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Sejam bem-vindos ao Troian Bellisario Brasil! A sua primeira, maior e melhor fonte brasileira sobre a atriz Troian Bellisario no Brasil, conhecida pelo seu papel na série "Pretty Little Liars" como Spencer Hastings. Navegue pelos menus acima e sinta-se em casa!
20.07.2017

Primeiro dia de imprensa para Feed (17/07)

Resolvemos fazer esse post para juntar todos os acontecimentos do dia 17 de julho de 2017, primeiro dia de imprensa para Feed. Troian deu entrevistas para vários meios de comunicação e compareceu à alguns programas. Confira abaixo:

O dia começou com a Troian se preparando para o primeiro compromisso do dia, ela tomou conta do Stories do Instagram oficial da Teen Vogue. Confira alguns posts:

Troian foi para o programa Good Day Los Angeles, onde participou ao vivo e falou sobre Feed. Ela também participou de uma live no Facebook oficial do programa nos bastidores, confira abaixo:

Depois do programa, Troian se dirigiu aos estúdios do Young Hollywood (entrevista ainda não divulgada), e vocês podem conferir alguns Stories abaixo e as fotos em nossa galeria:

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Ela também passou nos estúdios do ET Online, confira abaixo:



E por último, Troian concedeu uma entrevista ao programa Millennial Hollywood, que foi ao ar no YouTube. Confira abaixo:

19.07.2017

O que assistir, com Troian Bellisario

Troian fez um ranking de suas séries de TV favoritas para o site Rotten Tomatoes. Confira traduzido abaixo:

Troian Bellisario interpretou uma colegial pela maior parte dos seus 20 anos em Pretty Little Liars, mas ela não se formou dos papéis adolescentes ainda. Ela escreveu e estrela no filme Feed, sobre uma quase formanda chamada Olivia que luta com o luto e doenças mentais – incluindo sua batalha com a anorexia – após a morte do seu irmão gêmeo, Matt (interpretado por Tom Felton).

Mas agora ela finalmente tem um tempo para assistir TV – sim, ela também estava esperando pacientemente para o retorno de Game Of Thrones – e marcar X em algumas séries clássicas de sua lista.

Qual o seu compromisso para ver?
Bellisario também estava infeliz com a espera de um ano para novos episódios do drama fantasioso da HBO, Game Of Thrones, mas é um alívio que o inferno finalmente chegou em Westeros.

“Game Of Thrones acaba de voltar, então, obviamente essa!”

O que está no seu DVD?
“I’m Dying Up Here. Acho que é muito bom,” ela diz sobre a série do Showtime que se passa em 1970 sobre o cenário do stand-up comedy em Los Angeles, baseado no livro de William Knoedelseder e tem como produtor executivo, Jim Carrey.

O que está no seu sistema de streaming?
“Eu acabei de começar The Sopranos,” ela diz. “Estou no céu. Estou amando. Nunca tinha visto e eu posso ver agora porque ela mudou a televisão.”

“Depois de The Sopranos, eu me prometi assistir The Wire,” ela fala da próxima maratona. “Não está certo que eu nunca tenha visto nenhuma delas!”

E sim, ela sabe que esses dois dramas da HBO são um pouco pesados.

“Eu não assisto televisão animadora,” ela brinca.

Qual série esperada você está ansiosa para ver?
“Eu estou muito ansiosa – bom, esperamos um ano para Game Of Thrones, e é algo que meus amigos e eu temos uma festa para assistir toda semana,” ela diz.

O que vem depois de Feed?
Feed foi baseado em uma parte das lutas de Bellisario com a anorexia no ensino médio, algo que ela sempre foi aberta no passado.

A atriz de 31 anos, que escreveu o filme em um período de oito anos, conta ao Rotten Tomatoes que mesmo que essa seja sua última vez interpretando uma adolescente, sua experiência interagindo com os fãs de PLL é a razão do porque ela não fez a personagem mais velha.

“Eu fiquei meio, ‘Eu não aguento mais interpretar colegiais. Porque estou fazendo isso? Porque você só não envelhece ela um pouco ou algo assim?’ Mas tem algo sobre estar em PLL e estar no quadro da mente do ensino médio e também me comunicar com os fãs que são jovens e estão litando com muitas das coisas que eu lutei no ensino médio que eu fiquei, ‘Ok, isso é muito, muito importante.'”

A atriz foi particularmente tomada pela importância que tudo tem como adolescente.

“Você está empurrando os limites do que você quer fazer na vida. Tem muita pressão; Há tantas expectativas; e você está apenas conhecendo a si mesmo,” ela explica. “Eu acho que é por isso que tem muitos filmes e livros escritos sobre essa época, porque é uma experiência formativa. É uma abundância.”

“Quando eu estava passando pela minha própria experiência e quando eu estava me comunicando com outras pessoas, tinham muitas que não entendiam,” ela diz. “Eles ficavam, ‘Oh, bem não é apenas, uma coisa de magreza, certo? É só uma coisa de peso ou uma dieta’ E eu sempre falava, ‘Realmente, não.’ Não é isso, mesmo. Para mim, era em grande parte sobre controle e era muito, muito complicado.”

Enquanto a história do filme pode ter uma abundância em comum com sua própria educação, uma grande variedade de pessoas são afetadas por doenças mentais e distúrbios alimentares em particular.

“A coisa sobre os distúrbios alimentares é que eles afetam todos de diferentes gêneros, raças e ambientes sócio-econômicos,” Bellisario explica. “Essa história examina uma jovem branca de um ambiente privilegiado, mas tem um outro set de pressões e expectativas em uma jovem africana-americana que também pode sofrer de anorexia, mas talvez não haja muita conversa porque as pessoas não acham que isso afeta os homens.”

A escrita corre nas veias da família Bellisario – seu pai é o mega produtor Donald Bellisario e sua mãe é a escritora-produtora Deborah Pratt – mas Feed foi sua primeira tentativa de roteiro.

“Eu escrevia muito enquanto crescia, mas era muita poesia, muita prosa e redações,” ela diz. “Isso foi meio que minha experiência de aprendizado. Com cada rascunho acho que ficava mais apertado e eu entendia mais o que eu queria dizer e entendia a estrutura de diálogo e narrativa. Fazer esse filme me ensinou muito sobre cinema.”

Agora que PLL acabou e seu trabalho apaixonado, Feed, saiu, a atriz está focada em seus próximos projetos: uma parte no filme baseado no best-seller Where’d You Go Bernadette e pensando sobre o que ela quer escrever a seguir: “Eu tenho um série de outras ideias que eu estou animada,” ela diz – ela também planeja ficar atrás da câmera também.

“Eu não acho que isso vá a lugar nenhum. Eu amo atuar demais para desistir.”

Fonte: Rotten Tomatoes

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19.07.2017

Como Troian se preparou para um papel que é mais sombrio que PLL

Troian concedeu uma entrevista ao site Town & Country e contou mais sobre seu processo criativo. Confira traduzido abaixo:

Milhões de fãs conhecem Troian Bellisario por seu trabalho nas telinhas, graças aos seus papeis em séries de TV incluindo Pretty Little Liars e Suits. Mas com a estreia de seu novo filme, Feed, cinéfilos vão poder experienciar esse novo lado de Bellisario: roteirista. O filme dirigido por Tommy Bertelsen conta a história de irmãos gêmeos, Olivia (Bellisario) e Matthew (Tom Felton), que são separados por uma tragédia; é um filme sombrio e emocionante sobre família, doença e o que faríamos para sobreviver.

Aqui, Bellisario, que vai estrelar na adaptação de Where’d Go Bernadette, se abre sobre o processo para nos deixar por dentro dos hábitos de uma mente criativa.

Como você se preparou para ser criativa; qual seu ritual?
Eu acho que trabalho melhor se eu tiver me mexido antes de sentar. Eu gosto de caminhar, correr, fazer algo fisicamente ao ar livre para que meu corpo se sinta vivo antes de eu trabalhar, do contrário, acho que a investida de pensamentos é esmagadora. Me mover fisicamente cria clareza para mim. Honestamente, eu escrevi mais de Feed no fim de um longo dia de trabalho em PLL, ou até entre takes. Às vezes você não tem tempo de se preparar para ser criativo, mas só confie que sentar e fazer é o suficiente.

Qual o lugar mais propício para trabalhar?
Eu amo colocar uma mesa em frente a uma janela que dê pra ver algo verde. Todo meu trabalho até agora, Feed e meus curtas-metragens, Exiles e We Are Here, tiveram como tema principal a natureza. Em Feed, a árvore do Matt e da Olivia é uma ligação com sua juventude, a representação natural de todos os medos e ansiedades subconscientes da Olivia sobre deixar sua casa e se separar da sua família e seu gêmeo. Eu acho que trabalho melhor quando eu posso respirar e encarar algo vivo, algo se movendo na brisa. Isso me inspira.

Qual é um elemento absolutamente necessário em seu processo?
Café, ou algum tipo de bebida. Até kombucha ou chá, eu só gosto de ter tempo de sentar para trás e tomar um gole enquanto leio, ou levantar e fazer uma pausa para fazer mais. Eu também gosto de silêncio quando escrevo, mas música quando edito.

Qual hora do dia você prefere trabalhar?
Eu preciso ter o hábito de sentar todos os dias para escrever, e muitos dos meus amigos e minha mãe (que é uma escritora prolífica) fazem isso e eu tenho inveja. Isso envolveria eu escolher uma hora do dia que me conviria, mas minha agenda é bizarra. A maioria da minha escrita nos últimos sete anos foi empurrada entre trabalhar na série, seja nas noites, ou nos fins de semana, e eu trabalharia quando pudesse.

Qual seu lanche rápido?
Eu sou uma rainha dos petiscos. Maçãs fatiadas polvilhadas com manteira e mistura de grãos. Eu tento manter as coisas saudáveis porque eu sei que vou ficar absorta no texto e posso ir comendo sem me preocupar até tudo acabar.

Como você prefere seu café?
Preto se foi bem feito. Se não, com leite de amêndoa.

Qual sei colaborador favorito?
Tommy Bertelsen, meu melhor amigo e colaborador de longa data desde a faculdade de teatro, ele dirigiu Feed, e ele sempre foi instrumental na finalização do roteiro para gravação. Quando estávamos verdes, eu escrevia e reescrevia por quase sete anos. Eu vivia com esses personagens dentro da minha cabeça e eu estava muito próxima deles para ver como poderíamos cortá-los ou afiá-los para gravar. Ele foi maravilhoso, respeitou totalmente minha experiência, apoiando o que eu queria alcançar e brutalmente honesto, mas certo, quando se tratava da edição e finalização do script gravado.

O que você mais faz para procrastinar?
Não há escassez do que eu posso e não posso fazer para evitar o trabalho.

Qual seu melhor truque para superar um bloqueio?
Falar para alguém que vou sentar e escrever. Eu acho que falar as palavras em voz alta cria uma espécie de vínculo que eu quero honrar.

Dizem que um gênio é 1% inspiração e 99% transpiração. Qual é essa proporção para você?
Isso é provavelmente muito preciso. Quando eu tive a inspiração para escrever Feed, eu tive a ideia em meu carro. Eu lembro de sentar no cruzamento do Laurel Canyon e o Moorpark e ligar para meu namorado e dizer, “Oh meu Deus, eu sei o que eu quero escrever.” Então eu tentei contar para ele a história e ele me parou e disse, “Eu não quero ouvir, eu quero ler quando você terminar,” Então eu fui para casa e escrevi as primeiras 30 páginas. Em uma semana eu tinha o script completo.

Qual seu projeto dos sonhos?
Meu marido, Patrick Adams, e eu escrevemos um curta chamado We Are Here que é muito especial pra nós, e acontece em uma parte do mundo que mora em nossos corações. Ia ser um sonho realizado fazer um filme nesse mundo.

O que você aprendeu com a falha?
Tudo. Acho que você aprende melhor da falha do que do sucesso. Sucesso te ensina que o que você está fazendo está funcionando, então você tende a engrandecer no processo, a falha te ensina a tentar outra coisa, é assim que você cresce.

Qual sua criação favorita até agora?
Eu não poderia escolher, eu sou grata de ter trabalhado em todos eles.

O que você espera que seja seu legado criativo?
Espero que seja variado. Eu espero que seja prolífico e dure muitos anos. Eu quero deixar minha vida criativa me levar para novas experiências. Eu amo escrever minha própria história, e eu acho que todo mundo gosta, mas a coisa maravilhosa sobre ser uma atriz e uma escritora é que você pode explorar o mundo através dos olhos dos outros.

Para mim, a única maneira de passar pela perda, luto, doença, desespero, é olhando para ele de frente. É por isso que eu penso que um filme pode mudar a vida de alguém. Nesse tempo, podemos assistir nossa escuridão, ou nosso medo, ou mesmo nossos sonhos mais loucos, com o volume alto, com as cores vivas, damos espaço para nossos interiores serem promulgados diante de nossos próprios olhos.

Fonte: Town & Country

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19.07.2017

NYLON: Troian Bellisario fala sobre o transtorno alimentar que levou ao seu novo filme

Troian concedeu uma entrevista para a Nylon, onde fala sobre seu transtorno alimentar e a frustração de explicar para as pessoas que não entendiam. Confira traduzido abaixo:

“Uma das coisas que me frustrava ao tentar explicar meu transtorno alimentar, é que não consegui fazer com que as pessoas ao meu redor entendessem por que eu faria isso comigo mesma. Não conseguia fazê-los entender que não era apenas comer ou peso, ou o fato de eu colocar meu corpo em perigo ou, francamente, marchar diretamente para a morte,’’ diz Troian Bellisario quando pergunto o que inspirou Feed, o novo drama que ela escreveu, estrelou e produziu, lançado hoje, nas plataformas digitais.

Com o fim da série Pretty Little Liars, onde Bellisario interpretou a perfeccionista Spencer Hastings que superou as expectativas, Feed conta sobre a história de Olivia (Bellisario) de 18 anos, cuja vida muda tragicamente quando seu irmão gêmeo Matt (Tom Felton), morre em um acidente de carro. Consumida por um luto intenso, Olivia começa a se restringir de comer para ganhar controle de sua vida, mas também para guardar comida para Matt, que começa a aparecer para ela exigindo sustância, uma personificação misteriosa de um transtorno alimentar.

