Sabrina Carpenter Brasil

Sejam bem-vindos ao Troian Bellisario Brasil! A sua primeira, maior e melhor fonte brasileira sobre a atriz Troian Bellisario no Brasil, conhecida pelo seu papel na série "Pretty Little Liars" como Spencer Hastings. Navegue pelos menus acima e sinta-se em casa!
16.06.2017

Troian comparece ao NEDA Gala

Na noite de ontem (15), Troian compareceu ao NEDA Gala (Associação Nacional dos Distúrbios Alimentares) em New York City para entregar um prêmio e fazer um pequeno discurso sobre saúde mental e como usar as redes sociais para ajudar quem precisa. Confira abaixo as fotos e vídeos do evento:

EVENTOS E APARIÇÕES | EVENTS E APPEARANCES > 2017 > 15/06 – NEDA GALA EM NEW YORK

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“Muito orgulhosa de apoiar e honrar o grande trabalho da NEDA (Associação Nacional dos Distúrbios Alimentares) e estar com eles enquanto encorajamos aqueles que lutam com as doenças mentais a procurar tratamento, apoio e ajuda.”

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31.05.2017

Divulgado trailer e poster de Feed

Hoje (31), foi divulgado o primeiro trailer e o poster oficial de Feed, filme que a Troian escreveu, produziu e estrelou ao lado do ator Tom Felton. O filme conta de uma maneira diferente, a batalha pessoal da Troian com a anorexia quando era mais jovem. Confira o trailer legendado abaixo e o poster em nossa galeria:

INICIO > FILMES/CURTAS > 2017 > FEED > POSTERS
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30.05.2017

“Eu realmente sinto que Pretty Little Liars foi o primeiro passo na minha carreira” Troian para a Interview Magazine

Troian foi entrevistada no mês passado pela Interview Magazine e fez uma pequena sessão de fotos para a revista. Na entrevista ela fala o que virá a seguir em sua carreira, o fim de PLL e seu filme Feed. Confira traduzido abaixo:

“Todos ficam me perguntando, ‘O que vem a seguir?'” diz Troian Bellisario no telefone. Ela está falando com sua amiga de longa data e diretora ocasional de PLL, Lesli Linka Glatter. “Eu realmente sinto que Pretty Little Liars foi o primeiro passo na minha carreira, minha base. A mesma coisa com seu novo filme Feed – é o primeiro passo não apenas no mundo do cinema para mim, mas como escritora. Agora eu só quero sentir que tem um momento a frente,” ela continua. “Acho que está na minha mão continuar a criar minhas próprias oportunidades.”

Criada em Los Angeles, Bellisario cresceu na indústria de filmes e televisão: seu pai é o escritor, diretor e produtor Donald P. Bellisario (NCIS; Quantum Leap; Magnum, P.I.) e sua mãe é a diretora, produtora e atriz aposentada Deborah Pratt. Desde que se formou na USC em 2009, Bellisario vem trabalhando constantemente. Pelos últimos sete anos, ela estrelou como Spencer Hastings na série Pretty Little Liars, que está na temporada final. Mais cedo nesse mês ela fez sua estreia como diretora na série, e em julho ela lançará Feed, o filme que ela escreveu, atuou e produziu baseado em sua experiência pessoal com um transtorno alimentar.

Lesli Linka Glatter: Olá, Troian. É ótimo ouvir sua voz.

Troian Bellisario: Olá. Onde você está agora?

Glatter: Estou em LA, no lote da Universal, acredite ou não. Estou no prédio do Johnny Carson. Foi aqui onde tive meu primeiro contrato, então é como voltar para os velhos tempos. Gravando somente fora de LA durante anos, é uma viagem estar de volta ao lote.

Bellisario: Parece menor do que você lembra?

Glatter: Não, não parece menor, mas eu lembro do meu choque e felicidade como uma dançarina moderna, coreógrafa vindo ao lote pela primeira vez. Eu ainda sinto a mágica de ser uma contadora de histórias, e eu amava isso, mas não tenho a mesma coisa de quando vim aqui pela primeira vez e vi as pessoas em fantasias no set – a casa do Norman Bates na colina, a rua de New York, a vila francesa. Apenas a ilha da fantasia de tudo isso. Uma das coisas que são incríveis para mim, Troian, é que nos conhecemos através da sua mãe

Bellisario: Sim.

Glatter: Não foi a reunião clássica em uma audição, foi um primeiro encontro pessoal. Você era muito nova. Sua mãe, Deborah Pratt, e eu nos conhecemos enquanto eu dava aula no American Film Institute – um workshop de diretores para mulheres. Deborah foi uma das mulheres nesse programa e imediatamente nos conectamos. Eu pude trabalhar com sua família e imediatamente quando te conheci, pensei, “Quem é essa pessoa nova e incrível?” Isso continuou até que eu pudesse te conhecer.

Bellisario: Eu lembro de ir a sua casa e passar um tempo com o Nick.

Glatter: Com o Nick, meu filho, e seu irmão, Nick. Os dois Nicks.

Bellisario: Os dois Nicks. Eu lembro de estar feliz com o trabalho que você estava fazendo. Quando descobri que você estaria na sala em uma das chamadas de Pretty Little Liars, eu lembro de ter uma conversa com você dizendo, “Eu nunca fiz isso.” Eu cresci correndo pelos estúdios da Universal, mas fazer audições para pilotos foi algo totalmente novo. Eu nunca vou esquecer a conversa que tivemos sobre o que esse trabalho significaria, o que implicaria se fizéssemos o piloto, e o que você viu que seria história.

Glatter: A coisa que foi irônica sobre tudo isso é que Marlene King, que criou Pretty Little Liars, e eu fizemos um filme juntas. Now and Then de 1995. Ela escreveu, eu dirigi, e tivemos uma ótima experiência juntas. Quando ela me enviou Pretty Little Liars, eu pensei, “Isso é ótimo o suficiente e eu estava realmente interessada em fazer, e ainda sim era sobre as emoções reais e tem mistério.” Eu não sabia, mas eles já haviam lido você, e eu fui até a fita e lá estava você. Você estava na USC e tinha feito toda a preparação de ator para o teatro, então você era uma atriz treinada. Eu fiquei espantada com a profundidade do seu trabalho. É realmente excitante ver você se desenvolver, agora se tornando uma escritora e diretora.

