que tinha uma história em mim que não tinha sido contada, e era uma história muito pessoal e veio de um ponto da minha vida quando eu senti que tinha experienciado algo, e até hoje, eu não conseguia fazer ninguém entender – mesmo as pessoas que eu amo, mesmo meu namorado ou minha mãe ou meu pai – em como o que eu experienciei foi para mim. Era sobre um distúrbio alimentar, eu descobri que tinham tantas pessoas que pensavam que estavam perdendo peso e sendo magras, e eu não conseguia fazê-los entender que era sobre controle em um nível muito, muito literal. Então eu pensei, “Se eu posso contar uma história que ponha o público em uma posição de fazer uma escolha semelhante a escolha que eu fiz em minha vida, talvez eu consiga que eles se simpatize.

Glatter: Tantas pessoas esperam e não tomam as medidas ativas para ir criar algo; elas serão mais reativas. O fato de você ter dado esse passo, além de ser uma atriz no trabalho de outras pessoas, eu acho que é um balanço incrível para acertar em sua carreira de contadora de histórias. As pessoas entenderam? – sua família e namorado e as pessoas ao seu redor? Eu lembro de ler o script e pensar, “Isso é realmente poderoso e pessoal e muito emocionante.”

Bellisario: Obrigada. Eles me apoiaram muito. Eles ficaram com muito medo, o que eu entendo totalmente. Eles passaram por muita coisas me assistindo e se sentindo impotentes. E eu estava dizendo, “Hey gente, eu sei que eu passei por muita terapia e muitos corações partidos para me deixar forte o suficiente para viver sem essa coisas, mas na verdade eu vou fazer um filme onde eu volto e me envolvo completamente com isso.” Não foi fácil; foi como me envolver com um vício. Uma das coisas que eu queria que o filme explorasse era que uma vez que você tem esse relacionamento, quando você tem esse problema mental ou essa doença, ela nunca vai embora. Suas sinapses são conectadas de uma maneira que você vai sempre sentir essa compulsão, mas você vai crescendo e criando uma vida mais saudável e passa por muita terapia, você tende a se sentir mais capacitada quando se trata de fazer escolhas. Meus caminhos neurais estavam sempre ligados a doença, então quando eu me envolvi com o filme, foi como cutucar um dragão adormecido. Foi incrível para mim perceber, “Oh Deus, isso tudo só está embaixo da superfície. Eu fiquei muito boa em ignorar ou escolher não me envolver com isso.” Mas é incrível que você pode ter essa grande ameaça de vida sendo uma parte de você e ainda viver dentro de você, e quase domá-la de uma maneira estranha.

Glatter: Certo. E fazendo isso, capacitando outros homens e mulheres que tem os mesmos problemas e poder ver isso de outra maneira.

Bellisario: É isso que eu espero, e é por isso que, para mim, tinha que ser um filme. Não poderia ser um documentário sobre minha experiência, não poderia ser só eu contando os detalhes da minha história, tinha que ser uma narrativa que não era sobre mim.

Glatter: Quando você era uma criança crescendo com pais nos filmes e televisão, foi algo que você fanatizou para fazer? Era um mundo que você queria fazer parte?

Bellisario: Sim. Era um mundo que eu sabia e que eu via ambos pai e mãe tão apaixonados e engajados. Crescer no set, eu senti que tinha um microcosmo que eu sempre estaria. Eu não sabia se eu estaria em uma vila de vídeo com você ou minha mãe ou meu pai, ou se eu estaria na sala dos escritores, ou se eu estaria na sala de figurino ou de set ou maquiagem ou cabelo, mas era o mundo que eu conhecia muito bem. Mesmo quando fiquei mais velha, eu comecei a descobrir que os trabalhos que eu queria estavam todos conectados com uma história. Por um tempo, eu fiquei meio, “Eu quero ser uma paleontóliga,” e eu percebi que era porque eu tinha visto Jurassic Park. Então ficava, “Eu quero ser uma patologista criminal,” porque eu tinha assistido O Silêncio dos Inocentes. Eu percebi, com esses empregos diferentes, que eu tinha me conectado com a história deles. Eu queria habitar não apenas um mundo, mas muitos mundos diferentes.

