Sabrina Carpenter Brasil

Sejam bem-vindos ao Troian Bellisario Brasil! A sua primeira, maior e melhor fonte brasileira sobre a atriz Troian Bellisario no Brasil, conhecida pelo seu papel na série "Pretty Little Liars" como Spencer Hastings. Navegue pelos menus acima e sinta-se em casa!
17.07.2017

Variety: Troian conta como escrever Feed a ajudou a superar um distúrbio alimentar

Troian concedeu uma entrevista, acompanhado de um photoshoot para o site Variety onde conta mais detalhes de como Feed a ajudou a superar a anorexia. Confira traduzido abaixo:

Troian Bellisario é mais conhecida por estrelar “Pretty Little Liars” por sete anos, mas mal sabiam seus fãs, que ela trabalhou duro em outro projeto antes de PLL começar.

“Feed” – um filme escrito, produzido e estrelado por Bellisario – é inspirado nas próprias experiências da atriz com um distúrbio alimentar. O filme, que ela estrela ao lado do ator de Harry Potter, “Tom Felton”, será lançado nas plataformas digitais no dia 18 de julho.

“Isso vem vivendo em minha cabeça por quase oito anos e passou por várias iterações diferentes,” Bellisario, 31 anos, conta a Variety sobre o processo de escrever Feed, que começou quando ela tinha 23 anos, aproximadamente quatro anos após sua hospitalização por anorexia.

Eu tive uma boa distância para começar a escrever sobre essa experiência, e não escrever como um diário, mas criar um mundo e personagens que são diferentes da minha própria experiência, e falar sobre o que eu penso era como me envolver com essa doença e tentar sair debaixo disso,” diz Bellisario, explicando que “Feed” não é biográfico, mas inspirado em sua própria doença.

E também, trabalhar em “Feed” se tornou uma fonte de cura para Bellisario.

“Havia um médico que me disse que quando muitas pessoas entram em tratamento, eles não sentem que saíram de seu distúrbio alimentar até fecharem 10 anos de terapia. Eu não entendia isso,” Bellisario admite. “Eu era tão jovem para o meu terapeuta e tudo que fazíamos e eu fiquei meio, ‘Não, eu deveria poder parar.’ Eu não vi que muitos dos meus padrões de pensamento não seriam normalizados ou se tornariam saudáveis novamente até esses 10 anos depois, então eu pensei o que eu poderia fazer enquanto isso, que foi escrever sobre minha experiência e canalizar essa história. E se eu pudesse inspirar outras pessoas para fechar esse capítulo em suas vidas? Eu não queria lutar com essa doença mental nos meus 30 anos. Eu não queria lutar com essa doença mental nos meus 40 anos. Eu não queria, Deus me livre, ter um filho e ainda pensar nesse padrões e falar com minha filha sobre eles.”

Ela adiciona, “Durante os oito anos voltando para alguns lugares não muito saudáveis e então voltando e falando com terapeutas, foi maravilhoso ter ‘Feed’ para voltar e pensar, ‘É assim que me sinto quando estava acontecendo, mas agora eu estou há cinco anos fora, agora estou há seis anos fora, agora estou há oito anos fora, e agora, como me sinto sobre isso, como uma artista falando sobre isso como história – e não como minha história?’ Eu senti que realmente precisava daquela distância para poder ver claramente.”

Bellisario admite que o processo de criar o filme foi “terapêutico’, mas ao mesmo tempo, “inflamatório”, em parte porque ela decidiu estrelar o projeto. Aqueles a sua volta tentaram convencê-la a não atuar em “Feed” porque eles temiam que fosse muito traumático.

“Muitas pessoas em minha vida leram o script e disseram, ‘Uau, eu entendo totalmente por que você escreveu isso,’ mas então quando eu disse que eu ia atuar nele, muitas pessoas ficaram, ‘Por quê?’ porque me envolver nessa distúrbio e com esse papel e assumir essa experiência novamente envolveria perda de peso, envolveria algumas das conversas que tive com terapeutas e reabrir esses sentimentos. Então todos a minha volta ficaram, ‘Você tem certeza de que quer fazer isso?”

Para garantir que ficasse saudável durante o processo, Bellisario não só teve um grande grupo de apoio a sua volta, mas ela também ficou em contato com sua terapeuta, que a tratou quando ela estava lutando contra a anorexia.

“Eu não estava preparada para sair daquele set e ir até ela e o quanto isso seria agravado. E foi incrível porque ela estava ali para me pegar,” Bellisario explica sobre trabalhar com sua terapeuta. “Foi incrivelmente desafiador, mas também foi maravilhoso porque eu estava em um espaço mental suficientemente saudável.”

Enquanto “Feed” provou ser uma ferramenta instrumental para Bellisario superar sua doença, o filme também ajudou a atriz a evoluir, bem, mais que uma atriz. O projeto marca a estreia de Bellisario como escritora e produtora, despertando seu interesse em uma ampla variedade de possibilidades em sua carreira, depois de “Pretty Little Liars.”

Estrelando como Spencer Hastings por sete temporadas de “Mentiras” catapultaram Bellsario ao estrelado, à medida que a série se tornou um fenômeno da cultura pop, e a introduziu ela aos seus milhões de leais seguidores. A série também proporcionou a ela a oportunidade de fazer sua estreia como diretora na última temporada do hit da Freeform – que, alerta de spoiler!, revelou ela como o último “A” depois de sete anos de “Quem fez isso?”

“Foi uma explosão total a maior parte do tempo porque durante sete anos, tantos membros da equipe estavam sugerindo que eu colocasse minha mão nisso,” Bellisario se lembra sobre dirigir seu primeiro episódio, rindo que ela estava sempre fazendo perguntas no set e teve “muitas” opiniões durante a série. Para se preparar para sua estreia como diretora, Bellisario se inscreveu no programa de diretores da Warner Bros, que consistiu em sete semanas de intensivo todos os sábados para se preparar, que ela conseguiu fazer no set de PLL. Ela brinca, “Eu já estava morando no lote da Warner Bros de segunda à sexta, então por que não fazer isso seis dias por semana?”

Embora ela usou muitos chapéus diferentes em “Feed” entre atuar, escrever e produzir, o amigo próximo de Bellisario, Tommy Bertelsen, dirigiu o filme. “Foi um esforço de equipe colaborativo entre nós dois,” ela diz. “Ele foi realmente maravilhoso nisso que me ajudou a definir meu papel naquela abordagem de três vertentes.”

Enquanto ela escolheu não dirigir “Feed”, Bellisario pegou o inseto da direção e está animada sobre Hollywood defendendo mais e mais as diretoras mulheres hoje em dia – algo que parece ter sido cimentado nesse verão pelo sucesso de “Mulher Maravilha”, dirigido por Patty Jenkins.

“Eu estava na premiere,” Bellisario lembra com um sorriso. “E eu poderia chorar sobre isso agora mesmo porque eu vi todas essas menininhas vestidas como Mulher Maravilha e elas estavam tão animadas, e eu lembro quando eu era mais nova e ‘Kill Bill’ estreou e eu fui ao cinema om uma espada de samurai porque eu estava tão animada que tinha um filme de ação feminino. Isso está em um nível diferente porque é dirigido por uma mulher e é sobre uma heroína feminina.”

Bellisario está otimista sobre a indústria finalmente reconhecer as mulheres como contadoras de histórias, mesmo tendo muito trabalho ainda para ser feito na indústria em relação a igualdade de gênero.

“Quando um cara dirige uma comédia romântica, não ficamos, ‘Uau! Que impressionante! Ele realmente saiu da caixa com esse filme”‘ Mas quando falamos sobre uma mulher dirigindo um filme de ação, é meio ‘Uau! Isso não é incrível?’ E não, ela é uma diretora – ela é apenas uma diretora. Precisamos parar de ver mulheres como exceções à regra.”

Bellisario cresceu na indústria – seu pai é o criador de “NCIS” e “Magnum P.I.”, Donald P. Bellisario, e sua mãe é a escritora-produtora Deborah Pratt – então ela sempre foi encorajada a prosseguir na carreira do entretenimento, apesar das barreiras para mulheres. “Em minha família, nunca sentimos que estávamos do lado de fora,” ela diz. “Nunca senti que meu pai era o único diretor na família. Minha mãe era diretora. Mas isso está na minha bolha.”

“O porque de eu estar tão animada e otimista sobre isso é que eu sinto que o trabalho está sendo feito,” ela continua. “Sinto que as pessoas estão animadas para terem uma mulher por trás das câmeras. Eu acho que devemos continuar essa luta, mas acho que tem havido muitos progressos incríveis, e eu estou animada para estar em Hollywood enquanto isso está acontecendo.”

E agora?

“Muitas pessoas dizem, ‘E agora?’” Bellisario diz. “Estar em uma série por sete anos e poder interpretar Spencer e descer a toca do coelho foi maravilhoso, mas também me consumia. Eu penso agora, eu sinto que o que eu estou mais animada para fazer é ser um pouco desinteressada e ter minha escolha de opções.”

Como atriz, Bellisario recentemente assinou o filme “Where’d You Go, Bernadette” de Richard Linklater, junto com Cate Blanchett, Kristen Wiig e Billy Crudup, e diz que gostaria de explorar os filmes, além de voltar as raízes do teatro. (Ela se formou na Escola de Artes Dramáticas na Universidade do Sul da Califórnia, em 2009.) Ela diz que se for assinar em outra série de televisão, o projeto seria menos episódios, ao contrário dos 20 episódios por temporada como PLL fazia, o que a tinha trabalhando cinco dias na semana por nove meses no ano.

“Eu estou sendo inspirada por muitas séries de televisão que tem tempo de escrever tudo antes do tempo e então fazer 10 episódios, o que é muito como fazer um filme muito intensivo,” Bellisario explica. “Estou muito, muito ansiosa para descobrir o próximo mundo e o próximo set de personagens que me farão querer fazer mais televisão, mas é uma decisão que eu não tomaria levemente e teria que ser algo que eu estivesse absolutamente apaixonada.”

Mas no momento, seu foco é o lançamento de “Feed.”

“Eu me sinto incrivelmente grata pelas oportunidades que me foram dadas,” ela diz, “E particularmente com esse filme, eu sinto que eu posso compartilhar uma parte de mim com o mundo.”

Fonte: Variety

Confira as fotos do photoshoot em nossa galeria clicando nas miniaturas abaixo:

VARIETYshoot-001.jpg VARIETYshoot-002.jpg VARIETYshoot-003.jpg VARIETYshoot-004.jpg

Publicado por   |   Armazenada em: Entrevistas, Feed, Galeria, Photoshoot
12.07.2017

Imagista: Troian Bellisario – Rock, mentiras e ciência

Troian concedeu uma entrevista para a revista Imagista há alguns meses acompanhado de um photoshoot, onde ela fala sobre o fim de PLL, voltar para o teatro e o que ela faria se não fosse atriz. Confira traduzido abaixo:

Aqui está algo que muitas pessoas não sabem sobre Troian Bellisario: ela é uma rockeira cientista nerd no corpo de uma atriz. Com sua série de sucesso da ABC Family que acabou depois das sete temporadas, a estrela de PLL compartilha seus pensamentos com a Imagista em crescer em uma casa de entretenimento, o que te deixa leva ao sucesso como atriz, e o que ela faria se não interpretasse uma perfeccionista extrema na TV

Imagista: Você pode nos contar sobre a jornada que você teve na série? Quais eram suas expectativas na série?
Troian Bellisario: Eu tinha zero expectativas. Eu honestamente não tinha ideia no que a série ia virar. Todos me diziam que seria algo realmente especial. Era interessante para mim porque eu vim de um ambiente de televisão. Meu pai criou muitas séries e eu tinha começado a aprender sobre os pilots. Como uma jovem atriz eu sempre ouvi que você for realmente sortudo e talentoso você vai conseguir um piloto e então as estrelas se alinharem ao universo, e esse piloto for escolhido para uma temporada, isso é grande. Então se for um sucesso, o que é muito raro, vai ter outra temporada e se o céu não caiu em você, pode ter temporadas depois disso. Cada ano de filmagem fica mais e mais inacreditável. Para mim, ter dois pais que estavam na indústria da televisão e eu sempre acreditei que eu ia brincar no playground deles, eu não queria competir com meus pais e seu sucesso, eu queria correr para New York City e fazer teatro e talvez alguns filmes, e construir minha própria experiência antes de tentar a televisão. Então Pretty Little Liars foi minha primeira audição de piloto, veio do nada, eu fui para a audição porque meu agente me disse que eu quisesse trabalhar eu teria que fazer o máximo de audições possíveis, apenas para praticar as audições. Eu acabei indo e sete anos depois, estamos aqui.

Imagista: Como foi crescer no ambiente que você estava e como você acha que isso te afetou como atriz?
Troian Bellisario: Eu acho que de verdade, o maior presente que meus pais me deram como atriz foi a introdução de estar em um set. Eu cresci em um set então para mim, estar em um lugar que eu me sinto em casa, eu não poderia ir no meu primeiro dia de trabalho e aprender as coisas como o que era uma marca e como acertá-la, pequenas coisas que me enriqueciam. A coisa interessante para mim era que meus pais, particularmente meu pai me enriqueceu bem jovem que se era isso que eu queria fazer, o que ele não entendia como alguém em seu juízo perfeito queria ser um ator. Ele me dizia que não requeria só talento, você também tem que ter o look certo para o papel, estar na idade certa, o peso certo, tudo isso. Basicamente sua carreira inteira pode cair e voltar dependendo da sala que você entra. Eu não sou como meu pai, somos loucos controladores, então em sua mente ele não entendia porque eu queria colocar todo esse controle nas mãos de alguém. Porque ele era um showrunner ele se sentia confortável tendo esse controle, sabendo como a série se moveria, seria e pareceria. Como atriz você está completando a visão de alguém, o que é uma coisa completamente diferente.