Bellisario: Obrigada. Eu sei que você me contou a história antes, mas é fascinante para mim. Você pode me contar sobre o momento exato que você trocou uma carreira de sucesso como dançarina para uma maneira totalmente diferente de contar histórias?

Glatter: Sim, é uma história louca. Eu era uma dançarina moderna e coreógrafa, e eu passei seis anos em Paris e Londres. Então eu ensinei muito, coreografei e me apresentei no Far East. Eu estava no Japão, em Shinuya (Tókio) e eu queria um copo de café. Tinham duas cafeterias – uma na direita e uma na esquerda – e eu arbitrariamente escolhi a da direita, e minha vida mudou para sempre. Naquela cafeteria tinha um japonês de 70 anos. Havia apenas uma cadeira sobrando – e era na mesa dele. Ele acenou para mim e eu sentei com ele, e eu não deixei a cafeteria pelas próximas seis horas. Ele falava 12 idiomas e tinha sido o correspondente da guerra e tinha literalmente trabalhado pelo mundo todo. Ele foi um monge budista, ele cuidou dos negócios do jornal The Asahi Shimbum na épica. Ele se tornou meu pai japonês e eventualmente me contou uma série de histórias que era extraordinárias e profundas. Tudo isso aconteceu na véspera de Natal, mesmo que ele fosse budista, durante as diferentes guerras, e fosse todo sobre a conexão humana. Quando ele me contou essas histórias, eu sabia que tinha que passá-las adiante e eu sabia que não era na dança. Se eu não tivesse entrado naquela cafeteria, eu ainda seria uma coreógrafa.

Bellisairio: Eram essas histórias sobre a dança?

Glatter: Não eram na média? Eu senti que eu precisava contar a história narrativa. A dança entra dentro do subconsciente e a história por baixo, mas não te diz a narrativa literal. Funciona de maneira diferente, em um nível diferente. Eu senti que tinha recebido essas histórias por uma razão, e é por isso que se tornou meu primeiro filme. Eu fiz tudo que eu fui dita para não fazer se eu quisesse um trabalho em Hollywood: o filme foi três quartos em japonês, tinha flashbacks, narração, uma parte na segunda guerra e teve um personagem branco nele. Mas eu não liguei porque eu queria contar aquela história em particular. Eu sei que sua escrita vem de um lugar lindo e profundo. E como atriz, você está sempre explorando, mas é realmente fascinante para mim que você fez a escolha de estar no banco do motorista. Me conte sobre isso e no que você está trabalhando.

Bellisario: Eu acho que isso são as raízes dos meus pais me falando que se tem uma história que você sente vontade de compartilhar, então você é responsável para fazer isso. Você não pode pedir para alguém pegar uma parte nessa história – ou você pode, mas você terá que lidar com qualquer erro que aconteça. Se a história não termina sendo contada da maneira que você originalmente ouviu ou que você sente que precisa ser expressada, está com você. Antes de entrar para PLL, eu me formei e consegui um emprego no Geffen [Um teatro em LA] para fazer a produção de uma peça chamada Equivocation.

Glatter: Você era a protagonista na peça, certo?

Bellisario: Eu era a única mulher nela – tinham outro quatro caras – e eu era definitivamente a mais nova. Eu estava em um intenso primeiro emprego e eu sabia que ficaria tão nervosa que eu não poderia sair e fazer audição para outras coisas. Tinha esse vazio em mim que eu queria, não encher, mas ocupar. Eu senti que tinha uma história em mim que não tinha sido contada, e era uma história muito pessoal e veio de um ponto da minha vida quando eu senti que tinha experienciado algo, e até hoje, eu não conseguia fazer ninguém entender – mesmo as pessoas que eu amo, mesmo meu namorado ou minha mãe ou meu pai – em como o que eu experienciei foi para mim. Era sobre um distúrbio alimentar, eu descobri que tinham tantas pessoas que pensavam que estavam perdendo peso e sendo magras, e eu não conseguia fazê-los entender que era sobre controle em um nível muito, muito literal. Então eu pensei, “Se eu posso contar uma história que ponha o público em uma posição de fazer uma escolha semelhante a escolha que eu fiz em minha vida, talvez eu consiga que eles se simpatize.

Glatter: Tantas pessoas esperam e não tomam as medidas ativas para ir criar algo; elas serão mais reativas. O fato de você ter dado esse passo, além de ser uma atriz no trabalho de outras pessoas, eu acho que é um balanço incrível para acertar em sua carreira de contadora de histórias. As pessoas entenderam? – sua família e namorado e as pessoas ao seu redor? Eu lembro de ler o script e pensar, “Isso é realmente poderoso e pessoal e muito emocionante.”

Bellisario: Obrigada. Eles me apoiaram muito. Eles ficaram com muito medo, o que eu entendo totalmente. Eles passaram por muita coisas me assistindo e se sentindo impotentes. E eu estava dizendo, “Hey gente, eu sei que eu passei por muita terapia e muitos corações partidos para me deixar forte o suficiente para viver sem essa coisas, mas na verdade eu vou fazer um filme onde eu volto e me envolvo completamente com isso.” Não foi fácil; foi como me envolver com um vício. Uma das coisas que eu queria que o filme explorasse era que uma vez que você tem esse relacionamento, quando você tem esse problema mental ou essa doença, ela nunca vai embora. Suas sinapses são conectadas de uma maneira que você vai sempre sentir essa compulsão, mas você vai crescendo e criando uma vida mais saudável e passa por muita terapia, você tende a se sentir mais capacitada quando se trata de fazer escolhas. Meus caminhos neurais estavam sempre ligados a doença, então quando eu me envolvi com o filme, foi como cutucar um dragão adormecido. Foi incrível para mim perceber, “Oh Deus, isso tudo só está embaixo da superfície. Eu fiquei muito boa em ignorar ou escolher não me envolver com isso.” Mas é incrível que você pode ter essa grande ameaça de vida sendo uma parte de você e ainda viver dentro de você, e quase domá-la de uma maneira estranha.