O que mais me chamou atenção sobre Feed era o quão inconsciente era. O retrato de Bellisario, uma mulher que sofre de uma doença que a consome por dentro pra fora contém uma dor angustiante. Não têm uma cena sequer em que ela toma em sua aparência física frágil sem se afastar do desespero de sua personagem para ver seu irmão novamente e onde ela não se sinta culpada e despedaçada pelo fato de ter sobrevivido quando ele não sobreviveu.

Quando eu tive a chance de falar com Bellisario no telefone, todas essas escolhas fizeram todo o sentido; Ela estava surpreendentemente aberta para falar sobre suas lutas com o transtorno alimentar no passado, e ela demonstrou uma rara falta de vaidade em descrever doenças mentais nas telinhas. É uma honestidade quase desconhecida nas entrevistas, e ainda mais apreciado quando acontece.

A seguir, leia o que Bellisario tem a dizer sobre seu passado informado em Feed, porque ela é atraída por personagens tão intensas (embora ela aparecerá na divertida adaptação da novela de Maria Semple, Where’d You Go, Bernadette?) E porque um final feliz agradável não era uma opção quando se tratava desse filme.

Eu sei que o projeto é muito pessoal pra você. Você pode falar mais sobre o que inspirou o filme?

O que inspirou o filme foi passar por experiências que eu tive com o meu transtorno alimentar e meu processo de recuperação. Eu descobri que eu queria tentar comunicar, através de uma narrativa, algumas das experiências que eu tive (para as pessoas ao meu redor). Eu não consegui fazê-los entender o porque eu faria isso comigo mesma. O único jeito que eu pensei que eu poderia explicar foi colocando o público – e, em primeiro lugar, quando eu escrevi o roteiro, era apenas para minha família e amigos – No meu lugar e no lugar de alguém que também estava lutando com essa doença. Todo o conceito sobre personificar a voz da sua doença realmente saiu do fato de que quando eu tentei descrever (um transtorno alimentar) para as pessoas, eu dizia: ‘’Bem, às vezes pessoas falam sobre escutar uma voz na cabeça deles,’’ e eles meio que me olhavam engraçado. Eu estava tipo, ‘’Ok, bem, e se essa voz, que estava dizendo para você fazer essas coisas, era na verdade alguém que você realmente ama a realmente sente falta e queria que ela continuasse em sua vida, e então você teve uma razão para tê-las por perto; você teve uma razão para obedecer tudo o que elas dizem. E então seria mais difícil ver porque dizer adeus à eles seria um desafio?”

Eu acho que você fez lindo trabalho retratando o transtorno alimentar através das lentes do luto, porque, como você disse, muitas pessoas tendem a assumir que os transtornos alimentares surgem apenas por uma obsessão de ser magro, quando se têm outros motivos.

Eu realmente queria saudar a ideia de que poderiam haver muitos gatilhos diferentes para esta doença. Eu sei que meu exame dessa personagem e essa doença é puramente de um ponto de vista, mas essa doença mental afeta todas as raças, gêneros, todos o contexto sócio-econômico, e isso certamente não é apenas uma preocupação em ser magro. É aí que eu acho que existe um equívoco muito perigoso sobre isso, onde isso é puramente sobre seu peso. É por isso que explorar o prisma do luto foi muito importante pra mim, para que as pessoas pudessem ver, oh, talvez isso é mais complicado e complexo do que eu pensava.

Eu também gostei muito de como o final não foi simplificado apenas para um final feliz, porque eu acho importante mostrar que um transtorno alimentar é algo que você vive com toda sua vida, mesmo que você “melhore”. Foi essa a intenção?

Absolutamente. Aquilo foi muito importante pra mim e algo sobre o qual tive muitas conversas difíceis, porque haviam muitas pessoas que foram investidas no filme e realmente queriam que eu não tivesse Matt na última cena e que mostre [Olivia como sendo] uma citação, fecha aspas. Isso era uma coisa que eu sabia que eu queria impor minha opinião. Mesmo que eu seja alguém que está trabalhando em seu primeiro roteiro e primeiro filme e eu me sinto muito nova em todo esse meio de expressão artística, eu sabia que eu precisava dizer à eles,‘’Minha doença está comigo em toda refeição que eu como três vezes ao dia, e é sobre ser ou o que determina meu nível de saúde e recuperação.’’ Foi realmente importante pra mim transmitir no final do filme que não é todo o cortado-e-seco ou embrulhado; ninguém melhora 100%. Isso não significa que você não vive uma vida saudável, que você não está feliz e você não tem uma existência linda, mas isso significa que você tem que aprender a viver com isso.

Foi difícil para você revisitar seu passado ao escrever e filmar esse projeto?

Eu acho que escrever foi realmente purificante. Eu me senti grata pelos anos de revisões e reescrevendo porque isso me permitiu observar constantemente essa parte da minha vida. Porque, eu acho, uma grande parte que é tão difícil de recuperar e querer permanecer em recuperação é que você sente que está perdendo uma parte da sua identidade. Quando tantas pessoas conseguem tratá-lo como sua doença ou tratá-lo em perigo, então, de repente, quando você aparece para eles – a mesma coisa com a qual estávamos falando com o fim – para ser tudo melhor, é como se uma parte de você se foi, e quem é você depois disso? Então, para mim, poder trabalhar nesse roteiro foi uma maneira de se envolver constantemente nessa conversa da minha recuperação: “Onde estou hoje? Quão difícil é isso? O que eu me sinto? Qual é o meu relacionamento com esta doença agora, em vez disso?”

Atuar nisso era diferente porque colocar meu corpo através dessa transformação física, colocando-me nessas cenas, literalmente tendo Tom Felton, que interpreta Matt e a doença, falando essas palavras para mim que eu tinha experimentado realmente poderosamente em um ponto da minha vida e ainda tem um relacionamento, isso foi muito desafiador. Foi realmente desafiador no final desse processo se afastar e não me afetar ou me desencadear. Mas a recuperação é um processo constante, e tenho a sorte de ter um grupo de amigos e familiares incríveis, que me dão suporte e um terapeuta realmente maravilhoso que eu falo regularmente sobre essa coisa.

Você já sentiu uma conexão com alguém tão forte como Olivia tem com Matt?

Eu acho que uma das coisas mais interessantes pra mim é a história dos gêmeos que veio crescendo e tendo dois melhores amigos que eram gêmeos, um menino e uma menina. Eu sempre cobicei o relacionamento que eles tinham; se um deles estava passando por algo e o outro estivesse do outro lado do país, eles imediatamente ligariam um para o outro. Havia apenas esse vínculo que nunca seria compreendido, exceto se você compartilhava o útero com alguém e chegou ao mundo com eles. Você tem uma experiência compartilhada na vida, e esse é realmente um lindo e raro relacionamento.

E então, eu também acho que com a relação entre Matt e Olivia, eu estava explorando muitas cenas de separação da juventude, de ter essas idéias sobre quem eu queria ser ou meu primeiro amor ou todas essas experiências de infância que eu estava pensando em como dizer adeus sem que isso me destruísse. Se Olivia diz adeus a Matt, então ela está dizendo adeus a uma parte de si mesma, e o que isso significa?

De Pretty Little Liars para Feed e até mesmo Martyrs, você interpreta essas personagens realmente intensas. Por que esses papéis te atraem?

Poxa, bem eu realmente não tenho nenhuma desculpa com a Feed porque me coloquei naquela posição, mas eu realmente não sei. Talvez eu tenha algo em mim que pareça particularmente intenso. Penso que eu sou uma pessoa bastante relaxante. Eu acho que realmente gosto de um desafio. Adoro me desafiar fisicamente, e adoro me desafiar dentro do meu ofício. Eu acho um papel como eu retratado em Mártires e Spencer e agora com Olivia em Feed, acho que há uma jornada que eu quero passar com esses personagens, e essa é uma grande parte da minha expressão artística, então eu acho que é por isso que eu me sinto atraído por eles, porque eu realmente valorizo esses desafios.

Você escreveu, estrelou e produziu Feed. Como foi essa experiência?

Eu sou muito grata porque um dos meus melhores amigos e meu colaborador de longa data, Tommy Bertelsen, me dirigiu, e porque era uma história tão pessoal para mim, ele realmente me fez sentir segura desde o início e disse: ‘’Eu conheço você e eu acreditamos em seu talento, e acredito no seu nível de compromisso com isso, e eu vou te empurrar tanto quanto posso empurrá-la, mas também sei que eu te amo muito como amiga, e eu não vou fazer nada perigoso para você.’’ Para entender que eu tinha essa liberdade e esse apoio entrando nisso, foi realmente importante.

E também, a melhor coisa coisa que ele fez pra mim foi, ele me disse, ‘’Você está vestindo muitos chapéus para isso. Você escreveu isso, você produziu isso, você está atuando nisso. Eu vou até você apenas como uma coisa.’’ Então ele veio até mim depois de um dia de filmagem, e disse, ‘’Eu realmente preciso da minha produtora agora.’’ Então eu tive que tirar meu chapéu de atuação, tirar meu chapéu de escritora e falar com ele sobre como este filme seria criado e levado à vida a tempo e com um orçamento. E então, ele disse: ‘’Tudo bem, ótimo, eu preciso de meus atores de volta.’’ E haveria momentos em que eu seria dizia ‘’Por que não mudamos essa fala?’’ e ele dizia, ‘’Ei, respeite o escritor porque você está atuando agora.’’ [Risos] E ele era como, ‘’Você escreveu isso por oito anos e se queremos fazer uma alteração, se quisermos brincar, estou feliz em fazer isso, mas também vou honrar o escritor e preciso que você seja uma atriz agora.” Então eu falava, “Ok, entendi”.

O que você espera que as pessoas pensem do seu filme?

Bem, isso era sobre uma mulher que estava lutando, mas eu espero que as pessoas possam ver algo em si mesma neste filme – se eles conhecem alguém que estão lutando com isso ou se eles mesmos estiverem lutando com isso – e ver que é uma doença perigosa e merece ser tratada e examinada. E afeta homens e mulheres, todas as raças, todos os contextos socioeconômicos e diferentes culturas. Eu acho que muitas pessoas acreditam que quando falam sobre transtornos alimentares, eles estão falando sobre um grupo de pessoas muito pequeno, como apenas mulheres, apenas mulheres brancas, apenas mulheres brancas privilegiadas. Eu queria tentar desafiar as expectativas das pessoas sobre o que é um transtorno alimentar e o que ele parece, para que talvez elas possam examinar seu relacionamento com isso. Realmente, o que espero seja que eles se emocionem com a história, e espero que ela as inspire, se eles estão sofrendo, que procurem um tratamento e coloquem isso pra fora, porque ninguém merece sofrer sozinho.

Você escreveu isso antes de fazer Pretty Little Liars. Como isso faz você se sentir agora que Pretty Little Liars terminou e você tem Feed saindo quase instantaneamente depois?

Realmente grata. Eu estava frustrada há um tempo porque eu escrevi isso pouco antes de entrar em Pretty Little Liars, e a cada ano que eu tentei fazer isso, eu não tinha o elenco correto ou eu não conseguia ter o dinheiro, isso continuava desmoronando. Eu me perguntava, porque isso está demorando tato e porque eu não consigo fazer isso acontecer? Então, de repente, nós conseguimos, veio junto com esse elenco maravilhoso. Eu consegui fazer isso com o meu melhor amigo dirigindo, como seu primeiro longa-metragem. E de repente estava surgindo logo quando minha série estava terminando, e eu realmente sinto que, tudo acontece por um motivo. Em dizer adeus para sete anos da minha série, e colocar esse outro lado do meu trabalho para fora, minha escrita, uma história muito pessoal; isso me permitiu uma espécie de experiência dizendo adeus a uma coisa enquanto dizia oi para outra. Então, eu estou realmente grata com o jeito que isso aconteceu.

Tradução/Adaptação: Amanda Jordão
Fonte: Nylon

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18.07.2017

Glamour: Troian em sua vida depois da anorexia: “Essa sou eu depois de 10 anos de recuperação”

Troian concedeu uma entrevista para a Glamour, onde fala sobre sua recuperação da anorexia e como seus pais reagiram a Feed. Confira traduzido abaixo:

Troian Bellisario sabe que seu novo filme, FEED, não vai ser fácil para seus fãs assistirem, “Eu realmente queria que as pessoas ficassem com medo da experiência,” ela fala sobre seu projeto apaixonado, que ela escreveu, produziu e estrela, que sai hoje nas plataformas de streaming. “Eu quero que as pessoas entendam que é uma doença perigosa e significa lutar pela sua vida.” É parte do porque ela queria que o título do filme fosse todo em caps lock. “Ver o tratamento do título como capturado na imagem [vida ou morte]. E o título se tornou em como podemos nutrir uns aos outros, e o que significa alimentar essa coisa dentro de você e assistir crescer enquanto você começa a sumir?”

Tem uma razão pela qual a aluna de PLL se sente forte sobre esse tópico. Tendo lutado contra a anorexia enquanto era adolescente, Bellisario, 31 anos, sabe em primeira mão a dor que essa doença pode causar. “É terapia constante,” ela diz sobre manter a doença sob controle, e também como “escolher consistentemente retornar para a saúde… porque você tem muita coisa para viver.”

Bellisario se abriu para a Glamour sobre sua estrada para a recuperação e a história que ela queria contar com o filme.

Glamour: O termo distúrbio alimentar é usado muitas vezes mas nem sempre compreendido. Como você se sente sobre isso?
Troian Bellisario: Eu pensei sobre isso, e eu venho trabalhando com a NEDA (Associação Nacional dos Distúrbios Alimentares), e eu soube que 20 milhões de mulheres e 10 milhões de homens na America em um momento de suas vidas vão passar por um envolvimento com um distúrbio alimentar. Quando eu era mais nova e estava no tratamento, eu ficava meio, “Todos tem uma relação estranha com a comida! Minha mãe tem, meu pai tem, então porque eu sou a única que está lutando assim?” Muitas pessoas falam comigo sobre comer desordenadamente versus ter um distúrbio alimentar, e essa é uma distinção importante. Eu odeio colocar rótulos nas coisas, mas é um guarda chuva importante em cima desse termo onde podem ter muitas subcategorias diferentes e experiências que as pessoas podem ter. Você pode ter um relacionamento desordenado com a comida, mas ter um distúrbio alimentar é um indicativo de doença mental, o que eu acho que precisa de tratamento e reconhecimento de uma maneira diferente.