Imagista: Que conselho você daria para um jovem ator que quer entrar na área?
Troian Bellisario: Estude. Você pode não ter sorte, você pode não descobrir como ter mais sorte, o que você pode fazer é incrementar seu nível de conforto no palco na frente da câmera e você faz isso fazendo filmes com seus amigos, editando seus próprios filmes, escrevendo seus próprios filmes, indo para a aula, indo para a faculdade como eu fui. Eu fui de um treinamento conservador para estudar teatro. Se afunde no que eu chamo de treinamento de laboratório. Porque quando você entrar em uma sala de audição, você está lá para conseguir o emprego. Quando você aparece no set você está lá para completar o emprego e você quer fazer um bom trabalho. Quando você está tentando conseguir falar suas falar corretamente e faz isso, e aquilo, não é apenas “Está tudo bem se eu falhar”. É um cenário de grandes riscos. Para mim, eu precisava ir para um lugar, que era minha faculdade, onde eu podia falhar. Falhar no palco, na sala, na frente de professores e crushes e amigos. Essa foi uma parte importante para o meu treinamento e para mim. Quando eu fiquei na frente das pessoas “assustadores”, as pessoas que podiam me conseguir o emprego, eu tive esse senso de confiança, como se eu soubesse que eu ia interpretar aquele personagem. Independentemente de o que aquele pessoa estava procurando eu sempre soube que queria ser verdadeira comigo mesma como artista.

Imagista: Você se vê seguindo os passos dos seus pais e estar do outro lado da câmera?
Troian Bellisario: Eu comecei a escrever porque meus pais me ensinaram a nunca esperar por um papel apareceu até você e sim a criar um papel para você mesmo. Eu escrevi meu primeiro filme ates de conseguir o papel em Pretty Little Liars. Eu escrevi vários curta-metragens que eu produzi e atuei neles. Agora, o filme se chama Feed e vai sair nesse verão, 18 de julho. Dirigir e escrever para mim são os próximos passos na minha carreira porque eu sou uma louca controladora que não vai esperar para alguém vir e dizer “Você. Seja e estrela no meu filme.” Eu acho que quero continuar a criar oportunidades para mim mesma e eu acho que tem muitas histórias que eu tenho que contar e que eu quero contar, que eu estou interessada.

Imagista: Se você não fosse atriz nessa indústria, o que você estaria fazendo?
Troian Bellisario: Uma estrela do rock. Mas se eu não fosse uma estrela do rock sensacional acho que eu seria uma patologista forense ou uma psicóloga criminal ou uma botânica ou uma paleontologista. Algo que tivesse a ver com ciências ou criminologia. Eu sou uma nerd das ciências. Realisticamente eu adoraria ser uma estrela do rock botânica.

Imagista: Você começou a tocar violão, nos conte sobre isso?
Troian Bellisario: Eu sempre quis tocar violão. Eu tive meu primeiro violão quando estava na sétima série ou algo assim mas eu nunca aprendi a tocar mais do que algumas das minhas músicas favoritas. Eu notei que cada cara que eu tinha crush tinha essa habilidade de tocar perfeitamente. Eu estou fazendo aulas de violão e alguns dos meus amigos escreveram um incrível script que eu amo e quero fazer, mas envolve eu me tornar uma boa pessoa que toca violão. Eu disse a eles que eu começaria as aulas agora, o que foi no começo do ano passado e isso talvez foi na época que o filme estava sendo feito, eu vou poder tocar violão bem o suficiente para fazer esse papel.

Imagista: Quando você não está trabalhando, fora tocar violão, o que você faz para se divertir?
Troian Bellisario: Dança. Eu amo correr e sair para caminhadas com meu cachorro e me perder na música. Entretanto, quando eu vou para aulas de dança, não há nada nesse mundo que me faz sentir assim, eu estou procurando por um papel que me faça sentir da maneira que a dança me faz sentir. Volta para a coisa da estrela do rock, que completa “deixe tudo aí” e auto expressa algo que às vezes a atuação não te dá.

Imagista: Você mencionou o teatro anteriormente, é algo que você estaria aberta a fazer?
Troian Bellisario: Sim, eu sinto muita falta do teatro, eu fiz uma peça ano passado em San Diego e foi apavorante mas ao mesmo tempo foi tão divertido porque eu senti falta de tentar descobrir como usar meu corpo. Você perde a prática com essas coisas e se não está acostumada a se apresentar na frente de centenas de pessoas, da ponta do seu nariz até a pona do pé você fica travada e se torna um péssimo hábito. Para mim, poder ter outra chance no teatro seria como aula de dança, aquele sentimento que eu amo muito.

Imagista: Como é encerrar uma série de sete temporadas?
Troian Bellisario: É tudo, um sentimento um pouco agridoce. É sempre difícil fechar um capítulo da sua vida porque você sabe que nunca vai voltar. É o fim de algo, para mim que durou mais que o ensino médio e a faculdade então é um sentimento louco. Nove meses do meu ano eram gastos gravando então a série se tornou uma grande parte da minha vida. Acho que a melhor parte sobre tudo isso é que agora finalmente podemos compartilhar a conclusão dessa história e estamos muito animados para nossos faz verem como foi encerrado.

Fonte: Imagista

Para ver alguns scans da revista (não todos pois o valor da revista completa é $36), clique nas miniaturas abaixo:

imagistascan-001.png imagistascan-004.png imagistascan-005.png imagistascan-007.png

 

Publicado por   |   Armazenada em: Entrevistas, Galeria, Photoshoot, Pretty Little Liars
11.07.2017

“Spencer me ajudou a crescer e fortalecer minhas habilidades como atriz.” Troian para o The Laterals

Troian concedeu uma entrevista, acompanhada de um lindo photoshoot ao site The Laterals, onde conta mais sobre o fim de PLL, seus próximos projetos e distúrbios alimentares. Confira a entrevista traduzida abaixo:

Depois de muito tempo, Pretty Little Liars chegou ao fim. Depois de 7 temporadas e 160 episódios, a identidade do vilão da série foi finalmente revelada, deixando os fãs em um estado de incredulidade. Troian Bellisario está no mistério de assassinatos desde o início. Depois de todos esse anos, ela pode transformar e cultivar sua personagem trazendo uma amplitude de profundidade única para a protagonista da série, Spencer Hastings. Por mais agridoce que seja, Troian não está só sentada na margem. O fim dessa amada série lhe deu a chance de descobrir seu próximo grande ato.

Embora ela seja conhecida por seu papel em Pretty Little Liars, Troian é uma veterana em Hollywood. Filha de renomados produtores de televisão, a maioria produzida pelo seu pai. Independentemente de como ela conseguiu os papéis, era claro que Troian tinha um comando artisticamente notável. O glamour era parte de sua paisagem, mas ela nunca se deixou cegar. Mesmo jovem ela estava ciente das complexidades; que você tem que tratar como negócio se você quer uma carreira longa. Crescer na indústria, Troian viveu isso, viu isso, fez isso, foi lá e ainda pegou uma camiseta.

No entanto, estar no centro das atenções não era sempre tão lindo. Durante seus anos de ensino médio, Troian enfrentou pressões e problemas pessoais que resultaram em um distúrbio alimentar. Através dessa experiência, ela pode aprender a honrar a si mesma, sua saúde e ultimamente, sua felicidade. Para ser lançado esse verão, Troian escreveu e estrela em seu último projeto, Feed, uma obra semi-biográfica sobre lidar com a doença. Ela compartilha um lado obscuro da atriz, ao mesmo tempo que mostra sua aptidão excepcional como escritora.

Troian está fechando o capítulo de PLL, embarcando no desconhecido; mas ela não está fazendo isso sozinha. Ela recentemente se casou com o namorado de longa data, o ator de Suits, Patrick J. Adams. No topo disso, Troian está encerrando seu mandato na série com um crédito de diretora, outra conquista para adicionar em seu dossiê de trabalho. Não há dúvida que é uma época excitante para Troian Bellisario, ela segura o mundo inteiro com a palma de sua mão. E não tem mentira aí.

Ambos dos seus pais são indivíduos bastante renomados na indústria do entretenimento. Como foi crescer nesse mundo e como ele te moldou para quem você é hoje?
Acho que a pergunta mais fácil de responder seria: como o trabalho deles não me moldou! Graças ao meu pai e minha mãe eu cresci em um set, em um escritório de produtores e em um lote. Eu era muito afortunada de experienciar esses ambientes desde que posso lembrar, o que foi muito bom quando me descobri trabalhando com eles. Meus pais sempre foram os mais inspiradores contadores de histórias e eles me ensinaram muito sobre o negócio do entretenimento mas também o ofício de contar uma história. Se eles estavam dirigindo um episódio na televisão, ou trabalhando em uma história enquanto faziam risoto para o jantar ou apenas me contando uma história para dormir, eles sempre compartilhavam o processo e seu trabalho comigo. Eles me ensinaram que não era uma magia indescritível, ou algo tipo musa inspiradora; escrever, dirigir e criar são seus trabalhos e exigem dedicação e trabalho árduo.

Embora pareça que sempre foi claro para você o que você queria fazer na indústria, se você pudesse prosseguir em qualquer outra carreira, qual seria?
Acho que foi Sam Shepard que disse algo tipo, a primeira escolha de todo mundo na vida seria “estrela do rock”, mas descobrimos qual será nosso plano B e vamos daí. Sim, bom, ele também disse isso ou estou começando um rumor sobre Sam Shepard, ha! Mas se ele não disse, tenho quase certeza que ele concordaria comigo. Eu sou muito afortunada, eu sempre quis trabalhar como atriz e até então, vem dando certo. Mas já que o lance de estrela do rock está fora (eu preciso de mais talento musical) eu admito que eu sempre fui apaixonada pelas ciências. Eu queria ser uma patologista forense ou uma bióloga marinha.

É claro, todos te conhecemos por seu papel como Spencer Hastings na série da Freeform, Pretty Little Liars. Como você se sente de encerrar um grande capítulo da sua carreira? Gravar o último episódio deve ter sido muito emocionante para todos vocês.
Ainda estou em choque. Vem em ondas. As meninas e eu ficamos muito tristes sobre o fim, sobre esse capítulo ter sido escrito em nossas vidas; mas, sinceramente, todas as coisas boas chegam ao fim. Por mais que dar adeus a Spencer tenha quebrado meu coração, eu sinto que está na hora de seguir em frente. Nossos fãs vem sendo incrivelmente apoiadores mas eles também estão crescendo. Eu quero que eles olhem para trás e vejam a série como algo especial e lindo. Eu não quero que eles fiquem entediados disso.

Mas sim, gravar o último episódio foi um sentimento agridoce que eu nunca tinha experienciado antes. Foi como estar apaixonado com alguém mas saber que tem que terminar para viver uma vida diferente. Dizer adeus te deixa mais consciente de quanto você os ama. Eu senti tudo devagar nas duas últimas semanas de filmagem. Eu me diverti mais, ri mais com as pessoas, chorei mais, diabos, eu provavelmente cheirei as coisas com mais precisão do que eu cheirei nos últimos 7 anos no set porque você sabe que a areia está terminando na ampulheta. Você quer levar cada pedacinho disso com você, mas não pode. Já foi embora.

Depois de interpretar Spencer por 7 temporadas, como você conseguiu crescer e desenvolver esse personagem à medida que a história se desenrolou?
Os escritores dessa série foram incríveis. Cada um deles me ajudou a construir Spencer de uma menina para uma mulher. Todos sabíamos que ela era uma personagem inteligente e divertida, mas sua vulnerabilidade, seus erros, sua lealdade, e acima de tudo sua habilidade de se dobrar mas nunca quebrar, isso foi algo que construímos juntos a cada episódio.

Acho que todos sentimos uma liberdade com ela conforme os anos foram se passando; levar os riscos ao máximo, e quando fazíamos isso me testava como atriz. Fazer a escolha juntos de deixar a Spencer parar no Radley, ou lutar com vícios, ou descobrir que ela foi adotada e eventualmente levar a Alex… Bom, eu tive que ir crescendo para cada ocasião como atriz. Spencer me ajudou a crescer e fortalecer minhas habilidades como atriz.

Queremos saber todos os seus segredos. Depois de passar tantos anos com esse elenco e equipe incrível, compartilhe conosco algumas das suas histórias favoritas dos bastidores.
Eu sei que para alguns isso não vai ser um segredo, mas sempre foi minha coisa favorita sobre os sets. Os quartos das meninas estavam todos conectados por um corredor. Eu amava assistir a série sabendo que cada vez que alguém entrasse no quarto da Emily pela esquerda, eles estavam vindo do quarto da Spencer e se eles continuassem indo eles acabariam no quarto da Hanna e o da Aria. Costumávamos usar essa vantagem nos episódios da Dollhouse, quando nossos “quartos” que A nos manteve eram todos próximos um do outro, conectados por um corredor de cimento.

Você recentemente terminou de filmar um filme de ficção científica, Clara. Não é apenas um grande desvio de seus trabalhos anteriores, mas você estrelou ele ao lado do seu marido, o ator Patrick J. Adams. Como foi essa experiência para você?
Foi uma explosão total. É uma alegria trabalhar com alguém que você conhece tão intimamente. As emoções nunca estão muito longe de alcance e você se sente confortável instantaneamente em uma cena. Também é um desafio da melhor maneira porque ele é incrivelmente talentoso. Trabalhar com ele sempre me deixa melhor porque ele segura sua mão no fogo, você não pode sair com nada menos que o melhor com ele.

Seu último projeto é um pouco mais pessoa, e você escreveu e estrelou nele. Nos conte um pouco sobre seu filme, Feed.
Eu estava há 3 anos na recuperação da anorexia e eu ainda tinha problemas descrevendo para as pessoas que lidar com um distúrbio alimentar é mais que apenas não querer comer. Doenças mentais são muito complicadas e na maior parte do tempo invisíveis. Se alguém está doente fisicamente você pode ver manifestações no exterior de sua doença ou machucado e oferecer ajuda para aliviar a dor ou trabalhar para restaurar a saúde. Sua perna está quebrada? Aqui está um gesso para ajudar a consertar o osso. Você está com febre? Fique na cama e beba muito líquido, etc. Mas uma doença mental? Não tem exame no cérebro que pode detectar um distúrbio alimentar, mas ainda sim é a doença mental que mais mata, recuperação é incrivelmente difícil e morte é tragicamente comum. Essa é uma doença que é extremamente dolorosa; ameaça a vida, mas às vezes pode aparecer externamente. Sim, às vezes as pessoas com distúrbios alimentares perdem peso de maneira drástica que você pode ver claramente elas pedindo ajuda, mas algumas pessoas lutando com essa doença podem parecer “saudáveis” do lado de fora e ter uma guerra rolando dentro deles mesmos. É horrível e além disso, também gera incompreensão e não é falado o suficiente.

