Sabrina Carpenter Brasil

Sejam bem-vindos ao Troian Bellisario Brasil! A sua primeira, maior e melhor fonte brasileira sobre a atriz Troian Bellisario no Brasil, conhecida pelo seu papel na série "Pretty Little Liars" como Spencer Hastings. Navegue pelos menus acima e sinta-se em casa!
20.07.2017

Primeiro dia de imprensa para Feed (17/07)

Resolvemos fazer esse post para juntar todos os acontecimentos do dia 17 de julho de 2017, primeiro dia de imprensa para Feed. Troian deu entrevistas para vários meios de comunicação e compareceu à alguns programas. Confira abaixo:

O dia começou com a Troian se preparando para o primeiro compromisso do dia, ela tomou conta do Stories do Instagram oficial da Teen Vogue. Confira alguns posts:

Troian foi para o programa Good Day Los Angeles, onde participou ao vivo e falou sobre Feed. Ela também participou de uma live no Facebook oficial do programa nos bastidores, confira abaixo:

Depois do programa, Troian se dirigiu aos estúdios do Young Hollywood (entrevista ainda não divulgada), e vocês podem conferir alguns Stories abaixo e as fotos em nossa galeria:

 yhollywood170717-001.jpg yhollywood170717-003.jpg yhollywood170717-005.jpg yhollywood170717-007.jpg

Ela também passou nos estúdios do ET Online, confira abaixo:



E por último, Troian concedeu uma entrevista ao programa Millennial Hollywood, que foi ao ar no YouTube. Confira abaixo:

18.07.2017

Troian fala sobre Feed, PLL e Where’d Go Bernadette para o site Collider

Troian concedeu uma entrevista ao site Collider, onde ela conta a ideia de Feed, porque ela decidiu fazer dessa maneira e sobre seu novo projeto, Where’d Go Bernadette. Confira traduzido abaixo:

Feed é um verdadeiro trabalho de amor para Troian Bellisario, que escreveu, produziu e interpreta o papel principal no intenso filme sobre uma jovem chamada Olivia (Bellisario), que junto com seu irmão gêmeo Matthew (Tom Felton), nasceram em um mundo privilegiado que espera sucesso e que seus futuros sejam brilhantes. Quando uma tragédia inesperada os separa, Olivia precisa aprender a sobreviver sem sua metade, o que vai testar o quão longe ela está disposta a ir para não quebrar sua ligação.

Durante essa entrevista pelo telefone com o Collider, a atriz Troian Bellisario falou sobre o que a fez querer explorar sua luta do passado com um distúrbio alimentar dessa maneira, como ela queria mergulhar no assunto no primeiro roteiro, o apoio e feedback que teve dos amigos e família, como o filme terminado se compara com o que ela imaginava, e querer dirigir um filme. Ela também falou sobre as sete temporadas que passou em PLL e o que ela tira dessa experiência, bem como sua animação por ser uma parte do novo filme de Richard Linklater, Where’d You Go Bernadette.

Collider: Como você decidiu contar essa história dessa maneira, e explorar seus próprios sentimentos e passado com um um distúrbio alimentar dentro disso?
Muitas vezes, as pessoas tem ideias falsas sobre o que significa lutar contra um distúrbio alimentar, e eu realmente queria achar uma maneira de transmitir uma narrativa que iria desafiar as expectativas das pessoas do que elas pensam da anorexia ou um distúrbio alimentar, e o que eles pensam que parece ou é sentido pela pessoa que passa por isso. De onde isso veio, para mim, era para que as pessoas que nunca lutaram com isso tivessem empatia, e uma grande parte disso era personificando a doença em um personagem que você conhecia e confiava e amava desde o começo. Você viu porque Olivia amava seu irmão Matt, então se ela fosse ouvir ele dizer essas coisas para ela, ela ia seguir as ordens dele e confiar que ele tinha os melhores interesses. No fim, quando ela descobriu que aquilo não era seu irmão e ela estava ouvindo a doença falando com ela, eu pensei que seria uma maneira mais eficaz de tentar comunicar isso.

É uma maneira interessante e diferente de lidar com o assunto porque as pessoas normalmente focam na doença e não no lado humano disso.
Sim. Eu sou grata que você falou isso porque, para mim, muitas pessoas ficam dizendo, “Oh, você sabe que o que você está fazendo é perigoso, então porque você só não come?” O que eu estava tentando transmitir para muitas pessoas é que tem uma larga parte do seu distúrbio alimentar que é lidar com algo mais profundo. É um mecanismo de enfrentamento na sua vida porque eles funcionam. Essa foi uma coisa dura para mim. Eu queria transmitir isso, particularmente com Olivia no começo do seu envolvimento com a doença. Está ajudando ela a fazer o que ela precisa. Está ajudando ela a evitar o processo de luto após perder seu irmão. Está ajudando ela a manter esse exterior perfeito e satisfazer as expectativas de todos e ir para a faculdade. Está ajudando ela de várias maneiras. E então, inevitavelmente, o que isso vai fazer é tirá-la do controle e machucá-la. Isso foi realmente importante para mostrar não o lado positivo, mas porque é tão sedutor e porque você é puxado tão profundamente.

Depois de ter terminado o script, quem foi a primeira pessoa que você deu para ler e dar o feedback, e você recebeu algum que você considerou e incorporou nele?
Muitos dos meus amigos leram esse script e me deram muito apoio e conselhos e pensamentos. Principalmente, eles me apoiaram porque muitas dessas pessoas, incluindo minha família, tem muita experiência com a escrita. Ambos dos meus pais são escritores, e quando eles leram o script, a coisa maravilhosa é que eles não viraram e disseram, “Tudo bem, aqui é onde seu terceiro ato desmorona.” O que eles disseram foi, “Aqui estão as partes que eu pensei que seriam mais fortes. Aqui estão as partes que eu acho que você poderia se apoiar mais. Se essa é sua experiência, você precisa confiar em si mesma o suficiente para seguir em frente com isso.” Foi realmente maravilhoso. Além disso, trabalhei com algumas pessoas realmente maravilhosas. Teve um produtor, chamado Jon Avent, que eu falei sobre isso, que foi maravilhoso e tentou me ajudar a fazer isso por um bom tempo. Ele foi muito útil em me apoiar e apoiar o script e me guiar. E então, por último, quando pude fazer com meu melhor amigo, Tommy Bertelsen, que é o diretor, ele foi muito instrumental para mim e disse, “Aqui está a parte onde eu acho que sei o que você está procurando porque te conheço, mas eu acho que precisa ser puxado para algo mais forte, ou dessa maneira. É assim que precisamos configurar isso, visualmente, para que possamos realmente dirigir o que está acontecendo nessa cena.” Então, eu tive muita ajuda e apoio maravilhosos ao longo do caminho.

Como esse filme finalizado se compara ao que você imaginou, quando você acabou de escrever o script?
Oh, Deus, isso é sempre um desgosto, certo?! Você sonha algo, e eu vivi com esses personagens em minha cabeça por quase sete anos antes de atuar como Olivia. Uma das partes mais assustadoras para mim foi que eu estava tendo essa constante experiência dissociativa, onde eu pensava sobre a cena por anos e anos e anos, e então, do nada, foi tudo gravado e terminado. A quantidade de tempo que tivemos para gravar e as restrições de orçamento e os vizinhos gritando, ou qualquer coisa que nos afetava enquanto gravávamos, eu ficava meio, “Bom, essa é a cena.” Mas, essa é a dor de fazer um filme. Você tem uma ideia do que você quer que o filme seja, e então você grava e enfrenta o filme que você tem. E então, trata-se de fazer esse filme. Tem muitas cenas que tivemos que cortar ou editar ou reconstruir porque elas não funcionavam por x razões, ou era o orçamento ou tempo, ou algo assim. De repente, você fica, “Ok, qual é o objetivo dessa cena e como podemos gravá-la de uma maneira diferente?” Foi uma experiência criativa maravilhosa.