Glamour: Exatamente. Muitas pessoas lutam com a comida e imagem corporal. Eu não conheço um ser humano que está perfeitamente feliz com seu corpo todo o tempo.
TB: Isso pode ser esperado nos dias de hoje e nas idades de hoje, particularmente com cada representação que temos na mídia. Isso foi uma grande coisa para mim, e o porque eu queria tanto fazer FEED. Muita da minha experiência nas redes sociais e ser uma atriz era que eu tenho muitos jovens que vem a mim e dizem, “Oh meu Deus, você é tão perfeita!” e “Olhe essa foto! Você está perfeita!” e não é apenas muita pressão para mim, mas é uma informação falsa. Isso sou eu com duas horas e meia de cabelo e maquiagem. Essa sou eu depois de 10 anos de terapia para recuperação. Eu não sou perfeita. Eu estou superando todos os dias e todo mundo também está – isso merece ser reconhecido.

Glamour: Quando você escreveu o script, o quanto você colocou da sua vida?
TB: Definitivamente as qualidades perfeccionistas. Eu sentia muita pressão no ensino médio para ser muito boa. Eu me esforçava demais para fazer isso, o que foi grande parte da minha doença. Tem partes de mim que estão na Olivia, mas tem muitas outras parte de outras pessoas que compartilharam suas histórias comigo. O que eu notei é que compartilhamos muitos dos mesmos sentimentos, mesmo que nossas vidas sejam totalmente diferentes. A voz parecia a mesma de várias maneiras. E foi tão poderoso para alguém que tivesse uma raça ou gênero totalmente diferente.

Glamour: Seus pais já assistiram o filme?
TB: Meu pai viu, e minha mãe vai assistir comigo pela primeira vez [hoje], mas ela leu o script. Meu pai disse que ele pensou que o que eu fiz foi corajoso e que ele estava orgulhoso de mim. Quando minha mãe leu o script, fez exatamente o que eu queria, que quando eu estava passando por isso com meus pais e meus irmãos, eles não entendiam. Eles ficavam meio, “Porque você só não come? Você está colocando sua vida em perigo, você não pode ir para a escola, intervimos, você não pode só comer?” E eu não conseguia comunicar isso para eles. Depois que minha mãe leu o script, foi meio que, de repente, “Oh meu Deus, não tinha nada a ver com o seu peso, e era sobre isso e sobre controle.” Tudo que eu vinha tentando falar para eles ficou claro de repente porque eles puderam assistir e ver do meu ponto de vista. Então eu me senti muito grata.

Glamour: Você começou a escrever FEED oito anos atrás. Eu imagino que tem ambos prós e contras que levou tanto tempo para ser feito.
TB: Sim, e eu estou grata que aconteceu assim. Eu escrevi FEED três meses antes de pegar PLL, e aí foram sete anos tentando fazer FEED durante os hiatus, conseguindo o dinheiro, encontrando o produtor certo, diretor, elenco. Cada vez eu ficava meio, “Nunca vai acontecer? Será que eu não deveria colocar essa história pra fora?” E então finalmente quando tudo se juntou da maneira que se juntou e com PLL acabando e de repente eu pude colocar pra fora essa história e ter uma fã base que é tão aberta e receptiva em tudo que eu faço, o que eu sou muito grata, eu fiquei meio, oh, é por isso. É por isso que não aconteceu por 8 anos. Eu queria que essa história atingisse e afetasse o máximo de pessoas possível e que fosse vista pelo máximo de pessoas possível, e eu não acho que poderia fazer isso sem minha fã base construída ao longo desses oito anos. Eu sou incrivelmente grata.

Glamour: O que você quer que as pessoas saibam dizer para alguém que está passando por um distúrbio alimentar, assim que entrarem em recuperação também?
TB: Para as pessoas que estão assistindo alguém lutar, eu acho que é importante transmitir para eles que você não quer perdê-los. Uma das coisas mais dolorosas é quando dizem, “Só coma isso!” ou “Engorde um pouco que você vai melhorar!” Isso não é verdade. Também, tem tantas pessoas que estão sofrendo de distúrbios alimentares que parecem saudáveis que você não imagina que elas tenham um problema. É importante ter a paciência e a empatia de sentar com alguém e dizer, “Eu sei que você vai lutar mesmo que coma isso ou não, e eu não quero te perder e eu quero que você seja saudável, e eu quero que você viva uma boa vida.”

Glamour: Tendo passado pelo por disso, quais técnicas que você usa para que não caia nos antigos hábitos? Como você se certifica de ficar bem?
TB: Terapia é muito importante. Terapia constante. Particularmente gravar esse filme [onde eu tive que perder peso] e me envolver [com esses demônios]… Foi algo que todos os meus amigos e família ficaram meio, “Não vamos deixar você voltar para isso sem levar isso muito, muito a sério.” Para mim, eu ainda estou descobrindo. Uma coisa interessante sobre essa doença mental é que quando você se comporta nesses padrões, eles criam caminhos neurais em seu cérebro. É difícil não ser coerente com eles, e é por isso que a recuperação demora tanto, porque você literalmente precisa criar novos caminhos neurais. Durante minha quase década de recuperação, eu venho podendo criar esses caminhos, mas isso não significa que os pensamentos e as compulsões não estão presentes. É sobre fazer a escolha que consistentemente retorna para a saúde, para consistentemente reinvestir em sua vida, porque você tem muito para viver. Eu acho que me lembrar disso, me lembrar que eu não teria o relacionamento que eu tenho com meu marido e ter o relacionamento com o distúrbio alimentar. E poder ter uma vida completa, uma carreira completa, e isso foi uma grande coisa para mim. Eu não posso representar outros papéis [ou áreas da minha vida] se minha saúde estiver em mal estado.

Fonte: Glamour

Publicado por   |   Armazenada em: Entrevistas, Feed, Matéria, Pessoal
18.07.2017

Troian Bellisario fala sobre seu distúrbio alimentar

Troian conta para o site Lenny Letter como é sua relação com seu distúrbio alimentar em uma redação emocionante. Confira traduzida abaixo:

Estávamos nadando a segunda volta no lago quando eu parei de sentir meus dedos. Quando você pula pela primeira vez na água gelada você grita, procura por ar, mas imediatamente ri porque isso te faz sentir extra vivo. Você aprende, depois de alguns pulos, que você não precisa temer o frio. Você se move, e some. Logo, como se você estivesse dentro de uma casa olhando uma tempestade de neve que bateu ligeiramente na janela. Você sabe que tem frio ao seu redor, mas não pode te machucar.

Por um tempo, esse tipo de entorpecimento me fez sentir invencível.

Mas agora, talvez meia hora depois na água, o frio voltou, e não só apenas do lado de fora da janela, está na minha pele. Sob a superfície, eu provavelmente parecia como um peito de frango sentado sob o plástico em uma geladeira de mercearia, palida e em pimpo. Então está em minhas juntas, dificultando o movimento. Logo, está em meus ossos, tanto que mesmo que eu soubesse que estava chutando minhas pernas, eu não conseguia dizer onde elas terminavam e onde a água começava. Eu não tinha certeza se tinha mais dedos.

De repente, eu estou em um território muito familiar. Eu sabia que deveria sair da água antes de me machucar ou ficar doente, mas eu não fiz isso. Só continuei nadando.

Aqui estou, 31 anos de idade, e ainda estou negando ao meu corpo a única coisa que ele está me pedindo para fazer: cuidá-lo.

Quando eu gravei o piloto de PLL, era dezembro em Vancouver, e eu tinha 24 anos. Estávamos gravando uma cena de verão (o exterior do funeral da Alison, a queen B de Rosewood), e mesmo que eu não lembre o quão frio estava do lado de fora, eu posso afirmar que estava muito frio para nevar. As meninas e eu estavámos vestidas em vestidos curtos pretos com saltos. Depois, na edição, eles aumentaram a saturação, colocaram um efeito dourado e BAM, parecia que estávamos suando em julho. Mas enquanto estávamos gravando, bem, era dezembro no Canadá.

“Gravando!” gritou o assistente do diretor, e alguém aparecia para tirar os casacos dos nossos ombros rapidamente. Todos assistiam, esperando que conseguíssemos a cena antes que nossas mandíbulas trancassem e nossos ombros chegassem nas nossas orelhas. Eventualmente, Leslie, nossa diretora, gritava “Corta!” e as lindas e quentes jaquetas desapareciam.

Querendo ser o mais profissional possível, eu puxei de volta o muco que estava ameaçando destruir cada take e forcei meus ombros a ficarem onde estivessem, mesmo que eu pudesse ver minha respiração no ar. Eu olhei em volta: Lucy, Ashley e Shay pareciam com frio mas bem; elas pareciam profissionais, poderosas. Porque eu não era assim? Eu empurrei esse pensamento pra longe. Engula isso, Bellisario, faça seu trabalho;

Então veio o ponto onde eu mencionei de improviso, “Huh, eu não sinto meus pés.” “Pare!” uma voz gritou, e um anjo em forma de membro da equipe veio até mim e exigiu que eu a seguisse para dentro da igreja perto de onde estávamos filmando.

Ela me sentou, tirou meus sapatos, e começou a esfregar meus pés. Ela me pediu para avisar quando eu estivesse sentindo eles novamente. “Não se preocupe com meus pés! Eles estão ótimos!” eu tentei me afastar dela, meus olhos indo até a equipe que estava esperando ali perto. Eu estava atrasando a produção, uma produção que custa milhares de dólares por minuto, tudo por um comentário estúpido sobre meus pés estúpidos. Eu comecei a entrar em pânico. Todos iam pensar que eu sou uma diva, que eu não posso fazer isso, que sou uma atriz horrível e que eles nunca iam querer trabalhar comigo novamente.

Mas o anjo permaneceu resoluto. Ela me disse que ela trabalhou com pessoas que perderam os dedos por congelarem, e ela não ia ver eu perder os meus. Eventualmente, eu anunciei (com sinceridade) que estava sentindo meus pés novamente, e ela me deixou ir.

Eu me preparei para receber gritos de alguém, qualquer um, em posição de autoridade. Como você ousa segurar essa produção? Como você pode ser tão fraca? Tão exigente! Mas não teve punição, nem mesmo um olhar de canto. Todos só me perguntaram se eu me sentir melhor e se estava pronta para voltar a cena.

Porque eu precisava de permissão de um completo estranho para cuidar de mim mesma?

Sete anos depois (e mais sábia?), lá estava eu, nadando em um lago por diversão, e ainda sim não podia fazer isso. Meu amigo e eu casualmente concordamos de tentar por três vezes na volta do lago. Era um desafio divertido quando anunciamos brincando para o resto dos amigos e família. Mas agora, vindo do corredor da segunda volta, eu podia sentir meus membros se fechando. Assim como em Vancouver, apesar do meu corpo desesperadamente precisar de algo, eu não queria parecer fraca ou desapontar as pessoas. Onde estava meu anjo para cuidar de mim agora?

E daí? Você pode dizer. Não seja doida; você pode sair da água a qualquer momento. Quem se importa? Boa pergunta. Eu me pergunto isso todo o tempo. Quem se importa se eu não posso nadar todo esse tempo na água fria? Quem se importa se eu preciso parar uma cena para cuidar dos meus dedos. Quem se importa?

Eu me importo, disse uma voz familiar em minha cabeça. Oh, certo. Você;

Minha amiga é uma nadadora de longa distância e ela parecia com frio mas pronta para continuar.

“Troian, você quer parar?”

Aquela voz, aquela voz familiar atrás do meu crânio me diz que se importa. Se importa se eu exijo coisas de uma produção, se importa se eu sair cedo, se eu falhar. É uma voz que eu conheço intimamente; é meu maior e melhor inimigo. Eu sei o que essa voz vai dizer se eu parar. Eu sei da encrenca que eu estaria.

“Não,” eu disse, meus dentes tagarelando de excitação. “Estou bem!” ela não estava caindo nessa, mas combinando com minha determinação, fomos assim mesmo. Quando voltamos, quem animou os frios e cansados guerreiros? Quem elevou a honra e nos alimentou com bebidas quentes para comemorar? Ninguém, porque esse era um desafio necessário para ninguém além de mim mesma. Não tinha grande competição, exceto entre eu e meu corpo e minha cabeça.

Como alguém que luta contra uma doença mental, meu maior desafio é que eu nem sempre sei qual voz dentro de mim está falando. A voz do meu corpo, a que diz, Troian, estou com frio, me tire do lago, ou minha doença: Você disse a todos três vezes, então você não pode desapontá-los. Você é suficiente. Quem liga para a diferença entre duas e três vezes? Eu ligo.

Tem uma parte do meu cérebro que desafia a lógica. Uma vez, me convenceu completamente que eu deveria viver de 300 calorias por dia, e em algum momento, me disse que isso era muito. Aquela parte do meu cérebro é minha doença, e teve uma época que isso tinha autoridade absoluta sobre mim. Quase me matou, e você pode ver que mesmo se eu tivesse vivido em recuperação por 10 anos agora, ainda acha maneiras divertidas e insidiosas para me impedir até hoje. Foi uma jornada difícil encontrar meu caminho de volta a saúde. Durante uma introspecção difícil, cuidados médicos e mentais intensos, uma família que me apoia, amigos, e um paciente e amável parceiro, eu sobrevivi, o que é raro.

Mas eu não quero só sobreviver aquela parte da minha vida. Eu quero criar em rebelião. Eu quero parar de olhar para os relógios. Eu quero pintar todo o chão e construir uma parede de feedbacks no amplificador tão alto para que eu grite acima dele e de frente para minha doença: EU SOU SUFICIENTE!

