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Sejam bem-vindos ao Troian Bellisario Brasil! A sua primeira, maior e melhor fonte brasileira sobre a atriz Troian Bellisario no Brasil, conhecida pelo seu papel na série "Pretty Little Liars" como Spencer Hastings. Navegue pelos menus acima e sinta-se em casa!
22.07.2017

Troian no AOL Build em New York City

Ontem (21), Troian compareceu ao AOL Build para falar da campanha do This Bar Saves Lives e Feed. Confira as fotos e o vídeo legendado abaixo:

FOTOS TIRADAS POR PAPARAZZI > 2017 > 21/07 – CHEGANDO NOS ESTÚDIOS DO AOL BUILD EM NY

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EVENTOS E APARIÇÕES > 2017 > 21/07 – AOL BUILD SERIES EM NEW YORK

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ENSAIOS FOTOGRÁFICOS > 2017 > AOL BUILD #2

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19.07.2017

Assista “Joyful Girl” curta metragem da Troian de 2012

Por anos só tínhamos o trailer desse projeto feito pela Troian com seu amigo Shane Coffey que foi gravado em 2012. E hoje conseguimos baixar e legendar esse curta pra vocês.

Joyful Girl conta a história de Belle (Troian), uma jovem que quer sair de um relacionamento que caiu na mesmice mas não tem coragem de contar ao seu namorado, Nic, interpretado por Shane.

Se você é menor de idade, avisamos que contém cenas de sexo. Confira abaixo legendado pela nossa equipe:


Caso queira conferir algumas fotos desse projeto, clique nas miniaturas abaixo para ser redirecionado a nossa galeria:

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17.07.2017

Variety: Troian conta como escrever Feed a ajudou a superar um distúrbio alimentar

Troian concedeu uma entrevista, acompanhado de um photoshoot para o site Variety onde conta mais detalhes de como Feed a ajudou a superar a anorexia. Confira traduzido abaixo:

Troian Bellisario é mais conhecida por estrelar “Pretty Little Liars” por sete anos, mas mal sabiam seus fãs, que ela trabalhou duro em outro projeto antes de PLL começar.

“Feed” – um filme escrito, produzido e estrelado por Bellisario – é inspirado nas próprias experiências da atriz com um distúrbio alimentar. O filme, que ela estrela ao lado do ator de Harry Potter, “Tom Felton”, será lançado nas plataformas digitais no dia 18 de julho.

“Isso vem vivendo em minha cabeça por quase oito anos e passou por várias iterações diferentes,” Bellisario, 31 anos, conta a Variety sobre o processo de escrever Feed, que começou quando ela tinha 23 anos, aproximadamente quatro anos após sua hospitalização por anorexia.

Eu tive uma boa distância para começar a escrever sobre essa experiência, e não escrever como um diário, mas criar um mundo e personagens que são diferentes da minha própria experiência, e falar sobre o que eu penso era como me envolver com essa doença e tentar sair debaixo disso,” diz Bellisario, explicando que “Feed” não é biográfico, mas inspirado em sua própria doença.

E também, trabalhar em “Feed” se tornou uma fonte de cura para Bellisario.

“Havia um médico que me disse que quando muitas pessoas entram em tratamento, eles não sentem que saíram de seu distúrbio alimentar até fecharem 10 anos de terapia. Eu não entendia isso,” Bellisario admite. “Eu era tão jovem para o meu terapeuta e tudo que fazíamos e eu fiquei meio, ‘Não, eu deveria poder parar.’ Eu não vi que muitos dos meus padrões de pensamento não seriam normalizados ou se tornariam saudáveis novamente até esses 10 anos depois, então eu pensei o que eu poderia fazer enquanto isso, que foi escrever sobre minha experiência e canalizar essa história. E se eu pudesse inspirar outras pessoas para fechar esse capítulo em suas vidas? Eu não queria lutar com essa doença mental nos meus 30 anos. Eu não queria lutar com essa doença mental nos meus 40 anos. Eu não queria, Deus me livre, ter um filho e ainda pensar nesse padrões e falar com minha filha sobre eles.”

Ela adiciona, “Durante os oito anos voltando para alguns lugares não muito saudáveis e então voltando e falando com terapeutas, foi maravilhoso ter ‘Feed’ para voltar e pensar, ‘É assim que me sinto quando estava acontecendo, mas agora eu estou há cinco anos fora, agora estou há seis anos fora, agora estou há oito anos fora, e agora, como me sinto sobre isso, como uma artista falando sobre isso como história – e não como minha história?’ Eu senti que realmente precisava daquela distância para poder ver claramente.”