Você diria que você está mais nervosa sobre colocar seu primeiro script no mundo ou sobre atuar nisso e ter que falar sobre como sua própria vida foi inspirada em tudo isso?
Ambos! Meu Deus, totalmente os dois! Eu estou muito nervosa com o fato de que é meu primeiro roteiro. É um novo nível de vulnerabilidade, ao se colocar no mundo. É assustador! Mas eu acho que também é equilibrado pelo fato de que é uma história muito pessoal para mim. Eu tenho muito orgulho da história que contamos e o filme que fizemos. Com tudo que eu queria que fosse diferente, ou o que eu queria ter tido mais tempo ou dinheiro para fazer, acho que funciona. É uma peça linda e poderosa e eu sou grata que tive a chance de fazer.

Você também pode dirigir um episódio de PLL na temporada final. O próximo passo é dirigir um filme e também fazer isso em um que você também escreveu?
Oh, meu Deus! Eu acho que quero aprender mais antes de tentar isso. Uma das maiores coisas para mim, com Feed, que eu disse a mim mesma um tempo atrás foi, “Ou eu vou atuar nisso e eu vou fazer assim, ou eu vou esperar um bom tempo e conseguir uma experiência com direção e então eu vou dirigir com outra pessoa como Olivia.” Eu sabia que eu não queria fazer os dois. Eu sabia que a maneira que eu queria entrar e me envolver com a personagem e eu não queria me preocupar sobre nada que meu diretor tivesse que se preocupar. Foi um papel interno para mim que eu sabia que não poderia ter uma parte extra de mim que estava funcionando de uma maneira que eu tivesse meus olhos em tudo. E Tommy, meu diretor, foi maravilhoso, dessa forma. Ele era tipo, “Você está usando muitos chapéus, e eu só vou permitir que você use um chapéu por vez.” Então, ele viria até mim e diria, “Ei, eu preciso falar com minha produtora,” e teríamos uma conversa de produtores. E então, dizia, “Ok, ótimo, produtor fora. Volte a ser uma atriz. ” E foi maravilhoso porque ele me permitiu fazer uma coisa por ver, e me deu licença criativa e liberdade para fazer isso.

Você teve uma experiência em PLL que é muito rara, a série durou por sete temporadas e você estava lá. Quando você olhar para seu tempo na série, o que você acha que mais se destacará para você?
Apenas a experiência de trabalhar por tanto tempo com esse grupo de pessoas. Havia um nível de facilidade e conforto. Quando você faz algo por mais de 10000 horas – e eu fiz o cálculo e apareceu que eu atingi 10000 horas de atuação em PLL – isso, para mim, foi um momento louco que percebi a facilidade que eu sentia com essa personagem, ou tentar algo e falhar, ou ser ousada, ou me puxar. Nesse ponto, eu sinto que eu estava em casa, e não de uma maneira que eu estivesse entediada, mas de uma maneira que me era dada liberdade. Essas pessoas me viram atuar por sete anos. Se eu fizesse um take e estivesse ruim, eu não precisava ficar envergonhada. Eu poderia falar, “Ei, essa foi ruim. Me deixe fazer de novo.” Ter esse poder e liberdade artística, isso foi realmente importante e uma experiência realmente maravilhosa.

Você também fará parte do próximo filme do Richard Linklater, Where’d You Go Bernadette. Qual a coisa mais emocionante sobre esse projeto?
Oh, tudo! O material em si é esmagador. Tem muitos scripts que você lê e fica, “Ok, eu realmente gosto desse aspecto, mas eu queria que fosse diferente, ou queria que fosse mais forte.” Lendo esse script, eu fiquei presa em um mundo. Foi a mesma experiência que eu tive lendo o livro. Eu sou uma grande fã dos filmes do Richard Linklater, e eu sou uma grande fã do trabalho da Cate Blanchett. Por toda parte, parece que eu estou assistindo o trabalho dos mestres. Eu posso assistir artistas tocar e eu posso tocar com eles. Eu me sinto muito grata.

Você já começou a escrever outros projetos que você espera entrar em produção?
Por tantos anos, se eu ia sentar e escrever, seria para trabalhar em Feed, então é realmente estranho quebrar isso de só trabalhar em uma história. Para mim, é muito sobre me dar a liberdade de sentar e trabalhar nesse tratamento que eu tenho para um programa de TV, ou para trabalhar para um filme, ou escrever uma cena de outra história. É sobre o exercício de tentar expandir minhas habilidades como escritora porque eu me sinto muito nova nisso. Eu tenho muitas coisas que estou animada para escrever, mas é um processo constante, e eu acho que estou apenas começando minha experiência nisso.

Vindo de uma família que está no negócio, e você fez sua estreia como atriz quando era muito nova, quando você decidiu que era isso que você queria fazer e possuir essa decisão para si mesma?
Era algo que eu sempre quis fazer, desde muito jovem, e é por isso que eu era uma menina de 4 anos que já tinha meu primeiro trabalho de atuação. Eu tive sorte de crescer em um set e eu disse aos meus pais, “Eu realmente quero fazer o que os atores estão fazendo.” Eles foram gentil o suficiente para criar um papel para mim e me deixar experienciar isso, e eu fiz, mas eu voltei e eu fiquei meio, “Eu não sei se quero fazer isso. É entediante e você me faz dizer as falas várias vezes.” Eles não colocaram nenhuma pressão em mim para ser atriz. Não foi até eu ser adolescente que eu voltei até eles e disse, “Ei, eu tinha 4 anos, e agora eu não tenho problema em fazer vários takes. Eu realmente quero ser uma atriz.” E eles diziam, “Ok, ótimo! Então, o que você vai fazer sobre isso?” Foi quando eu saí e procurei representação, e então eu percebi que eu não sabia nada sobre o ofício. Eu tinha atores que eu admirava e eu notei que todos estudaram teatro, então foi quando eu comecei a me candidatas a escolas de teatro e queria ter uma educação e construir meu ofício. E não foi até meu primeiro ano da faculdade quando meu pai finalmente me disse, depois de me ver em uma peça, “Quer saber? Talvez você possa mesmo fazer isso.” E não é que eles não me apoiavam. Eles me ensinaram que as coisas não caem do céu no seu colo. Se você quer fazer disso uma longa carreira, você tem que tratar com respeito de uma arte e você tem que aprender constantemente.

Fonte: Collider

Publicado por   |   Armazenada em: Entrevistas, Feed, Pessoal
18.07.2017

Troian fala sobre Feed para a Teen Vogue

Troian concedeu uma entrevista para a Teen Vogue, onde fala sobre Feed e sua relação com os distúrbios alimentares que ela teve no passado. Confira traduzido abaixo:

Troian Bellisario certamente está ocupada desde que PLL acabou mês passado. A atriz, que também fez sua estreia como diretora esse ano, está pronta para apresentar Feed para o mundo: um filme que ela escreveu, estrelou e produziu.

Depois de escutar Troian falar sobre o projeto, se torna claro que Feed é mais que apenas um filme – é um reflexo da própria história da atriz, enquanto simultaneamente serve como um veículo de discussão, conscientização e solidariedade importantes. O filme é centrado em uma colegial chamada Olivia Grey, que, quando conhecemos a primeira vez, está se inscrevendo nas melhores faculdades e buscando o título de líder de turma. Com o apoio de se irmão Matt, Olivia está ansiosa para cumprimentar seu ano final de escola com determinação e perseverança. Mas quando uma tragédia abala a família Grey, o mundo de Olivia virou de cabeça para baixo, e assistimos ela descer lentamente para as garras de um transtorno alimentar – e achar seu caminho de volta para a luz e saúde.