Depois de ser hospitalizada e ver tantos homens e mulheres diferentes, jovens e velhos, que estavam lutando com um distúrbio alimentar e lidando com suas próprias experências e processos de recuperação eu percebi que eu não poderia contar todas as suas diferentes histórias. (Não sou uma escritora tão boa). Mas eu queria começar uma conversa sobre essa doença. Eu queria achar uma maneira de fazer alguém que nunca nem pensou sobre distúrbios alimentares, tivesse empatia com isso, mesmo que fosse por só uma hora e meia. Eu queria encorajar alguém que pode estar lutando silenciosamente a falar com seus amigos ou família e pedir ajuda. Eu queria que as pessoas soubessem que lutar contra essa doença é mais que querer estar magra. Afeta homens e mulheres, de todas as raças, todos os fundamentos socio-econômicos e religiões, porque é uma doença série, não apenas uma dieta ou uma escolha.

Então, eu pensei, que maneira melhor de tentar começar uma conversa do que um filme. Em um filme você pode usar a narrativa para colocar o público na mente do personagem. Se você conseguir colocar o público dentro da experiência da doença então talvez eu poderia inspirar empatia para aqueles que vivem com isso e gerar conscientização para a doença em si e também identificar os sinais. Então, eu escrevi, Feed. Eu sei, eu sei, é um pouco ambicioso e muito para um primeiro filme, mas estou orgulhosa dele. Não é perfeito de maneira alguma, mas eu espero que comece uma conversa e inspire as pessoas que podem estar lutando a encontrar ajuda.

O filme aprofunda os aspectos psicológicos e físicos da anorexia. Você já falou abertamente sobre sua experiência com a doença. Como foi se preparar para imergir a si mesma nesse papel?
Foi difícil. Honestamente, eu estava assustada porque me envolver com essa personagem significava me envolver com alguém que tem a doença. Eu trabalhei por muitos anos para me recuperar, e eu vou ser honesta, não é sempre fácil e ainda é uma jornada. Recuperação não é algo que você só consegue e então não precisa mais olhar para trás, é uma escolha constante. Então, dar as boas vindas com braços abertos para as compulsões, restrições e as vozes de volta na minha cabeça e coração, eu estava muito consciente do desafio e do risco. Felizmente, eu tenho uma família incrível, amável e apoiadora que estava lá para mim. Eu trabalhei de perto com uma nutricionista para perder peso e então, mais importantemente, colocá-lo de volta depois sob os olhares de um profissional médico. E acima de tudo eu trabalhei para ter certeza que estava fazendo esse filme pelas razões certas. Meu diretor, Tommy Bertelsen, que também é meu melhor amigo, foi maravilhoso. Ele teve certeza que eu soubesse que ele estaria ali por mim, não importava o que acontecesse. Ele disse, “Vá o mais longe que você precisa ou sente que pode ir, mas não coloque em risco sua saúde mental e física por isso. Eu vou caminhar com você até o limite disso, mas eu não vou deixar você voltar.”

Quais foram alguns dos aprendizados depois que o projeto estava completo?
Eu aprendi muito sobre o processo de contar uma história. Como tecer uma narrativa, quais coisas envolvem o público e quais coisas perdem o público. Eu aprendi sobre não ter o tempo ou o dinheiro para fazer as coisas da maneira que você imaginava na sua cabeça e os sacrifícios envolvidos em deixar isso pra trás. Essas foram as lições difíceis, mas essas são as lições de um primeiro filme. Você tem que experienciar essas falhas porque essas são as experiências que você leva com você para o próximo projeto. É como você cresce como artista… Eu espero!

Se você pudesse falar com alguém que estivesse sofrendo de distúrbios alimentares, quais palavras de apoio você daria?
Se você sentir que está sofrendo ou lutando de alguma maneira, por favor, peça ajuda. Fale com seus amigos, sua família, peça por ajuda e apoio. Tem recursos incríveis no site da National Eating Disorders Association (NEDA) que podem te apontar a direção de tratamento e ajuda. Você não precisa sofrer em silêncio, doenças mentais são sérias e merecem tratamento.

Você se tornou um modelo para jovens mulheres e homens ao redor do mundo. Como é ter uma fanbase tão incrível?
É esmagadoramente maravilhoso. Honestamente, eu luto muito com a questão de dignidade. Eu faço o suficiente para comunicar minha gratidão? Eu forneço apoio para as mulheres e homens que me acompanham com uma mensagem positiva e honesta? Eu quero continuar animando eles da mesma maneira que eles fazem por mim, então isso me mantém envolvida ativamente e crescendo constantemente dentro e fora da tela.

Pretty Little Liars é nosso melhor prazer culpado (ou nem tão culpado, para ser honesta). Qual o seu?
Eu sei, certo?! Eu luto com esse termo. Prazer culpado implica vergonha, e eu não quero que tenha vergonha de fazer ou assistir o que você ama. Quando eu conheço pessoas que dizem, “Sua série é meu prazer culpado.” Eu fico meio, “Porque, você está tendo um caso?” Se você gosta da série, ótimo! Se não, está tudo bem também! Mas, eu tenho orgulho das séries que eu assisto! Especialmente as sensacionais… Game Of Thrones, com certeza. Todos meus amigos se juntos para comer pizza e assistir.

Nos conte duas verdades e uma mentira.

  • Assistir TOWIE (ou The Only Way Is Essex) para trabalhar no sotaque da Alex Drake. É o primeiro e único reality show que eu assisti nos últimos 10 anos.

Verdade: Eu queria que Alex tivesse um sotaque de Essex e assistir essa série foi uma maneira fácil de ter isso no meu ouvido por horas. Eu odeio reality shows então eu nunca assisto, mas essa série é muito viciante!

  • Eu fiz o cálculo recentemente de quantas horas eu trabalhei no set de PLL e foi quase 7,000!

Mentira: Foi algo entre 9,500-10,000.. Louco né?

  • Eu estou escrevendo essa entrevista a uma altura de 35 mil pés.

Verdade: Estou voando sobre Denver, Colorado enquanto conversamos.

Fonte: The Laterals

Para ver as fotos do photoshoot em nossa galeria, clique nas miniaturas abaixo:

thelaterals-003.jpg thelaterals-009.jpg thelaterals-006.jpg thelaterals-013.jpg

 

30.05.2017

“Eu realmente sinto que Pretty Little Liars foi o primeiro passo na minha carreira” Troian para a Interview Magazine

Troian foi entrevistada no mês passado pela Interview Magazine e fez uma pequena sessão de fotos para a revista. Na entrevista ela fala o que virá a seguir em sua carreira, o fim de PLL e seu filme Feed. Confira traduzido abaixo:

“Todos ficam me perguntando, ‘O que vem a seguir?'” diz Troian Bellisario no telefone. Ela está falando com sua amiga de longa data e diretora ocasional de PLL, Lesli Linka Glatter. “Eu realmente sinto que Pretty Little Liars foi o primeiro passo na minha carreira, minha base. A mesma coisa com seu novo filme Feed – é o primeiro passo não apenas no mundo do cinema para mim, mas como escritora. Agora eu só quero sentir que tem um momento a frente,” ela continua. “Acho que está na minha mão continuar a criar minhas próprias oportunidades.”

Criada em Los Angeles, Bellisario cresceu na indústria de filmes e televisão: seu pai é o escritor, diretor e produtor Donald P. Bellisario (NCIS; Quantum Leap; Magnum, P.I.) e sua mãe é a diretora, produtora e atriz aposentada Deborah Pratt. Desde que se formou na USC em 2009, Bellisario vem trabalhando constantemente. Pelos últimos sete anos, ela estrelou como Spencer Hastings na série Pretty Little Liars, que está na temporada final. Mais cedo nesse mês ela fez sua estreia como diretora na série, e em julho ela lançará Feed, o filme que ela escreveu, atuou e produziu baseado em sua experiência pessoal com um transtorno alimentar.

Lesli Linka Glatter: Olá, Troian. É ótimo ouvir sua voz.

Troian Bellisario: Olá. Onde você está agora?

Glatter: Estou em LA, no lote da Universal, acredite ou não. Estou no prédio do Johnny Carson. Foi aqui onde tive meu primeiro contrato, então é como voltar para os velhos tempos. Gravando somente fora de LA durante anos, é uma viagem estar de volta ao lote.

Bellisario: Parece menor do que você lembra?

Glatter: Não, não parece menor, mas eu lembro do meu choque e felicidade como uma dançarina moderna, coreógrafa vindo ao lote pela primeira vez. Eu ainda sinto a mágica de ser uma contadora de histórias, e eu amava isso, mas não tenho a mesma coisa de quando vim aqui pela primeira vez e vi as pessoas em fantasias no set – a casa do Norman Bates na colina, a rua de New York, a vila francesa. Apenas a ilha da fantasia de tudo isso. Uma das coisas que são incríveis para mim, Troian, é que nos conhecemos através da sua mãe

Bellisario: Sim.

Glatter: Não foi a reunião clássica em uma audição, foi um primeiro encontro pessoal. Você era muito nova. Sua mãe, Deborah Pratt, e eu nos conhecemos enquanto eu dava aula no American Film Institute – um workshop de diretores para mulheres. Deborah foi uma das mulheres nesse programa e imediatamente nos conectamos. Eu pude trabalhar com sua família e imediatamente quando te conheci, pensei, “Quem é essa pessoa nova e incrível?” Isso continuou até que eu pudesse te conhecer.

Bellisario: Eu lembro de ir a sua casa e passar um tempo com o Nick.

Glatter: Com o Nick, meu filho, e seu irmão, Nick. Os dois Nicks.

Bellisario: Os dois Nicks. Eu lembro de estar feliz com o trabalho que você estava fazendo. Quando descobri que você estaria na sala em uma das chamadas de Pretty Little Liars, eu lembro de ter uma conversa com você dizendo, “Eu nunca fiz isso.” Eu cresci correndo pelos estúdios da Universal, mas fazer audições para pilotos foi algo totalmente novo. Eu nunca vou esquecer a conversa que tivemos sobre o que esse trabalho significaria, o que implicaria se fizéssemos o piloto, e o que você viu que seria história.

Glatter: A coisa que foi irônica sobre tudo isso é que Marlene King, que criou Pretty Little Liars, e eu fizemos um filme juntas. Now and Then de 1995. Ela escreveu, eu dirigi, e tivemos uma ótima experiência juntas. Quando ela me enviou Pretty Little Liars, eu pensei, “Isso é ótimo o suficiente e eu estava realmente interessada em fazer, e ainda sim era sobre as emoções reais e tem mistério.” Eu não sabia, mas eles já haviam lido você, e eu fui até a fita e lá estava você. Você estava na USC e tinha feito toda a preparação de ator para o teatro, então você era uma atriz treinada. Eu fiquei espantada com a profundidade do seu trabalho. É realmente excitante ver você se desenvolver, agora se tornando uma escritora e diretora.

Bellisario: Obrigada. Eu sei que você me contou a história antes, mas é fascinante para mim. Você pode me contar sobre o momento exato que você trocou uma carreira de sucesso como dançarina para uma maneira totalmente diferente de contar histórias?

Glatter: Sim, é uma história louca. Eu era uma dançarina moderna e coreógrafa, e eu passei seis anos em Paris e Londres. Então eu ensinei muito, coreografei e me apresentei no Far East. Eu estava no Japão, em Shinuya (Tókio) e eu queria um copo de café. Tinham duas cafeterias – uma na direita e uma na esquerda – e eu arbitrariamente escolhi a da direita, e minha vida mudou para sempre. Naquela cafeteria tinha um japonês de 70 anos. Havia apenas uma cadeira sobrando – e era na mesa dele. Ele acenou para mim e eu sentei com ele, e eu não deixei a cafeteria pelas próximas seis horas. Ele falava 12 idiomas e tinha sido o correspondente da guerra e tinha literalmente trabalhado pelo mundo todo. Ele foi um monge budista, ele cuidou dos negócios do jornal The Asahi Shimbum na épica. Ele se tornou meu pai japonês e eventualmente me contou uma série de histórias que era extraordinárias e profundas. Tudo isso aconteceu na véspera de Natal, mesmo que ele fosse budista, durante as diferentes guerras, e fosse todo sobre a conexão humana. Quando ele me contou essas histórias, eu sabia que tinha que passá-las adiante e eu sabia que não era na dança. Se eu não tivesse entrado naquela cafeteria, eu ainda seria uma coreógrafa.

Bellisairio: Eram essas histórias sobre a dança?

Glatter: Não eram na média? Eu senti que eu precisava contar a história narrativa. A dança entra dentro do subconsciente e a história por baixo, mas não te diz a narrativa literal. Funciona de maneira diferente, em um nível diferente. Eu senti que tinha recebido essas histórias por uma razão, e é por isso que se tornou meu primeiro filme. Eu fiz tudo que eu fui dita para não fazer se eu quisesse um trabalho em Hollywood: o filme foi três quartos em japonês, tinha flashbacks, narração, uma parte na segunda guerra e teve um personagem branco nele. Mas eu não liguei porque eu queria contar aquela história em particular. Eu sei que sua escrita vem de um lugar lindo e profundo. E como atriz, você está sempre explorando, mas é realmente fascinante para mim que você fez a escolha de estar no banco do motorista. Me conte sobre isso e no que você está trabalhando.

Bellisario: Eu acho que isso são as raízes dos meus pais me falando que se tem uma história que você sente vontade de compartilhar, então você é responsável para fazer isso. Você não pode pedir para alguém pegar uma parte nessa história – ou você pode, mas você terá que lidar com qualquer erro que aconteça. Se a história não termina sendo contada da maneira que você originalmente ouviu ou que você sente que precisa ser expressada, está com você. Antes de entrar para PLL, eu me formei e consegui um emprego no Geffen [Um teatro em LA] para fazer a produção de uma peça chamada Equivocation.

Glatter: Você era a protagonista na peça, certo?

Bellisario: Eu era a única mulher nela – tinham outro quatro caras – e eu era definitivamente a mais nova. Eu estava em um intenso primeiro emprego e eu sabia que ficaria tão nervosa que eu não poderia sair e fazer audição para outras coisas. Tinha esse vazio em mim que eu queria, não encher, mas ocupar. Eu senti que tinha uma história em mim que não tinha sido contada, e era uma história muito pessoal e veio de um ponto da minha vida quando eu senti que tinha experienciado algo, e até hoje, eu não conseguia fazer ninguém entender – mesmo as pessoas que eu amo, mesmo meu namorado ou minha mãe ou meu pai – em como o que eu experienciei foi para mim. Era sobre um distúrbio alimentar, eu descobri que tinham tantas pessoas que pensavam que estavam perdendo peso e sendo magras, e eu não conseguia fazê-los entender que era sobre controle em um nível muito, muito literal. Então eu pensei, “Se eu posso contar uma história que ponha o público em uma posição de fazer uma escolha semelhante a escolha que eu fiz em minha vida, talvez eu consiga que eles se simpatize.