Glatter: Certo. E fazendo isso, capacitando outros homens e mulheres que tem os mesmos problemas e poder ver isso de outra maneira.

Bellisario: É isso que eu espero, e é por isso que, para mim, tinha que ser um filme. Não poderia ser um documentário sobre minha experiência, não poderia ser só eu contando os detalhes da minha história, tinha que ser uma narrativa que não era sobre mim.

Glatter: Quando você era uma criança crescendo com pais nos filmes e televisão, foi algo que você fanatizou para fazer? Era um mundo que você queria fazer parte?

Bellisario: Sim. Era um mundo que eu sabia e que eu via ambos pai e mãe tão apaixonados e engajados. Crescer no set, eu senti que tinha um microcosmo que eu sempre estaria. Eu não sabia se eu estaria em uma vila de vídeo com você ou minha mãe ou meu pai, ou se eu estaria na sala dos escritores, ou se eu estaria na sala de figurino ou de set ou maquiagem ou cabelo, mas era o mundo que eu conhecia muito bem. Mesmo quando fiquei mais velha, eu comecei a descobrir que os trabalhos que eu queria estavam todos conectados com uma história. Por um tempo, eu fiquei meio, “Eu quero ser uma paleontóliga,” e eu percebi que era porque eu tinha visto Jurassic Park. Então ficava, “Eu quero ser uma patologista criminal,” porque eu tinha assistido O Silêncio dos Inocentes. Eu percebi, com esses empregos diferentes, que eu tinha me conectado com a história deles. Eu queria habitar não apenas um mundo, mas muitos mundos diferentes.

Glatter: Isso é muito interessante. Eu queria ser uma astronauta, então cá entre nós, teríamos abordado muitos campos lá. Mas é interessante que contar histórias é o que nos linkou a tudo isso, e quando você chega ao núcleo, é o que você queria fazer, em qualquer lugar que o negócio te leve.

Bellisario: Vem sendo uma mudança interessante para mim, e Pretty Little Liars realmente apoiou isso, pular de atriz para escritora e diretora. Embora eu tenha escrito Feed antes de conseguir o papel da Spencer, eu não produzi nada ou escrevi nada que foi feito imediatamente até eu estar no set de PLL e me encontrar frustrada. Eu me encontrei tentando comunicar algo em uma cena, e alguém tinha o ponto de vista realista, e eles falavam, “Será que você pode só dizer a fala? Vamos seguir em frente porque temos que conseguir isso.” Eu estava tão indignada e frustrada, e aí percebi, “Não, Troian, seu trabalho é estar aqui e falar essa fala. Se você quer realização criativa ou contar uma história [particular], você precisa fazer disso seu emprego e criar a oportunidade para você mesma.” E nessa virada na primeira temporada de PLL, eu escrevi meu primeiro curta metragem. Então eu marchei para o escritório da produtora de PLL, Lisa Cochran e disse, “Como você produz um curta metragem?” E ela – maravilhosa como é – sentou comigo e disse, “É assim que você produz algo.” Então eu fui até o Richard do transporte e disse, “Como eu consigo um carro? Eu preciso de um trailer.” E eu acabei usando PLL como minha escola para escrever e produzir, e eventualmente para dirigir.

Glatter: Isso é fantástico. Como foi dirigir PLL? Obviamente é uma série que você está há muito tempo, como foi a experiência?

Bellisario: Acho que é muito semelhante a você; toda vez que você volta e dirige um episódio, ou mesmo quando você está no estúdio e passa por nós, é como um retorno para casa. Há uma família lá. Embora eu tenha recebido as rédeas, eu me senti honestamente meio, “Gente, vamos levar essa festa no ônibus e pegar a estrada juntos. Vamos fazer o filme caseiro mais divertido de todos.” Foi como eu me senti depois de sete anos vivendo nesses sets e trabalhando com essa equipe – eu senti que estávamos juntando a família e fazendo algo que era só nosso. Você também sabe do que as pessoas são capazes e o que elas passaram, não apenas em suas vidas, mas artisticamente. Eu senti que tiveram muitos momentos, porque quando eu estava na posição de diretora, onde pude olhar para Lucy Hale e dizer, “Eu sei que você vem querendo explorar esse aspecto da sua personagem por sete anos, e eu quero que você foque nisso nesse take.” Então pude vê-la como uma artista, ir e fazer aquilo. Eu senti um tipo diferente de acesso. Eu imagino que é o mesmo para você em Homeland.

Glatter: Sim, é muito íntimo e eu sou muito sortuda de trabalhar com Claire Danes, que é uma das atrizes mais destemidas que já estive e também um ser humano incrível que felizmente não se parece nada com sua personagem. Tem algo mais que você quer de um diretor agora que você já esteve dos dois lados da câmera?

Bellisario: Eu acho que agora quando eu vou me encontrar com um diretor, a coisa que eu mais me interesso é a voz deles. Quero dizer, visualmente também como a maneira que eles contam a história ou a maneira que eles trabalham comigo como atriz. Agora que eu aprendi a fazer uma lista de gravações e aprendi a cobrir uma cena, não é só reinventar a roda, mas você precisa ter um ponto de vista. Eu quero alguém que tem uma visão dessa história, que quer contar no seu ritmo, esse ritmo, essa cor.