Troian já havia falado sobre a história de Feed, e como isso se relaciona com suas próprias experiências. A atriz vem sendo aberta com sua batalha contra a anorexia, explicando o filme com: “Eu sentei e escrevi uma versão da minha própria história. Não são os eventos exatos, mas o que eu queria fazer com esse filme era pegar o público e fazê-los entender como parece e como é lutar com essa doença.”

E é seguro dizer que sua missão foi cumprida. Enquanto todos os distúrbios alimentares são únicos, Feed consegue capturar algumas das qualidades universais da doença, retratando elas de uma maneira que seja relacionável para as pessoas que experienciaram, e de uma maneira que é educacional para aqueles que não tem. Troian conta a Teen Vogue que um dos seus objetivos era conseguir que o público visse os distúrbios alimentares de uma maneira diferente, para fazê-los entender que essa é uma doença mental série, não é um estilo de vida, ou dieta, ou uma escolha. Seu filme certamente tem a mensagem – e é importante.

Tivemos a chance de falar com Troian sobre o processo de Feed, sua própria história com a doença e como ela espera que a conversa sobre distúrbios alimentares vai mudar no futuro. E mais importante, ela tem uma mensagem poderosa para jovens que podem estar lutando agora – e suas experiências servem de prova que recuperação é possível, e que ninguém está realmente sozinho.

Teen Vogue: Você pode nos contar sobre o processo de escrever o script de Feed? O quanto a história foi baseada na sua própria experiência?
Troian Bellisario: Tem muitas diferentes inspirações. Eu sabia que eu ia escrever do meu ponto de vista, o que não reflete definitivamente todos que tem distúrbios alimentares. É alo que afeta pessoas de todas as raças, todos os padrões socioeconômicos, todos os gêneros. Eu queria examinar a doença de uma maneira que espero que desafie as expectativas das pessoas sobre o que elas pensam que são os distúrbios alimentares. Eu tive muitas pessoas em minha vida imaginando se era só uma obsessão com peso, ou uma necessidade de ser magra. Eu estava tentando transmitir para eles que era muito mais que isso. É uma doença cheia de camadas, muito complicada, realmente perigosa e não apenas vaidade.

TV: Do ponto de vista da atuação, como é interpretar um personagem que você criou?
TB: Foi realmente maravilhoso. Tem algo tão libertador sobre alguém escrever um personagem, e você fazer audição para ele, e então escolher você e dizer, “Você! Você é a pessoa que eu queria,” e você fica meio, “Oh, eu tenho essa permissão.” Criar Feed, escrever, produzir e então atuar nele foi muito de mim me dando essa permissão, e me valorizando e dizendo, “Não. Eu posso fazer isso. Eu acredito que posso fazer isso.” E foi muito desafiador porque tem vezes quando eu escuto a voz em minha cabeça dizendo, “O que te dá esse direito? Porque você devia fazer isso? E se tem alguém melhor? E se você não merece isso?” Acho que uma grande parte de mim continua a ter uma recuperação ativa no cara da minha doença que diz, “Não. Eu vou me dar permissão para fazer isso. Eu vou me dar permissão de ser suficiente, e eu vou me dar isso, como um desafio.”

TV: Dada sua própria experiência com distúrbios alimentares, foi difícil para você mergulhar na mentalidade da Olivia?
TB: Oh, absolutamente… Eu lembro de me dirigir ao diretor Tommy Bertelsen, e eu disse: “Porque estou fazendo isso comigo mesma? O que estou fazendo?” Ele se virou para mim, e disse: “E se esse filme ajudar outra pessoa a ter uma vida saudável? É por isso que você está fazendo isso.” E eu disse, “Ok. Sim. Você está certo. Apenas uma pessoa é suficiente.”

TV: Uma das coisas interessantes sobre o filme é que o personagem Matt age como a personificação do distúrbio alimentar, a “voz” que Olivia ouve. Dá a ideia de que um distúrbio alimentar é muito tangível para os telespectadores – era isso que você estava tentando transmitir?
TB: Absolutamente. Para alguém que experienciou, você sabe que quando essa voz fala, você se sente compelido a ouvir. Você está tentando evitar a punição, ou evitar a dor que vem de não escutá-la. Para alguém que não experiencia um distúrbio alimentar, eles tem que entender o porque alguém é motivado a seguir essas ordens. Personificando essa voz no Matt – alguém que Olivia amava, e era tão ligada – eu estava tentando mostrar para o público que ela seguiria ele em tudo, porque ela não queria perdê-lo novamente.

TV: O que você espera que as pessoas tirem do filme?
TB: Eu realmente espero que elas tirem o fato de que essa doença mental é um pouco diferente e um pouco mais complicada do que alguém só querendo ser vaidoso, ou alguém de dieta. Tem muita dor que eu experienciei… me sentindo incompreendida. Eu espero que alguém que assista esse filme que nunca teve um relacionamento desordenado com a comida diga, “Oh, uau. Isso é algo que eu não esperava.” Eles podem ter uma compreensão diferente disso.

E eu espero que… Possa inspirar as pessoas a procurar tratamento e levar isso a sério. Uma das coisas que eu realmente queria que as pessoas entendesse é que é assustador. Isso é perigoso, e você está colocando sua vida em perigo. Merece ser tratado com seriedade.

TV: E o que você diz para os telespectadores que se preocupam que podem se sentir engatilhados pelo filme? Você tem alguma sugestão de recursos?
TB: Essa é uma conversa importante. Eu sou muito grata que você trouxe esse assunto. Eu acho que é importante que as pessoas que estão lutando contra um distúrbio alimentar considerem seriamente se querem ou não assistir esse filme. Eu recentemente assisti o filme da Lily Collins, To The Bone, e eu achei que foi fantástico, e eu estou tão feliz que está aí. Se eu me senti engatilhada com ele? Absolutamente. Isso porque você não pode passar por essa doença, ou ser alguém que experienciou essa doença, e não sentar com isso por duas horas, e não se sentir engatilhado.

Agora, o mais importante para fazer é exercitar o auto cuidado e auto preservação e dizer: “Eu realmente me sinto… Eu posso assistir um filme como Feed hoje?” Talvez a resposta seja não, ou talvez a resposta seja, “Eu realmente quero sentar com alguém que sou aberta e honesta sobre minhas lutas, assistir juntos, e então falar sobre isso.”

A outra coisa maravilhosa que eu posso recomendar para as pessoas é a NEDA (Associação Nacional dos Distúrbios Alimentares). Eles tem um ótimo site e uma linha gratuita que pode te conectar com profissionais, se você não está em terapia ou procurando tratamento. Eu encorajo as pessoas a ter uma conversa sobre isso… Se não falarmos sobre, o estigma continua aí. Se não falarmos sobre isso, ou descrevermos isso, é um tabu. Uma das piores partes sobre sofrer esse distúrbio alimentar é o sentimento de isolamento e alienação, e sentindo que ninguém entende o que você está passando, ou ninguém tem empatia por isso, ou ninguém leva a sério. Temos que ser corajosos e falar sobre isso, como uma comunidade, e como cultura, e examinar isso, porque do contrário, nunca vamos tirar isso da escuridão.

TV: Absolutamente. Se você pudesse enviar uma mensagem para todas as jovens pessoas que podem estar lutando com um distúrbio alimentar agora, o que você gostaria que eles soubessem?
TB: Eu gostaria que eles soubessem que eles não merecem sofrer sozinhos, que eles estão sofrendo de uma doença que merece ser levada a sério. Merece ser tratada. Eles merecem apoio. Eles merecem viver uma vida feliz. Acho que uma das coisas mais dolorosas sobre distúrbios alimentares é que você fica preso em acreditar que essa é a única maneira que você vai viver pelo resto da vida. Não é verdade. Significa que você precisa ser corajoso, e vulnerável, e honesto, e você precisa falar com alguém e procurar apoio, mas você pode ter uma linda vida se você escolher se dar ajuda.