Não é assim tão fácil. Às vezes ainda me encontro sendo empurrada por um mestre invisível, trabalhando até o ponto da exaustão, nadando com dedos entorpecidos. A voz da minha doença está comigo todos os dias. Eu estou praticando ignorá-la, pela maior parte do tempo, mas ainda está aqui, encontrando novas maneiras de me prejudicar. É por isso que eu escrevi Feed. Eu queria canalizar aquela voz dentro de uma história e fora de mim. Eu queria criar uma personagem que também se perguntava se ela era suficiente.

Escrever, produzir e atuar nele me ajudou a obter mais um grau de separação da minha doença no que eu sei que vai ser uma vida de recuperação. É minha maior esperança que alguém que assista, que luta com os mesmos desafios que eu luto, pode pensar, E se eu sou suficiente também? Então com toda a coragem que posso reunir, eu dou isso a você, eu dou isso para essa pessoa, na esperança que isso a faça se sentir suficiente.

Talvez no momento que você assista, eu vou ter saído da água fria e estarei me aquecendo no sol.

Troian Bellisario escreveu, produziu e estrela no filme independente Feed, que foi lançado pela Sony Pictures nas plataformas digitais americanas hoje, 18 de julho.

Fonte: Lenny Letter

Publicado por   |   Armazenada em: Matéria, Pessoal
11.07.2017

“Spencer me ajudou a crescer e fortalecer minhas habilidades como atriz.” Troian para o The Laterals

Troian concedeu uma entrevista, acompanhada de um lindo photoshoot ao site The Laterals, onde conta mais sobre o fim de PLL, seus próximos projetos e distúrbios alimentares. Confira a entrevista traduzida abaixo:

Depois de muito tempo, Pretty Little Liars chegou ao fim. Depois de 7 temporadas e 160 episódios, a identidade do vilão da série foi finalmente revelada, deixando os fãs em um estado de incredulidade. Troian Bellisario está no mistério de assassinatos desde o início. Depois de todos esse anos, ela pode transformar e cultivar sua personagem trazendo uma amplitude de profundidade única para a protagonista da série, Spencer Hastings. Por mais agridoce que seja, Troian não está só sentada na margem. O fim dessa amada série lhe deu a chance de descobrir seu próximo grande ato.

Embora ela seja conhecida por seu papel em Pretty Little Liars, Troian é uma veterana em Hollywood. Filha de renomados produtores de televisão, a maioria produzida pelo seu pai. Independentemente de como ela conseguiu os papéis, era claro que Troian tinha um comando artisticamente notável. O glamour era parte de sua paisagem, mas ela nunca se deixou cegar. Mesmo jovem ela estava ciente das complexidades; que você tem que tratar como negócio se você quer uma carreira longa. Crescer na indústria, Troian viveu isso, viu isso, fez isso, foi lá e ainda pegou uma camiseta.

No entanto, estar no centro das atenções não era sempre tão lindo. Durante seus anos de ensino médio, Troian enfrentou pressões e problemas pessoais que resultaram em um distúrbio alimentar. Através dessa experiência, ela pode aprender a honrar a si mesma, sua saúde e ultimamente, sua felicidade. Para ser lançado esse verão, Troian escreveu e estrela em seu último projeto, Feed, uma obra semi-biográfica sobre lidar com a doença. Ela compartilha um lado obscuro da atriz, ao mesmo tempo que mostra sua aptidão excepcional como escritora.

Troian está fechando o capítulo de PLL, embarcando no desconhecido; mas ela não está fazendo isso sozinha. Ela recentemente se casou com o namorado de longa data, o ator de Suits, Patrick J. Adams. No topo disso, Troian está encerrando seu mandato na série com um crédito de diretora, outra conquista para adicionar em seu dossiê de trabalho. Não há dúvida que é uma época excitante para Troian Bellisario, ela segura o mundo inteiro com a palma de sua mão. E não tem mentira aí.

Ambos dos seus pais são indivíduos bastante renomados na indústria do entretenimento. Como foi crescer nesse mundo e como ele te moldou para quem você é hoje?
Acho que a pergunta mais fácil de responder seria: como o trabalho deles não me moldou! Graças ao meu pai e minha mãe eu cresci em um set, em um escritório de produtores e em um lote. Eu era muito afortunada de experienciar esses ambientes desde que posso lembrar, o que foi muito bom quando me descobri trabalhando com eles. Meus pais sempre foram os mais inspiradores contadores de histórias e eles me ensinaram muito sobre o negócio do entretenimento mas também o ofício de contar uma história. Se eles estavam dirigindo um episódio na televisão, ou trabalhando em uma história enquanto faziam risoto para o jantar ou apenas me contando uma história para dormir, eles sempre compartilhavam o processo e seu trabalho comigo. Eles me ensinaram que não era uma magia indescritível, ou algo tipo musa inspiradora; escrever, dirigir e criar são seus trabalhos e exigem dedicação e trabalho árduo.

Embora pareça que sempre foi claro para você o que você queria fazer na indústria, se você pudesse prosseguir em qualquer outra carreira, qual seria?
Acho que foi Sam Shepard que disse algo tipo, a primeira escolha de todo mundo na vida seria “estrela do rock”, mas descobrimos qual será nosso plano B e vamos daí. Sim, bom, ele também disse isso ou estou começando um rumor sobre Sam Shepard, ha! Mas se ele não disse, tenho quase certeza que ele concordaria comigo. Eu sou muito afortunada, eu sempre quis trabalhar como atriz e até então, vem dando certo. Mas já que o lance de estrela do rock está fora (eu preciso de mais talento musical) eu admito que eu sempre fui apaixonada pelas ciências. Eu queria ser uma patologista forense ou uma bióloga marinha.

É claro, todos te conhecemos por seu papel como Spencer Hastings na série da Freeform, Pretty Little Liars. Como você se sente de encerrar um grande capítulo da sua carreira? Gravar o último episódio deve ter sido muito emocionante para todos vocês.
Ainda estou em choque. Vem em ondas. As meninas e eu ficamos muito tristes sobre o fim, sobre esse capítulo ter sido escrito em nossas vidas; mas, sinceramente, todas as coisas boas chegam ao fim. Por mais que dar adeus a Spencer tenha quebrado meu coração, eu sinto que está na hora de seguir em frente. Nossos fãs vem sendo incrivelmente apoiadores mas eles também estão crescendo. Eu quero que eles olhem para trás e vejam a série como algo especial e lindo. Eu não quero que eles fiquem entediados disso.

Mas sim, gravar o último episódio foi um sentimento agridoce que eu nunca tinha experienciado antes. Foi como estar apaixonado com alguém mas saber que tem que terminar para viver uma vida diferente. Dizer adeus te deixa mais consciente de quanto você os ama. Eu senti tudo devagar nas duas últimas semanas de filmagem. Eu me diverti mais, ri mais com as pessoas, chorei mais, diabos, eu provavelmente cheirei as coisas com mais precisão do que eu cheirei nos últimos 7 anos no set porque você sabe que a areia está terminando na ampulheta. Você quer levar cada pedacinho disso com você, mas não pode. Já foi embora.

Depois de interpretar Spencer por 7 temporadas, como você conseguiu crescer e desenvolver esse personagem à medida que a história se desenrolou?
Os escritores dessa série foram incríveis. Cada um deles me ajudou a construir Spencer de uma menina para uma mulher. Todos sabíamos que ela era uma personagem inteligente e divertida, mas sua vulnerabilidade, seus erros, sua lealdade, e acima de tudo sua habilidade de se dobrar mas nunca quebrar, isso foi algo que construímos juntos a cada episódio.

Acho que todos sentimos uma liberdade com ela conforme os anos foram se passando; levar os riscos ao máximo, e quando fazíamos isso me testava como atriz. Fazer a escolha juntos de deixar a Spencer parar no Radley, ou lutar com vícios, ou descobrir que ela foi adotada e eventualmente levar a Alex… Bom, eu tive que ir crescendo para cada ocasião como atriz. Spencer me ajudou a crescer e fortalecer minhas habilidades como atriz.

Queremos saber todos os seus segredos. Depois de passar tantos anos com esse elenco e equipe incrível, compartilhe conosco algumas das suas histórias favoritas dos bastidores.
Eu sei que para alguns isso não vai ser um segredo, mas sempre foi minha coisa favorita sobre os sets. Os quartos das meninas estavam todos conectados por um corredor. Eu amava assistir a série sabendo que cada vez que alguém entrasse no quarto da Emily pela esquerda, eles estavam vindo do quarto da Spencer e se eles continuassem indo eles acabariam no quarto da Hanna e o da Aria. Costumávamos usar essa vantagem nos episódios da Dollhouse, quando nossos “quartos” que A nos manteve eram todos próximos um do outro, conectados por um corredor de cimento.

Você recentemente terminou de filmar um filme de ficção científica, Clara. Não é apenas um grande desvio de seus trabalhos anteriores, mas você estrelou ele ao lado do seu marido, o ator Patrick J. Adams. Como foi essa experiência para você?
Foi uma explosão total. É uma alegria trabalhar com alguém que você conhece tão intimamente. As emoções nunca estão muito longe de alcance e você se sente confortável instantaneamente em uma cena. Também é um desafio da melhor maneira porque ele é incrivelmente talentoso. Trabalhar com ele sempre me deixa melhor porque ele segura sua mão no fogo, você não pode sair com nada menos que o melhor com ele.

Seu último projeto é um pouco mais pessoa, e você escreveu e estrelou nele. Nos conte um pouco sobre seu filme, Feed.
Eu estava há 3 anos na recuperação da anorexia e eu ainda tinha problemas descrevendo para as pessoas que lidar com um distúrbio alimentar é mais que apenas não querer comer. Doenças mentais são muito complicadas e na maior parte do tempo invisíveis. Se alguém está doente fisicamente você pode ver manifestações no exterior de sua doença ou machucado e oferecer ajuda para aliviar a dor ou trabalhar para restaurar a saúde. Sua perna está quebrada? Aqui está um gesso para ajudar a consertar o osso. Você está com febre? Fique na cama e beba muito líquido, etc. Mas uma doença mental? Não tem exame no cérebro que pode detectar um distúrbio alimentar, mas ainda sim é a doença mental que mais mata, recuperação é incrivelmente difícil e morte é tragicamente comum. Essa é uma doença que é extremamente dolorosa; ameaça a vida, mas às vezes pode aparecer externamente. Sim, às vezes as pessoas com distúrbios alimentares perdem peso de maneira drástica que você pode ver claramente elas pedindo ajuda, mas algumas pessoas lutando com essa doença podem parecer “saudáveis” do lado de fora e ter uma guerra rolando dentro deles mesmos. É horrível e além disso, também gera incompreensão e não é falado o suficiente.

Depois de ser hospitalizada e ver tantos homens e mulheres diferentes, jovens e velhos, que estavam lutando com um distúrbio alimentar e lidando com suas próprias experências e processos de recuperação eu percebi que eu não poderia contar todas as suas diferentes histórias. (Não sou uma escritora tão boa). Mas eu queria começar uma conversa sobre essa doença. Eu queria achar uma maneira de fazer alguém que nunca nem pensou sobre distúrbios alimentares, tivesse empatia com isso, mesmo que fosse por só uma hora e meia. Eu queria encorajar alguém que pode estar lutando silenciosamente a falar com seus amigos ou família e pedir ajuda. Eu queria que as pessoas soubessem que lutar contra essa doença é mais que querer estar magra. Afeta homens e mulheres, de todas as raças, todos os fundamentos socio-econômicos e religiões, porque é uma doença série, não apenas uma dieta ou uma escolha.

Então, eu pensei, que maneira melhor de tentar começar uma conversa do que um filme. Em um filme você pode usar a narrativa para colocar o público na mente do personagem. Se você conseguir colocar o público dentro da experiência da doença então talvez eu poderia inspirar empatia para aqueles que vivem com isso e gerar conscientização para a doença em si e também identificar os sinais. Então, eu escrevi, Feed. Eu sei, eu sei, é um pouco ambicioso e muito para um primeiro filme, mas estou orgulhosa dele. Não é perfeito de maneira alguma, mas eu espero que comece uma conversa e inspire as pessoas que podem estar lutando a encontrar ajuda.

O filme aprofunda os aspectos psicológicos e físicos da anorexia. Você já falou abertamente sobre sua experiência com a doença. Como foi se preparar para imergir a si mesma nesse papel?
Foi difícil. Honestamente, eu estava assustada porque me envolver com essa personagem significava me envolver com alguém que tem a doença. Eu trabalhei por muitos anos para me recuperar, e eu vou ser honesta, não é sempre fácil e ainda é uma jornada. Recuperação não é algo que você só consegue e então não precisa mais olhar para trás, é uma escolha constante. Então, dar as boas vindas com braços abertos para as compulsões, restrições e as vozes de volta na minha cabeça e coração, eu estava muito consciente do desafio e do risco. Felizmente, eu tenho uma família incrível, amável e apoiadora que estava lá para mim. Eu trabalhei de perto com uma nutricionista para perder peso e então, mais importantemente, colocá-lo de volta depois sob os olhares de um profissional médico. E acima de tudo eu trabalhei para ter certeza que estava fazendo esse filme pelas razões certas. Meu diretor, Tommy Bertelsen, que também é meu melhor amigo, foi maravilhoso. Ele teve certeza que eu soubesse que ele estaria ali por mim, não importava o que acontecesse. Ele disse, “Vá o mais longe que você precisa ou sente que pode ir, mas não coloque em risco sua saúde mental e física por isso. Eu vou caminhar com você até o limite disso, mas eu não vou deixar você voltar.”

Quais foram alguns dos aprendizados depois que o projeto estava completo?
Eu aprendi muito sobre o processo de contar uma história. Como tecer uma narrativa, quais coisas envolvem o público e quais coisas perdem o público. Eu aprendi sobre não ter o tempo ou o dinheiro para fazer as coisas da maneira que você imaginava na sua cabeça e os sacrifícios envolvidos em deixar isso pra trás. Essas foram as lições difíceis, mas essas são as lições de um primeiro filme. Você tem que experienciar essas falhas porque essas são as experiências que você leva com você para o próximo projeto. É como você cresce como artista… Eu espero!