Confira as fotos da sessão de fotos clicando nas miniaturas abaixo:

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Fonte: Interview Magazine

09.05.2017

[Fotos+Entrevista Traduzida] Troian para a Coveteur

Durante sua passagem em NY para a inauguração da nova loja da Rituals, Troian concedeu uma entrevista para a Coveteur, onde falou sobre rotina de beleza, o fim de PLL e mais. Confira abaixo traduzido:

Não é fácil conseguir uma pele invejável e suave e – isso sabemos. Mas Troian Bellisario de alguma forma conseguiu fazer o impossível. Se você sabe alguma coisa sobre estar na frente de várias lâmpadas de flash e TVs 4K, é necessário mais que uma camada comum de maquiagem e a necessidade de uma pele saudável vem com o trabalho. E por isso quando encontramos a atriz na loja da Rituals, e ela parecia tão impecável ao vivo como ela parece na tela, nós imediatamente queríamos saber tudo. Ela estava lavando o rosto com mais do que um limpador (estamos fazendo tudo errado?)? Qual era sua rotina diária e noturna? Felizmente, ela respondeu nosso incessante questionamento, nos levando ao seu dia-a-dia, e também como ela está lidando com estas últimas semanas de PLL.

Porque ela não lava seu rosto de manhã:

“Eu li que quando você dorme, muitos dos bons e naturais óleos saem da sua pele, e você não quer acordar e lavá-los imediatamente, porque sua pele vai ficar muito seca. Então quando eu acordo de manhã, eu literalmente respingo água fria no meu rosto e coloco um hidratante com protetor solar. Então, vou para o trabalho e eu não tenho dormido bem, eu uso os Skyn Eye Pads, para acalmar meus olhos, mas geralmente, é um hidratante, um creme, e estou pronta. As manhãs são muito fáceis.”

O truque para a noite que ela usa desde que tinha 16 anos:

“Se eu estava trabalhando no dia, de noite eu uso um limpador de maquiagem para tirar a maquiagem e tento usar máscara. Às vezes, eu faço uma máscara de carvão, então eu lavo e faço uma máscara hidratante ou uma exfoliante. Geralmente, eu coloco um óleo para dormir e creme para os olhos. Minha mãe colocou isso em mim – acho que ela me fez começar a usar creme para os olhos quando eu tinha 16 anos. Se você usa quando não precisa, se torna um hábito e vai ficar sempre hidratado.”

Seu produto favorito da Rituals:

“A espuma de banho é incrível. Eu sinto que eu sou uma criança de novo porque quando você coloca, assim que entra em contato com qualquer umidade, se transforma nessa espuma bonita que tem um cheiro muito bom. Eu também aprendi que você pode se depilar com ela. Então é uma lavagem corporal, creme depilatório e é bom porque não seca sua pele.”

A parte de sua rotina de beleza que não mudou ao longo dos anos:

“Eu diria que definitivamente é o creme para olhos… E minha incapacidade de tirar toda minha maquiagem. Por mais que eu diga que eu tiro, eu vou pra PLL e a Rebecca [maquiadora da série], me diz, ‘Você ainda tem delineador.’ E eu fico, como?! Como perdi isso?! Eu não entendo. Então ela passa cinco minutos tirando minha maquiagem.”

Seu truque para tirar excesso de maquiagem nos olhos:

“Cotonete! Que também, descobrimos que não é para ser usado no ouvido. Eu sei que isso acontece, e eu sei porque eu estava em um banheiro e eu tenho certeza que ouvi Jessica Alba falando sobre isso com alguém. Ela falava, ‘Você ouviu que eles não estão legalmente autorizados a te dizer para colocar cotonetes em seu ouvido, porque você não deveria por?’ Então, cotonetes são apenas para tirar maquiagem dos olhos… Em Troian Bellisario.”

A parte de sua rotina de belez que mudou com os anos:

“Quando eu era adolescente, eu lavava meu rosto o tempo todo. E é claro, minha pele surtou. Então eu estava aprendendo coisas que se você lavar seu rosto antes de dormir, e estiver hidratado, certifique-se de tirar o excesso de óleos com uma toalha morna. Não atacar minha pele, as para deixar passar o que precisa.”

Como é o sentimento de PLL estar chegando ao fim:

“É definitivamente estranho. Eu ia assistir todos os episódios e twittar ao vivo, e então eu descobri, na verdade, que twittar era difícil porque eu queria assistir o episódio. Depois disso, só terão mais sete episódios, e depois seis, e aí cinco. Por mais que eu ame falar com os fãs, eu prefiro pegar o tempo para experienciar enquanto chega ao fim. Estou tentando tirar um dia de cada vez e estar presente para o fechamento desse capítulo, porque minha mente só quer pular para a finale. Eu quero sair e falar com os fãs sobre – ‘O que você achou? Você esperava?’ Blá, blá, blá. E eu realmente não quero fazer isso, respirar e aproveitar o momento na minha vida.”

Sobre a luta de estar presente:

“É muito difícil estar presente, especialmente com esses computadores que carregamos em nossas mãos. Eu sei que somos muito bons em multitarefa, mas agora multitarefa está em outro nível. Você tem que ter oito diferentes conversas ao mesmo tempo, enquanto posta sua vida e o último burrito que você comeu, e também comprar roupas online e trabalhar com essa ótima fundação que está fazendo isso. Quando você tem um computador em seu bolso, você deveria ser capaz de fazer todas essas coisas. Mas mentalmente, eu não acho que alcançamos os poderes dos computadores.”

Fonte: Coveteur

Troian também fez uma sessão de fotos para essa entrevista, confira em nossa galeria nas miniaturas abaixo:

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05.05.2017

Troian comparece na inauguração da loja Rituals em NYC

Na tarde de ontem, Troian esteve na abertura da nova loja da Rituals, que aconteceu em New York City. Ela fez uma sessão de Meet & Greet com 50 fãs e depois foi para uma estação de NY para uma sessão de Yoga. Confira abaixo as fotos do evento em HQ em nossa galeria:

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Troian também fez uma live no Facebook oficial da Rituals, confira abaixo legendada pela nossa equipe:

26.04.2017

W Magazine: Troian Bellisario na vida depois de Pretty Little Liars

Troian concedeu uma recente entrevista e fez um photoshoot para a W Magazine onde falou sobre a vida pós PLL e seu filme, Feed. Confira traduzido abaixo:

A primeira pergunta que faço para Troian Bellisario é mais uma declaração, e adiciono um: “Estou grata que você não morreu.”