Fonte: Teen Vogue

Publicado por   |   Armazenada em: Entrevistas, Feed, Pessoal
18.07.2017

Glamour: Troian em sua vida depois da anorexia: “Essa sou eu depois de 10 anos de recuperação”

Troian concedeu uma entrevista para a Glamour, onde fala sobre sua recuperação da anorexia e como seus pais reagiram a Feed. Confira traduzido abaixo:

Troian Bellisario sabe que seu novo filme, FEED, não vai ser fácil para seus fãs assistirem, “Eu realmente queria que as pessoas ficassem com medo da experiência,” ela fala sobre seu projeto apaixonado, que ela escreveu, produziu e estrela, que sai hoje nas plataformas de streaming. “Eu quero que as pessoas entendam que é uma doença perigosa e significa lutar pela sua vida.” É parte do porque ela queria que o título do filme fosse todo em caps lock. “Ver o tratamento do título como capturado na imagem [vida ou morte]. E o título se tornou em como podemos nutrir uns aos outros, e o que significa alimentar essa coisa dentro de você e assistir crescer enquanto você começa a sumir?”

Tem uma razão pela qual a aluna de PLL se sente forte sobre esse tópico. Tendo lutado contra a anorexia enquanto era adolescente, Bellisario, 31 anos, sabe em primeira mão a dor que essa doença pode causar. “É terapia constante,” ela diz sobre manter a doença sob controle, e também como “escolher consistentemente retornar para a saúde… porque você tem muita coisa para viver.”

Bellisario se abriu para a Glamour sobre sua estrada para a recuperação e a história que ela queria contar com o filme.

Glamour: O termo distúrbio alimentar é usado muitas vezes mas nem sempre compreendido. Como você se sente sobre isso?
Troian Bellisario: Eu pensei sobre isso, e eu venho trabalhando com a NEDA (Associação Nacional dos Distúrbios Alimentares), e eu soube que 20 milhões de mulheres e 10 milhões de homens na America em um momento de suas vidas vão passar por um envolvimento com um distúrbio alimentar. Quando eu era mais nova e estava no tratamento, eu ficava meio, “Todos tem uma relação estranha com a comida! Minha mãe tem, meu pai tem, então porque eu sou a única que está lutando assim?” Muitas pessoas falam comigo sobre comer desordenadamente versus ter um distúrbio alimentar, e essa é uma distinção importante. Eu odeio colocar rótulos nas coisas, mas é um guarda chuva importante em cima desse termo onde podem ter muitas subcategorias diferentes e experiências que as pessoas podem ter. Você pode ter um relacionamento desordenado com a comida, mas ter um distúrbio alimentar é um indicativo de doença mental, o que eu acho que precisa de tratamento e reconhecimento de uma maneira diferente.

Glamour: Exatamente. Muitas pessoas lutam com a comida e imagem corporal. Eu não conheço um ser humano que está perfeitamente feliz com seu corpo todo o tempo.
TB: Isso pode ser esperado nos dias de hoje e nas idades de hoje, particularmente com cada representação que temos na mídia. Isso foi uma grande coisa para mim, e o porque eu queria tanto fazer FEED. Muita da minha experiência nas redes sociais e ser uma atriz era que eu tenho muitos jovens que vem a mim e dizem, “Oh meu Deus, você é tão perfeita!” e “Olhe essa foto! Você está perfeita!” e não é apenas muita pressão para mim, mas é uma informação falsa. Isso sou eu com duas horas e meia de cabelo e maquiagem. Essa sou eu depois de 10 anos de terapia para recuperação. Eu não sou perfeita. Eu estou superando todos os dias e todo mundo também está – isso merece ser reconhecido.

Glamour: Quando você escreveu o script, o quanto você colocou da sua vida?
TB: Definitivamente as qualidades perfeccionistas. Eu sentia muita pressão no ensino médio para ser muito boa. Eu me esforçava demais para fazer isso, o que foi grande parte da minha doença. Tem partes de mim que estão na Olivia, mas tem muitas outras parte de outras pessoas que compartilharam suas histórias comigo. O que eu notei é que compartilhamos muitos dos mesmos sentimentos, mesmo que nossas vidas sejam totalmente diferentes. A voz parecia a mesma de várias maneiras. E foi tão poderoso para alguém que tivesse uma raça ou gênero totalmente diferente.

Glamour: Seus pais já assistiram o filme?
TB: Meu pai viu, e minha mãe vai assistir comigo pela primeira vez [hoje], mas ela leu o script. Meu pai disse que ele pensou que o que eu fiz foi corajoso e que ele estava orgulhoso de mim. Quando minha mãe leu o script, fez exatamente o que eu queria, que quando eu estava passando por isso com meus pais e meus irmãos, eles não entendiam. Eles ficavam meio, “Porque você só não come? Você está colocando sua vida em perigo, você não pode ir para a escola, intervimos, você não pode só comer?” E eu não conseguia comunicar isso para eles. Depois que minha mãe leu o script, foi meio que, de repente, “Oh meu Deus, não tinha nada a ver com o seu peso, e era sobre isso e sobre controle.” Tudo que eu vinha tentando falar para eles ficou claro de repente porque eles puderam assistir e ver do meu ponto de vista. Então eu me senti muito grata.

Glamour: Você começou a escrever FEED oito anos atrás. Eu imagino que tem ambos prós e contras que levou tanto tempo para ser feito.
TB: Sim, e eu estou grata que aconteceu assim. Eu escrevi FEED três meses antes de pegar PLL, e aí foram sete anos tentando fazer FEED durante os hiatus, conseguindo o dinheiro, encontrando o produtor certo, diretor, elenco. Cada vez eu ficava meio, “Nunca vai acontecer? Será que eu não deveria colocar essa história pra fora?” E então finalmente quando tudo se juntou da maneira que se juntou e com PLL acabando e de repente eu pude colocar pra fora essa história e ter uma fã base que é tão aberta e receptiva em tudo que eu faço, o que eu sou muito grata, eu fiquei meio, oh, é por isso. É por isso que não aconteceu por 8 anos. Eu queria que essa história atingisse e afetasse o máximo de pessoas possível e que fosse vista pelo máximo de pessoas possível, e eu não acho que poderia fazer isso sem minha fã base construída ao longo desses oito anos. Eu sou incrivelmente grata.

Glamour: O que você quer que as pessoas saibam dizer para alguém que está passando por um distúrbio alimentar, assim que entrarem em recuperação também?
TB: Para as pessoas que estão assistindo alguém lutar, eu acho que é importante transmitir para eles que você não quer perdê-los. Uma das coisas mais dolorosas é quando dizem, “Só coma isso!” ou “Engorde um pouco que você vai melhorar!” Isso não é verdade. Também, tem tantas pessoas que estão sofrendo de distúrbios alimentares que parecem saudáveis que você não imagina que elas tenham um problema. É importante ter a paciência e a empatia de sentar com alguém e dizer, “Eu sei que você vai lutar mesmo que coma isso ou não, e eu não quero te perder e eu quero que você seja saudável, e eu quero que você viva uma boa vida.”