Glatter: Isso é muito interessante. Eu queria ser uma astronauta, então cá entre nós, teríamos abordado muitos campos lá. Mas é interessante que contar histórias é o que nos linkou a tudo isso, e quando você chega ao núcleo, é o que você queria fazer, em qualquer lugar que o negócio te leve.

Bellisario: Vem sendo uma mudança interessante para mim, e Pretty Little Liars realmente apoiou isso, pular de atriz para escritora e diretora. Embora eu tenha escrito Feed antes de conseguir o papel da Spencer, eu não produzi nada ou escrevi nada que foi feito imediatamente até eu estar no set de PLL e me encontrar frustrada. Eu me encontrei tentando comunicar algo em uma cena, e alguém tinha o ponto de vista realista, e eles falavam, “Será que você pode só dizer a fala? Vamos seguir em frente porque temos que conseguir isso.” Eu estava tão indignada e frustrada, e aí percebi, “Não, Troian, seu trabalho é estar aqui e falar essa fala. Se você quer realização criativa ou contar uma história [particular], você precisa fazer disso seu emprego e criar a oportunidade para você mesma.” E nessa virada na primeira temporada de PLL, eu escrevi meu primeiro curta metragem. Então eu marchei para o escritório da produtora de PLL, Lisa Cochran e disse, “Como você produz um curta metragem?” E ela – maravilhosa como é – sentou comigo e disse, “É assim que você produz algo.” Então eu fui até o Richard do transporte e disse, “Como eu consigo um carro? Eu preciso de um trailer.” E eu acabei usando PLL como minha escola para escrever e produzir, e eventualmente para dirigir.

Glatter: Isso é fantástico. Como foi dirigir PLL? Obviamente é uma série que você está há muito tempo, como foi a experiência?

Bellisario: Acho que é muito semelhante a você; toda vez que você volta e dirige um episódio, ou mesmo quando você está no estúdio e passa por nós, é como um retorno para casa. Há uma família lá. Embora eu tenha recebido as rédeas, eu me senti honestamente meio, “Gente, vamos levar essa festa no ônibus e pegar a estrada juntos. Vamos fazer o filme caseiro mais divertido de todos.” Foi como eu me senti depois de sete anos vivendo nesses sets e trabalhando com essa equipe – eu senti que estávamos juntando a família e fazendo algo que era só nosso. Você também sabe do que as pessoas são capazes e o que elas passaram, não apenas em suas vidas, mas artisticamente. Eu senti que tiveram muitos momentos, porque quando eu estava na posição de diretora, onde pude olhar para Lucy Hale e dizer, “Eu sei que você vem querendo explorar esse aspecto da sua personagem por sete anos, e eu quero que você foque nisso nesse take.” Então pude vê-la como uma artista, ir e fazer aquilo. Eu senti um tipo diferente de acesso. Eu imagino que é o mesmo para você em Homeland.

Glatter: Sim, é muito íntimo e eu sou muito sortuda de trabalhar com Claire Danes, que é uma das atrizes mais destemidas que já estive e também um ser humano incrível que felizmente não se parece nada com sua personagem. Tem algo mais que você quer de um diretor agora que você já esteve dos dois lados da câmera?

Bellisario: Eu acho que agora quando eu vou me encontrar com um diretor, a coisa que eu mais me interesso é a voz deles. Quero dizer, visualmente também como a maneira que eles contam a história ou a maneira que eles trabalham comigo como atriz. Agora que eu aprendi a fazer uma lista de gravações e aprendi a cobrir uma cena, não é só reinventar a roda, mas você precisa ter um ponto de vista. Eu quero alguém que tem uma visão dessa história, que quer contar no seu ritmo, esse ritmo, essa cor.