Bellisario leva no passo; nesse ponto vem com o território. Depois de sete temporadas como Spencer Hastings, uma das liars no hit da Freeform, Pretty Little Liars, sua personagem está no trecho da casa, evitando a morte em cada turno pelas mãos do nefasto vilão, conhecido apenas como “A”. Mas a atriz não está satisfeita.

“Eu definitivamente tentei [ser morta],” ela disse. “A) Você quer uma cena de morte, e B) Na nossa série, seu personagem fica infinitamente mais interessante quando você morre. Eu honestamente sinto que para esse mundo ser realmente perigoso, uma das Liars deveria morrer. De outra maneira, “A” está apenas as colocando em perigo e ainda salvando elas.”

Se muito do lido acima é normal para você, então você não é um dos 2 milhões de telespectadores que avidamente assistem a série toda semana e usam a linguagem: “A, Uber A, Spoby, Sparia, The Jenna Thing”. É um dialeto que Bellisario é fluente nos últimos oito anos, mas o final da série está chegando em junho, as coisas estão prestes a mudar.

“Eu tinha 23 anos quando gravamos o piloto,” diz a atriz, agora com 31 anos. “É tempo que você vai para o ensino médio, é mais longo do que a faculdade; a única coisa que durou esse tanto em minha vida é o relacionamento com meu agora marido. Isso sempre será minha família e minha casa. Eu sei que será diferente a partir desse ponto, mas eu não sei como eu posso realmente dizer adeus para algo que é tão integral para mim.”

Embora os episódios finais apenas começaram a ser exibidos semana passada, a série terminou as filmagens em outubro, fazendo dos últimos seis meses algo como uma turnê do adeus extendido para Bellisario e suas colegas de elenco, Lucy Hale, Shay Mitchell, Ashley Benson e Sasha Pieterse. E uma emocional despedida.

“Quando eles disseram, ‘É o fim da série para Keegan Allen [que interpreta o interesse amoroso de Bellisario na série]’, eu fiquei meio, ‘Oh mey Deus, meu namorado está morto,'” lembrou a atriz. “E no próximo dia, eles foram muito gentis e nos colocaram para fazer uma cena juntas, então foram todas as meninas. Eu nunca vou esquecer a última cena que fizemos era da Lucy, e todas ficamos por trás das cenas, chorando histericamente… Depois, nós sabíamos que eles iam nos levar para fora, e normalmente tem umas 15 pessoas [da equipe] por aí. Tinham umas 50 pessoas por aí porque tínhamos esses livros do ano e todo mundo queria estar lá. Eu nunca vou esquecer, todos ficaram quietos e começaram a nos empurrar [para a frente]. Estávamos nos movendo para um momento só as cinco, e eu percebi, ‘Eles estão prestes a dizer as palavras.’ E aí tinha acabado.”

A atriz está saindo com um estrondo, embora, depois de ter dirigido um episódio da temporada, marcado para ir ao ar no dia 23 de maio, depois de anos de encorajamento da equipe. “Quando eu pude dirigir, eu não pude acreditar que levou tanto tempo,” ela diz. “E todos eram tão solidários; cada lugar que eu ia tinham high-fives.”

É um momento emocionante para Bellisario, não há dúvidas, mas um momento incerto também.

“Eu definitivamente tive essa crise de ‘Eu vou trabalhar de novo um dia?’ Porque é como se de repente eu não tivesse um emprego, e eu sempre sabia por oito anos que voltaria para o trabalho em março, teria o mesmo lugar no estacionamento, o mesmo camarim, tudo isso,” ela diz. “Eu nunca realmente lidei com o desemprego – eu estava muito feliz quando me formei na faculdade, consegui um trabalho em uma peça, onde eu conheci meu marido, e aí consegui Pretty Little Liars, e agora estamos aqui.”

Mas para qualquer um que conhece Bellisario, mesmo que por um momento, está claro que ela não vai ficar parada pelos próximos anos. Ela é cheia de vida e descaradamente apaixonada por atuar e o mundo que isso engloba. Faz sentido, já que é o mundo em que ela cresceu, graças aos pais: a atriz Deborah Pratt e Donald P. Bellisario, que criou Magnum, P.I., Quantum Leap, JAG e NCIS. “Desde bem pequena, eu lembro de me envolver no ofício,” ela diz. “Não era apenas sobre ser uma atriz e ser famosa porque eu via minha mãe e pai irem trabalhar todos os dias. Eu vi eles chegarem tarde e eles estavam exaustos. Eu sabia que teria que trabalhar muito.”

Então é isso que ela está fazendo. A atriz recentemente terminou de gravar Clara, um filme de ficção científica onde você a verá atuando com seu marido, o ator de Suits, Patrick J. Adams. “É realmente uma das melhores coisas que você faz quando pode trabalhar com seus melhores amigos,” Bellisario diz. “Eu conheço muitas pessoas que não gostam disso, e querem vidas separadas, mas tivemos vidas separadas por sete anos. Eu estava em Los Angeles e ele estava em Toronto e só podíamos nos ver por 24 horas, talvez duas vezes no mês. Nós somos pessoas independentes e não precisamos trabalhar juntos; é apenas divertido para nós.”

Depois tem Feed, um filme que Bellisario escreveu quando ela tinha 23 anos sobre suas experiências com transtorno alimentar, que sairá no verão (americano). “Quando eu estava no ensino médio, fui confrontada porque eu tinha perdido muito peso e as pessoas ao meu redor estavam preocupadas, e elas diziam, ‘Se você não ganhar peso, você não vai para a faculdade.’ E eu fiquei tipo, eu não posso ir de líder da turma de formatura para não ir para a faculdade,” ela lembra. “Eu achei que era um fracasso absoluto, então eu disse, ‘Sem problemas, vou comer.’ Mas esse não era o problema. O problema era que eu estava sofrendo com uma doença mental que não é resolvida apenas ganhando uns quilos.”