Glamour: Tendo passado pelo por disso, quais técnicas que você usa para que não caia nos antigos hábitos? Como você se certifica de ficar bem?
TB: Terapia é muito importante. Terapia constante. Particularmente gravar esse filme [onde eu tive que perder peso] e me envolver [com esses demônios]… Foi algo que todos os meus amigos e família ficaram meio, “Não vamos deixar você voltar para isso sem levar isso muito, muito a sério.” Para mim, eu ainda estou descobrindo. Uma coisa interessante sobre essa doença mental é que quando você se comporta nesses padrões, eles criam caminhos neurais em seu cérebro. É difícil não ser coerente com eles, e é por isso que a recuperação demora tanto, porque você literalmente precisa criar novos caminhos neurais. Durante minha quase década de recuperação, eu venho podendo criar esses caminhos, mas isso não significa que os pensamentos e as compulsões não estão presentes. É sobre fazer a escolha que consistentemente retorna para a saúde, para consistentemente reinvestir em sua vida, porque você tem muito para viver. Eu acho que me lembrar disso, me lembrar que eu não teria o relacionamento que eu tenho com meu marido e ter o relacionamento com o distúrbio alimentar. E poder ter uma vida completa, uma carreira completa, e isso foi uma grande coisa para mim. Eu não posso representar outros papéis [ou áreas da minha vida] se minha saúde estiver em mal estado.

Fonte: Glamour

Publicado por   |   Armazenada em: Entrevistas, Feed, Matéria, Pessoal
18.07.2017

Troian Bellisario fala sobre seu distúrbio alimentar

Troian conta para o site Lenny Letter como é sua relação com seu distúrbio alimentar em uma redação emocionante. Confira traduzida abaixo:

Estávamos nadando a segunda volta no lago quando eu parei de sentir meus dedos. Quando você pula pela primeira vez na água gelada você grita, procura por ar, mas imediatamente ri porque isso te faz sentir extra vivo. Você aprende, depois de alguns pulos, que você não precisa temer o frio. Você se move, e some. Logo, como se você estivesse dentro de uma casa olhando uma tempestade de neve que bateu ligeiramente na janela. Você sabe que tem frio ao seu redor, mas não pode te machucar.

Por um tempo, esse tipo de entorpecimento me fez sentir invencível.

Mas agora, talvez meia hora depois na água, o frio voltou, e não só apenas do lado de fora da janela, está na minha pele. Sob a superfície, eu provavelmente parecia como um peito de frango sentado sob o plástico em uma geladeira de mercearia, palida e em pimpo. Então está em minhas juntas, dificultando o movimento. Logo, está em meus ossos, tanto que mesmo que eu soubesse que estava chutando minhas pernas, eu não conseguia dizer onde elas terminavam e onde a água começava. Eu não tinha certeza se tinha mais dedos.

De repente, eu estou em um território muito familiar. Eu sabia que deveria sair da água antes de me machucar ou ficar doente, mas eu não fiz isso. Só continuei nadando.

Aqui estou, 31 anos de idade, e ainda estou negando ao meu corpo a única coisa que ele está me pedindo para fazer: cuidá-lo.

Quando eu gravei o piloto de PLL, era dezembro em Vancouver, e eu tinha 24 anos. Estávamos gravando uma cena de verão (o exterior do funeral da Alison, a queen B de Rosewood), e mesmo que eu não lembre o quão frio estava do lado de fora, eu posso afirmar que estava muito frio para nevar. As meninas e eu estavámos vestidas em vestidos curtos pretos com saltos. Depois, na edição, eles aumentaram a saturação, colocaram um efeito dourado e BAM, parecia que estávamos suando em julho. Mas enquanto estávamos gravando, bem, era dezembro no Canadá.

“Gravando!” gritou o assistente do diretor, e alguém aparecia para tirar os casacos dos nossos ombros rapidamente. Todos assistiam, esperando que conseguíssemos a cena antes que nossas mandíbulas trancassem e nossos ombros chegassem nas nossas orelhas. Eventualmente, Leslie, nossa diretora, gritava “Corta!” e as lindas e quentes jaquetas desapareciam.

Querendo ser o mais profissional possível, eu puxei de volta o muco que estava ameaçando destruir cada take e forcei meus ombros a ficarem onde estivessem, mesmo que eu pudesse ver minha respiração no ar. Eu olhei em volta: Lucy, Ashley e Shay pareciam com frio mas bem; elas pareciam profissionais, poderosas. Porque eu não era assim? Eu empurrei esse pensamento pra longe. Engula isso, Bellisario, faça seu trabalho;

Então veio o ponto onde eu mencionei de improviso, “Huh, eu não sinto meus pés.” “Pare!” uma voz gritou, e um anjo em forma de membro da equipe veio até mim e exigiu que eu a seguisse para dentro da igreja perto de onde estávamos filmando.

Ela me sentou, tirou meus sapatos, e começou a esfregar meus pés. Ela me pediu para avisar quando eu estivesse sentindo eles novamente. “Não se preocupe com meus pés! Eles estão ótimos!” eu tentei me afastar dela, meus olhos indo até a equipe que estava esperando ali perto. Eu estava atrasando a produção, uma produção que custa milhares de dólares por minuto, tudo por um comentário estúpido sobre meus pés estúpidos. Eu comecei a entrar em pânico. Todos iam pensar que eu sou uma diva, que eu não posso fazer isso, que sou uma atriz horrível e que eles nunca iam querer trabalhar comigo novamente.

Mas o anjo permaneceu resoluto. Ela me disse que ela trabalhou com pessoas que perderam os dedos por congelarem, e ela não ia ver eu perder os meus. Eventualmente, eu anunciei (com sinceridade) que estava sentindo meus pés novamente, e ela me deixou ir.

Eu me preparei para receber gritos de alguém, qualquer um, em posição de autoridade. Como você ousa segurar essa produção? Como você pode ser tão fraca? Tão exigente! Mas não teve punição, nem mesmo um olhar de canto. Todos só me perguntaram se eu me sentir melhor e se estava pronta para voltar a cena.

Porque eu precisava de permissão de um completo estranho para cuidar de mim mesma?

Sete anos depois (e mais sábia?), lá estava eu, nadando em um lago por diversão, e ainda sim não podia fazer isso. Meu amigo e eu casualmente concordamos de tentar por três vezes na volta do lago. Era um desafio divertido quando anunciamos brincando para o resto dos amigos e família. Mas agora, vindo do corredor da segunda volta, eu podia sentir meus membros se fechando. Assim como em Vancouver, apesar do meu corpo desesperadamente precisar de algo, eu não queria parecer fraca ou desapontar as pessoas. Onde estava meu anjo para cuidar de mim agora?

E daí? Você pode dizer. Não seja doida; você pode sair da água a qualquer momento. Quem se importa? Boa pergunta. Eu me pergunto isso todo o tempo. Quem se importa se eu não posso nadar todo esse tempo na água fria? Quem se importa se eu preciso parar uma cena para cuidar dos meus dedos. Quem se importa?

Eu me importo, disse uma voz familiar em minha cabeça. Oh, certo. Você;

Minha amiga é uma nadadora de longa distância e ela parecia com frio mas pronta para continuar.

“Troian, você quer parar?”

Aquela voz, aquela voz familiar atrás do meu crânio me diz que se importa. Se importa se eu exijo coisas de uma produção, se importa se eu sair cedo, se eu falhar. É uma voz que eu conheço intimamente; é meu maior e melhor inimigo. Eu sei o que essa voz vai dizer se eu parar. Eu sei da encrenca que eu estaria.

“Não,” eu disse, meus dentes tagarelando de excitação. “Estou bem!” ela não estava caindo nessa, mas combinando com minha determinação, fomos assim mesmo. Quando voltamos, quem animou os frios e cansados guerreiros? Quem elevou a honra e nos alimentou com bebidas quentes para comemorar? Ninguém, porque esse era um desafio necessário para ninguém além de mim mesma. Não tinha grande competição, exceto entre eu e meu corpo e minha cabeça.

Como alguém que luta contra uma doença mental, meu maior desafio é que eu nem sempre sei qual voz dentro de mim está falando. A voz do meu corpo, a que diz, Troian, estou com frio, me tire do lago, ou minha doença: Você disse a todos três vezes, então você não pode desapontá-los. Você é suficiente. Quem liga para a diferença entre duas e três vezes? Eu ligo.