Se você pudesse falar com alguém que estivesse sofrendo de distúrbios alimentares, quais palavras de apoio você daria?
Se você sentir que está sofrendo ou lutando de alguma maneira, por favor, peça ajuda. Fale com seus amigos, sua família, peça por ajuda e apoio. Tem recursos incríveis no site da National Eating Disorders Association (NEDA) que podem te apontar a direção de tratamento e ajuda. Você não precisa sofrer em silêncio, doenças mentais são sérias e merecem tratamento.

Você se tornou um modelo para jovens mulheres e homens ao redor do mundo. Como é ter uma fanbase tão incrível?
É esmagadoramente maravilhoso. Honestamente, eu luto muito com a questão de dignidade. Eu faço o suficiente para comunicar minha gratidão? Eu forneço apoio para as mulheres e homens que me acompanham com uma mensagem positiva e honesta? Eu quero continuar animando eles da mesma maneira que eles fazem por mim, então isso me mantém envolvida ativamente e crescendo constantemente dentro e fora da tela.

Pretty Little Liars é nosso melhor prazer culpado (ou nem tão culpado, para ser honesta). Qual o seu?
Eu sei, certo?! Eu luto com esse termo. Prazer culpado implica vergonha, e eu não quero que tenha vergonha de fazer ou assistir o que você ama. Quando eu conheço pessoas que dizem, “Sua série é meu prazer culpado.” Eu fico meio, “Porque, você está tendo um caso?” Se você gosta da série, ótimo! Se não, está tudo bem também! Mas, eu tenho orgulho das séries que eu assisto! Especialmente as sensacionais… Game Of Thrones, com certeza. Todos meus amigos se juntos para comer pizza e assistir.

Nos conte duas verdades e uma mentira.

  • Assistir TOWIE (ou The Only Way Is Essex) para trabalhar no sotaque da Alex Drake. É o primeiro e único reality show que eu assisti nos últimos 10 anos.

Verdade: Eu queria que Alex tivesse um sotaque de Essex e assistir essa série foi uma maneira fácil de ter isso no meu ouvido por horas. Eu odeio reality shows então eu nunca assisto, mas essa série é muito viciante!

  • Eu fiz o cálculo recentemente de quantas horas eu trabalhei no set de PLL e foi quase 7,000!

Mentira: Foi algo entre 9,500-10,000.. Louco né?

  • Eu estou escrevendo essa entrevista a uma altura de 35 mil pés.

Verdade: Estou voando sobre Denver, Colorado enquanto conversamos.

Fonte: The Laterals

Para ver as fotos do photoshoot em nossa galeria, clique nas miniaturas abaixo:

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21.06.2017

“Eu só estou me matando lentamente.” Troian para a Darling Magazine

Troian foi convidada para escrever um artigo para a Darling Magazine, onde ela conta sua história com os distúrbios alimentares. Confira traduzido abaixo:

“Cantadora”, diretamente traduzido do espanhol, significa cantora, mas o termo pode significar muito mais que isso. Redefinido por Clarissa Pinkola Estés, uma cantadora é uma mulher que mantém as histórias de uma comunidade e compartilha elas quando ela acredita que ela pode ajudar alguém que precise. Como atriz e escritora, eu sei muitas histórias – grandes histórias, nas quais pessoas com superpoderes podem derrubar prédios, fazer os oceanos se dividirem, elas podem não conseguir salvar a pessoa da qual elas mais se importam. Eu não posso voar (dã), mas eu também, já me senti sem poder nenhum de salvar alguém de sua própria destruição. Eu sei essa história.

Eu sei outras histórias, menores mas não menos poderosas: a história que uma mãe conta nas horas quietas depois da meia noite para seu filho cujo coração está quebrado, a história da criança que veio antes dela, a história da perda silenciosa dessa mãe (um nome raramente dito mas nunca esquecido). Seu coração sentia que não poderia mais continuar batendo, e aí… você. Não tema os momentos sombrios; eles antecedem as maiores alegrias. Como um farol quebrando o céu, às vezes uma história pode guiar seu navio com segurança pela tempestade e voltar para o porto.

Eu sei outra história…

Eu me apaixonei uma vez, tinha 16 anos, quase 17, e eu me apaixonei. Tem algumas razões por ter me sentido boba sobre isso agora – envergonhada, dolorida – até os dias de hoje, mas antes que você saiba essas razões, saiba disso: Quando me apaixonei por essa… pessoa, eu me senti como você com seu primeiro amor. Eu senti todas as coisas lindas que amar alguém faz você se sentir no começo: invencível, vivo, destemido, desejado, habilitado e no caminho certo na vida. A única coisa estranha era, eu não sabia como era essa pessoa. Ele não estava no time de futebol; ele não era presidente de turma. Para ser honesta, eu não podia dizer se essa pessoa era ele ou ela porque, bom, eu nunca conheci eles. Um dia, eu apenas os ouvi… dentro da minha cabeça.

Ensino médio é mais estressante do que pensamos, certo? Você tem que tirar boas notas. De fato, o único jeito de ter certeza de tirar boas notas, inequivocamente. é tirar as melhores notas, mas você pode fazer isso. Eu acredito em você. Você também tem que correr atrás do sonho de se tornar atriz. Oh, inscrições para a faculdade estão chegando! Você deveria ir ao conselho estudantil para deixar mais fácil a aprovação, mas não negligencie as atividade extra curriculares e serviço comunitário! Tanto para se preocupar – como você vai fazer tudo isso?

E se eu te contasse que eu tenho um plano para que você consiga alcançar tudo? Confie em mim, porque as outras pessoas vão te decepcionar. Como elas poderiam? Elas não são você! Elas tem que se preocupar com elas mesmas. Só eu posso tomar conta de você, porque eu sou você.

A voz não era minha, mas era eu. Ele era… vamos chamá-lo de Ed… Ed era meio que minha consciência, mas mais legal. Ele era inteligente, me apoiava e parecia focado em fazer minha vida melhor. Ed me disse que a razão porque eu estava estressada era porque eu não conseguia controlar as coisas fora de mim mesma: o tempo, uma afeição por um garoto, um número de capítulos que eu seria testada na próxima sexta. Eu me senti horrivelmente impotente, mas, com a ajuda dele, eu poderia criar um sistema simples de checagem e balanço que iam me ajudar a sentir um senso de controle. Se eu tivesse controle, eu teria confiança, e nisso, uma chance melhor de atingir meus objetivos. Ele era uma arma de uma adolescente insegura, surtada. Eu definitivamente tive um crush.

O sistema do Ed era tão fácil. Eu estudava quando (e por tanto tempo) ele dizia “estude” e eu sempre gabaritava os testes. Dissemos “não” para aquela festa (muitas opções para perder o controle) e ficamos em casa para trabalhar em um monólogo. Para me ajudar com o sistema, ele me recompensava com presentes… Você gabaritou esse teste? Ganha um biscoito! Você arrasou nessa inscrição para a faculdade? Tenha uma ajuda extra no jantar para celebrar. Você preencheu 12 inscrições para a faculdade? Vamos ver aquele filme que você queria ver. Coma pipoca com manteiga!

A relação era incrível. Ele era como um time inteiro de líderes de torcida e um namorado apoiador no papel de uma pessoa só. E a melhor parte? Funcionava. Eu estava tendo sucesso em tudo.

Às vezes, eu descobria que Ed podia ser um pouco mau – mas só quando eu não ia tão bem quanto ele pensava que eu podia. Depois de tudo, o que é um sistema de recompensa sem punição? Às vezes, ele me ensinava, punição é até uma motivação melhor.

Sem punição, amor, gratificação atrasada! Você foi tão bem no teste dessa semana; vamos estudar mais para o próximo. Você está acostumada a receber A’s, então porque você receberia um biscoito por um A? Você terá um biscoito quando receber três A’s. Além disso, você notou quantas calorias tem nesse biscoito? Ache um biscoito com menos calorias ou tome um café da manhã com menos calorias para que você possa justificar comer o biscoito depois. Há poucas coisas que você pode contar no momento, mas esses números nutricionais na parte de trás da embalagem são fáceis de ver. Hey, eles podem ser parte do seu sistema! Amor, escolha um número, qualquer número e não coma mais que isso – desse jeito, você vai saber com certeza que tem controle de si mesma. Você conseguiu! Talvez podemos ter mais controle escolhendo um número menor semana que vem? Restrição de exercícios, o mais forte você vai ficar, mantenha o controle de tudo que você come… O quão baixo você pode ir?

Eu comecei a pular o lanche com o Ed para que pudéssemos trabalhar nos créditos extras. Então, começamos a pular o jantar para estudar durante a noite. Então, pulamos o café da manhã para acordar cedo para ir na reunião do conselho estudantil. Sim, eu estava com fome, mas tudo estava funcionando. Meu objetivo de calorias a cada semana eram definitivos, e abaixados até ficarem estáveis, fáceis de acompanhar.

Um dia meu pai me ofereceu um biscoito; Ed recusou, sacudindo minha cabeça por mim.

“Você é tão boa, amor”, meu pai disse, comendo o biscoito. “Muito mais controlada que eu.”

“Isso não parece bom?” Ed sussurrou. “Todos te invejam.”

“Comer aquele biscoito me faria sentir muito melhor,” eu pensei com fome.

Ainda sim, eu não ousava desafiar o Ed; ele era muito forte, e sem ele onde eu estaria? Imagine isso. Se minha mente fosse uma casa de bonecas, dentro, a antiga eu estava ficando menor e menor, enquanto Ed crescia, enchendo os quartos, iminente em mim. Ele alimentava minha fome e crescia com elogios, enquanto meu próprio corpo se esvaia.

No começo, seguir as sugestões dele me fizeram sentir como se eu estivesse no controle da minha vida, mas logo, Ed me aliviou desse fardo. Ele não dava mais sugestões, só mandava. Ele me mandava fazer trabalhos que nunca estavam terminados, prometendo recompensas que nunca chegaram. Uma vez eu fui até uma colina, Ed me disse para escalar a montanha.

Estou tentando fazer da sua vida algo maravilhoso. Eu não ligo se você está cansada e nenhuma das suas blusas serve. Estou fazendo isso por você. Será que preciso tirar todos os privilégios da comida para ser claro, mocinha?

Quem era esse cara?

Para minha família, foi ótimo. Eu tinha ótimas notas, estava envolvida com tudo na escola e ia ter uma educação da Ivy League. Eu estava me tornando uma melhor versão de mim mesma; eu estava apenas desaparecendo. Eu não estava com fome? Eu comecei a notar que todos sempre tinham olhos tristes sempre que falavam comigo.

“Querida, você precisa ganhar peso,” disse *insira parente preocupado*

“Ok,” Eu diria, encarando meus All Star, pensando sobre a próxima coisa que Ed tinha na agenda. “Porque você não come o sanduíche então?” Ed chocou sua cabeça em mim.

“Não é tão simples,” era tudo que eu conseguia dizer. Se Ed me deixasse em paz por um segundo, eu gritaria. “Porque comer o sanduíche não vai me tirar desse inferno de relação; não vai me ajudar a terminar com o Ed. Não vai fazer minha vida melhor! De fato, se eu comesse aquele sanduíche, ia me fazer sentir pior, ainda mais fora de controle do que eu já sentia. Aquele pão (duas fatias aproximadamente 150 calorias cada) e com maionese (provavelmente 200 calorias) e três pedaços de carne (mais 150/275 calorias, dependendo dos ingredientes do processo da carne) e tem vegetais assados em cima, que não são apenas 25 calorias por copo, mas são feitos com óleo de oliva, então adicione mais 100 calorias para a coisa toda e termine com 900 calorias, o que é a quantidade que eu comi semana passada quando me apresentei no musical e tirei um 5 no teste de biologia. Então, você entende agora, porque comer esse sanduíche ia me fazer sentir como se eu tivesse retrocedendo em minha vida, perdendo controle das minhas emoções, minhas realizações e minhas habilidades? E francamente, (parente preocupado), o segundo que você me ver comendo o sanduíche, você vai me considerar “melhor”, e você vai ir embora, me deixando sozinha, de novo, com o Ed.”

Ed sorriu para mim, “Agora você entende, menininha.”

Minha pobre família e amigos – eu assisti a todos eles tentarem entender, ter empatia, ajudar. Cada um deles culpou as paredes da minha mente como soldados, apenas para ser afastado por esse monstro que deram a luz. Ele sentou perto de mim como uma hydra, escolhendo as frases, empurrando as declarações de apoio, sussurrando em meu ouvido que eu não podia confiar neles. Porque? Por que o amor deles ameaçava nosso amor, porque escutar eles seria desmanchar todo o trabalho duro que eu tinha feito sozinha para me proteger dos desapontamentos do mundo, da falha inevitável que estava sempre a espreita, do inesperado… Deles.

Nosso sistema funcionou! Você tem tudo que queria, tudo que eles esperavam que você conseguiria! Você é uma formanda, aceita nas 12 melhores faculdades da America. Você sobreviveu as noites mais sozinhas e sombrias da sua adolescência. Você nunca usou drogas; você não bebe. Você é perfeita.

Sim, Ed, eu só estou me matando lentamente.

Tivemos que terminar. Se eu continuasse ouvindo ele, eu estava marchando para minha própria cova, mas não tinha escapatória. Eu não podia só bloquear o número dele e evitá-lo na escola. De noite, ele deitaria do meu lado e me convenceria que ele podia fazer tudo melhorar. No banho, ele ia negociar comigo. Ele ia se agachar na minha garganta, sua mão na minha boca me fazendo não conseguir comer, respirar ou contar para alguém.

É isso.

Isso é o que eu tinha que fazer: contar para alguém sobre o Ed, não só as partes ruins, como ele estava me machucando; isso seria fácil. Eu tive que contar a história das melhores partes. Eu tive que contar a história de como ele me ajudou, talvez me salvou, e como, agora, eu precisava dizer adeus antes que fosse tarde. Eu tive que contar nossa história, nossa história de amor, para que meus amigos e família pudessem entender e me apoiar durante o término, para que outras pessoas que tenham seus próprios DA (distúrbios alimentares) possam ver que eles podem terminar também. Então, eu sentei e escrevi.