O ano seguinte, enquanto ia para a escola na costa leste, ela foi mandada para casa e hospitalizada pela doença. “Achei que era o fim da minha vida, mas aí percebi que era uma nova maneira de começar,” ela diz. “Saindo do hospital, a coisa mais frustrante era que as pessoas que eu amava ainda não entendiam minha experiência com a doença… Então eu sentei por um tempo e percebi que o que eu mais me sentia confortável fazendo era contar histórias, então por que não contar uma história sobre isso? Eu queria tentar colocar as pessoas como meu pai ou minha mãe ou melhor amiga no meu lugar para que eles pudessem experienciar o que eu sentia, e talvez entender.”

Devido a sua agenda ocupada por Pretty Little Liars, não foi até recentemente que o filme virou uma realidade, com Bellisario assumindo o papel principal. “Eu realmente escrevi isso porque queria encarnar esse papel, mesmo que muitas pessoas dissessem, ‘Isso talvez te colocaria em uma posição perigosa,'” ela diz. “Mas a coisa boa com o tempo que passou, mais distância emocional eu senti de meu envolvimento com a doença. A coisa difícil é que ela está sempre viva em você e quando você se envolve com isso, é tão alto, mas estou em um ponto diferente da minha vida.”

A atriz está dividida compreensivelmente em emocionada e petrificada. “É um filme que significa tudo para mim, mas também é meu primeiro filme,” ela diz. “Não é um filme perfeito. Estou nervosa especialmente para compartilhar um lado mais sombrio de mim com a minha fanbase, que sempre vem me apoiando, mas ao mesmo tempo, me faz querer não desapontá-los, especialmente quando se trata de um assunto que é importante. É aterrorizante.”

É essa combinação de emoções que resume Bellisario nesse momento, chegando a essa encruzilhada de coisas diferentes.

“Eu sinto que minha vida vai ser um pouco desgarrada por um tempo, e isso é emocionante e assustador, que são meio que o mesmo sentimento,” ela diz. “Eu sinto que pela primeira vez em minha vida eu posso decidir quem eu quero ser, e isso vai ser uma jornada.”

Fonte: W Magazine

Confira abaixo as fotos do photoshoot que Troian fez para a revista:

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25.04.2017

Entrevista: Troian para o “The New Potato”

Troian concedeu uma entrevista e fez uma sessão de fotos com o site “The New Potato” durante sua passagem por New York City para a última turnê de imprensa de Pretty Little Liars. Confira traduzido abaixo:

Depois de muito tempo, Pretty Little Liars finalmente retornou para a segunda parte da 7ª temporada. Para celebrar o renascimento e temporada final do nosso prazer culposo (ou não tão culposo), conversamos com a estrela da série Troian Bellisario. Amamos o estilo de sua personagem Spencer e viemos querendo muito o retorno da série. Sentamos com Bellisario para falar sobre as comidas ideais para o dia, porque uma imagem corporal saudável é tão importante, e também nos deu dicas do seu próximo filme Clara. Leia abaixo para a entrevista completa; é um ótimo dia para começar sua terça.

Do começo para o fim, como seria seu dia ideal de comida?
Um dia ideal de comida seria um dia que eu escuto meu corpo: quando eu não passo muito tempo sem comer, ou fico cheia, surto com um amigo como resultado de pouco açúcar no sangue, e tudo que como me deixa energizada e limpa. Isso não parece incrível? Mas é difícil, ter certeza de comer bem, regularmente e conscientemente e nesse mundo louco de hoje. Eu sei que não sou a única com uma agenda louca.

Então, acho que para chegar a isso, eu tento comer comida saudável; elas não precisam de muita preparação e podem ser arrumadas para levar. Eu gosto de um iogurte grego de manhã com uma fruta e manteiga de nozes. Às vezes no domingo, eu faço um pote de aveia e coloco na geladeira. Então, cada manhã, você pega um pouco e põe leite de amêndoa e passas e aquece de novo; é tão fácil de colocar em uma jarra e levar para o trabalho (com as coberturas que você gostar) e é quente e te dá energia por um bom tempo. Eu faço o mesmo no domingo com uma grande salada de couve com abacate e batata doce. Eu vou fazer isso em um domingo com um suco de limão e deixar na geladeira e aí deixar lá para que eu possa colocar mais coisas depois. Geralmente para proteína eu adiciono ovos fervidos ou nozes e sementes. Para o jantar, eu amo sushi ou um perfeito pedaço de peixe.

Eu sei que para algumas pessoas isso pode parecer um dia entediante, ou um dia que eles tem que ler umas 8 vezes sobre em revistas no salão de beleza, mas quando minha vida fica agitada normalmente comida é a primeira coisa que eu gosto de organizar para que não me estresse. Se eu tiver uma audição e 3 reuniões e eu tenho que pegar um vôo depois de trabalhar a noite toda, eu não posso gastar minha energia mental me deixando com fome e depois me perguntando o que eu quero comer. Às vez é legal ter toda a comida preparada. Eu sei que vai me sustentar e me deixar me sentindo satisfeita e eu posso focar em outras coisas.

Mas isso é ideal, como perfeição de saúde. Eu também idealmente adoraria ter torradas e ovos toda manhã e depois sorvete.

Como você pratica beleza de dentro para fora?
Ouça seu corpo. Eu sou horrível nisso, mas estou tentando melhorar. Eu preciso aprender que quando eu não durmo o suficiente, talvez eu não deveria acordar e sair para correr. Talvez seria melhor para o meu corpo se eu pegasse essa hora extra de sono. Talvez eu não precise desse terceiro copo de café, porque eu não vou me sentir mais acordada, eu só vou ficar trêmula e hiperativa. De novo, eu sou horrível nisso, mas sinto que a chave da beleza e saúde é ouvir seu corpo e dar o que ele precisa, nem sempre o que você acha que ele quer.