Tem uma parte do meu cérebro que desafia a lógica. Uma vez, me convenceu completamente que eu deveria viver de 300 calorias por dia, e em algum momento, me disse que isso era muito. Aquela parte do meu cérebro é minha doença, e teve uma época que isso tinha autoridade absoluta sobre mim. Quase me matou, e você pode ver que mesmo se eu tivesse vivido em recuperação por 10 anos agora, ainda acha maneiras divertidas e insidiosas para me impedir até hoje. Foi uma jornada difícil encontrar meu caminho de volta a saúde. Durante uma introspecção difícil, cuidados médicos e mentais intensos, uma família que me apoia, amigos, e um paciente e amável parceiro, eu sobrevivi, o que é raro.

Mas eu não quero só sobreviver aquela parte da minha vida. Eu quero criar em rebelião. Eu quero parar de olhar para os relógios. Eu quero pintar todo o chão e construir uma parede de feedbacks no amplificador tão alto para que eu grite acima dele e de frente para minha doença: EU SOU SUFICIENTE!

Não é assim tão fácil. Às vezes ainda me encontro sendo empurrada por um mestre invisível, trabalhando até o ponto da exaustão, nadando com dedos entorpecidos. A voz da minha doença está comigo todos os dias. Eu estou praticando ignorá-la, pela maior parte do tempo, mas ainda está aqui, encontrando novas maneiras de me prejudicar. É por isso que eu escrevi Feed. Eu queria canalizar aquela voz dentro de uma história e fora de mim. Eu queria criar uma personagem que também se perguntava se ela era suficiente.

Escrever, produzir e atuar nele me ajudou a obter mais um grau de separação da minha doença no que eu sei que vai ser uma vida de recuperação. É minha maior esperança que alguém que assista, que luta com os mesmos desafios que eu luto, pode pensar, E se eu sou suficiente também? Então com toda a coragem que posso reunir, eu dou isso a você, eu dou isso para essa pessoa, na esperança que isso a faça se sentir suficiente.

Talvez no momento que você assista, eu vou ter saído da água fria e estarei me aquecendo no sol.

Troian Bellisario escreveu, produziu e estrela no filme independente Feed, que foi lançado pela Sony Pictures nas plataformas digitais americanas hoje, 18 de julho.

Fonte: Lenny Letter

Publicado por   |   Armazenada em: Matéria, Pessoal
23.02.2017

Keegan Allen fala sobre o casamento de Troian e Patrick

O colega de elenco e amigo da Troian, Keegan Allen, falou sobre ter tocado seu recém lançado single “Million Miles Away” no casamento da Troian com o Patrick em recente entrevista. Confira traduzida:

“Eu estive recentemente no casamento da minha colega de elenco, Troian Bellisario, e foi maravilhoso e lindo e eu toquei essa música no casamento. É uma música sobre estar apaixonado por alguém que está longe e manter um relacionamento a distância e eu senti que foi muito apropriado porque Patrick e Troian tem essa linda relação, mas o Patrick grava sua série muito longe e Troian estava muito longe dele quando gravava PLL, mas eles conseguiram manter esse lindo relacionamento por tanto tempo e eventualmente se casaram. Senti que era apropriado tocar a música lá e eu espero que todos que ouçam sintam algo com isso e meio que ajuda as pessoas e as dá esperança.”

Publicado por   |   Armazenada em: Entrevistas, Pessoal
15.02.2017

Porque Troian está lutando por leis de segurança para armas

Troian concedeu uma entrevista para o Motto, onde fala sobre a lei que quer proibir namorados e namoradas com histórico de violência doméstica de portar arma de fogo. Leia traduzido abaixo:

A estrela de PLL se juntou ao Everytown e ATTN para lançar um vídeo para aumentar a conscientização sobre a “lacuna do namorados”, uma lei que permite namorados e namoradas com histórico de violência de comprar armas.

Em 1996, o Congresso promulgou a emenda de Lautenberg, que emendou uma lei federal de controle de armas de 1968 para proibir indivíduos que foram condenados a delitos menores de violência doméstica de possuir uma arma de fogo. Mas essa lei, que é confirmada pela Suprema corte apenas ano passado, só vale para um ex-cônjuge, um pai, guardião da vítima, uma pessoa que compartilha uma criança com a vítima ou alguém que viveu ou vive com a vítima. Isso significa que não tem mecanismo federal para prevenir namorados e namoradas com histórico de violência doméstica de ter uma arma. Em setembro de 2015, dez estados dos EUA aprovaram uma legislação que elimina essa lacuna, mas defensores de vítimas de abuso doméstico dizem que essa legislação federal irá salvar vidas.

Enquanto a maioria das violências domésticas fatais ocorre contra esposas, o próximo maior grupo de vítimas são namoradas, de acordo com as estatísticas do Associated Press. Entre 2006 e 2014, 2,441 vítimas de um total de 6,235 vítimas de tiroteios domésticos fatais foram entre relações não matrimoniais com seus assassinos.

Bellisario conversou com o Motto sobre porque ela pensa que a “lacuna dos namorados” vale a pena a luta – e o porque ela não tem medo de falar sobre um assunto político tão pesado.

Motto: Por que você ficou tão interessada em destacar esse problema?
Troian: Eu fiquei sabendo recentemente sobre a “lacuna dos namorados”, e eu fiquei surpresa com isso. Eu trabalhei com a Everytown para o Gun Safety por um tempo e como podemos melhorar a legislação do estado em verificações, e eles vieram a mim com a ATTN para perguntar se eu estava interessada em aumentar a conscientização em torno disso.
Mas depois de fazer pesquisas, eu não fiquei tão surpresa. Fez sentido para mim que, à medida que as mulheres forem se tornando mais independentes e formarem relacionamentos que não são solidificados em casamento, ela não estariam protegidas nessas leis que temos atualmente.

Motto: Nesse clima político, quais você acha que são as chances de ter essa lei aprovada a nível federal? Que desafios enfrentam?
Troian: Estamos em uma posição interessante. Teve um estudo em 2013 que mostrou que 86% dos americanos estão a favor de verificar antecedentes de armas de alguma forma. Mas eu acho que há muitos americanos que não tem essa informação sobre esse assunto. Acho que as pessoas não estão cientes de que – ou não estão se conscientizando – dessa “lacuna de armas”, que não exige que os vendedores particulares façam a pesquisa de antecedentes.
Agora, exigir verificação de antecedentes (para toda venda de armas de fogo) é a coisa certa que podemos fazer – e todos concordam. É claro que é difícil porque algumas pessoas dizem que tem problema com verificação de antecedentes. Mas se pudermos fazer isso pelo nosso país, acho que veríamos menos suicídios, menos tiroteios e menos casos de violência doméstica que acaba em assassinato. Acho que no geral, muitos americanos irão se sentir mais seguros – em ambos os lados da questão.

Motto: Como você se tornou aficionada por controle de armas?
Troian: Meu pai tem uma arma, e ele me levava para o campo de tiro. Ele me ensinou como usar um rifle, pistola e espingarda. Ele sempre teve certeza que eu soubesse tudo sobre segurança com armas. Mas para mim, não importa o quanto eu atire, eu nunca me sinto inteiramente confortável com uma arma em minha mão. Eu pensei que se eu estão passando por isso para me educar sobre usar armas e ainda não me sinto segura, eu penso o que está acontecendo para os americanos que não estão se educando.
Quando eu comecei a ver essas notícias – e isso é difícil de evitar – tiroteios em massa e eu ouvi que o atirador tinha um histórico de doenças mentais ou que ele não conseguiu a arma legalmente, eu posso ver uma conexão clara. Tem algo que podemos fazer como cidadãos para deixar mais difícil para as armas de irem parar nas mãos de pessoas perigosas.
Quero que todos os americanos se sintam seguros. Quero que os americanos que não querem carregar uma arma se sintam seguros. Não podemos entrar em uma conversa antes de sabermos quais leis podemos concordar. Para mim, é acéfalo quando eu vejo algo como a lacuna dos namorados.
Se podemos proteger mulheres que são vítimas de abuso doméstico, é nossa obrigação como cidadãos fazer isso. Temos que perguntar: “Que leis podemos implementar para impedir que isso aconteça?”
Não é sobre mulheres encontrarem pessoas perigosas em aliados obscuros; é sobre mulheres que são vítimas de seus parceiros íntimos.