Bellisario admite que o processo de criar o filme foi “terapêutico’, mas ao mesmo tempo, “inflamatório”, em parte porque ela decidiu estrelar o projeto. Aqueles a sua volta tentaram convencê-la a não atuar em “Feed” porque eles temiam que fosse muito traumático.

“Muitas pessoas em minha vida leram o script e disseram, ‘Uau, eu entendo totalmente por que você escreveu isso,’ mas então quando eu disse que eu ia atuar nele, muitas pessoas ficaram, ‘Por quê?’ porque me envolver nessa distúrbio e com esse papel e assumir essa experiência novamente envolveria perda de peso, envolveria algumas das conversas que tive com terapeutas e reabrir esses sentimentos. Então todos a minha volta ficaram, ‘Você tem certeza de que quer fazer isso?”

Para garantir que ficasse saudável durante o processo, Bellisario não só teve um grande grupo de apoio a sua volta, mas ela também ficou em contato com sua terapeuta, que a tratou quando ela estava lutando contra a anorexia.

“Eu não estava preparada para sair daquele set e ir até ela e o quanto isso seria agravado. E foi incrível porque ela estava ali para me pegar,” Bellisario explica sobre trabalhar com sua terapeuta. “Foi incrivelmente desafiador, mas também foi maravilhoso porque eu estava em um espaço mental suficientemente saudável.”

Enquanto “Feed” provou ser uma ferramenta instrumental para Bellisario superar sua doença, o filme também ajudou a atriz a evoluir, bem, mais que uma atriz. O projeto marca a estreia de Bellisario como escritora e produtora, despertando seu interesse em uma ampla variedade de possibilidades em sua carreira, depois de “Pretty Little Liars.”

Estrelando como Spencer Hastings por sete temporadas de “Mentiras” catapultaram Bellsario ao estrelado, à medida que a série se tornou um fenômeno da cultura pop, e a introduziu ela aos seus milhões de leais seguidores. A série também proporcionou a ela a oportunidade de fazer sua estreia como diretora na última temporada do hit da Freeform – que, alerta de spoiler!, revelou ela como o último “A” depois de sete anos de “Quem fez isso?”

“Foi uma explosão total a maior parte do tempo porque durante sete anos, tantos membros da equipe estavam sugerindo que eu colocasse minha mão nisso,” Bellisario se lembra sobre dirigir seu primeiro episódio, rindo que ela estava sempre fazendo perguntas no set e teve “muitas” opiniões durante a série. Para se preparar para sua estreia como diretora, Bellisario se inscreveu no programa de diretores da Warner Bros, que consistiu em sete semanas de intensivo todos os sábados para se preparar, que ela conseguiu fazer no set de PLL. Ela brinca, “Eu já estava morando no lote da Warner Bros de segunda à sexta, então por que não fazer isso seis dias por semana?”

Embora ela usou muitos chapéus diferentes em “Feed” entre atuar, escrever e produzir, o amigo próximo de Bellisario, Tommy Bertelsen, dirigiu o filme. “Foi um esforço de equipe colaborativo entre nós dois,” ela diz. “Ele foi realmente maravilhoso nisso que me ajudou a definir meu papel naquela abordagem de três vertentes.”

Enquanto ela escolheu não dirigir “Feed”, Bellisario pegou o inseto da direção e está animada sobre Hollywood defendendo mais e mais as diretoras mulheres hoje em dia – algo que parece ter sido cimentado nesse verão pelo sucesso de “Mulher Maravilha”, dirigido por Patty Jenkins.

“Eu estava na premiere,” Bellisario lembra com um sorriso. “E eu poderia chorar sobre isso agora mesmo porque eu vi todas essas menininhas vestidas como Mulher Maravilha e elas estavam tão animadas, e eu lembro quando eu era mais nova e ‘Kill Bill’ estreou e eu fui ao cinema om uma espada de samurai porque eu estava tão animada que tinha um filme de ação feminino. Isso está em um nível diferente porque é dirigido por uma mulher e é sobre uma heroína feminina.”

Bellisario está otimista sobre a indústria finalmente reconhecer as mulheres como contadoras de histórias, mesmo tendo muito trabalho ainda para ser feito na indústria em relação a igualdade de gênero.

“Quando um cara dirige uma comédia romântica, não ficamos, ‘Uau! Que impressionante! Ele realmente saiu da caixa com esse filme”‘ Mas quando falamos sobre uma mulher dirigindo um filme de ação, é meio ‘Uau! Isso não é incrível?’ E não, ela é uma diretora – ela é apenas uma diretora. Precisamos parar de ver mulheres como exceções à regra.”