Eu sei de uma história, a história de uma garota – não eu, mas alguém como eu; não você, mas alguém como você. A história que agora é um filme chamado “Feed”. A cantadora, a mulher com a história que ajuda, que cura. Escrever e fazer “Feed”, me ajudou a curar. É minha maior esperança que, talvez, possa ajudar mais alguém.

Para a matéria em inglês, clique aqui.

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20.06.2017

10 pistas que Spencer tem uma gêmea em Pretty Little Liars

O site Teen Vogue fez uma matéria juntando algumas pistas da teoria suprema que anda rondando o fandom de Pretty Little Liars: Spencer Hastings teria uma irmã gêmea? Confira a matéria traduzida abaixo:

Com a series finale de Pretty Little Liars dobrando a esquina, os fãs estão com o modo teoria a todo vapor. A apenas alguns dias de descobrirmos a identidade de A.D, e a 7B vem fazendo um trabalho sólido até agora de eliminar algumas dúvidas remanescentes da primeira metade da temporada. Mas tem algumas pessoas que ainda estão na lista de suspeitos, e uma das teorias mais quentes é que Spencer Hastings pode ter uma irmã gêmea secreta.

Tem muita suspeita ao redor de Spencer por um tempo, mas durante os últimos meses, o fandom de PLL surgiu com uma predição: que Spencer não é só uma Drake, mas ela é também uma gêmea idêntica. Algumas pessoas ainda pensam que sua gêmea pode ser Bethany Yong, outros pensam que a gêmea pode estar ajudando as Liars ao invés de machucá-las. E enquanto não temos um nome para esse possível personagem ainda, ela é conhecida no fandom como Twincer ou Spencerietta.

O tema das gêmeas é um tema forte em PLL; afinal, quem pode esquecer a história assustadora da Ali no Halloween sobre gêmeas, ou o poster no quarto dela? E, é claro, descobrimos na última temporada que Mary Drake e Jessica DiLaurentis são gêmeas, então não está fora do campo de possibilidades de que haja outro grupo de gêmeas em sua família.

À medida que o episódio final se aproxima, vamos olhar algumas das maiores pistas até agora que podem provar que a gêmea da Spencer pode estar em Rosewood todo o tempo – e ela talvez tenha nos enganado às vezes. Afinal, é Pretty Little Liars, não há coincidências.


Tudo começou com um sonho – o sonho da Hanna, apenas.
A teoria “Spencer tem uma gêmea” começou a ganhar atenção depois do episódio 7×01, que teve Spencer visitando a Hanna em um sonho enquanto ela estava sequestrada. Mas os fãs logo começaram a pensar que a visitante de Hanna não era Spencer na verdade. Para iniciantes, ela apareceu sem sua franja pós timejump, o que podia ser o subconsciente da Hanna surgindo com imagens da Spencer do ensino médio ou uma pista dos escritores. Ela também fala com a Hanna sobre A.D. – nome que Hanna ainda não tinha ouvido, então como ela poderia estar sonhando com isso? E o mais notável, a cena acaba com Spencer cantando para Hanna – a mesma música que Mary Drake canta no 7×10.

O Dr. Cochran adicionou suspeita
Foi uma enorme reviravolta quando descobrimos que Mary Drake teve dois filhos, mas os fãs estão convencidos que ela teve mais que isso – graças a uma fala suspeita do Dr. Cochran. Quando Spencer e Aria visitam o doutor no apartamento, ele as conta que ele “fez o parto de dois dos filhos da Mary”. Algumas pessoas podem interpretar isso como: ela teve mais que dois bebês. Além disso, ele disse que um dos bebês de Mary foi dado para o conselho tutelar – e sabemos que não é Spencer ou Charlotte – então quem poderia ser?

Vamos falar sobre a dança de Maddie Ziegler
Algumas temporadas atrás, Maddie Ziegler apareceu em um episódio de PLL onde ela interpretou uma estranha garotinha no Radley. Ela só foi vista pela Spencer, e assistimos ela dançar nas banheiras e camas de hospital. Nessa época, os telespectadores deduziram que era só um momento típico do Radley, mas ganha todo um novo significado quando consideramos o fato que Spencer nasceu no Radley. E enquanto algumas pessoas assumem que a personagem de Maddie representa uma jovem Spencer, mantenha na mente que Spencer foi dada para os Hastings recém-nascida. Por outro lado, Maddie podia representar a gêmea da Spencer, que pode ter crescido no Radley. Temos calafrios só de pensar nisso.

Ambas Mary e Veronica mencionam gêmeas enquanto falam com a Spencer
Em uma cena, Mary conta a Spencer que ela e Melissa se parecem muito, “quase gêmeas”. Antes na série, Veronica diz: “Foi com se tivessem duas de você vivendo nessa casa: a Spencer que reconhecemos e sua gêmea má, e nunca sabemos qual desce para o café da manhã.” Isso poderia ser uma pista maior do que percebemos?

O relógio da Spencer pode ser uma grande pista
Alguns fãs pensam que a gêmea da Spencer é canhota enquanto a Spencer é destra, o que vem sendo marcado pelo seu relógio aparecendo em pulsos diferentes durante a temporada. Ela também já trocou de mãos várias vezes enquanto jogava pingue-pongue com Marco alguns episódios atrás. Além disso, tem algumas cenas isoladas (que vamos chegar nelas em um minuto) onde ela não usa relógio – e é um acessório que Spencer está sempre usando. Aliás, a criadora de PLL, Marlene King talvez tenha soltado essa pista no Twitter, quando escreveu: “Com alguns episódios ainda, minhas mãos estão atadas em relação a pistas. Observe de perto. Acho que essa é uma pista no final.” Olhar de perto? Estamos vendo que você está fazendo, Marlene. E amamos.

Ok, ok: a cena do aeroporto
Os criadores da teoria das gêmeas tiveram um bom dia depois de assistir o episódio 7×15, no qual Spencer é vista com Wren no aeroporto. É estranha por algumas razões. Antes dessa cena, acabamos de ver Spencer no Lost Woods Resort, tendo um confronto com Marco. Ela teria que ir até a Filadélfia e passar pela segurança do aeroporto em um pequeno espaço de tempo para poder se encontrar com o Wren. Além disso, sua roupa e cabelo estavam visivelmente diferentes do que nas cenas anteriores, e ela definitivamente atuou totalmente estranha quando foi confrontada pelo Ezra. Para as pessoas que pensam que a gêmea da Spencer existe, esse episódio praticamente selou o acordo.

E teve a cena da cabana
Após o incidente no aeroporto, o episódio 7×18 nos deu uma cena estranha da Spencer e do Toby na cabana. Mais uma vez, Spencer está vestida de preto e com o cabelo lisa, e ela está agindo diferente de si mesma – tanto que Toby diz, “Isso não soa como a Spencer que eu conheço”. Os dois terminam em um beijo depois que Spencer pergunta, “Você lembra do beijo que compartilhamos?” lembrando de quando ela deu um beijo de adeus antes de ele ir para o Maine com a Yvonne. Isso fez alguns fãs pensarem que a gêmea da Spencer pode ter estado naquela cena também, significando que Toby foi enganado duas vezes. (Claro, isso também seria paralelo com a forma como Mary enganou Peter para pensar que ela era sua irmã, Jessica). Os que vão contra a Twincer vão apontar o fato da cicatriz da Spencer como prova de que não pode ser sua gêmea, mas os teoristas argumentam que a cicatriz que vemos na cabana não se parece com uma cicatriz de tiro. Se Spencerietta está tentando assumir a identidade da Spencer (ou pelo menos enganar as pessoas a pensarem que ela é a Spencer), ela não seria esperta o suficiente para tentar replicar a cicatriz da gêmea? Provavelmente.

Talvez tenha tido uma pista na dollhouse
Cada uma das Liars teve seu quarto replicado por Charlotte na dollhouse, mas um fã super detetive notou algo interessante no quarto da Spencer. Ao invés da letra “S” que ela tinha pendurada na parede, foi substituída pela letra “A”. Se Spencer tem uma gêmea, o nome começa com A, isso poderia definitivamente ser um sinal – e também significar que ela é, de fato, A.D.

Podemos ter visto a gêmea da Spencer bem no início da série
Ao longo do tempo, houveram muitas cenas estranhas com a Spencer – incluindo momentos que ela não se lembra. Vamos sendo levados a acreditar que isso é pelo abuso de substâncias que a Spencer sofre, mas e se ela fez coisas que ela não lembra porque não foi ela na verdade? Um fã no Reddit até nota que ela vem sendo cética com a Spencer desde o pilot, o que poderia adicionar uma nova camada para toda teoria das gêmeas.

Há ainda pistas vindo do elenco – e algumas muito convincentes
Embora o elenco de PLL vem sendo excepcionalmente habilidoso em manter segredos ao longo dos anos, algumas coisas que eles disseram ou fizeram que poderia apontar para a teoria das gêmeas. Em entrevista ao U.S. Weekly, Tyler Blackburn foi perguntado sobre a identidade de A.D. “Você nunca conheceu,” ele diz, seguido de, “Você meio que conhece.” Hmm, isso definitivamente soa como território das gêmeas para nós.

E não só isso. Enquanto falava com o Entertainment Tonight sobre a 7B, Keegan Allen disse, “Eu posso dizer honestamente que não tem outro beijo Spoby.” Mas agora que vimos a cena da cabana, temos que nos perguntar: Keegan estava mentindo? Ou, mais suspeito, ele estava falando a verdade? Se, de fato, não era Spencer na cabana, então ele estaria certo – não teve outro beijo Spoby.

Pode até ter uma pista na bio do Twitter da Troian, que diz: “Atriz. Escritora. Poeta. Dançarina. Rock & Roll Jesus. (Às vezes eu interpreto essa menina Spencer Hastings nessa série Pretty Little Liars). Mas só às vezes.” Porque só às vezes Troian? Será porque você também interpreta outra personagem em PLL? Alguém que parece muito com a Spencer?

Uma coisa é certa – nós mal podemos esperar para descobrir a verdade na finale, de uma vez por todas.

Fonte: Teen Vogue

Publicado por   |   Armazenada em: Matéria, Pretty Little Liars
23.05.2017

13 coisas que você talvez não saiba sobre Troian Bellisario

O site Seventeen fez uma matéria contanto 13 fatos que você talvez não saiba sobre a Troian. Confira traduzido abaixo:

1. Troian atua desde que tinha 3 anos. Seu primeiro papel foi em 1988 no filme Last Rites onde ela interpretou a filha de Nuzo.

2. Ela é escorpiana. Nasceu no dia 28 de outubro de 1985.

3. Ela casou com o namorado de longa data Patrick J. Adams no dia 10 de dezembro de 2016. Eles ficaram noivos por dois anos e namoraram por sete anos antes de casarem.

4. Ela teve um distúrbio alimentar quando era mais jovem. Sua experiência a levou a ser uma advogada da saúde mental. Ela disse em uma entrevista, que estar no hospital significava, “foi o fim da minha vida, mas aí percebi que era uma nova maneira de recomeçar… Sair do hospital, a coisa mais frustrante para mim foram as pessoas que eu amo não entenderem minha experiência com a doença…”

5. Apoiou Hillary Clinton durante as eleições de 2016 por sua estância na saúde mental. “Eu sou uma apoiadora da Sra. Clinton por muitas razões, especificamente porque ela vem sendo uma grande advogada da saúde mental, e sua definição de cuidados com a saúde inclui cuidado da saúde mental. E para mim é – o fator decisivo entre os candidatos.” ela disse.

6. Ela participou da marcha de New York pela Ciência. Ela não pode estar na marcha das mulheres, mas apareceu para apoiar nas redes sociais e vem sendo muito vigilante em envolver seus fãs na política.

“Love your Mother” 🌎 #marchforsciencenyc #earthday

Uma publicação compartilhada por Troian Bellisario (@sleepinthegardn) em

7. Ela sabe cantar e tocar violão. Sua voz é rouca e gloriosa e você vai se apaixonar.

8. Ela queria que a Spencer morresse. De acordo com sua recente entrevista para a W Magazine, Troian disse “Eu definitivamente tentei [ser morta]…” e depois explicou o porque disso, “A) Você quer uma cena de morte, e B) Na série, seu personagem se torna infinitamente mais interessante quando você morre. Eu honestamente senti que para esse mundo ser realmente perigoso, uma das Liars teria que morrer. De outra manera, -A só estaria colocando elas em perigo e ainda salvando elas.”

9. Se você procurar pela Troian nas redes sociais, você não irá encontrá-la. Porque? Por que ela não usa seu nome nas redes sociais. Ao invés disso, ela usa @SleepintheGardn no Twitter e Instagram.

10. Troian escreveu um filme chamado Feed, que vai para os cinemas no dia 18 de julho de 2017. O filme tem foco em doenças mentais. Ela interpretará a protagonista ao lado do nosso sonserino favorito, Tom Felton vulgo Draco Malfoy.

11. Ela é uma ameaça tripla. Ela atua, dirige e escreve. Aliás, ela dirigiu o 15º episódio da temporada final de PLL, que se chama “In The Eye Abides The Heart.”

12. Ela esteve em NCIS como a irmã do agente McGee, Sarah. Na vida real ela é meia irmã do ator! O quão louco é isso?

13. Ela trabalhou em um curta metragem chamado Still A Rose, que é a história de Romeu e Julieta com uma reviravolta. É uma versão inclusiva, LGBTQ da peça clássica.

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23.05.2017

Na cabine do Bustle com Troian Bellisario

O site Bustle entrevistou a Troian durante sua passagem por New York para a inauguração da loja da Rituals. Confira abaixo a matéria traduzida:

Quando as celebridades vem para a sede do Bustle, sendo para uma sessão de fotos, sessão de vídeo ou uma live no Facebook, gostamos de lhes dar a chance de deixar sua marca. Literalmente. Então lhes damos uma caneta, um pedaço de papel, algumas perguntas, e lhes pedimos para serem criativos. O resto é com eles. Dessa vez, a atriz Troian Bellisario vai deixar sua marca na Cabine Bustle.