Glatter: Tantas pessoas esperam e não tomam as medidas ativas para ir criar algo; elas serão mais reativas. O fato de você ter dado esse passo, além de ser uma atriz no trabalho de outras pessoas, eu acho que é um balanço incrível para acertar em sua carreira de contadora de histórias. As pessoas entenderam? – sua família e namorado e as pessoas ao seu redor? Eu lembro de ler o script e pensar, “Isso é realmente poderoso e pessoal e muito emocionante.”

Bellisario: Obrigada. Eles me apoiaram muito. Eles ficaram com muito medo, o que eu entendo totalmente. Eles passaram por muita coisas me assistindo e se sentindo impotentes. E eu estava dizendo, “Hey gente, eu sei que eu passei por muita terapia e muitos corações partidos para me deixar forte o suficiente para viver sem essa coisas, mas na verdade eu vou fazer um filme onde eu volto e me envolvo completamente com isso.” Não foi fácil; foi como me envolver com um vício. Uma das coisas que eu queria que o filme explorasse era que uma vez que você tem esse relacionamento, quando você tem esse problema mental ou essa doença, ela nunca vai embora. Suas sinapses são conectadas de uma maneira que você vai sempre sentir essa compulsão, mas você vai crescendo e criando uma vida mais saudável e passa por muita terapia, você tende a se sentir mais capacitada quando se trata de fazer escolhas. Meus caminhos neurais estavam sempre ligados a doença, então quando eu me envolvi com o filme, foi como cutucar um dragão adormecido. Foi incrível para mim perceber, “Oh Deus, isso tudo só está embaixo da superfície. Eu fiquei muito boa em ignorar ou escolher não me envolver com isso.” Mas é incrível que você pode ter essa grande ameaça de vida sendo uma parte de você e ainda viver dentro de você, e quase domá-la de uma maneira estranha.

Glatter: Certo. E fazendo isso, capacitando outros homens e mulheres que tem os mesmos problemas e poder ver isso de outra maneira.

Bellisario: É isso que eu espero, e é por isso que, para mim, tinha que ser um filme. Não poderia ser um documentário sobre minha experiência, não poderia ser só eu contando os detalhes da minha história, tinha que ser uma narrativa que não era sobre mim.

Glatter: Quando você era uma criança crescendo com pais nos filmes e televisão, foi algo que você fanatizou para fazer? Era um mundo que você queria fazer parte?

Bellisario: Sim. Era um mundo que eu sabia e que eu via ambos pai e mãe tão apaixonados e engajados. Crescer no set, eu senti que tinha um microcosmo que eu sempre estaria. Eu não sabia se eu estaria em uma vila de vídeo com você ou minha mãe ou meu pai, ou se eu estaria na sala dos escritores, ou se eu estaria na sala de figurino ou de set ou maquiagem ou cabelo, mas era o mundo que eu conhecia muito bem. Mesmo quando fiquei mais velha, eu comecei a descobrir que os trabalhos que eu queria estavam todos conectados com uma história. Por um tempo, eu fiquei meio, “Eu quero ser uma paleontóliga,” e eu percebi que era porque eu tinha visto Jurassic Park. Então ficava, “Eu quero ser uma patologista criminal,” porque eu tinha assistido O Silêncio dos Inocentes. Eu percebi, com esses empregos diferentes, que eu tinha me conectado com a história deles. Eu queria habitar não apenas um mundo, mas muitos mundos diferentes.

Glatter: Isso é muito interessante. Eu queria ser uma astronauta, então cá entre nós, teríamos abordado muitos campos lá. Mas é interessante que contar histórias é o que nos linkou a tudo isso, e quando você chega ao núcleo, é o que você queria fazer, em qualquer lugar que o negócio te leve.

Bellisario: Vem sendo uma mudança interessante para mim, e Pretty Little Liars realmente apoiou isso, pular de atriz para escritora e diretora. Embora eu tenha escrito Feed antes de conseguir o papel da Spencer, eu não produzi nada ou escrevi nada que foi feito imediatamente até eu estar no set de PLL e me encontrar frustrada. Eu me encontrei tentando comunicar algo em uma cena, e alguém tinha o ponto de vista realista, e eles falavam, “Será que você pode só dizer a fala? Vamos seguir em frente porque temos que conseguir isso.” Eu estava tão indignada e frustrada, e aí percebi, “Não, Troian, seu trabalho é estar aqui e falar essa fala. Se você quer realização criativa ou contar uma história [particular], você precisa fazer disso seu emprego e criar a oportunidade para você mesma.” E nessa virada na primeira temporada de PLL, eu escrevi meu primeiro curta metragem. Então eu marchei para o escritório da produtora de PLL, Lisa Cochran e disse, “Como você produz um curta metragem?” E ela – maravilhosa como é – sentou comigo e disse, “É assim que você produz algo.” Então eu fui até o Richard do transporte e disse, “Como eu consigo um carro? Eu preciso de um trailer.” E eu acabei usando PLL como minha escola para escrever e produzir, e eventualmente para dirigir.

Glatter: Isso é fantástico. Como foi dirigir PLL? Obviamente é uma série que você está há muito tempo, como foi a experiência?

Bellisario: Acho que é muito semelhante a você; toda vez que você volta e dirige um episódio, ou mesmo quando você está no estúdio e passa por nós, é como um retorno para casa. Há uma família lá. Embora eu tenha recebido as rédeas, eu me senti honestamente meio, “Gente, vamos levar essa festa no ônibus e pegar a estrada juntos. Vamos fazer o filme caseiro mais divertido de todos.” Foi como eu me senti depois de sete anos vivendo nesses sets e trabalhando com essa equipe – eu senti que estávamos juntando a família e fazendo algo que era só nosso. Você também sabe do que as pessoas são capazes e o que elas passaram, não apenas em suas vidas, mas artisticamente. Eu senti que tiveram muitos momentos, porque quando eu estava na posição de diretora, onde pude olhar para Lucy Hale e dizer, “Eu sei que você vem querendo explorar esse aspecto da sua personagem por sete anos, e eu quero que você foque nisso nesse take.” Então pude vê-la como uma artista, ir e fazer aquilo. Eu senti um tipo diferente de acesso. Eu imagino que é o mesmo para você em Homeland.

Glatter: Sim, é muito íntimo e eu sou muito sortuda de trabalhar com Claire Danes, que é uma das atrizes mais destemidas que já estive e também um ser humano incrível que felizmente não se parece nada com sua personagem. Tem algo mais que você quer de um diretor agora que você já esteve dos dois lados da câmera?

Bellisario: Eu acho que agora quando eu vou me encontrar com um diretor, a coisa que eu mais me interesso é a voz deles. Quero dizer, visualmente também como a maneira que eles contam a história ou a maneira que eles trabalham comigo como atriz. Agora que eu aprendi a fazer uma lista de gravações e aprendi a cobrir uma cena, não é só reinventar a roda, mas você precisa ter um ponto de vista. Eu quero alguém que tem uma visão dessa história, que quer contar no seu ritmo, esse ritmo, essa cor.

Confira as fotos da sessão de fotos clicando nas miniaturas abaixo:

interviewmag2017-001.jpg interviewmag2017-004.jpg interviewmag2017-007.jpg

Fonte: Interview Magazine

09.05.2017

[Fotos+Entrevista Traduzida] Troian para a Coveteur

Durante sua passagem em NY para a inauguração da nova loja da Rituals, Troian concedeu uma entrevista para a Coveteur, onde falou sobre rotina de beleza, o fim de PLL e mais. Confira abaixo traduzido:

Não é fácil conseguir uma pele invejável e suave e – isso sabemos. Mas Troian Bellisario de alguma forma conseguiu fazer o impossível. Se você sabe alguma coisa sobre estar na frente de várias lâmpadas de flash e TVs 4K, é necessário mais que uma camada comum de maquiagem e a necessidade de uma pele saudável vem com o trabalho. E por isso quando encontramos a atriz na loja da Rituals, e ela parecia tão impecável ao vivo como ela parece na tela, nós imediatamente queríamos saber tudo. Ela estava lavando o rosto com mais do que um limpador (estamos fazendo tudo errado?)? Qual era sua rotina diária e noturna? Felizmente, ela respondeu nosso incessante questionamento, nos levando ao seu dia-a-dia, e também como ela está lidando com estas últimas semanas de PLL.

Porque ela não lava seu rosto de manhã:

“Eu li que quando você dorme, muitos dos bons e naturais óleos saem da sua pele, e você não quer acordar e lavá-los imediatamente, porque sua pele vai ficar muito seca. Então quando eu acordo de manhã, eu literalmente respingo água fria no meu rosto e coloco um hidratante com protetor solar. Então, vou para o trabalho e eu não tenho dormido bem, eu uso os Skyn Eye Pads, para acalmar meus olhos, mas geralmente, é um hidratante, um creme, e estou pronta. As manhãs são muito fáceis.”

O truque para a noite que ela usa desde que tinha 16 anos:

“Se eu estava trabalhando no dia, de noite eu uso um limpador de maquiagem para tirar a maquiagem e tento usar máscara. Às vezes, eu faço uma máscara de carvão, então eu lavo e faço uma máscara hidratante ou uma exfoliante. Geralmente, eu coloco um óleo para dormir e creme para os olhos. Minha mãe colocou isso em mim – acho que ela me fez começar a usar creme para os olhos quando eu tinha 16 anos. Se você usa quando não precisa, se torna um hábito e vai ficar sempre hidratado.”

Seu produto favorito da Rituals:

“A espuma de banho é incrível. Eu sinto que eu sou uma criança de novo porque quando você coloca, assim que entra em contato com qualquer umidade, se transforma nessa espuma bonita que tem um cheiro muito bom. Eu também aprendi que você pode se depilar com ela. Então é uma lavagem corporal, creme depilatório e é bom porque não seca sua pele.”

A parte de sua rotina de beleza que não mudou ao longo dos anos:

“Eu diria que definitivamente é o creme para olhos… E minha incapacidade de tirar toda minha maquiagem. Por mais que eu diga que eu tiro, eu vou pra PLL e a Rebecca [maquiadora da série], me diz, ‘Você ainda tem delineador.’ E eu fico, como?! Como perdi isso?! Eu não entendo. Então ela passa cinco minutos tirando minha maquiagem.”

Seu truque para tirar excesso de maquiagem nos olhos:

“Cotonete! Que também, descobrimos que não é para ser usado no ouvido. Eu sei que isso acontece, e eu sei porque eu estava em um banheiro e eu tenho certeza que ouvi Jessica Alba falando sobre isso com alguém. Ela falava, ‘Você ouviu que eles não estão legalmente autorizados a te dizer para colocar cotonetes em seu ouvido, porque você não deveria por?’ Então, cotonetes são apenas para tirar maquiagem dos olhos… Em Troian Bellisario.”

A parte de sua rotina de belez que mudou com os anos:

“Quando eu era adolescente, eu lavava meu rosto o tempo todo. E é claro, minha pele surtou. Então eu estava aprendendo coisas que se você lavar seu rosto antes de dormir, e estiver hidratado, certifique-se de tirar o excesso de óleos com uma toalha morna. Não atacar minha pele, as para deixar passar o que precisa.”

Como é o sentimento de PLL estar chegando ao fim:

“É definitivamente estranho. Eu ia assistir todos os episódios e twittar ao vivo, e então eu descobri, na verdade, que twittar era difícil porque eu queria assistir o episódio. Depois disso, só terão mais sete episódios, e depois seis, e aí cinco. Por mais que eu ame falar com os fãs, eu prefiro pegar o tempo para experienciar enquanto chega ao fim. Estou tentando tirar um dia de cada vez e estar presente para o fechamento desse capítulo, porque minha mente só quer pular para a finale. Eu quero sair e falar com os fãs sobre – ‘O que você achou? Você esperava?’ Blá, blá, blá. E eu realmente não quero fazer isso, respirar e aproveitar o momento na minha vida.”

Sobre a luta de estar presente:

“É muito difícil estar presente, especialmente com esses computadores que carregamos em nossas mãos. Eu sei que somos muito bons em multitarefa, mas agora multitarefa está em outro nível. Você tem que ter oito diferentes conversas ao mesmo tempo, enquanto posta sua vida e o último burrito que você comeu, e também comprar roupas online e trabalhar com essa ótima fundação que está fazendo isso. Quando você tem um computador em seu bolso, você deveria ser capaz de fazer todas essas coisas. Mas mentalmente, eu não acho que alcançamos os poderes dos computadores.”

Fonte: Coveteur

Troian também fez uma sessão de fotos para essa entrevista, confira em nossa galeria nas miniaturas abaixo:

troiancoveteur-001.jpg troiancoveteur-004.jpg troiancoveteur-003.jpg

Publicado por   |   Armazenada em: Beleza, Entrevistas, Galeria, Photoshoot
26.04.2017

W Magazine: Troian Bellisario na vida depois de Pretty Little Liars

Troian concedeu uma recente entrevista e fez um photoshoot para a W Magazine onde falou sobre a vida pós PLL e seu filme, Feed. Confira traduzido abaixo:

A primeira pergunta que faço para Troian Bellisario é mais uma declaração, e adiciono um: “Estou grata que você não morreu.”

Bellisario leva no passo; nesse ponto vem com o território. Depois de sete temporadas como Spencer Hastings, uma das liars no hit da Freeform, Pretty Little Liars, sua personagem está no trecho da casa, evitando a morte em cada turno pelas mãos do nefasto vilão, conhecido apenas como “A”. Mas a atriz não está satisfeita.

“Eu definitivamente tentei [ser morta],” ela disse. “A) Você quer uma cena de morte, e B) Na nossa série, seu personagem fica infinitamente mais interessante quando você morre. Eu honestamente sinto que para esse mundo ser realmente perigoso, uma das Liars deveria morrer. De outra maneira, “A” está apenas as colocando em perigo e ainda salvando elas.”