Bellisario cresceu na indústria – seu pai é o criador de “NCIS” e “Magnum P.I.”, Donald P. Bellisario, e sua mãe é a escritora-produtora Deborah Pratt – então ela sempre foi encorajada a prosseguir na carreira do entretenimento, apesar das barreiras para mulheres. “Em minha família, nunca sentimos que estávamos do lado de fora,” ela diz. “Nunca senti que meu pai era o único diretor na família. Minha mãe era diretora. Mas isso está na minha bolha.”

“O porque de eu estar tão animada e otimista sobre isso é que eu sinto que o trabalho está sendo feito,” ela continua. “Sinto que as pessoas estão animadas para terem uma mulher por trás das câmeras. Eu acho que devemos continuar essa luta, mas acho que tem havido muitos progressos incríveis, e eu estou animada para estar em Hollywood enquanto isso está acontecendo.”

E agora?

“Muitas pessoas dizem, ‘E agora?’” Bellisario diz. “Estar em uma série por sete anos e poder interpretar Spencer e descer a toca do coelho foi maravilhoso, mas também me consumia. Eu penso agora, eu sinto que o que eu estou mais animada para fazer é ser um pouco desinteressada e ter minha escolha de opções.”

Como atriz, Bellisario recentemente assinou o filme “Where’d You Go, Bernadette” de Richard Linklater, junto com Cate Blanchett, Kristen Wiig e Billy Crudup, e diz que gostaria de explorar os filmes, além de voltar as raízes do teatro. (Ela se formou na Escola de Artes Dramáticas na Universidade do Sul da Califórnia, em 2009.) Ela diz que se for assinar em outra série de televisão, o projeto seria menos episódios, ao contrário dos 20 episódios por temporada como PLL fazia, o que a tinha trabalhando cinco dias na semana por nove meses no ano.

“Eu estou sendo inspirada por muitas séries de televisão que tem tempo de escrever tudo antes do tempo e então fazer 10 episódios, o que é muito como fazer um filme muito intensivo,” Bellisario explica. “Estou muito, muito ansiosa para descobrir o próximo mundo e o próximo set de personagens que me farão querer fazer mais televisão, mas é uma decisão que eu não tomaria levemente e teria que ser algo que eu estivesse absolutamente apaixonada.”

Mas no momento, seu foco é o lançamento de “Feed.”

“Eu me sinto incrivelmente grata pelas oportunidades que me foram dadas,” ela diz, “E particularmente com esse filme, eu sinto que eu posso compartilhar uma parte de mim com o mundo.”

Fonte: Variety

Confira as fotos do photoshoot em nossa galeria clicando nas miniaturas abaixo:

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12.07.2017

Imagista: Troian Bellisario – Rock, mentiras e ciência

Troian concedeu uma entrevista para a revista Imagista há alguns meses acompanhado de um photoshoot, onde ela fala sobre o fim de PLL, voltar para o teatro e o que ela faria se não fosse atriz. Confira traduzido abaixo:

Aqui está algo que muitas pessoas não sabem sobre Troian Bellisario: ela é uma rockeira cientista nerd no corpo de uma atriz. Com sua série de sucesso da ABC Family que acabou depois das sete temporadas, a estrela de PLL compartilha seus pensamentos com a Imagista em crescer em uma casa de entretenimento, o que te deixa leva ao sucesso como atriz, e o que ela faria se não interpretasse uma perfeccionista extrema na TV

Imagista: Você pode nos contar sobre a jornada que você teve na série? Quais eram suas expectativas na série?
Troian Bellisario: Eu tinha zero expectativas. Eu honestamente não tinha ideia no que a série ia virar. Todos me diziam que seria algo realmente especial. Era interessante para mim porque eu vim de um ambiente de televisão. Meu pai criou muitas séries e eu tinha começado a aprender sobre os pilots. Como uma jovem atriz eu sempre ouvi que você for realmente sortudo e talentoso você vai conseguir um piloto e então as estrelas se alinharem ao universo, e esse piloto for escolhido para uma temporada, isso é grande. Então se for um sucesso, o que é muito raro, vai ter outra temporada e se o céu não caiu em você, pode ter temporadas depois disso. Cada ano de filmagem fica mais e mais inacreditável. Para mim, ter dois pais que estavam na indústria da televisão e eu sempre acreditei que eu ia brincar no playground deles, eu não queria competir com meus pais e seu sucesso, eu queria correr para New York City e fazer teatro e talvez alguns filmes, e construir minha própria experiência antes de tentar a televisão. Então Pretty Little Liars foi minha primeira audição de piloto, veio do nada, eu fui para a audição porque meu agente me disse que eu quisesse trabalhar eu teria que fazer o máximo de audições possíveis, apenas para praticar as audições. Eu acabei indo e sete anos depois, estamos aqui.