Com a sétima e final temporada de PLL a maioria das pessoas diria que a atriz Troian Bellisario definitivamente merece uma pausa. Mas Bellisario não vai desacelerar. Com uma variedade de diferentes projetos, Bellisario recentemente se juntou com a Rituals para lançar uma campanha. Dada a cheia agenda de Bellisario,a colaboração é ironicamente sobre desacelerar. A mensagem da parceria centra em encorajar os moradores de New York a pegarem suas rotinas diárias e fazer algo mais pensativo e calmo.

Se você olhar o Instagram de Bellisario, você vai achar fotos de natureza, ativismo, animais, e geralmente as coisas que a maioria de nós queria ter o tempo para priorizar. Mesmo com o fim de PLL, a campanha da Rituals, que é sobre desacelerar e apreciar as pequenas coisas, é a prova que Bellisario planeja trazer sua personalidade única e interesses em projetos no futuro.

Eu falei com Bellisario na loja da Rituals sobre a campanha e acabei aprendendo algumas coisas divertidas sobre a estrela.

Qual seu pedido de café? Chai com amêndoas gelado

Qual produto de beleza dos anos 90 você sente falta? Nenhum, eu ainda vivo nos anos 90!

Qual seu super poder? Meu trabalho ético e eu ou posso ficar bem dormindo pouco.

Qual a última coisa que você enviou no Instagram? #Aerial #silks #popandlock

Quais localizações de temperatura você tem salvas no seu celular? LA, NY, Toronto, Big Sur, 29 Palms, Masset.

Quem são seus ídolos celebridades? Cate Blanchett + Kendrick Lamar

Em qual cômodo você põe maquiagem normalmente? Banheiro?

O que você gostaria que as pessoas dissessem sobre você? Eu nem a reconheci nesse último papel!

Gel ou o clássico esmalte de unha? Eu queria só o esmalte mas eu odeio manicures então o gel dura mais.

Desenhe seu emoji favorito.

Algo mais que você gostaria de adicionar ou desenhar?

Obrigada Bustle.
Um pequeno fato que eu tenho 6 dedos em uma mão. 🙂

Fonte: Bustle

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26.04.2017

Vulture: E tudo começou com uma mentira

O elenco de Pretty Little Liars concedeu uma entrevista para a Vulture, falando sobre o início de tudo, e o que tornou a série o fenômeno que é hoje. Confira traduzido abaixo:

No dia 8 de junho de 2010, o canal antigamente conhecido como ABC Family estreou o que rapidamente se tornaria uma das maiores manias para enfeitar a pequena tela: Pretty Little Liars. Baseada na série de livros de Sara Shepard, o mistério do assassinato adolescente liderado pela showrunner I. Marlene King, introduziu o complexo mundo de Rosewood, com seu vilão anônimo cheio de tecnologia, “A” que aterroriza um grupo de meninas do ensino médio com sinistras mensagens e texto e esquemas incrivelmente elaborados. É claro, a série evoluiu muito desde então – agora há múltiplos “A’s” com variada motivações, para iniciantes – mas sua devota fanbase é presa a ela, com personagens misteriosos e tudo. Horas antes da última premiere da série semana passada, Vulture conversou com Lucy Hale, Ashley Benson, Shay Mitchell, Troian Bellisario e Sasha Pieterse para refletir nos altos e baixos dos seus últimos sete anos sob os holofotes. Elas foram rápidas em terminar as frases umas das outras, e sinceras sobre algumas críticas que a série recebeu.

Vamos começar do início. Vocês estavam interessadas imeadiatamente na audição para a série quando vocês receberam o primeiro script, ou tiveram que ser convencidas?

Lucy Hale: Eu sabia apenas de ouvir o título que seria algo que eu queria fazer parte. Eu conhecia os livros. Para mim, foi instantâneo que era algo que eu queria estar.

Sasha Pieterse: Originalmente eu ia fazer a audição pra Hanna, e eu amei a descrição da personagem. Foi definitivamente algo que eu queria fazer, então valeu o risco.

Troian Bellisario: Eu tive a reação oposta, na verdade. Eu não queria estar lá! [Risos]. Vocês falam para mim sobre The O.C. e o que significa para você, ou Gossip Girl, e eu nunca vi nenhuma dessas séries. Eu tive essa ideia em minha cabeça sobre o que uma série teen seria, e eu achei que eu não queria fazer parte disso porque eu não assistia essas séries quando era adolescente. Então eu estava tipo, porque você quer fazer parte desse mundo? Mas quando eu li o script e os lados da Spencer, teve uma cena arriscada que foi cortada do piloto, mas eventualmente começamos a fazer coisas daquele tipo mais e mais. Era uma cena entre ela e Wren, quando ela estava pegando um cigarro dele fora de um restaurante.

LH: Oh Deus, eu lembro disso.

TB: Ela estava pegando um cigarro e flertando com o noivo da irmã! Foi muito be escrito, eu me lembro claramente, e eu me relacionei a isso. Foi o momento para mim quando eu estava meio, oh, talvez eu não sei sobre o que é esse tipo de série e eu não conheço esse mundo, e eu tenho essa ideia sobre. Verdadeiramente, Pretty Little Liars foi a primeira vez que minhas expectativas foram quebradas.

Ashley Benson: Eu estava na verdade em uma série quando eles estavam selecionando o elenco. Eu estava em um cinema, e eu recebi uma ligação do meu agente e eu estava meio, ok, tanto faz, isso pode esperar. Mas minha série foi cancelada aquela noite. Então eles estavam meio, “Sim, você tem que ir amanhã para Pretty Little Liars.” Eu lembro de conhecer a Marlene pela primeira vez e eu estava chorando e tão triste. Minha série tinha acabado de ser cancelada! Ela sentou na sala e disse, “O segundo que você entrou, eu senti você como Hanna.” Foi uma conexão louca. Eu não li o script nem nada, eu só li as passagens da Hanna. Eu também sabia que Lucy estava fazendo, e nos conhecemos desde sempre, então era animados. Eu tive esse instinto estranho que isso ia se tornar uma grande coisa.

Shay Mitchell: Eu estava morando em Toronto, e eu era bartender. Eu queria estar em uma série americana mais que tudo. Eu era uma grande fã de Gossip Girl, então isso era para algo que eu sempre tive no meu quadro de visão. Quando eu consegui a audição, eu fiz para Spencer primeiro, a cena que ela fez. Eu tive a mesma reação que ela teve. Eu fiquei, wow, sim, isso é arriscado! Eles estão fumando cigarro! Então eu me coloquei por inteiro nisso. Eles ligaram de volta, e disseram que haviam encontrado a Spencer, mas não tinham achado a Emily ainda. Eles me deram as falas dela, e foi perfeito. Eu me coloquei por inteira, e o resto é história. Eu não li os livros até conseguir o papel. E aí desde que li os livros, todas lemos ao mesmo tempo.

TB: Estavamos todas em sincronia!

SM: Ficávamos todas, oh, isso é legal. Isso será bom.

Quando vocês sentiram que finalmente compreenderam as intenções e motivações em constante mudança dos seus personagens? Vocês chegaram ou ponto onde podiam dar feedback aos escritores e falar tipo, “Sabe, eu não acho que ela faria isso porque…”?

LH: Nossos escritores e produtores deixaram muito claro para nós que podíamos ir té eles, falar ideias, ou se odiássemos uma fala poderíamos mudá-la. Eu realmente nunca falei sobre minha personagem e coisas que eu queria fazer até os últimos 10 episódios. Eu estava tipo, “Posso fazer algo que eu nunca fiz antes?” E eles ficara meio, “Sim, claro!” E eu estava tipo, o que, é assim tão fácil? Legal! Antes disso, eu sabia que meu papel na série era um alívio romântico. Eu sabia o papel da Aria. Eu estava meio, cara, talvez ela podia fazer algo fora da caixa nos últimos 10 episódios. E eles me deixaram fazer.

Tinham chances de improvisar diálogos no set?

LH: Troian…

AB: Ela muda bastante!

TB: [Risos] Eu conheço o mundo dos escritores. Não havia muito espaço para improvisar, porque o estúdio e o canal eram muito envolvidos com cada rascunho e cada script. No momento em que chegou até você, você fica meio, “Será que eu podia não dizer os dois nomes ‘Noel Kahn’ nunca mais? Não sabemos quem Noel Kahn é? Será que não podemos usar ‘ele’ ou ‘Noel?'” Eles ficavam sempre envolvidos. E como Lucy estava dizendo, era mais sobre levar as ideias para a sala dos escritores. Eles sempre foram muito acolhedores comigo quando eu ia, sentava e dizia, “Já pensamos sobre isso? E se isso acontecesse, como nos sentiríamos?”

Como todas evoluíram como atrizes trabalhando na série?

SP: Alison mudou muito emocionalmente, e eu não esperava isso. Teve uma parte dela que estava realmente quebrada, e eu não tinha certeza que veríamos esse lado dela. Quando ela voltou na quinta temporada e contou toda a história sobre como ela tinha sido enterrada viva, foi tão emocionante para mim e inesperado.

LH: Eu sei que eu cresci exponencialmente e aprendi com cada uma das meninas. Foi obvimeante muito divertido e isso abriu muitas portas para nós, mas aprendemos aspectos da televisão que eu não estava interessada, como iluminação. Isso vai obviamente nos ajudar no futuro para outras coisas.

TB: Eu sinto que no começo todas nós éramos certos arquétipos, e durante o curso dos sete anos pudemos ser coisas diferentes. Os escritores começaram a escrever personagens mais arredondados. Algo que eu fiquei muito surpresa foram os vários vícios que ela teria, em sexo ou velocidade ou qualquer coisa. Eu não esperava por isso, e eu percebi que por mais inteligente que ela fosse, ela é incrivelmente auto destrutiva. Eu concordo com a Lucy, a coisa toda foi educacional. Mesmo que eu tenha trabalhado nisso desde que era criança, eu aprendi como estar num set e ficar por várias horas mesmo quando você está exausta ou doente, e ainda estar totalmente investida.

AB: Tivemos a melhor equipe que já trabalhamos.

SM: Você é vulnerável quando é uma atriz, então ter uma família que te apoia no set é a cereja do bolo para sete anos de experiência.

SP: Eles são muito protetores.

AB: Eles são todos como nossos pais. Eu ainda mando mensagens para eles. Eles ficam tão feliz e querendo saber como estamos indo. Se eles sabem que estamos tendo um dia ruim, eles falam com a gente. Cada cara na série é maravilhoso.

Como vocês acham que Pretty Little Liars influenciou o novo corte de séries teen desde que estreou em 2010? Parece que as séries estão sendo em volta de adolescentes hoje em dia, como Riverdale e 13 Reasons Why, realmente alimentadas por mistério e assassinato como o oposto das experiências “normais” do ensino médio.

AB: Big Little Lies!

LH: Talvez não isso. [Risos] Eu assisti o piloto de 13 Reasonws Why e Riverdade, e eu não estou dizendo que influenciamos a série deles, mas você pode definitivamente ver várias similaridades. Todas nós, os escritores e produtores, pavimentamos um caminho para várias novas séries. Pegar coisas que séries de jovens adultos geralmente não usam.

AB: Nos arriscamos muito. A grande coisa sobre nossa série é que tem cinco fortes protagonistas femininas, e todas lidamos com diferentes coisas que adolescentes hoje em dia passam – todas tivemos um assunto específico que tivemos que lidar ou superar. Para todas nós, acho que nossos fãs realmente se conectam. Teria um episódio onde eu receberia uma mensagem, eles receberiam uma mensagem, todo mundo recebe mensagem. Especialmente com Emily, eu sei que Shay vem recebendo muito apoio dos fãs do tipo, “Muito obrigada, eu consegui me assumir para meus amigos e família.” E com Hanna, quando ela estava lidando com o transtorno alimentar mais cedo na história, eu recebi muitas mensagens legais sobre isso também.

Um fenômeno que emergiu recentemente na série foi que se tornou um hit nas redes sociais – milhões de pessoas twittam sobre os episódios toda semana, e vocês fazem várias interações com os fãs, também. Eu questionaria se a série se tornou a série mais “social”. Por que vocês acham que um grupo demográfico tão grande teve uma resposta imediata e visceral sobre isso?

AB: A coisa legal é que mulheres mais velhas assistem. Minha mãe e todas as mães assistem. Nossas mães na série foram de grande ajuda. Minha mãe era uma grande fã de Laura Leighton [que faz Ashley Marin] de Melrose Place. Eu conversei bastante com Laura quando começamos, e ela se tornou minha segunda mãe. Eu ainda peço conselhos para ela. Foi incrível seguir elas e ver como elas lidam com uma grande série. Holly Marie Combs também.

LH: Concordo. Todas as estrelas se alinharam, e foi a hora certa para as redes sociais e nossa série.

SM: Eu nem sabia o que era Twitter quando começamos.

SP: Jovens estavam assistindo, e os pais estavam monitorando. E então eles amaram e se tornou uma coisa de família, o que é anormal que adolescentes assistam coisas com seus pais. Quem quer assistir Gossip Girl com sua mãe? Mesmo que acontecesse, não era normal.

TB: É muito legal de ver, como a televisão evoluiu. Sabe o sistema de classificações de Nielsen? Com o Nielsen Box? Eles perceberam que não tinha um retrato preciso da audiência de certas séries, a nossa incluída. Eles desenvolveram esse novo sistema de classificação baseado nos tweets para acompanhar o quão popular uma série era. Eles procuravam nas redes sociais e interações nas hashtags, e nossa série era constantemente número um, era louco. Era interessante porque, por muito tempo, eu lembro de ir trabalhar no próximo dia e perguntar para nossos produtores, “Quais foram os números ontem a noite?” E eles responderiam, “Poderíamos te dizer os números, mas eles não importam na verdade.” Mesmo que essas pessoas sintonizassem ao vivo, tinham 200 milhões de tweets.

SP: Ou usando streaming. Tem muitos pontos de venda diferentes, também.