Se muito do lido acima é normal para você, então você não é um dos 2 milhões de telespectadores que avidamente assistem a série toda semana e usam a linguagem: “A, Uber A, Spoby, Sparia, The Jenna Thing”. É um dialeto que Bellisario é fluente nos últimos oito anos, mas o final da série está chegando em junho, as coisas estão prestes a mudar.

“Eu tinha 23 anos quando gravamos o piloto,” diz a atriz, agora com 31 anos. “É tempo que você vai para o ensino médio, é mais longo do que a faculdade; a única coisa que durou esse tanto em minha vida é o relacionamento com meu agora marido. Isso sempre será minha família e minha casa. Eu sei que será diferente a partir desse ponto, mas eu não sei como eu posso realmente dizer adeus para algo que é tão integral para mim.”

Embora os episódios finais apenas começaram a ser exibidos semana passada, a série terminou as filmagens em outubro, fazendo dos últimos seis meses algo como uma turnê do adeus extendido para Bellisario e suas colegas de elenco, Lucy Hale, Shay Mitchell, Ashley Benson e Sasha Pieterse. E uma emocional despedida.

“Quando eles disseram, ‘É o fim da série para Keegan Allen [que interpreta o interesse amoroso de Bellisario na série]’, eu fiquei meio, ‘Oh mey Deus, meu namorado está morto,'” lembrou a atriz. “E no próximo dia, eles foram muito gentis e nos colocaram para fazer uma cena juntas, então foram todas as meninas. Eu nunca vou esquecer a última cena que fizemos era da Lucy, e todas ficamos por trás das cenas, chorando histericamente… Depois, nós sabíamos que eles iam nos levar para fora, e normalmente tem umas 15 pessoas [da equipe] por aí. Tinham umas 50 pessoas por aí porque tínhamos esses livros do ano e todo mundo queria estar lá. Eu nunca vou esquecer, todos ficaram quietos e começaram a nos empurrar [para a frente]. Estávamos nos movendo para um momento só as cinco, e eu percebi, ‘Eles estão prestes a dizer as palavras.’ E aí tinha acabado.”

A atriz está saindo com um estrondo, embora, depois de ter dirigido um episódio da temporada, marcado para ir ao ar no dia 23 de maio, depois de anos de encorajamento da equipe. “Quando eu pude dirigir, eu não pude acreditar que levou tanto tempo,” ela diz. “E todos eram tão solidários; cada lugar que eu ia tinham high-fives.”

É um momento emocionante para Bellisario, não há dúvidas, mas um momento incerto também.

“Eu definitivamente tive essa crise de ‘Eu vou trabalhar de novo um dia?’ Porque é como se de repente eu não tivesse um emprego, e eu sempre sabia por oito anos que voltaria para o trabalho em março, teria o mesmo lugar no estacionamento, o mesmo camarim, tudo isso,” ela diz. “Eu nunca realmente lidei com o desemprego – eu estava muito feliz quando me formei na faculdade, consegui um trabalho em uma peça, onde eu conheci meu marido, e aí consegui Pretty Little Liars, e agora estamos aqui.”

Mas para qualquer um que conhece Bellisario, mesmo que por um momento, está claro que ela não vai ficar parada pelos próximos anos. Ela é cheia de vida e descaradamente apaixonada por atuar e o mundo que isso engloba. Faz sentido, já que é o mundo em que ela cresceu, graças aos pais: a atriz Deborah Pratt e Donald P. Bellisario, que criou Magnum, P.I., Quantum Leap, JAG e NCIS. “Desde bem pequena, eu lembro de me envolver no ofício,” ela diz. “Não era apenas sobre ser uma atriz e ser famosa porque eu via minha mãe e pai irem trabalhar todos os dias. Eu vi eles chegarem tarde e eles estavam exaustos. Eu sabia que teria que trabalhar muito.”

Então é isso que ela está fazendo. A atriz recentemente terminou de gravar Clara, um filme de ficção científica onde você a verá atuando com seu marido, o ator de Suits, Patrick J. Adams. “É realmente uma das melhores coisas que você faz quando pode trabalhar com seus melhores amigos,” Bellisario diz. “Eu conheço muitas pessoas que não gostam disso, e querem vidas separadas, mas tivemos vidas separadas por sete anos. Eu estava em Los Angeles e ele estava em Toronto e só podíamos nos ver por 24 horas, talvez duas vezes no mês. Nós somos pessoas independentes e não precisamos trabalhar juntos; é apenas divertido para nós.”

Depois tem Feed, um filme que Bellisario escreveu quando ela tinha 23 anos sobre suas experiências com transtorno alimentar, que sairá no verão (americano). “Quando eu estava no ensino médio, fui confrontada porque eu tinha perdido muito peso e as pessoas ao meu redor estavam preocupadas, e elas diziam, ‘Se você não ganhar peso, você não vai para a faculdade.’ E eu fiquei tipo, eu não posso ir de líder da turma de formatura para não ir para a faculdade,” ela lembra. “Eu achei que era um fracasso absoluto, então eu disse, ‘Sem problemas, vou comer.’ Mas esse não era o problema. O problema era que eu estava sofrendo com uma doença mental que não é resolvida apenas ganhando uns quilos.”

O ano seguinte, enquanto ia para a escola na costa leste, ela foi mandada para casa e hospitalizada pela doença. “Achei que era o fim da minha vida, mas aí percebi que era uma nova maneira de começar,” ela diz. “Saindo do hospital, a coisa mais frustrante era que as pessoas que eu amava ainda não entendiam minha experiência com a doença… Então eu sentei por um tempo e percebi que o que eu mais me sentia confortável fazendo era contar histórias, então por que não contar uma história sobre isso? Eu queria tentar colocar as pessoas como meu pai ou minha mãe ou melhor amiga no meu lugar para que eles pudessem experienciar o que eu sentia, e talvez entender.”

Devido a sua agenda ocupada por Pretty Little Liars, não foi até recentemente que o filme virou uma realidade, com Bellisario assumindo o papel principal. “Eu realmente escrevi isso porque queria encarnar esse papel, mesmo que muitas pessoas dissessem, ‘Isso talvez te colocaria em uma posição perigosa,'” ela diz. “Mas a coisa boa com o tempo que passou, mais distância emocional eu senti de meu envolvimento com a doença. A coisa difícil é que ela está sempre viva em você e quando você se envolve com isso, é tão alto, mas estou em um ponto diferente da minha vida.”

A atriz está dividida compreensivelmente em emocionada e petrificada. “É um filme que significa tudo para mim, mas também é meu primeiro filme,” ela diz. “Não é um filme perfeito. Estou nervosa especialmente para compartilhar um lado mais sombrio de mim com a minha fanbase, que sempre vem me apoiando, mas ao mesmo tempo, me faz querer não desapontá-los, especialmente quando se trata de um assunto que é importante. É aterrorizante.”

É essa combinação de emoções que resume Bellisario nesse momento, chegando a essa encruzilhada de coisas diferentes.

“Eu sinto que minha vida vai ser um pouco desgarrada por um tempo, e isso é emocionante e assustador, que são meio que o mesmo sentimento,” ela diz. “Eu sinto que pela primeira vez em minha vida eu posso decidir quem eu quero ser, e isso vai ser uma jornada.”

Fonte: W Magazine

Confira abaixo as fotos do photoshoot que Troian fez para a revista:

wmagazine-001.png wmagazine-003.png wmagazine-006.png

Publicado por   |   Armazenada em: Entrevistas, Feed, Filmes, Galeria, Photoshoot, Pretty Little Liars
27.02.2017

Footwear News: Troian fala sobre sapatos, red carpet e seus novos projetos

Troian concedeu uma entrevista para o site Footwear News para e fez uma sessão de fotos para o mesmo no mês passado. E hoje (27) a entrevista + fotos foram liberadas, confira traduzido abaixo:

Tem alguma coisa em Troian Bellisario. Leve em conta, por instância, sua habilidade de voar abaixo do radar e ser uma sensação global no Brasil ou Bali, dois recentes locais de visita. Desde 2010, Bellisario interpretou a perfeccionista Spencer Hastings em Pretty Little Liars.

No processo, a atriz e ativista ambiental (ela trabalha com o Burt’s Bees na campanha #bringbackthebees) e cultivou 12 milhões de seguidores no Instagram e Twitter (@SleepintheGardn).

Ela terminou recentemente de gravar a temporda final da série, e trabalhar em dois filmes, a atriz de Los Angeles está se preparando para um novo filme com seu marido Patrick Adams (de Suits).

Footwear News conversou com a estrela cativante.

Como a Califórnia afetou seu estilo?
Troian Bellisario: Tudo que eu fiz, tentei ser diferente do estilo daqui. O que eu vejo ao meu redor é surf, skate e cultura de garotas do vale, enquanto tudo que eu queria era usar um suéter gigante, meias e botas. Meu estilo é uma reação de ser uma garota da Califórnia. Eu amo Patti Smith e Katharine Hepburn. Elas tinham uma liberdade, selvageria e não se importavam. Isso para mim é mais sexy do que um vestido justo onde você não pode se mover.

Alguma influência fashion recente?
TB: Minha mãe tinha o estilo mais incrível, e quando eu fiquei velha o suficiente para usar as coisas dela, ela tinha jogado fora todas suas peças com design incríveis e manteve apenas as peças dos anos 80, que eu me convenci que nunca voltariam a moda. Mas ela estava certa, está voltando. Ela era uma dançarina que usava muito Calvin Klein e Ralph Lauren.

Como os sapatos se encaixam em um personagem em desenvolvimento?
TB: É difícil porque às vezes eles levam você as alturas – e isso me confunde. Você está ali, se mexe e fala diferente usando salto. É uma coisa muito importante para uma mulher. É a escolha dela e o jeito que ela se capacita, além de mudar a maneira como você se move através do espaço. Você pode basear um personagem nos sapatos. Se alguém usa só Converse em todo lugar, ela vai sentar e andar diferente da personagem que eu fiz em “Suits” que anda em saltos super altos.

Vamos falar sobre os sapatos que você usou no seu casamento no verão passado.
TB: Minha melhor amiga me apresentou ao Pskaufman, que é uma empresa de LA que faz sapatos a mão para dançarinos. Eu usei um bootlets com laço e salto do século 19. Estávamos ao ar livre. Eu sabia que não ia dar certo em salto alto. Eu sou uma pessoa do campo. Eles eram perfeitos. Quando eu troquei a roupa para um vestido dourado, eu coloquei um Aquazzura vermelho para combinar. Radical. Eles eram estranhamente confortáveis.

Quando você está se vestindo para um grande evento, quais são seus segredos?
TB: Meu estilista sabe que eu amo usar preto. Sapatos são o jeito de me fazer usar cores. É muito mais fácil para eu digerir. Eu amo roupas simples e lindas com sapatos inesperados.

Quais sapatos você deseja agora?
TB: Tem um par de botas que eu vi recentemente – acho que eram Alexander McQueen – eram impressionantes. Estou um pouco atrasada, mas eu não supero as botas Balenciaga. Eu não poderia me comprometer financeiramente com uma delas, por mais que eu quisesse. Eu também preciso comprar algumas sandálias. Eu preciso parar de comprar botas, por mais viciada que eu seja.

Em quais sapatos você tem um ponto fraco?
TB: Red Wings. Crescendo, eu era uma menina do Dr. Martens. Eu me sinto mais adulta neles. Eu roubei a ideia do meu marido.

Qual a pessoa mais estilosa que você conhece?
TB: Minha antiga colega de elenco Shay Mitchell, 100%. Lucy Hale ou Ashley Benson tem um estilo similar ao meu, mas Shay é a pessoa mais glamourosa. Ela tem uns trajes de banho mais bonitos que os melhores vestidos que eu tenho. E também minha amiga, Alex McKenna tem um guarda roupa que chamamos de Nárnia. Ela é uma rainha vintage.

Veja as fotos da sessão clicando nas miniaturas abaixo:

ENSAIOS FOTOGRÁFICOS > 2017 > FOOTWEAR NEWS

footwearnscan2017-002.jpg footwearnscan2017-003.jpg footwearnscan2017-004.jpg footwearnscan2017-002.jpg

REVISTAS > 2017 > FOOTWEAR NEWS – FEVEREIRO

footwearnscan2017-001.jpg footwearnscan2017-001.jpg footwearnscan2017-001.jpg footwearnscan2017-001.jpg

Publicado por   |   Armazenada em: Entrevistas, Filmes, Galeria, Matéria, Moda, Patrick Adams, Photoshoot, Scans
01.07.2016

[Fotos+Entrevista] Troian para a NKD Magazine

Havíamos anunciado em maio que Troian seria a capa da Naked Magazine (mais conhecida como NKD Mag) do mês de julho. E hoje (1), tivemos acesso as lindas fotos e a entrevista maravilhosa que Troian concedeu para a revista, confira a entrevista traduzida e as fotos da sessão abaixo:


“Talvez ainda tenha algum sangue em mim da noite passada”, Troian Bellisario admite quando chega no estúdio para fazer as fotos. Ela estava na Warner Bros, até as 3 da manhã na noite anterior, correndo na floresta usando salto, coberta em uma mistura de sangue falso e sujeira – o que é normal para Troian e suas colegas de elenco em PLL. Tem uma grande chance de essa não ser a última vez que ela passa a sexta feira assim, mas as gravações acabam em outubro, o tempo de Troian como Spencer Hastings está chegando ao fim.

Nascida e criada em Los Angeles, Troian cresceu nos palcos, indo com seus pais para o trabalho. Sua mãe, Deborah Pratt, era uma atriz, cantora e dançarina, e depois se tornou escritora. Seu pai, Donald P. Bellisario, que começou na marinha antes de ir para a propaganda, transferido eventualmente para a escrita e direção. “Meus pais criaram mundos para viver. Eles contam histórias”, ela diz. “Então foi isso com que eu fui criada”. Passando muito tempo em sets, Troian conseguiu sentir com exatidão o que ela queria para sua carreira e deslocou-se para a atuação quando muito jovem. Ela fez seu primeiro papel quando tinha 4 anos, mas achou falas repetidas 20 vezes muito chatas quando pequena. Até que ela achou Shakespeare quando era adolescente e foi totalmente apanhada para a atuação.

O teatro desenhou Troian para mais que a televisão e filme, inicialmente. Antes de PLL, Troian tinha planos de se mudar para New York para buscar ser uma atriz de teatro. Ela estava fazendo uma peça em Los Angeles na época da audição, ela não tinha ideia do que estava se metendo. “Eu achei que televisão era o mundo dos meus pais”, ela admite, “Eu fui para a USC (Universidade do Sul da Califórnia) e fiz teatro, que era o meu caminho.”