Confira as fotos da sessão de fotos clicando nas miniaturas abaixo:

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Fonte: Interview Magazine

27.05.2017

[LEGENDADO] Troian e o elenco de PLL falam sobre o episódio 7×15

Na última terça (23), foi ao ar o episódio 7×15 de PLL, no qual Troian foi diretora. Ela concedeu uma entrevista ao Entertainment Tonight sobre sua estreia como diretora de PLL. Confira o vídeo legendado abaixo:

Também foi divulgado um vídeo no dia que Troian dirigiu o episódio, onde Troian, Sasha, Shay, Lucy e Ashley falam como foi ter sua colega de elenco como diretora. Confira abaixo legendado:

 

Publicado por   |   Armazenada em: Entrevistas, Pretty Little Liars, Vídeos legendados
29.04.2017

Yahoo Style: Troian Bellisario ama a si mesma

Troian concedeu uma entrevista para o Yahoo Style onde fala sobre maquiagem no set de PLL e amar a si mesma. Confira traduzido abaixo:

Não é nenhum choque que Troian Bellisario é uma pessoa pensativa e astuta. Sua personagem Spencer Hastings em Pretty Little Liars é profundamente sagaz e ambiciosa. E, como Spencer, Bellisario pensa antes de falar – e nesse caso sobre o impacto da série, que tem ressoado profundamente em jovens do sexo feminino.

“Estar em uma série onde é tão importante nossa aparência, e ainda sim ser garotas que saem da cama e lidam com experiências traumáticas – eu fiquei conflitada pessoalmente por um bom tempo – que tipo de imagem estamos vendendo para as jovens? Estamos fazendo elas se sentirem piores sobre elas mesmas?” ela conta para o Yahoo Style.

Mas finalmente, ela fez as pazes com a realidade altamente estilizada de PLL por conta da mensagem subjacente do programa.

Elas eram um grupo de mulheres fortes que apoiam umas as outras e eu vi que tinha uma mensagem forte e empoderadora sendo enviada para o público feminino,” ela diz.

Ela também é aberta o máximo possível sobre o fato que a Spencer que você vê em Rosewood não é espelho da mulher que a interpreta.

“Eu uso tanta maquiagem na série e quando eu faço ações de imprensa. Se eu uso uma maquiagem normal em minha vida e tiro uma foto de mim mesma, as pessoas me perguntam se estou me sentindo bem. É uma falsa expectativa. É assim que você acha que deveria ser?” ela diz.

Agora que a série está fechando a segunda parte da sétima temporada, Bellisario está pronta para abraçar o que está por vir. E para ela, é um filme que ela escreveu e estrela sobre anorexia, parcialmente baseado em sua própria história de transtornos alimentares. Ela vem sendo aberta sobre suas lutas, embora tenha sido involuntaria no início.

“Se eu pudesse ter mantido uma vida pessoal muito secreta, eu adoraria ter feito isso,” ela diz. “Nossa série prosperou e mudou o jogo nas redes sociais. Muito disso é se engajar consigo mesmo. Você precisa por sua vida pessoal para fora porque as pessoas começam a fazer perguntas.”

Ela lembra do momento exato que compartilhou sua história com o mundo e como se sentia desconfortável no começo.

“Teve um artigo que me perguntaram como a vida era para mim quando eu era adolescente,” ela diz. “Eu podia escolher mentir e dizer que foi ensolarada e pirulitos. Ou eu poderia falar sobre como minha experiência foi realmente, o que não foi bom para mim. Eu decidi ser honesta. Quando o artigo saiu, eu queria vomitar. Comecei a receber cartas de homens e mulheres, que me contaram que eles estavam procurando ajuda, procurando tratamento, e eu senti que isso foi o certo. O que importa é que as pessoas sintam que não estão sozinhas.”

Agora, Bellisario, 31 anos, permanece saudável cuidando de si mesma. “Eu sou uma pessoa muito, muito ativa. Eu não gosto de ficar parada. Eu tenho muita energia. Eu gosto de aulas de dança, corridas, ou apenas andar por aí,” ela diz.

Fonte: Yahoo Style

Publicado por   |   Armazenada em: Entrevistas, Feed, Pretty Little Liars
26.04.2017

W Magazine: Troian Bellisario na vida depois de Pretty Little Liars

Troian concedeu uma recente entrevista e fez um photoshoot para a W Magazine onde falou sobre a vida pós PLL e seu filme, Feed. Confira traduzido abaixo:

A primeira pergunta que faço para Troian Bellisario é mais uma declaração, e adiciono um: “Estou grata que você não morreu.”