LH: Ninguém mais assiste ao vivo.

SM: Lembra quando corríamos para casa para assistir The O.C.?

AB: Toda terça eu ia a uma festa para assistir com minhas amigas!

Uma das críticas que mais emergiu durante as últimas temporada é que a série mordeu um pouco mais do que poderia engolir – os plots se tornaram um pouco complicados, e parecem ter mais perguntas do que respostas a cada episódio. Vocês acham que essas preocupações são justificáveis?

TB: 100 por cento.

LH: Oh, definitivamente. Nós temos perguntas também. Algumas vezes essas histórias apenas desaparecem no ar. Seria tipo, o que aconteceu com esse personagem? Porque nunca mais mencionamos isso? Coisas assim. Você tem que lembrar, é a TV, mas definitivamente – ouvimos as frustrações dos fãs da série alto e claro. Os escritores tentaram o máximo dar a eles todas as respostas que podiam.

TB: Foi realmente diferente. Porque não é uma série que cada temporada tem dez episódios, então os escritores ficam numa sala por dois meses direto e fazem uma história para o ano todo. Essa é uma série onde em um ano, fazemos 25 episódios, o que é louco!

TB: Fazer um mistério durar por 26 episódios e ter engajamento…

SM: É impossível.

TB: E no topo disso, não saber se você vai voltar por outro ano, e então eles te dizerem que você vai voltar para outro ano, ok, bom, essas respostar que você dará no final, estica para o próximo ano. Acho que os escritores fizeram um ótimo trabalho rolando com isso e criando novos personagens, novas histórias, e expandindo o mundo dos livros da Sara Shepard, de uma maneira que as vezes fica complicado e frustrante. Os fãs precisam esperar – suas respostas estão nos últimos 10 episódios.

SP: Acho que a única coisa que não respondemos foi como as mães saíram do porão.

SM: Isso nunca será respondido, desculpe. Essa será a única pergunta que não será respondida.

SP: Elas saíram.

TB: Graças a Deus.

Vocês acham que a série teria se beneficiado com uma contagem menor de episódios por temporada?

AB: Hmm. Os últimos dois ou três anos fizemos 20 episódios.

LH: Foi condensado um pouco.

AB: Também era muito trabalho. Todo ano, fazendo 20 e tantos episódios por sete anos. Eu também acho que isso vai de… Eles queriam contar as histórias um pouco mais rápido e seguir com elas. Conforme as temporadas foram indo eles ficaram tipo, “Ok, vamos faer dez e dez e fazer um pouco mais curto.”. Acho que no fim foi legal.

LH: Acho que seria o mesmo resultado sem menos episódios.

SP: Deu certo.

Como era a estrutura de filmagem para vocês?

TB: As filmagens começavam toda segunda às 5:30 da manhã e duravam até sexta. Porque fazíamos várias cenas a noite, empilhávamos elas no fim da semana.

SP: Chamávamos elas de “Fraturday” (junção de sexta+sábado).

Teve algum plot de suas respectivas personagens que vocês não ficaram animadas?

LH: Por onde eu começo? Brincadeira. Eu só achei que foi engraçado… Algumas vezes eu sinto que eles não sabiam o lugar da Aria, então eles fizeram ela namorar vários cara.

SM: Acho que isso foi verdade para vários personagens, para ser honesta. Mas lembre-se, 25 episódios.

AB: Com o que Lucy disse, quando você tem 25 episódios, não podemos fazer todos eles com suspende. Então acho que todas tivemos horas que ficamos, ah, essa não é uma história interessante.

TB: Por exemplo, ontem quando fizemos um dos compromissos de imprensa, tivemos que colocar todos os nossos namorados e namoradas em uma linha do tempo, e tiveram várias histórias que foram totalmente esquecidas.

LH: Era péssimo!

SP: Esquecemos totalmente!

SM: Oh meu Deus.

AB: Nós nem lembrávamos dos personagens… Quem eram.

SP: Quem ficou com quem. Ficamos tipo, não lembro dele.

TB: Eu não lembro de ninguém.

Nesse ponto da série, como vocês definiriam a dinâmica da amizade em grupo? Se elas ainda estivessem sendo caçadas por “A” depois do pulo no tempo, vocês acham que elas continuariam sendo amigas?

SP: Eu não sei se elas ficariam tão próximas da Alison. Tinham muitos conflitos sem resolução. Mas acho que as quatro seriam.

LH: Eu quero acreditar que sim.

AB: Acho que sim. Também acho que seriam amigas da Ali também. Elas tem uma ligação apesar do que você fizer.

SP: O que eu fiz.

AB: O que você fez para nós! Nos torturou! Elas são, no fim do dia, uma família.

SP: Tem tanta história.

SM: Mas precisamos que você morresse para nós ficarmos próximas no início da temporada.

LH: Verdade, precisamos disso.

SM: De outra forma eu não sei se seríamos amigas, porque tivemos aquele ano de “férias” depois que você morreu. Então, você morrer nos juntou. Obrigada por isso!

TB: E quando fizemos o pulo no tempo, você sentiu que nossas personagens ainda mantinham contato umas com as outras, mas elas estavam vivendo vidas diferentes. É como essas amigas que você tem – você não precisa falar com elas todos os dias, mas quando algo grande acontece…

LH: É como se o tempo não tivesse passado.

Quem vocês acham que cresceu mais durante as sete temporadas?

LH: Ali, certo?

TB: Oh sim.

LH: Todas cresceram, mas Ali teve uma mudança notável.

TB: Sua personalidade!

SP: Eles literalmente mudaram a personalidade dela. Acho que ela quebrou as próprias paredes e percebeu o quanto ela deixou de lado e esqueceu e suprimiu. Quando ela percebeu o quão horrível era sua família, e porque ela era do jeito que era, ela trabalhou nisso, e ter grandes amigas que a ajudaram a passar por isso. Ela realmente mudou para melhor.

SM: Todas amadurecemos, você viu o episódio piloto? Minhas sobrancelhas ficaram mais grossas!

SP: Olhe como eu era má!

AB: Eu e Shay ficamos com sobrancelhas mais grossas!

SP: Alison parecia uma mãe quando ela tinha 17 anos! [Risos] Ela era tão vadia no início.

AB: Alison virou uma mãe no estado real.

SP: Ela teve suas fases.

AB: Você se tornou uma professora então teve que vestir o papel.

SP: Certo, vamos com essa. [Risos]

Se Pretty Little Liars tivesse outro spin off, em quem focaria e sobre o que seria?

LH: Ali. Eu amo a personagem! Eu amo todas vocês, eu amo Aria, mas acho que teria tantos lugares para ir porque o passado dela foi uma bagunça.

TB: Tem muito no meu.

SP: Por mais que ela tenha crescido, ela também é muito instável.

LH: Você poderia voltar a ser Ali louca. Eu amava a bitch Ali, Ali louca.

SP: Eu amava também.

TB: Aqueles flashbacks eram os melhores. Lembra da cena do lago? Essa é uma das minhas cenas favoritas. Quando estávamos todas no lago e Ali estava só sendo horrível.

SP: Eu era tão má.

LH: Foi meu aniversário de 21 anos!

AB: Eu trouxe Coldstone!

LH: Começa a cantar “Memories” de Cats.

Eu sei que várias pessoas ainda esperam que Alison seja “A” no fim.

SP: [Risos] Sim. Estou ciente.

AB: Você nunca sabe.

TB: Você nunca sabe. Você pode continuar minando essa história para sempre. Ela poderia ser “A” e, em seguida, ter sua própria série.

SM: E aí “B” e depois “C” e depois “D”.

AB: O alfabeto inteiro!

Como vocês descobriram quem o último “A” era?

SP: Recebems várias pistas ao longo do caminho. Acho que todas descobrimos de nossas maneiras. No final, foi um grande choque.

LH: Ninguém me contou, e aí eu ouvi que um ator que nunca trabalhava na série sabia.

AB: O que? Quem?

SP: Ninguém nunca te conta nada!

LH: Drew Van Acker sabia! Eu fiquei, “Como você sabe e eu não?”

AB: Eu fico ansiosa falando sobre isso.

LH: Normalmente lemos nos scripts.

AB: Eles eram muito bico fechado sobre isso, obviamente, mas eu lembro de forçar alguém a me contar. Estávamos em uma gravação noturna e eu estava tipo, “Cara, você precisa me dizer agora, porque se não me disser, eu vou ficar louca. Marlene não me conta, eu quero saber.” E aí me contaram e eu fiquei tipo, ahhhhhhhhhh! E foi ótimo.

SP: Eu fiquei muito feliz sobre isso.

LH: Tipicamente eles não falam muito.

AB: Eu fiquei chateada que não era Hanna. [Pisca]

TB: Eu sempre fui enxerida sobre e eu lembro de encurralar a Marlene. Acho que Marlene tinha um pouco de medo de mim. [Risos] Porque funcionou. Eu falei, “Você vai me contar e vai me contar agora.” E foi a um tempo atrás. Ela ficou tipo “Você realmente quer saber?” E eu fiquei, “Sim, quero.”

AB: E adivinha quem me contou? [Encara a Troian]

Eu sei que todas fizeram tatuagens combinando para comemorar a série. Acho que deviam pressionar Marlene para fazer uma também.

TB: Ela queria uma, na verdade.

Vocês não deixaram?

AB: Não, não se preocupe. Nós fizemos FaceTime com ela enquanto fazíamos as tatuagens porque estávamos um pouco acima da rua dela, e ficamos tipo, “Tem certeza que não quer se juntar a nós agora” E ela ficou meio, “Não, estou na cama. Estou cansada.”

LH: Ela vai fazer uma.

TB: Depois ela vai fazer uma, 100%.

AB: Ela vai fazer uma manga inteira.

SP: Em vermelho. Um monte de -A’s entrelaçados.

TB: Ela deve fazer um selo do roteiro de PLL. Nas costas.

SP: Escrito e dirigido por I. Marlene King.

O que você espera do legado da série?

TB: Recentemente, eu recomecei uma série que foi muito importante para mim. Eu recomecei a ver Twin Peaks.

LH: Tem muitas similaridades.

TB: Assistindo a descoberta de Laura Palmer eu fiquei, oh deus, uma mulher loira morta. Escutando a música do tema, assistindo a maneira como foi gravada, e sendo reintroduzida nas personagens eu senti que foi boas vinda para mim, assistir novamente. Eu fiquei, eu esqueci como isso era bom.

LH: Espero que seja nostálgico para as pessoas do mesmo jeito. Quando você ouve a abertura.

TB: Quando nossos fãs forem mais velhos e olharem para trás e colocarem nossa série para assistir, eu espero que eles se sintam assim.

SP: Que leve eles de volta.

SM: Como eu sinto quando assisto Dawson’s Creek.

Você aceita o rótulo de “Twin Peaks para adolescentes”?

LH: Absolutamente.

SP: Totalmente.

TB: É uma honra.

SP: Também recebemos muitas comparações com Eu Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado.

TB: Costumávamos receber “Twin Peaks” versão lite.

LH: Lembra quando nos comparavam com Desperate Housewives?

AB: Sim. Muito.

TB: Mas era isso que os livros eram para ser, certo? “Desperate Housewives para adolescentes”. Nunca assisti.

LH: Primeira temporada, é tudo que ouvi.

Como vocês todas vem sendo associadas com Pretty Little Liars durante os últimos anos, vocês acham difícil conseguir papéis fora da emissora?

SP: A coisa principal era a agente. Trabalhávamos nove meses no ano.

LH: Eu tenho certeza que tem um tipo de typecasting, porque é a natureza humana. Todo mundo tem sua noção preconceituada de quem eu sou como atriz e pessoa, o mesmo com todas aqui. Eu trabalhei com essas meninas e eu sei o que elas são capazes. Eu sei que todas podemos fazer o que diabos quisermos. Eu amo um bom desafio. Mal posso esperar para prová-los do contrário.

SP: Exatamnte.

TB: Será só sobre entrar nessas salas. Eu acho que essa é a jornada que nos aguarda.

LH: Somos de uma série comercialmente popular. Temos rostos reconhecíveis. Vocês nos veem toda semana, você acha que somos essas personagens. Eu sou chamada de Aria mais do que de Lucy. É um problema de qualidade que temos.

SM: Typecasting é divertido. Eu só sou chamada para fazer treinadoras de natação agora. [Risos] “Vemos você na Converse, sabemos que você é muito esportiva!”

SP: Fã de nadar 2.

TB: Ou a pessoas acham que você está presa no tempo. Eu ainda sou chamada para fazer filmes de ensino médio. Eu fico tipo, garota, você não quer que eu apareça para isso.

Com o fim da série em algumas semanas, é natural que as pessoas queiram que vocês continuem a história de outra maneira, com um filme ou um episódio especial. Vocês considerariam revisitar o universo de Pretty Little Liars em algum ponto no futuro, ou vocês acham que a finale seria um adeus definitivo?

AB: Alguém quer fazer isso? [Risos]

SP: Acho que é um pouco de ambos. Eles terminaram tão bem. Não para ser clichê, mas eles colocaram um ponto final nisso. Eles encerraram de uma maneira que todas nos sentimos bem Acho que tem um mundo onde Rosewood vive, e você nunca sabe, mas acho que estamos todas satisfeitas.

LH: Todo mundo pode pegar um fim e levar em uma direção diferente. Acho que é isso que Marlene espera secretamente, que todas voltemos.

SP: Ela tem esperança disso.

TB: Como um filme de Sex and the City. As Liars vão para Dubai! O que estamos fazendo?

LH: Elas definitivamente iriam para Dubai, vamos por essa ideia no universo.

SM: Eu faria um filme se pudéssemos filmar na Europa.

Saia do lote da Warner Bros.

SM: Exatamente. Mas aí eles nos diriam que iriamos gravar em Barcelona e aí seria tipo, “Não, na verdade vamos gravar na rua Barcelona, no lote da Warner Bros.”

TB: Oh sim, eu gravei em “Barcelona” no lote da Warner Bros por alguns episódios.

SP: Precisamos ser muito específicas em nossos contratos.

Fonte: Vulture

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