Troian não sabia nada sobre Pretty Little Liars a não ser que era baseado em uma série de livros e que seus agentes estavam muito animados com isso. Mesmo depois de conseguir o emprego ela não estava muito positiva que ela queria fazer isso, mas seus agentes continuaram falando o quão grande isso seria. E não foi até que ela gravou o piloto e começou a ver pessoas tristes com ela porque ela não era loira (como a Spencer dos livros) e ela realmente entendeu a magnitude desse projeto. Com sorte, fãs gostaram da Spencer na versão da Troian assim que a série começou a passar na TV. “Estava muito feliz que tivemos tempo, com nossa platéia, para me estabilizar como Spencer Hastings,” ela diz.

Independentemente da animação de todos a sua volta sobre a série, não tinha jeito de Troian se preparar para o que viria pelos próximos 8 anos de sua vida. Depois de 5 temporadas tentando descobrir quem era -A, a série fez um dramático pulo no tempo no meio da sexta temporada e preparou para o que se tornaria o mistério final da série. Mas tem também o assunto de quais casais vão ser endgame (uma fala da internet para quem vai terminar junto). E enquanto a maioria dos fãs está torcendo por Spoby (Spencer e Toby [Keegan Allen]), Troian não acha que Spencer tem que terminar com alguém. “Acho que a coisa interessante é que ficamos muito apegados à casais na televisão, acho que para mim, minhas série favoritas, não é sobre os casais e se vão ficar ou não”, ela diz. Ela está mais interessada em assistir os personagens se desenvolverem, e aproveitar quando o personagem se torna uma pessoa diferente do que era no começo. “O que eu acho inegável, foi que (Spencer e Toby) cresceram, e ele entrou para a polícia e ela continuou a fazer aquelas merdas tortuosas, e ser uma criminosa e uma delinquente…” Troian sai dos trilhos, rindo, “Spencer quer ser uma cidadã global, e Toby quer ser um policial de cidade pequena.”

Uma das cenas favoritas da Troian para gravar foi um flashback de Spencer e Toby e o susto da gravidez, que apareceu depois do pulo no tempo. “Foi a primeira vez, nessas circunstâncias, que esses personagens olharam um para o outro e disseram, ‘Eu te amo, mas eu quero uma vida completamente diferente. E está tudo bem, só quer dizer que tenho que deixar você ir'”, ela diz, “Eu acho que é uma lição importante para ensinar para as jovens e os jovens. O primeiro amor de sua vida é incrível e maravilhoso, mas não quer dizer que seja a pessoa que você vai ficar pra sempre, e está tudo bem.”

Essa cena também foi fascinante de filmar para Troian por outras razões. “Eu não sei se posso falar isso, mas originalmente foi escrito que o teste de gravidez daria positivo”, Troian compartilha. O script inicial informa exatamente o porque Spencer simpatizou com a decisão de Yvonne (Kara Royster) de abortar e o porque Spencer e Toby terminaram – porque Toby queria um filho e Spencer não queria largar a faculdade para criar um. Eles filmaram a cena do presente onde Spencer e Toby discutem a situação indo para lados diferentes e acabou com uma cena onde o teste dava negativo. “Eu sabia enquanto gravava, isso ficaria fora de nossas mãos, e os poderes superiores ficaram tipo ‘isso é muito'” ela diz.

Mesmo que Spencer não estava envolvida nesse plot controverso, Troian pensa que tendo Yvonne passando por isso foi um grande passo para PLL como um todo. “Eu sinto que fizemos muito isso na série, pulando etapas. As pessoas estão mudando, as pessoas estão crescendo”, Troian diz. Mesmo coisas como Spencer e Hanna (Ashley Benson) conversando maduramente sobre Spencer namorar o ex da Hanna, Caleb (Tyler Blackburn) são sinais de desenvolvimento de personagens – porque a Hanna do ensino médio teria dito “ladra de namorados” imediatamente.

Com apenas alguns meses sobrando para filmar a última temporada de PLL, está começando a cair a ficha para Troian que está chegando ao fim. “Eu sinto tantas coisas sobre o fim da série. Estou assustada, estou animada…”, ela diz, “Eu sei algumas coisas [sobre o fim da série] porque eu meio que faço disso meu trabalho. Eu sou uma grande metida”. Ela antecipa que as últimas semanas de gravação serão extremamente emocionais – o que ela teve uma prova na metade da 6ª temporada quando ela foi para o set um dia e o quarto da Spencer tinha sido desmontado. “Foi horripilante!” ela diz. Ela não sabia que a última cena que ela tinha filmado naquele set era a última até o outro dia, quando ela entrou nele, e viu uma parede sozinha e um pouco de carpete. “Sentia como se fosse meu quarto da infância”, ela admite.

Olhando para o futuro, Troian está aberta a ideia de fazer outra série longa de novo, mas acha que a oportunidade seria rara de aparecer. “Acho que é louco que tivemos isso por todo esse tempo, e as probabilidades de isso acontecer comigo de novo são baixas,” ela diz. Ela planeja tirar uma folga da televisão por um tempo, mas quando voltar, ela sabe que precisa ser uma série diferente. O que não deve ser um problema, considerando as chances de Troian ser escalada como uma estudante de ensino médio de novo são difíceis – e Troian, agora com 30 anos, já passou tempo demais sendo uma adolescente. “Eu passei seis anos adicionais [como adolescente] depois dos meus 17 anos originais”, ela ri, “Eu consigo PTSD em qualquer escola.”

Antes de Troian fazer a audição para PLL, ela estava escrevendo Feed – um roteiro que levou 7 anos para ser produzido. Seus pais, como escritores, falaram para nunca esperar alguém lhe dar um emprego. Eles também avisaram que mesmo que ela pudesse trabalhar, não precisaria ser emprego que cumprisse criativamente. “Eu tinha uma ideia de tentar me comunicar uma experiência de vida que eu tive que eu ainda sinto que muitas pessoas em minha vida nunca entenderam realmente, ou que eu não conseguia comunicar”, ela diz. Ela escreveu as primeiras 30 páginas de uma vez, e terminou em menos de três semanas depois. nesse tempo, ela não tinha dinheiro ou créditos, ela apenas se deu uma batidinha nas costas por terminar algo.

Alguns anos dentro de PLL, Troian começou a trabalhar com seu amigo, Tommy Bertelsen, em curta-metragens. Como a série continuava a ganhar ímpeto e Troian e Tommy continuaram fazendo curta-metragens, ela começou a ter reuniões sobre Feed. A cada ano que a série estava no ar, mais interesse havia para o filme da Troian, mas levou seis anos para ter segurança financeira suficiente para começar a produção. “Foi muito difícil para mim, porque veio tudo junto três anos depois, mas o hiatus de PLL era muito pequeno,” ela diz. Ela essencialmente não tinha muito tempo livre da série para filmar Feed até novembro passado. Agora que as filmagens acabaram a dupla espera levar Feed para o circuito dos festivais e distribuição segura disso. “Estou muito animada para compartilhar”, ela diz.

Troian vem sendo super aberta sobre sua luta com distúrbios alimentares no passado, e acha muito difícil estar em uma série com a palavra “Pretty (bonita)” no título. “É muito frustrante para mim quando ouço meus fãs usando as palavras ‘perfeita’ e ‘sem defeitos’. Porque são horas no cabelo e maquiagem, e grampos nas costas das roupas”, ela diz, “Quando é levado ao extremo, você acaba se matando lentamente, e alienando aqueles à sua volta em uma luta por perfeição.” Ela sente que estar na série foi parte do problema. “Num largo senso de criação esse é um falso ideal para jovens mulheres,” ela diz. Ela espera que Feed balance isso.

Pretty Little Liars é um fenômeno nas redes sociais e plataformas como Twitter e Snapchat que impulsionaram a série para alturas inimagináveis. Com isso vem uma legião de fãs que acompanham as estrelas da série e estão constantemente interagindo com elas – algumas vezes usando palavras como “perfeita” e “sem defeitos”. “Realmente nos afeta”, Troian admite, “As redes sociais supostamente conseguem dar esse pulo na sua vida. Mas sempre temos filtros.” Ela sempre se checa antes de postar uma foto no Instagram ou Snapchat, perguntando se está “feito o suficiente”. “É uma narrativa escolhida: não é verdade”, ela diz. “É estranho para mim porque me sinto removida do meu emprego.” Mas ela entende que as redes sociais são uma parte do seu emprego agora, e acha incrível poder falar com fãs tão facilmente. “Mas desse lado dessa carreira eu nunca pensei que teria que lidar com isso,” ela diz.

Troian faz um esforço para ser o mais cuidadosa possível com suas redes sociais. Algumas semanas antes da nossa sessão de fotos, ela deixou seu celular desbloqueado acidentalmente e um passe VIP para o Coachella numa bolsa em um estacionamento depois de uma caminhada. Isso resultou em uma pessoa aleatória (chamado Jack) tentando contatá-la, mas eventualmente levando seu telefone e os ingressos para o festival e simultaneamente assumindo seu Snapchat pelo fim de semana. “Foi a coisa mais divertida que já tive no Snapchat e eu nem estava nele,” ela brinca.

Avançando, Troian estará fazendo sua estreia como diretora nessa temporada de Pretty Little Liars e Feed está em pós-produção. Ela quase não tem tempo para planejar seu casamento (com o ator de Suits, Patrick J. Adams) – parte porque eles filmam suas séries a 4800km um do outro. “Acho que ele vai tomar as rédeas do planejamento do casamento, o que eu sou muito grata”, ela ri. Enquanto seus planos pós-PLL ainda estão no ar, ela está ansiosa para os fãs verem um novo lado dela quando ela se mudar de Rosewood.


Confira as fotos em nossa galeria clicando nas miniaturas abaixo:

PHOTOSHOOT:

NKDjuly2016shoot-001.jpg NKDjuly2016shoot-002.jpg NKDjuly2016shoot-004.jpg NKDjuly2016shoot-005.jpg

SCANS:

NKDjuly2016scan-001.png NKDjuly2016scan-003.png NKDjuly2016scan-007.png NKDjuly2016scan-004.png

Publicado por   |   Armazenada em: Entrevistas, Galeria, Matéria, novoepi, Photoshoot, Revistas
09.05.2016

Troian estará na NKD Magazine

Troian será a estrela da NKD Magazine, na edição de comemoração de 5 anos da revista, que será em julho. Ela fez a sessão de fotos ontem, algumas fotos dos bastidores foram divulgadas, confira clicando nas miniaturas abaixo:

-PwQgsz9POc.jpg VlKzyIUfWSg.jpg -PwQgsz9POc.jpg VlKzyIUfWSg.jpg

Confira o Tweet e post no Instagram da equipe da revista:

#5YearsNKD coming this July 😉

Uma foto publicada por NKD MAG (@nkdmag) em

Publicado por   |   Armazenada em: Atualizações, Entrevistas, Galeria, Photoshoot, Revistas
19.04.2016

[Entrevista+Photoshoot] Troian para a “The S Life Magazine”

Durante seu período em New York City para o evento Upfronts da Freeform, Troian concedeu uma entrevista à The S Life Magazine, um blog de uma vendedora de comidas naturais, as quais Troian consome os produtos. Confira a entrevista traduzida abaixo e as fotos do photoshoot:


 

Quando os nossos caminhos se cruzaram com Troian Bellisario há uns anos atrás, ela era uma garota esperando para acontecer. A mulher é bonita, talentosa, pensativa, e tem algo por alimentação saudável à base de plantas ​​(ameaça quádrupla). Então, quando Troian e Danielle ficaram em seu quarto de hotel em uma manhã chuvosa em NYC, elas falaram sobre tudo até a manifestação da imagem corporal (enquanto cavamos jerky melancia), e o resultado foi algo tão mágico, nós colocamos tudo para fora aqui para você curtir.

Danielle: Uma das minhas coisas favoritas sobre você é que há alguns anos atrás, você chegou até nós e disse “eu amo o que vocês estão fazendo, eu posso passar por aqui?” A maioria das pessoas não fazem isso! Eu sinto que você tem uma personalidade singular, um determinado nível de confiança, um nível específico de saber quem você é e o que você procura no mundo. O que a atrai a certas coisas e por que você vai atrás delas com uma natureza tão proativa?

Troian: É tão engraçado, porque eu sinto que esse lado de mim é tão proeminente dentro da minha carreira. Muitos dos filmes que eu participei ou as pessoas com quem eu já trabalhei são porque eu estendi a mão e apenas disse, “Estou interessado em você. O que você está fazendo? Sobre o que é este script que eu ouvi falar?” Principalmente porque eu realmente não sei outra maneira de estar do que pró-ativa. Eu sinto que há essa seção do mundo – e eu vou tipo generalizar aqui – que é a Marilyn Monroe do mundo, onde eles se sentem como se todo mundo tem que se importar com eles e vir até eles. Eles atraem as pessoas por serem introvertidos. Tenho certeza de que as pessoas poderiam argumentar que Marilyn era extrovertida, mas por causa dessa analogia, ela vai ser introvertida. E depois há as pessoas que extraem as coisas para si. E eu sinto que, por qualquer motivo, se foi sendo levantada por escritores e produtores ou sendo levantadas, principalmente, numa família de irmãos eu tive uma espécie de ensino que se você quer algo, você tem que sair para obtê-lo. Você não espera pra vir até você, porque não pode.

Danielle: Como você equipara isso com trabalho duro? Eu tenho um monte de amigos que são artistas e atores. Eu ouço eles falarem “eu trabalho tão duro”, mas ainda assim eu sei que, para eles, isso não significa necessariamente que “corre atrás”. Significa fazer o trabalho para sentir como eles são bons no ofício. Então, apenas esperam o trabalho chegar até eles. Eu sinto que é uma abordagem muito diferente.

Troian: É. Isto é. Eu acho que, pra mim, o trabalho gera trabalho, sabe? Especialmente como atriz, se eu não sinto que estou cumprindo o trabalho que eu estou fazendo, a minha responsabilidade é escrever, criar um papel para mim, ou voltar para uma aula de atuação. Eu nunca quero colocar essa responsabilidade em um trabalho atual ou em outra pessoa. Eu sinto que é assim que as pessoas se amarguram. Quando você diz, “Eu espero que você me satisfaça criativamente …”, isso nunca vai acontecer. E isso é uma maneira de olhar para tudo em sua vida e em seus relacionamentos, se você não está experimentando o tipo de relacionamento que você queria, você não vai chegar a lugar nenhum sem falar com o seu parceiro sobre isso, ou sem dizer o que está faltando para você. Caso contrário, você fica nestes padrões. Eu acho que um terapeuta ou um professor de teatro me ensinou que…

Danielle: Mesma coisa!