Bellisario leva no passo; nesse ponto vem com o território. Depois de sete temporadas como Spencer Hastings, uma das liars no hit da Freeform, Pretty Little Liars, sua personagem está no trecho da casa, evitando a morte em cada turno pelas mãos do nefasto vilão, conhecido apenas como “A”. Mas a atriz não está satisfeita.

“Eu definitivamente tentei [ser morta],” ela disse. “A) Você quer uma cena de morte, e B) Na nossa série, seu personagem fica infinitamente mais interessante quando você morre. Eu honestamente sinto que para esse mundo ser realmente perigoso, uma das Liars deveria morrer. De outra maneira, “A” está apenas as colocando em perigo e ainda salvando elas.”

Se muito do lido acima é normal para você, então você não é um dos 2 milhões de telespectadores que avidamente assistem a série toda semana e usam a linguagem: “A, Uber A, Spoby, Sparia, The Jenna Thing”. É um dialeto que Bellisario é fluente nos últimos oito anos, mas o final da série está chegando em junho, as coisas estão prestes a mudar.

“Eu tinha 23 anos quando gravamos o piloto,” diz a atriz, agora com 31 anos. “É tempo que você vai para o ensino médio, é mais longo do que a faculdade; a única coisa que durou esse tanto em minha vida é o relacionamento com meu agora marido. Isso sempre será minha família e minha casa. Eu sei que será diferente a partir desse ponto, mas eu não sei como eu posso realmente dizer adeus para algo que é tão integral para mim.”

Embora os episódios finais apenas começaram a ser exibidos semana passada, a série terminou as filmagens em outubro, fazendo dos últimos seis meses algo como uma turnê do adeus extendido para Bellisario e suas colegas de elenco, Lucy Hale, Shay Mitchell, Ashley Benson e Sasha Pieterse. E uma emocional despedida.

“Quando eles disseram, ‘É o fim da série para Keegan Allen [que interpreta o interesse amoroso de Bellisario na série]’, eu fiquei meio, ‘Oh mey Deus, meu namorado está morto,'” lembrou a atriz. “E no próximo dia, eles foram muito gentis e nos colocaram para fazer uma cena juntas, então foram todas as meninas. Eu nunca vou esquecer a última cena que fizemos era da Lucy, e todas ficamos por trás das cenas, chorando histericamente… Depois, nós sabíamos que eles iam nos levar para fora, e normalmente tem umas 15 pessoas [da equipe] por aí. Tinham umas 50 pessoas por aí porque tínhamos esses livros do ano e todo mundo queria estar lá. Eu nunca vou esquecer, todos ficaram quietos e começaram a nos empurrar [para a frente]. Estávamos nos movendo para um momento só as cinco, e eu percebi, ‘Eles estão prestes a dizer as palavras.’ E aí tinha acabado.”

A atriz está saindo com um estrondo, embora, depois de ter dirigido um episódio da temporada, marcado para ir ao ar no dia 23 de maio, depois de anos de encorajamento da equipe. “Quando eu pude dirigir, eu não pude acreditar que levou tanto tempo,” ela diz. “E todos eram tão solidários; cada lugar que eu ia tinham high-fives.”

É um momento emocionante para Bellisario, não há dúvidas, mas um momento incerto também.

“Eu definitivamente tive essa crise de ‘Eu vou trabalhar de novo um dia?’ Porque é como se de repente eu não tivesse um emprego, e eu sempre sabia por oito anos que voltaria para o trabalho em março, teria o mesmo lugar no estacionamento, o mesmo camarim, tudo isso,” ela diz. “Eu nunca realmente lidei com o desemprego – eu estava muito feliz quando me formei na faculdade, consegui um trabalho em uma peça, onde eu conheci meu marido, e aí consegui Pretty Little Liars, e agora estamos aqui.”