Quais são suas rotinas de beleza pela manhã e noite?
No fim do dia, tirar toda minha maquiagem é uma rotina importante. Eu normalmente uso um removedor do Burt’s Bees para começar. Então eu lavo meu rosto com um limpador facial da Clarin, algumas vezes eu uso o esfoliador deles depois. Se vem sendo uma longa semana de muita maquiagem, eu uso as máscaras faciais da Origins para limpar meus poros e então eu uso um soro hidratante da Clarin depois de usar um óleo para dormir. Eu também sou uma demônia de creme para os olhos; eu amo o Kihel’s.

Quando eu acordo de manhã, porque eu tenho muita coisa que fiz na noite anterior e esperançosamente durante a noite minha pele absorveu tudo, eu não lavo. Eu li que você tem vários óleos naturais que são produzidos durante a noite que são bons para sua pele, então você não quer tirar eles lavando o rosto quando acorda. Eu só espirro água gelada no meu rosto e tenho certeza de passar protetor solar antes de sair. Se eu não tive horas de sono suficientes (o que é quase sempre), eu vou usar um gel para olhos para tentar acalmar meus olhos antes de trabalhar.

Amamos você em Pretty Little Liars – alguma história engraçada que você pode compartilhar do set? Algum segredo que você pode compartilhar?
Obrigada! Eu queria poder compartilhar os segredos mas que tipo de amiga eu seria? Acho que o mais divertido que tínhamos eram as gravações noturnas, mesmo que fossem exaustivas. Gravamos muito na floresta do lote da Warner Brothers, o que não é um grande espaço, apenas algumas árvores atrás dos estúdios. Então quando estávamos correndo na floresta em PLL, eram os mesmos metros de árvores, e apenas íamos e voltávamos em direções diferentes e fingíamos estar perdidas. Essas noites seriam frias e longas, então as meninas e eu ficávamos bem cansadas. Eu não acho que ri tanto sobre a coisa mais ridícula do que nas noites de gravações às 4 da manhã enquanto fingia estar aterrorizada pela vida da Spencer.

Como você entra na personagem?
Depende da cena. Se for uma cena comum da Spencer (como as que estamos acusando qualquer pessoa de ser -A), não tem muita preparação. Você só precisa escutar, estar presente e saber suas falas. As cenas mais emocionais levam um pouco mais de tempo, escutar música e tentar ficar quieta e concentrada. Às vezes ajuda não conversar com outra pessoa durante a cena, ou às vezes eu falo com eles demais… Como com Keegan ou Tyler, falaríamos sobre experiências que tivemos em nossas vidas que eram parecidas com aquela cena que estávamos fazendo, términos de relacionamento, falhas; isso cria um senso de intimidade e liberdade de expressão.

Minhas cenas favoritas eram as com nenhum diálogo ou pessoas! Onde Spencer (ou qualquer personagem que eu faça) tem uma ação ou uma tarefa. Por exemplo, Spencer toma Adderall para tentar expor Ezra como uma fraude. Cenas como essa são maravilhosas para mim, porque, elas são puramente comportamentais e ativas. Você tem um grupo de circunstâncias para sua experiência física (como o remédio te faz sentir, como você está se movendo, respirando, pensando, qual seu nível de sede, temperatura… etc) e como isso vai afetar em sua ação (pesquisando no computador, andando na sala, se esticando, estalando os dedos, lendo artigos.) Eu fico muito animada sobre os detalhes e momentos de uma sequência dessa.

Como seu estilo pessoal difere do da Spencer?
Eu sinto que eu me visto muito como a Spencer, ou no mesmo estilo, exceto que ela parece que acha tempo para fazer compras constantemente. Eu nunca faço compras; eu realmente não gosto, fico ansiosa. Deveria comprar isso? É muito dinheiro? Eu usaria mesmo esses sapatos? É tão irritante lidar com isso que muita alegria é sugada para fora. Então, geralmente, minhas peças favoritas são presentes ou passadas para mim por uma boa amiga, minha mãe ou irmãos. Eu gosto de coisas com histórias. Eu preferia usar uma blusa velha de veludo do século 19 do que uma blusa com um novo design. Quem liga para essa blusa? De onde ela vem? O que ela tem de especial, além do preço na etiqueta dentro dela? Mas o vestido que minha mãe vestiu quando estava grávida de mim? Ou um vestido vermelho que eu usei na faculdade no palco durante minha personagem favorita em uma peça. Eu nunca vou jogar isso fora.

Você tem um destino de viagem favorito? Sem o que você não viaja?
Meus dois lugares favoritos que eu já estive são definitivamente a Nova Zelândia e a Islândia. Eu amo lugares que são selvagens e novos (geologicamente falando), e eu amo acampar. Ambos países são irresistivelmente lindos para mim. Bonitos e com pessoas gentis, formações de rochas insanas, geleiras, antigas florestas e mares selvagens. Não me entenda mal, uma praia quente é ótima (acabamos de voltar do Fiji e foi um paraíso) e eu amo me perder em uma cidade antiga (estou morrendo para ir ao Marrakesh) mas eu nunca sentirei mais temor do planeta do que nesses países.

Sem o que eu não viajo? Fones de ouvido. Música faz qualquer experiência uma aventura épica. Apenas escute Sigor Ros ou Bjork enquanto dirige pela Islândia… desmaio.

Você tem rotina de malhação?
Quando eu quero suar bastante eu vou para a SoulCycle ou uma aula de dança. Nada me faz sentir mais viva e sexy do que uma boa aula de dança. Mas também gosto de estar ao ar livre. Eu amo correr em novas cidades quando eu viajo, é uma ótima maneira de conhecer o lugar. Eu me perco durante uma corrida. Meu amigo começou a me treinar em aerial três anos atrás. Nada é mais libertados que apenas ir a casa dele e brincar nos tecidos ouvindo a música que eu quiser.