Troian: Sim, totalmente. É o conforto sendo desconfortável. Nós amamos os nossos próprios dramas. Nós amamos todas as coisas negativas, porque nós estamos acostumados a isso. É viciante. É assustador para chegar de repente e dizer: “Eu gostaria de mudar esta situação, se possível para melhor”.

Danielle: Falamos muito sobre isso. Falamos sobre como escolher Sakara é uma decisão espiritual mais do que qualquer outra coisa, porque comer desta forma faz transformar sua vida. Ele não transforma seu corpo. Quando você vem para nós, você está pedindo a mudança. Eu acho que o confortavelmente desconfortável é: você está decidindo ser pró-ativo, ou você toma a decisão de ser reativo? Há uma distinção muito clara.

Troian: Absolutamente. Isso foi o que me atraiu para Sakara. Obviamente, a estética de tudo era alucinante, mas eu senti que, como alguém que estava sempre comendo em movimento, houveram vezes em minha experiência em Pretty Little Liars onde eu poderia, basicamente, acabar comendo mistura de cereais no jantar, porque você está na sua 16º hora. Eles têm tudo para alimentar uma equipe, que é um monte de pessoas que trabalham muito duro, então eles vão lhe trazer opções mais pesadas. Mas eu pensava, “‘Bem, eu acho que vou comer vegetais crus de novo…”. E é a mesma coisa com os outros serviços de entrega de alimentos. Às vezes, você vai ter a entrega de alimentos que o que entregam sequer é parecido com alimentos. Parece uma comida espacial, que pode ser boa, mas eu simplesmente não queria sentir que porque eu estava constantemente trabalhando eu tinha que comer alimentos prontos. Eu nunca me deparei com qualquer empresa que me desse alimentos prontos, de uma forma como se eu tivesse tido tempo para cortar todos os legumes e ainda deixasse o prato bonito. Eu também adorava ler sobre todos os ingredientes e entender por que era importante eu comer tal salada. Isso significou muito mais para mim do que “Ok, eu vejo que há uma proteína. Vejo que há uma desculpa desprezível para comer um vegetal nesta pequena parte do recipiente”.

Danielle: É engraçado porque Sakara é tão gourmet, mas há algo tão caseiro sobre as comidas. Odeio comer fora. Eu nunca gosto. Eu me sinto mal depois. Eu amo a natureza caseira da Sakara.

Troian: Isso é também uma grande parte do que me atraiu para a empresa. Quando eu comecei a comer as suas refeições, eu pensava, “Se eu encontrasse o restaurante que me deu estas refeições, eu estaria lá todos os dias.” Como é incrível que eu consiga comer 3 vezes por dia, ou 2 vezes por dia, com essa comida que está vindo para mim? Eu pensava, “Eu não quero sair”, porque não havia nenhum restaurante que eu tinha encontrado que era comparável, sabe?

Danielle: Totalmente. Eu acho que é fascinante pensar sobre o tipo de pessoas que Sakara atrai. Este é o tipo de alimento que Whitney e eu queríamos para comer, mas não conseguimos encontrá-lo em qualquer lugar. Nós ainda não podemos encontrá-lo em qualquer outro lugar. É tão interessante que mais pessoas estão buscando isso. Vamos levar as pessoas que dizem, “É apenas saladas, certo?” Nós devemos falar, “Não! Você não tem ideia do que está falando.” Mas algumas pessoas realmente precisam saber. É muito interessante pra ver quem fica e quem não fica… Uma das outras perguntas que eu tenho é em torno desta ideia de proatividade e reatividade. Você se sente como sabendo onde você está agora?  E de alguma forma é como você imaginou que fosse quando era jovem, ou você sente como se estivesse ainda no processo do que você imaginou?

Troian: Definitivamente o último. Eu não sei se eu estava tentando ser rebelde contra meus pais – porque ambos os meus pais estavam na televisão – mas eu não acho que eu já esperava por isso. Eu cresci e queria nunca mais assistir televisão, principalmente porque o que eu escolhia para assistir era uma espécie de um ato político em minha família. Se não for o pai ou o show da mãe, ele diz muito, sabe? Então, eu só não queria ver televisão. Eu me tornei obcecada por cinema e teatro, porque eu poderia assistir a esses filmes uma e outra vez. Parecia, para mim, como um tipo muito diferente da criação, onde estavam criando uma coisa que estava pra resistir ao teste do tempo, ou não. Eu amei filmes e peças, porque eles estavam constantemente se regenerando ou aparecia algo – uma nova versão. Você poderia fazer Shakespeare de 10.000 maneiras diferentes. Eu podia ver o padrinho 10.000 vezes e ainda encontrar algo novo nele. E porque eu fui atraída mais ao cinema e teatro, eu nunca me imaginei estando na televisão, especialmente no mesmo papel durante sete anos. É bizarro agora, olhando para trás, nesses sete anos que entra a temporada final é algo como, “Oh meu Deus, parecia tão longo e passou por tão rápido!” Então, para responder à pergunta, não. Eu não sinto que estou em tudo que eu esperava que seria, mas eu também acho que esse é o tipo de beleza da vida. Acho que podemos ficar muito, muito perdido e muito triste projetando exatamente onde nós pensamos querer estar, ou comparar-nos com outras pessoas que pensamos que está no mesmo nível que a gente. Realmente, você vai chegar ao fim da sua vida e olhar para trás e dizer: “Graças a Deus que coisas aconteceram comigo, porque ajudou essa coisa acontecer e esta coisa aconteceu, e aqui estou!” Mas enquanto você está vivendo, você não pode ver o tempo todo.

Danielle: Ah, você está na sua última temporada, como você se sente sobre isso?! Você está animado, triste, tudo?

Troian: Tudo. Eu acho que agora eu estou animada. Mas tenho certeza que fazendo isso eu vou me sentir como todos os outros anos, onde é tipo, “Tudo bem legal, eu estou aqui.” Eu amo todas as pessoas com quem trabalho, por isso vai ser bom começar a ir vê-los mais uma vez. Mas também estou certo de que haverá um monte de momentos bizarros, onde eu vou ser golpeada pelo final. Como, “Sim, esta é a última terça-feira, esta é a última quarta-feira, esta é o último agosto…” Eu sou de Escorpião. Nós odiamos mudança. Nós literalmente cavamos nossos calcanhares no chão e falamos, “Não”, mesmo com roupas…. Eu sei que muitas pessoas simplesmente entram em uma loja e elas pensam, “Eu amo este casaco em mim.” mas se eu não vi aquele casaco em mim por dois anos, não faz sentido. Eu sou tipo, “Sim, é uma nova jaqueta… legal.” É por isso que eu acabo roubando a roupa do meu namorado ou amigo, porque se nós somos amigos, eu vi os sapatos em alguém por dois anos. Se você se livrar desses sapatos, eu vou pensar, “Não, eu amo esses sapatos como você pode se livrar deles? Eu mal posso esperar para usá-los”.

Danielle: Eu amo isso. Eu sinto que isso também faz parte do que você faz como artista. Você tem que ir constantemente criando todas essas histórias e torná-las significativas, e você tem tal especificidade com tudo que você faz. Eu só não tenho isso.

Troian: Bem, parece que você criou uma empresa muito específica e bonita. Você tem uma visão muito específica do que esta empresa será.

Danielle: Sim… isso é essa coisa que parece emanar de nós. Eu sinto que há momentos em que eu penso sobre isso o tempo todo. Mas há outros momentos em que eu não faço e isso só se manifesta.

Troian: Eu penso que é bonito que toda esta maneira de criar comida é também uma maneira de viver a vida, porque é isso que Sakara está se tornando mais e mais. Não é apenas sobre a comida que colocamos em nossos corpos. Quando eu li a sua revista, é sobre a forma como nós vemos o sexo, a maneira como nos vestimos, a maneira que nós imaginamos nossas vidas. Eu acho que é tão fascinante que transborda de você.

Danielle: Sim, e é tanto sobre como sentir o melhor de si! Isso é uma coisa tão pessoal. Estou sempre tão surpresa ao presenciar e assistir as pessoas não se sentir como as melhores versões delas mesmas e não se sentir com seu eu mais poderoso – é definitivamente algo que me motiva. Você se sente como se estivesse na sua versão mais poderosa agora?

Troian: Eu estava realmente prestes a perguntar isso a você. Eu estava pensando, “Como fascinante é que você criou algo que ajuda as pessoas a chegar ao seu eu mais poderoso, e como você é capaz de ver quantas pessoas não estão vivendo dessa maneira, mas quer?”

Danielle: É fascinante! É a única coisa que me acorda. Nós estávamos falando sobre isso ontem – você entrar e sair do sentimento inspirador. Eu acho que é totalmente normal e importante, porque você achar que não estar inspirado é parte da viagem, também. Nos obriga a mudar. Nos obriga a pensar de forma diferente. Nos obriga a se deparar com novas formas de fazer as coisas. Eu só gosto de voltar para casa se eu ver se as pessoas se tornaram seus melhores “eus”. Testemunhando que, de alguma forma, seja através de um email que nós temos sobre como nós mudamos a vida de alguém com alimentos, ou eu vou encontrar uma garota para sair e ela vai ser um pouco tímida e não se sente realmente como sua melhor versão, então eu vou começar a falar sobre o que eu faço e isso só irá acende-la desta forma. Assim, eu sinto, isso é a única coisa que me faz ir pra casa. Isso traz tanta paixão para o que eu faço. Comida era um catalisador para nós, para nos sentir como nossos “eus” mais poderosos, e é isso que vamos continuar a oferecer, porque as pessoas nem sequer sabem como começar. É como, “Como é que você começa a sentir como seu eu mais poderoso?” Você sabe mesmo o que significa?”

Troian: E: “Você sabe mesmo o que essa versão de si mesmo parece, e como se transforma?”

Danielle: E sente.

Troian: Eu faço tecido acrobático. É muito bonito, mas é interessante porque mudou completamente meu corpo. Quanto mais eu fiz isso, mais ele mudou meu corpo. Deus abençoe meus melhores amigos homens, porque eram como, “Você parece tão forte. Seus braços são tão grandes.” Eu estava tipo, “Pare, chega de dizer essas coisas!” A reação que eu tinha era interessante, especialmente vindo de um fundo de dança, a minha vida inteira eu fui muito ágil e tinha aparência frágil e não me sentia bonita. E é por isso que eu acho que nós temos uma relação tão interessante com os corpos das mulheres agora – sendo mantido frágil e feminina convida um homem para cuidar de você. Mas para mim fazer esta coisa que eu amei [tecido acrobático], eu tinha que construir a força em meus braços para fazer. Eu tive que construir a força no meu bíceps para o ponto onde houve um momento em que o meu noivo pensava, “Você tem bíceps loucos”. Eu não tinha certeza se ele pensou que era uma coisa positiva! Eu tive que aceitar e aprender a amar as coisas que o esporte ia mudar no meu corpo, mas eu certamente não fiz por um longo tempo. Eu às vezes ainda luto com isso. E é engraçado, porque isso é o que quero dizer quando eu penso sobre não saber se nós sabemos o que é a nossa poderosa versão de nós mesmos até precisamos perseguir as coisas que nos fazem sentir poderosa, e ver o que essas atitudes fazem para o nosso corpo. O treinador aéreo que eu comecei é um dos maiores caras no planeta Terra, mas ele faz aéreo. Ele é do circo. Ele é incrível. Mas eu continuei ficando frustrado e eu pensava, “Mas eu quero o meu corpo de bailarina de volta!” Ele dizia, “Bem, você não está fazendo ballet. Volte e faça ballet. – você seria feliz fazendo”, e eu dizia “Não.”  E ele estava tipo, “Ok, se você quiser fazer isso, você vai ficar assim? E se você quer ser um ninja, você vai olhar como um ninja”.

Danielle: Nós publicamos um artigo sobre o S-Life sobre o porquê de seu corpo ideal não é necessariamente o que você imaginou que fosse. O jeito que ela escreveu sobre isso foi no sentido de que, talvez você quer ser um tamanho 0, mas você também adoro beber cocktails e comer batatas fritas no meio da noite com seus melhores amigos. E eu acho que é muito semelhante a esta – onde você fazer escolhas na vida, e com essas escolhas, vem resultados. Os resultados que você acha que são ideais são as escolhas que fazem você se sentir livre e viva e alegre?

Troian: Sim! Como você quer ser? Mesmo quando eu estava muito fora do meu noivado com um transtorno alimentar, eu ainda estava tendo problemas para encomendar comida ou estar em um restaurante, porque eu pensava, “Como posso me envolver com isso de uma maneira que é normal e de uma forma que as pessoas não olham para mim engraçado se eu pedir uma salada, ou se eu pedir batatas fritas?”. Lembro-me do meu terapeuta que diria, “Quem quer estar no mundo?”. Por alguma razão, eu me imaginei em um vestido Stevie Nicks, com cabelos longos, ordenando qualquer besteira que eu queria e ser feliz com ele, e não me sentir como eu tinha que comer demais ou muito pouco ou parar. Eu pensava, “Quando eu imagino que, só estou falando com as pessoas à mesa, não presto atenção no alimentos.” Isso era o que eu queria tanto. Foi tão devastador no momento. Tudo que eu queria era não estar preocupada com a comida, da maneira que eu precisasse torná-la mais do que as pessoas à minha frente. Ele basicamente disse-me, “Ok, então vá fazer essa escolha. Seja esse personagem até que se torne você”.

Danielle: Conversamos com Whitney sobre isso o tempo todo – como se você quer os resultados, se você quer ter o corpo de modelo da Victoria Secrets, em seguida, vá agir como essa pessoa. Treino como um atleta. Vá fazer essas coisas. Mostrar-se como essa pessoa se você quiser criar essa pessoa. Até que você se torne o que for possível. Até o ato de agir como essa pessoa vai ajudá-lo a se tornar essa pessoa. Eu penso sobre quando eu estava lutando com dieta vem-e-volta… o que eu achava que eu ia ter com aquele corpo ideal que eu não tinha no momento? O que eu possivelmente pensava que eu poderia atrair que eu não tinha o poder de atrair com o corpo que estava ou a maneira que eu me sentia?