Mas para qualquer um que conhece Bellisario, mesmo que por um momento, está claro que ela não vai ficar parada pelos próximos anos. Ela é cheia de vida e descaradamente apaixonada por atuar e o mundo que isso engloba. Faz sentido, já que é o mundo em que ela cresceu, graças aos pais: a atriz Deborah Pratt e Donald P. Bellisario, que criou Magnum, P.I., Quantum Leap, JAG e NCIS. “Desde bem pequena, eu lembro de me envolver no ofício,” ela diz. “Não era apenas sobre ser uma atriz e ser famosa porque eu via minha mãe e pai irem trabalhar todos os dias. Eu vi eles chegarem tarde e eles estavam exaustos. Eu sabia que teria que trabalhar muito.”

Então é isso que ela está fazendo. A atriz recentemente terminou de gravar Clara, um filme de ficção científica onde você a verá atuando com seu marido, o ator de Suits, Patrick J. Adams. “É realmente uma das melhores coisas que você faz quando pode trabalhar com seus melhores amigos,” Bellisario diz. “Eu conheço muitas pessoas que não gostam disso, e querem vidas separadas, mas tivemos vidas separadas por sete anos. Eu estava em Los Angeles e ele estava em Toronto e só podíamos nos ver por 24 horas, talvez duas vezes no mês. Nós somos pessoas independentes e não precisamos trabalhar juntos; é apenas divertido para nós.”

Depois tem Feed, um filme que Bellisario escreveu quando ela tinha 23 anos sobre suas experiências com transtorno alimentar, que sairá no verão (americano). “Quando eu estava no ensino médio, fui confrontada porque eu tinha perdido muito peso e as pessoas ao meu redor estavam preocupadas, e elas diziam, ‘Se você não ganhar peso, você não vai para a faculdade.’ E eu fiquei tipo, eu não posso ir de líder da turma de formatura para não ir para a faculdade,” ela lembra. “Eu achei que era um fracasso absoluto, então eu disse, ‘Sem problemas, vou comer.’ Mas esse não era o problema. O problema era que eu estava sofrendo com uma doença mental que não é resolvida apenas ganhando uns quilos.”

O ano seguinte, enquanto ia para a escola na costa leste, ela foi mandada para casa e hospitalizada pela doença. “Achei que era o fim da minha vida, mas aí percebi que era uma nova maneira de começar,” ela diz. “Saindo do hospital, a coisa mais frustrante era que as pessoas que eu amava ainda não entendiam minha experiência com a doença… Então eu sentei por um tempo e percebi que o que eu mais me sentia confortável fazendo era contar histórias, então por que não contar uma história sobre isso? Eu queria tentar colocar as pessoas como meu pai ou minha mãe ou melhor amiga no meu lugar para que eles pudessem experienciar o que eu sentia, e talvez entender.”

Devido a sua agenda ocupada por Pretty Little Liars, não foi até recentemente que o filme virou uma realidade, com Bellisario assumindo o papel principal. “Eu realmente escrevi isso porque queria encarnar esse papel, mesmo que muitas pessoas dissessem, ‘Isso talvez te colocaria em uma posição perigosa,'” ela diz. “Mas a coisa boa com o tempo que passou, mais distância emocional eu senti de meu envolvimento com a doença. A coisa difícil é que ela está sempre viva em você e quando você se envolve com isso, é tão alto, mas estou em um ponto diferente da minha vida.”

A atriz está dividida compreensivelmente em emocionada e petrificada. “É um filme que significa tudo para mim, mas também é meu primeiro filme,” ela diz. “Não é um filme perfeito. Estou nervosa especialmente para compartilhar um lado mais sombrio de mim com a minha fanbase, que sempre vem me apoiando, mas ao mesmo tempo, me faz querer não desapontá-los, especialmente quando se trata de um assunto que é importante. É aterrorizante.”

É essa combinação de emoções que resume Bellisario nesse momento, chegando a essa encruzilhada de coisas diferentes.

“Eu sinto que minha vida vai ser um pouco desgarrada por um tempo, e isso é emocionante e assustador, que são meio que o mesmo sentimento,” ela diz. “Eu sinto que pela primeira vez em minha vida eu posso decidir quem eu quero ser, e isso vai ser uma jornada.”

Fonte: W Magazine

Confira abaixo as fotos do photoshoot que Troian fez para a revista:

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