Motto: O que você está esperando para conseguir essa questão esse ano?
Troian: Espero que possamos aumentar os estados para se juntarem a nos e fechar a lacuna dos namorados. Isso seria uma grande vitória.
Mas além disso, eu espero que possamos ter mais conversas sobre isso. Eu espero que possamos nos envolver com mais donos de armas e mais pessoas que podem não estar cientes que isso é um problema. Eu sempre achei que verificação de antecedentes eram exigidas. Espero que isso se torne realidade logo. Se você quer ter uma arma, você precisa passar por uma verificação de antecedentes.
É uma questão difícil para os americanos falarem. Eu sempre volto a um argumento apaixonado, não um argumento sobre a legislação onde podemos dizer: “Queremos que todos os americanos estejam seguros, incluindo nossas crianças que vão para a escola e nossas esposas e maridos em casa. Queremos eles seguros. Com podemos trabalhar juntos para conseguir isso?”

Motto: É um assunto politicamente divisível, por que falar?
Troian: Como mulher, estou com medo. E sou empática com as mulheres que estão em pergo. Se eu posso fazer a menor coisa possível como fazer um vídeo para garantir que mais pessoas fiquem conscientes sobre esse problema, eu não vejo porque não falar.

Fonte: Motto

Publicado por   |   Armazenada em: Campanhas, Entrevistas, Pessoal
29.01.2017

“O casamento foi uma experiência incrível” Troian para o ET Online

Troian e Patrick deram uma entrevista para o ET Online ontem (28) durante a festa do site Entertainment Weekly, onde falaram sobre a vida de casados, a festa de casamento e a lua de mel. Confira traduzida abaixo:

Troian Bellisario e Patrick J. Adams andaram pelo tapete vermelho na festa pré SAG Awards do Entertainment Weekly na noite de sábado com acessórios novinhos em folha – alianças de casamento.

O casal de atores juntou as escovas no início de dezembro e o tapete vermelho de sábado marcou o primeiro deles como um casal casado. Para a ocasião, Bellisario usou um espartilho com detalhes e Patrick arrasou em um terno de três peças.

“Sentimos como se tivéssemos isso, melhores amigos permanentes agora”, Adams conta para o ET. “É tipo ‘Ah, agora não preciso me preocupar mais com nada’, e isso é bom. É como se você tivesse seu parceiro para o crime.”

Para a cerimônia, os atores decidiram pensar fora da caixa, em vez de fazer uma simples cerimônia, eles transformaram o casamento em um evento de três dias com os amigos mais próximos e família.

“Quando estávamos planejando o casamento ficamos tipo, ‘Como fazemos isso do nosso jeito sem ser como todas as pessoas fazem?'” Adams explica. “Fomos a casamentos antes e ficávamos meio, ‘Sinto que isso foi especial, mas eu meio que cheguei e fui embora’. Então sabíamos que queríamos fazer durar o fim de semana todo e encontramos um lugar legal e queríamos que fosse ao ar livre.”

“É tipo, não, queremos ter um acampamento de três dias onde você pode conhecer as pessoas”, Bellisario explica. “Vem sendo legal ouvir as histórias de como, tipo, amigos de diferentes grupos agora estão saindo juntos ou fazendo viagens juntos, se encontrando em New York.”

Os recém casados recentemente retornaram da lua de mel, que de alguma maneira, Bellisario aproveitou mais que seu casamento.

“Acho que foi incrível porque, você sabe, o casamento foi uma experiência incrível, e senti que você pode ficar próxima de alguém, mas você também está com todos os seus amigos e sua família e isso é tão grande do que ir para algum lugar onde vocês podem ficar quietos juntos, eu falo por mim, foi incrível.” ela fala.

Como conselho para futuros casais famosos que querem se casar, Adams diz, “Aproveite cada segundo disso. Há tantas oportunidades que você pode perder a cabeça, ou ficar com raiva, ou sentir que as coisas não estão indo do jeito certo. Cada vez que isso acontece, apenas pare e diga, ‘Isso é perfeito do jeito que tem que ser.’ Não perca a cabeça – tudo é exatamente do jeito que tem que ser.”

Fonte: ET Online

Publicado por   |   Armazenada em: Aparições, Entrevistas, Eventos, Patrick Adams, Pessoal
06.01.2017

Hello Magazine divulga mais detalhes do casamento de Troian e Patrick

A internet não está sabendo lidar com esse casamento!

Hoje, a Hello Magazine Canadá, postou um lindo álbum de fotos profissionais do casamento do nosso casal favorito. E cada foto acompanha alguns detalhes do casamento, que traduzimos para vocês. Confira abaixo:

Congratulations to Patrick J. Adams and Troian Bellisario! The adorable couple officially became husband and wife during a romantic three-day wedding celebration in December. <br><p>Troian walked down the aisle in a gorgeous bohemian design by Cortana, which she accessorized with a headpiece by Amaroq, while her groom looked equally as dapper in a three-piece Ralph Lauren suit. </p> More than 200 guests watched the couple tie the knot at the Rancho Dos Pueblos in Goleta, Calif., before they danced the night away under the stars. <p>Here, Patrick and Troian share photos and reflections from their magical day exclusively with <em>Hello!</em></p> Photo: © Max Wanger

Parabéns para Patrick J. Adams e Troian Bellisario! O adorável casal se tornou marido e mulher durante um romântico casamento que durou 3 dias em dezembro. Troian andou pelo altar em um lindo design da Cortana, que ela acessorizou com uma peça da Amaroq, enquanto o noivo ficou igualmente elegante em um terno da Ralph Lauren. Mais de 200 convidados assistiram o casal juntar as escovas de dente no Rancho dos Pueblos em Goleta, Califórnia, antes deles dançarem noite adentro abaixo das estrelas.

The couple's three-day wedding affair included camping! "It was important to us that it was an outdoor experience. I think having people come and be out of their comfort zone was what we always wanted. It would make the wedding even more powerful, because everyone would have the chance to get to know each other," Patrick told <em>Hello!</em> <br><p>To honour nature and a cause close to their hearts, Patrick and Troian asked guests to make a donation to the David Suzuki Foundation and SickKids Hospital in lieu of gifts.</p> Photo: © Max Wanger

O casamento de três dias do casal incluiu um acampamento! “Era importante para nós que fosse uma experiência ao ar livre. Eu acho que ter pessoas que venham e saiam de sua zona de conforto foi o que sempre quisemos. Faria do casamento ainda mais poderoso, porque todos teriam a chance de se conhecer”, Patrick contou à Hello. Para honrar a natureza e uma causa dos corações deles, Patrick e Troian pediram aos convidados para fazer uma doaçã para a fundação David Suzuki e o SickKids Hospital no lugar dos presentes.

The groom travelled from the campsite to the ceremony in a bus with his family and friends. His pals made sure to get him there on time – even when their bus got stuck.<br><p>Photo: © Max Wanger

O noivo viajou do acampamento para a cerimônia em um ônibus com sua família e amigos. Seus amigos tiveram a certeza que ele chegaria na hora – mesmo quando o ônibus atolou.