Troian: Sim, como, quando eu couber em um vestido do jeito que eu queria, que significava que eu tinha alguém que eu estava apaixonada? Não, porque eu estava basicamente se escondendo em uma sala escura, inventando desculpas para não sair pra jantar. Você não é uma pessoa assim. Isso está escondendo a sua própria luz e seu próprio poder. Não sonhe com um momento em que as pessoas vão aceitá-lo e amá-lo por isso.. apenas seja. Essa ideia de sair de sua cabeça é por isso que eu sou tão pró-ativa sobre as coisas que eu quero. Eu não sou alguém que está indo pra sentar. Eu amo a placa de visão. Eu amo todas essas coisas, mas isso também não faz bem, porque no final do dia, eu olho pra isso e eu penso, “Grande, que está lá em cima, mas eu quero estar nele.” Você tem que sair e criar essas oportunidades. Você tem que ser a pessoa na mesa que é exatamente o que você quer ser. Você só tem que ser a versão mais poderosa de si mesmo.

Danielle: Sim! Foram entrevistados Gabby Bernstein para os Mag – ela é super poderosa. Em um ponto, ela estava falando sobre como viver a vida que você quer viver, sem ser cansativo sobre isso. Ela diz: “Apenas cale a boca e seja. Parar de falar sobre isso. Parar de projeta-lo em nada e apenas viva” Isso é quando você atrair o que deseja.

Troian: E isso é a coisa, certo? Essa é a vida. Eu não quero placas de visão em tudo – eu sei que eles ajudam um monte de gente – mas é interessante, porque você pode facilmente fazer algo assim. É uma placa de visão e é algo, “Isso é o suficiente”, e andar longe disso. É outra coisa para ser tipo, “Minha visão tem as Bahamas, e eu preciso começar a pesquisar maneiras que eu possa usar os meus pontos para obter passagens, ou encontrar namoradas que querem ir comigo para um lugar que talvez não seja nas Bahamas, mas podemos dirigir até a Florida, ou algo assim.” isso é onde fica frustrante para mim, porque eu vejo tantas pessoas que querem projetar para o mundo estas coisas que eles querem, mas eles estão dispostos para, depois tomar medidas para seguir adiante.

Danielle: Uma coisa que sempre foi muito importante para Sakara e para Whitney e eu, quer se trate de placas de visão ou mesmo apenas sonhando e falando, é se certificar de que está sonhando grande o suficiente. Eu acho que é, por vezes, porque as pessoas usam coisas como placas de visão. Como você se certificar de que suas esperanças e sonhos e sua natureza pró-ativa está indo atrás das coisas que são seus maiores sonhos, não apenas as coisas que de alguma forma te faz se sentir normal?

Troian: Isso é muito, muito bom ponto. Eu acho que é a luta constante, porque há tantas coisas que você sabe que pode te fazer melhor no seu dia-a-dia. Eu acho que um monte de pessoas sabem o que está sonhando, e sabem o que o quer realmente, mas eles podem ter um pouco de medo de dizer. Eu sei que mesmo se eu falar em voz alta o que eu sonho, é aterrorizante para mim. Eu só posso compartilhar isso com talvez duas pessoas de forma realista, porque é embaraçoso dizer o que quer ou o quão longe você acha que pode ir. Eu acho que é provavelmente algo que você tem que se livrar. Não é embaraçoso.

Danielle: Certo. Se livrar da toda humilde!

Troian: Além disso, você não está sendo não-humilde dizendo coisas que você quer ou dizendo coisas que você imagina para si mesmo. Gostaria de saber se isso é uma coisa para indivíduos, tanto quanto é para meninas?

Danielle: Eu penso sobre isso também, com certeza. Especialmente ser mulher e ser o criador de uma série de maneiras. É interessante que você disse que seu noivo sabe toda a sua autenticidade, porque o meu marido é exatamente da mesma maneira. Temos essas discussões de “Existe tal coisa se manifestando? Existe tal coisa como a criação de seu futuro desta forma mais etérea, mística, ou você não está apenas fazendo sua lição de casa?” Ele se inclina e diz, “Onde você quer desenhar a linha? As coisas acontecem com você ou são pré-planejadas? Quanto controle você tem sobre o que acontece com você?” Minha opinião é sempre: Eu não tenho ideia, mas eu faço as coisas de que acontecem na minha vida, eu primeira sonho. Como o nosso escritório, nós sonhamos. Tivemos uma foto de um escritório que se parecia com a que temos agora pendurada em nosso antigo escritório. Nós ficamos tipo, “Um dia!” Então vimos. Ele não parecia com a foto quando nos mudamos, mas pintamos e fizemos todas essas coisas. De certa forma, nós o criamos. Mas de certa forma, o espaço espécie nos encontrou. Eu não sei onde traçar a linha. Mas eu acho que é uma abordagem muito feminina para esta ideia de se manifestar.

Troian: Para mim, honestamente, eu acho que tudo se resume a Joseph Campbell e Jornada do Herói, e o que significava para homens e mulheres. Nós [mulheres] inatas temos essa capacidade de criar – nós não sentimos a necessidade de provar ao mundo que vale a pena. Os homens têm de sair e eles têm de prosseguir a jornada do herói. Eles têm que obter o velo de ouro e voltar para as mulheres e ser tipo, “Minha companheira. Eu sou digno”.

Danielle: Sim! Eles fazem a dança.

Troian: E as mulheres só sentam-se e fazem tipo, “Ok, vamos ver…”. É interessante que os homens têm esta singularidade para ver a vida, é mais como… “Bem, você pode pegar o telefone pra pedir o escritório? Porque é assim que você tem o escritório.” As mulheres são como, “eu sonhei com o escritório! Então, quando a oportunidade para o escritório veio até mim, eu o peguei, porque eu sabia que era certo, porque eu tinha visto isso”.

Danielle: Exatamente. Você pode reconhecer que aquele era o caminho, porque você tinha sonhado.

Troian: Eu acho que é fascinante que há esse nível de criação que está envolvido com isso, contra apenas dizendo, eu estou tão animada sobre onde nós estamos “Eu estou indo atrás e eu estou indo conseguir” movendo-se agora com a sexualidade e masculinidade e feminilidade sendo realmente uma escala.

Danielle: 1,000%. Falamos muito sobre isso, onde tudo realmente está se movendo para o feminino.

Troian: Eu recentemente postei uma foto no Instagram de mim está ao lado de dois dos meus amigos que estavam ambos vestindo a camisa “O Futuro é Feminino”. Eu estava sobre mim mesmo na época, então eu estava tipo, “Seja como for, eu vou me cortar desta foto”. Eu escrevi “O futuro é do sexo feminino”, e a resposta de mulheres era como, “Isso exclui o ponto masculino de vista. Isso é uma loucura. Esta não é a igualdade. Isto não é ser feminista, isto é ser sexista. Então eu postei logo abaixo dela, comigo incluída, porque eu estava vestindo uma camisa que eu tenho da mesma loja que disse: “Eu estou com uma problemática” e tinha uma seta apontando para eles. Eu escrevi de volta e pensei, “Caras, até agora e até agora consistentemente, tem sido um mundo de homens. Perdemos o caminho da deusa e o modo da matriarca, e o que todos nós estamos dizendo é que o futuro vai deslizar para o feminino porque tem que deslizar.  Nós não temos feito o suficiente para este planeta e para as pessoas? Tudo o que estamos dizendo é: “Vamos ver se não há outra maneira de fazer.”

Danielle: Uma maneira mais inclusiva. Eu estava pensando sobre isso ontem à noite no jantar na casa do meu amigo. Eles estão recentemente envolvido e nos chamou para jantar. Quando estávamos terminando, é claro, nós mulheres nos levantamos e ficamos tipo, “Eu vou pegar os pratos”. É tão engraçado, porque meu marido pega os pratos em casa. Mas então nós estamos fora do nosso mundo, e as mulheres se levantam. Os homens vão sentar no sofá e tomar uma bebida. Eu testemunhei isso acontecendo e era como, “Há algumas semanas, a mesma coisa poderia ter acontecido e talvez eu não teria notado, mas o quão engraçado é que nós estamos tão acostumados com a maneira como o mundo é, que nós não notamos que existe essa discrepância entre os dois?”

Troian: Nós somos os protetores porém, sabe? Somos facilitadoras em certa medida.

Danielle: Sim, e dizendo que o futuro é do sexo feminino não é necessariamente dizendo que é de um determinado sexo. É dizer que estamos caminhando para características de feminilidade. Estamos nos movendo para um lugar onde todo mundo é mais carinhoso e compassivo, menos avassalador, menos arrogante. Você tem uma clientela tão grande e uma influência tão grande, especialmente com as mulheres mais jovens, o que é sua mensagem quando você está se comunicando através das suas mídias sociais? O que é que você realmente se preocupa em influenciar?

Troian: Vou parecer como meu noivo, mas eu realmente me preocupo com autenticidade dentro dos limites dos meios de comunicação. Minha coisa menos favorita sobre a mídia social é que eu poderia ter o pior dia de sempre, e eu vou postar uma foto de um por do sol bonito e ser tipo, “Estou grata.” Mas então todo mundo pensa, “Oh meu deus você tem a melhor vida!” Eu digo, “Não, eu só chorei no meu carro durante três horas, e então eu tirei uma foto de um por do sol bonito.” Eu não vou ter um vídeo de mim chorando e dizendo, “A vida às vezes é terrível… “

Danielle: É o carretel do destaque.

Troian: Que pode ser ótimo! Mas, da mesma forma, eu tive duas horas de cabelo e maquiagem antes que eu estava fazendo depois de acordar no meu trabalho. A mídia leva essas meninas a pensar, “Você é tão perfeito!”. Eu só quero ser tipo, “Uau, obrigado, antes de tudo. Isso é tão gentil da sua parte me dar um elogio, porque eu sei que você também poderia ser como eu…”

Danielle: Eu acho que o Instagram é interessante – não é super pessoal. De certa forma, eu pensava, “Eu realmente não sinto como se eu a conhecesse do seu Instagram.” Então eu dizia, “Essa pessoa deve ser ótima!” Não é pessoal da maneira que estou, por causa de selfies. É ver o mundo em seu caminho. Eu sinto que a maioria das Instagrams não são assim.

Troian: Isso é o que eu realmente espero fazer. Acho que agora, estamos nos movendo para – especialmente com um monte de celebridades Instagramers – mais apenas fotos de “eu fazendo as coisas” em vez de ser o que era, no início, que foi “um passo para o meu mundo”. Isso é realmente importante para mim. O envolvimento com as mídias sociais se sente como um campo minado, porque é tão importante agora. E, ao mesmo tempo, se eu vou interpretar a Spencer, que parece completamente diferente do que eu sou, então não vai ser a reação do “Bem, isso não é ela, porque eu sei que ela é dessa maneira e fez isso.” Eu estou interessada em agarrar algum senso de mistério, se isso é, possivelmente, neste dia e idade. Eu não sei.

Danielle: Amo isso. A única coisa que nós tentamos tecer através de tudo o que fazemos na Mag é esta noção de legado. Com o que quer e como quiser interpretá-lo, o que você acha que seu legado é e o que quer que seja? Qual é a sua mensagem?

Troian: É engraçado ser perguntado agora… eu irei voar muito, então eu acho que muitos têm pensamentos mórbidos. Eu penso que, “Se eu caísse agora seria, obviamente, como “Spencer Hastings morre em um avião!”. E eu acho que voltaria para os curtas-metragens que eu fiz com os meus amigos que iria ser re-olhados pelas pessoas. Eu até penso em minha mídia social, e eu me pergunto, “Isso é uma representação precisa de mim?” Eu sinto que isso é o que orienta muito do meu envolvimento com o mundo e envolvimento com projetos. Eu não acho que já chegou a isso por qualquer meio, mas eu certamente espero que quando eu deixar esta vida, vou ter deixado pra trás uma interação diferente com minha esfera pessoal. Com o público ou com a minha carreira, espero deixar papéis e histórias que podem mudar as pessoas. Isso é onde fica minha parte espiritual e é uma espécie mística para mim. Eu não estou tão feliz de ser a “garota legal”. Estou mais interessada em contar histórias. Tem sido sempre sobre isso pra mim e sobre a criação de uma comunidade. Eu acho que é por isso que eu voltar ao teatro constantemente, porque não há magia.

Danielle: Há uma narrativa nele.

Troian: Eu fui para ver Journey Long na noite passada, assisti por horas. Foi incrível. É Jessica Lange e Michael Shannon. Para vê-la ao vivo, girando esta história de palavras de um homem falecido sobre sua família e sua mãe a partir do nada, e incorporando isso e projetando-a para a platéia – ela é tão incrível. E sabendo que milhares de pessoas vão vê-lo, mas não haverá muitas pessoas que não vão vê-lo. Para realizar essa experiência dentro de mim – que é um legado. Espero que em contar histórias, eu posso ter esse efeito em outra pessoa. Há uma bela história em ser deixada para trás que pode ser incorporado na experiência de outra pessoa, quer se trate de um programa de televisão ou um filme ou uma peça de teatro.

Danielle: Jessica Lange é o exemplo perfeito disso também. Que legado.

Troian: Oh meu Deus, que legado.

Danielle: Ela cria um mundo em tudo o que eu já vi.

Troian: Sim, e isso é o que eu espero. Eu realmente espero que eu possa jogar, a história e dizer de uma forma que seja memorável. Mas eu também realmente não posso dizer que, porque Deus sabe quem vai se lembrar de mim ou que eu vou ser lembrada por, mas se eu começar a jogar no mundo das grandes histórias, então eu sinto que isso é tudo o que posso esperar como atriz. É isso, realmente.

Tradução/Adaptação: Camila Albuquerque
Fonte: The S Life Magazine


 

Confira o photoshoot em nossa galeria clicando nas miniaturas abaixo:

TroianBellasario_SakaraLife_4.jpg TroianBellesario_SakaraLife_2.jpg TroianBellasario_SakaraLife_9.jpg TroianBellasario_SakaraLife_8_2cd2dddc-f30a-4bfb-b86a-31bcc742256b.jpg

 

 

Publicado por   |   Armazenada em: Entrevistas, Galeria, Matéria, Photoshoot