Como você malha na estrada? Ou num logo dia no set?
Normalmente para me preparar para um longo dia no set, eu saio para uma corrida. Eu acho que suar antes de chegar vai me acordar e me fazer sentir mais em meu corpo do que se eu saísse da cama para a cadeira de maquiagem. Mas se o horário de entrada é muito cedo, então eu amo terminar o dia com uma caminhada pelo pôr do sol ou uma aula de yoga.

Quando estou na estrada eu tento correr ou procurar uma nova aula na cidade. Às vezes apenas tentando algo novo (uma aula que eu nunca fiz ou uma corrida) é um ótimo jeito de sair do quarto do hotel. Algumas vezes você acaba sendo a pior pessoa em uma sala de dança (como eu recentemente) e foi uma explosão total. Se você pode rir e se sentir bem em seu corpo, acho que é um ótimo dia.

O que está sempre em sua geladeira?
Kumbucha… e alguns sucos estranhos não terminados.

O que a imagem saudável do corpo significa para você? Como você pratica isso?
Está sempre evoluindo. Uma imagem saudável do corpo, para mim, significa permitir seu corpo mudar. Se você está em um clima frio, seu corpo precisa de comida quente. Isso significa que eu corpo vai parecer diferente nos meses de verão quando o calor e a umidade fazem você querer comer coisas leves. Você precisa permitir seu corpo mudar durante o ano e durante os anos. Quando você sai de férias você aproveita. Seus jeans vão estar mais apertados depois de uma semana de pastéis e sobremesas? Sim, mas quem liga?! Porque você se puniria por aproveitar a vida, porque você ia negar a si mesmo qualquer experiência bonita porque você quer parecer de certa maneira?

Pode nos falar sobre o novo filme de sci-fi que você está filmando? Como foi atuar com seu marido?
O filme se chama Clara. É uma ficção científica sobre duas pessoas que querem encontrar vida além do universo e o que eles aprendem sobre suas próprias vidas na Terra no processo. Eu sou uma grande fã de ficção científica. Esse é, talvez, meu gênero de filmes favorito. Não me entenda mal, eu amo um bom drama, mas às vezes por definir algo em um mundo de tecnologia ligeiramente elevada ou mais avançada você pode explorar as relações humanas de um jeito novo e mais profundo. Como “Her” ou “Eternal Sunshine of the Spotless Mind” podem ser mais verdadeiros sobre a dor de uma relação romântica do que qualquer drama colocado em nosso mundo moderno. Tem um sentimento para esses filmes, que eu acho mais emocionante que outros. Espero que Clara pode conseguir essa verdade emocional. O que não gostar sobre trabalhar com Patrick? Ele é talentoso, inteligente, divertido, bonito, então faz meu trabalho com ele fácil de fazer, e ele é meu melhor amigo então todos os dias eram uma diversão.

O que te levou a se envolver com a campanha “Bring Back The Bees”?
Me chame de louca, mas acho que o declínio de 44% das populações de abelhas em apenas um ano é aterrorizante. É um sinal dos tempos. Precisamos fazer algo sobre essa mudança climática. Estamos destruindo o meio ambiente. Ponto. Então, quando o Burt’s Bees me pediu para me juntar a eles e encorajar as pessoas a fazer algo muito simples que pode trazer as abelhas de volta (plantando milhões de flores ao redor das fazendas para dar mais comida para as abelhas e incentivar sua procriação) foi um sim fácil.

Tem alguma organização sem fins lucrativos que você está apaixonada no momento? Porque?
Estou apaixonada por algumas: Sick Kids Hospital em Toronto, porque essas crianças são as mais corajosas e mais lindas que eu já conheci e elas são lutadoras; David Suzuki Foundation e o seu trabalho de proteger o meio ambiente e educar as pessoas sobre as coisas que estão ameaçando nosso planeta e como podemos ajudar.

Quais são os cinco itens de moda que você está cobiçando agora?
Eu comprei esses novos sapatos incríveis do Feit; eles são tipo Vans de couro e porque o couro não é tingido ou trabalhado eu mal posso esperar para ver como eles envelhecem e mudam. Eu não cobiço muitas coisas de moda. Acho que gosto do que as outras pessoas usam; todas as meninas usam esses Ray Bans e eu amo eles, mas eu tenho medo de parecer como um estranho Johnny Depp com eles (não um bom Depp, uma vibe Willy Wonka). Eu quero jeans que me encaixem perfeitamente e não sejam desconfortáveis e me deixem alta e ótima… Sabe como é? Talvez o Mother’s Jeans? Eu queria muito (mas eles são tão caros que eu nunca compraria um) uma corrente de corpo Jackie Aiche; essas são legais. Quer dizer, inferno, eu compraria os piercings de mamilo se eu tivesse piercing de mamilo. Jenny Bird tem esses brincos geométricos que são ótimos. E eu quero mais tatuagens.

Como você começa o dia de um jeito positivo? Você tem um café da manhã padrão?
Eu começo com meditação, eu acho um jeito de mover meu corpo e suar e tomar um ótimo copo de café.

Na mesma veia que o novo preto está na moda, o que é a nova batata da moda?
Torrada de abacate e chá verde; estou vendo várias lojas de chá verde. Não estou brava com isso aliás; ainda estou viciada em café.

Fonte: The New Potato

Confira as fotos do photoshoot que a Troian fez com o “The New Potato” clicando nas miniaturas abaixo:

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Publicado por   |   Armazenada em: Clara, Entrevistas, Galeria, Matéria, Pretty Little Liars
21.04.2017

Pretty Little Liars em New York: Dia 4

A semana de imprensa acabou para algumas das meninas, mas Troian continua em New York promovendo a 7B de PLL. Ontem (20), ela esteve no AOL Build, onde deu uma entrevista que foi transmitida ao vivo na internet. Ela falou sobre PLL, Feed e mais. Confira abaixo detalhes da participação dela no AOL Build:

Confira as fotos dela durante a entrevista clicando nas miniaturas abaixo:

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Ela fez uma pequena sessão de fotos no AOL Build, clique nas miniaturas abaixo:

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Ela também foi fotografada do lado de fora do local, confira abaixo:

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