When it came time to write their vows, Patrick says he and Troian "wrote them out together." He adds: "We knew that we didn’t want to just use conventional vows. As the day approached, we also took the time to write the things that we wanted to say to each other on the day. We had the two notebooks that we’d written in, and my father carried my book down the aisle and Troian’s mother carried hers."<br><p>Photo: © Max Wanger

Quando chegou a hora de escrever os votos, Patrick disse que ele e Troian “escreveram eles juntos.” Ele adiciona: “Sabíamos que não queríamos usar votos convencionais. E enquanto o dia se aproximava, também tiramos um tempo para escrever coisas que queríamos dizer um ao outro no dia. Tivemos os dois cadernos que escrevemos, e meu pai carregou meu livro para o altar e a mãe da Troian carregou o dela.”

The couple shared their first dance to Ryan Adams’ ‘Wonderwall.’ Patrick tells <em>Hello!</em> "It was electric. We love to dance. Everybody was itching to dance from the start of this wedding. The last song of the night was “All My Friends” by LCD Soundsystem. Troian and I were smiling and dancing together, then we noticed the entire crowd spinning around us in circles and screaming the words to our favourite song."<br><p>Photo: © Max Wanger

O casal teve a primeira dança ao som de “Wonderwall” de Ryan Adams. Patrick diz que: “Foi elétrico. Amamos dançar. Todos estavam com vontade de dançar desde o início do casamento. A última música da noite foi “All My Friends” do LCD Soundsystem. Troian e eu estávamos sorrindo e dançando juntos, então nós notamos que todos estavam girando em volta da gente em círculos e gritando a letra da nossa música favorita.”

Patrick explained to <em>Hello!</em> the romantic meaning behind "Fort Day" - the theme of their wedding. "[After meeting] We began this inside joke about how wonderful it would be to build a pillow fort, a safe space where you could be yourself and have fun.” <br><p>In December 2009, he surprised his sweetheart with the first ever “Fort Day” – inviting her to spend the day in a pillow fort adorned with fairy lights – and they’ve kept that custom going ever since.</p> Photo: © Max Wanger

Patrick explicou o romântico significado por trás do “Fort Day” – o tema do casamento. “[Depois de nos conhecermos] começamos essa brincadeira interna sobre o quão incrível seria construir um forte de travesseiros, um espaço seguro onde pudéssemos ser nos mesmos e nos divertir.” Em dezembro de 2009, ele surpreendeu sua amada com o primeiro “Fort Day” – convidando ela para passar o dia em um forte de travesseiros que ele adornou com luzes – e eles mantiveram o costume desde então.

Troian and Patrick met in 2009 while co-starring in a play called <em>Equivocation</em>. They've been together ever since. <br><p>Photo: © Max Wanger

 Troian e Patrick se conheceram em 2009 enquanto estrelavam juntos uma peça chamada Equivocation. Eles estão juntos desde então.

Troian shares a moment with her mother after the ceremony.<br><p>Photo: © Max Wanger

Troian compartilha um momento com sua mãe depois da cerimônia.

The <em>Pretty Little Liar</em>'s star and her father Donald Bellisario. <br><p>Photo: © Max Wanger

A estrela de Pretty Little Liars e seu pai, Donald Bellisario.

The newlyweds cut into their tiered red velvet cake. <br><p>Photo: © Max Wanger

Os recém-casados cortaram o bolo de red velvet.

Patrick and Troian pose with the Canadian actor's parents Rowan Marsh and Claude Adams.<br><p>Photo: © Max Wanger

O casal com os pais do noivo, Rowan Marsh e Claude Adams.

Just Married! The happy couple take their first stroll as husband and wife. <br><p>Photo: © Max Wanger

Recém casados! O casal feliz faz seu primeiro passeio como marido e mulher.

"In some ways, you think about what that moment will feel like your whole life. I felt really excited. We’ve been together for a long time, so this felt like a celebration of not just what was happening that day, but everything we’d accomplished together," reflects Patrick. <br><p>Photo: © Max Wanger

“De certa forma, você pensa sobre como vai se sentir nesse momento por toda sua vida. Eu me senti muito animado. Estamos juntos por um bom tempo, então isso parecia uma celebração de não apenas o que aconteceria aquele dia, mas tudo que realizamos juntos”, reflete Patrick.

Para ver as fotos em melhor qualidade, clique nas miniaturas abaixo para ser redirecionado a nossa galeria:

day2T-068.jpg day2T-072.jpg day2T-070.jpg day2T-071.jpg

Publicado por   |   Armazenada em: Atualizações, Galeria, Matéria, Patrick Adams, Pessoal
29.12.2016

“Eu não quero viver em um mundo onde há essa expectativa de ser bonita” Troian para o PopSugar

Durante sua passagem pela sede do Burt’s Bees esse mês, Troian conversou por telefone com o site PopSugar, onde deu uma entrevista sincera sobre seus pensamentos sobre maquiagem e seus cuidados com sua pele. Confira traduzido abaixo:

Se você assistiu todos os episódios de Pretty Little Liars ou apenas 2 minutos, não vai demorar muito para perceber que Troian Bellisario – vulgo Spencer Hastings na série – é insanamente legal. Muito parecida com sua personagem, ela é uma mulher poderosa, mas com um senso de estilo mais descontraído, uma paixão por cinema e bem estar, e a habilidade de fazer o casamento dos seus sonhos. Faz sentido que a beleza natural se associaria ao Burt’s Bees, promovendo os produtos amigos da terra e a campanha #BringBackTheBees. Enquanto Troian visitava a sede da marca, conversamos com ela pelo telefone, perguntando a opinião dela em maquiagem mínima e o movimento sem maquiagem. “Vivemos em um mundo que o reverso disso me aterroriza mais”, ela diz. “Não é que eu tenha que apoiar o look sem maquiagem, mas estamos chegando num ponto onde tem tantos contornos insanos apenas para as pessoas saírem e pegar café para que possam tirar uma foto de si mesmos para as redes sociais. Isso me aterroriza. Eu não quero viver em um mundo onde há essa expectativa de ser bonita”. Leia ais sobre os pensamentos de Troian sobre looks naturais, sua rotina de beleza, e por que a maquiagem que você vê na TV não é o que parece.

Sobre um look de mínima maquiagem
“Eu acredito que um look de mínima maquiagem deveria ser visto como bonito, mesmo que seja um jeito diferente de bonito. Se você ama cores fortes e batons fortes, é incrível que isso te faça sentir bonita. Mas eu não quero viver em um mundo onde isso é o padrão. É aí que passa dos limites.”

Sobre ser julgada se você não usa muita maquiagem
“Você sente que alguém vai te olhar e dizer, ‘Ah, você não conseguiu se arrumar essa manhã, querida?’ Não! Talvez eu esteja bem assim!”

Sobre ter que usar muita maquiagem no set
“Tem câmeras HD, então você precisa usar muita maquiagem. Spencer supostamente era para parecer que não está usando muito, ao contrário de Hanna ou Aria – elas tem um estilo mais ousado. Mas para conseguir isso na TV, você precisa usar um pouco de maquiagem. Para o ponto onde se eu tirar uma foto minha para as redes sociais, as pessoas vão comentar ‘Amo que você não usa maquiagem!’ e eu fico meio ‘Estou usando um pouco agora. Trabalhei duro nessa!’ É interessante que temos ideias diferentes do que ‘sem maquiagem’ parece.”

Sobre a importância dos cuidados com a pele
“Cuidados com a pele são importantes porque eu não uso muita maquiagem. Então eu tento manter minha pele o mais limpa, hidratada e bem cuidada possível. Eu faço muitas máscaras e tento ser boa ao tirar a maquiagem que eu uso no fim da noite, para ter certeza que os poros não fiquem entupidos. E eu realmente amo creme para os olhos.”

Fonte: PopSugar

Publicado por   |   Armazenada em: Entrevistas, Pessoal