Imagista: Como foi crescer no ambiente que você estava e como você acha que isso te afetou como atriz?
Troian Bellisario: Eu acho que de verdade, o maior presente que meus pais me deram como atriz foi a introdução de estar em um set. Eu cresci em um set então para mim, estar em um lugar que eu me sinto em casa, eu não poderia ir no meu primeiro dia de trabalho e aprender as coisas como o que era uma marca e como acertá-la, pequenas coisas que me enriqueciam. A coisa interessante para mim era que meus pais, particularmente meu pai me enriqueceu bem jovem que se era isso que eu queria fazer, o que ele não entendia como alguém em seu juízo perfeito queria ser um ator. Ele me dizia que não requeria só talento, você também tem que ter o look certo para o papel, estar na idade certa, o peso certo, tudo isso. Basicamente sua carreira inteira pode cair e voltar dependendo da sala que você entra. Eu não sou como meu pai, somos loucos controladores, então em sua mente ele não entendia porque eu queria colocar todo esse controle nas mãos de alguém. Porque ele era um showrunner ele se sentia confortável tendo esse controle, sabendo como a série se moveria, seria e pareceria. Como atriz você está completando a visão de alguém, o que é uma coisa completamente diferente.

Imagista: Que conselho você daria para um jovem ator que quer entrar na área?
Troian Bellisario: Estude. Você pode não ter sorte, você pode não descobrir como ter mais sorte, o que você pode fazer é incrementar seu nível de conforto no palco na frente da câmera e você faz isso fazendo filmes com seus amigos, editando seus próprios filmes, escrevendo seus próprios filmes, indo para a aula, indo para a faculdade como eu fui. Eu fui de um treinamento conservador para estudar teatro. Se afunde no que eu chamo de treinamento de laboratório. Porque quando você entrar em uma sala de audição, você está lá para conseguir o emprego. Quando você aparece no set você está lá para completar o emprego e você quer fazer um bom trabalho. Quando você está tentando conseguir falar suas falar corretamente e faz isso, e aquilo, não é apenas “Está tudo bem se eu falhar”. É um cenário de grandes riscos. Para mim, eu precisava ir para um lugar, que era minha faculdade, onde eu podia falhar. Falhar no palco, na sala, na frente de professores e crushes e amigos. Essa foi uma parte importante para o meu treinamento e para mim. Quando eu fiquei na frente das pessoas “assustadores”, as pessoas que podiam me conseguir o emprego, eu tive esse senso de confiança, como se eu soubesse que eu ia interpretar aquele personagem. Independentemente de o que aquele pessoa estava procurando eu sempre soube que queria ser verdadeira comigo mesma como artista.

Imagista: Você se vê seguindo os passos dos seus pais e estar do outro lado da câmera?
Troian Bellisario: Eu comecei a escrever porque meus pais me ensinaram a nunca esperar por um papel apareceu até você e sim a criar um papel para você mesmo. Eu escrevi meu primeiro filme ates de conseguir o papel em Pretty Little Liars. Eu escrevi vários curta-metragens que eu produzi e atuei neles. Agora, o filme se chama Feed e vai sair nesse verão, 18 de julho. Dirigir e escrever para mim são os próximos passos na minha carreira porque eu sou uma louca controladora que não vai esperar para alguém vir e dizer “Você. Seja e estrela no meu filme.” Eu acho que quero continuar a criar oportunidades para mim mesma e eu acho que tem muitas histórias que eu tenho que contar e que eu quero contar, que eu estou interessada.

Imagista: Se você não fosse atriz nessa indústria, o que você estaria fazendo?
Troian Bellisario: Uma estrela do rock. Mas se eu não fosse uma estrela do rock sensacional acho que eu seria uma patologista forense ou uma psicóloga criminal ou uma botânica ou uma paleontologista. Algo que tivesse a ver com ciências ou criminologia. Eu sou uma nerd das ciências. Realisticamente eu adoraria ser uma estrela do rock botânica.

Imagista: Você começou a tocar violão, nos conte sobre isso?
Troian Bellisario: Eu sempre quis tocar violão. Eu tive meu primeiro violão quando estava na sétima série ou algo assim mas eu nunca aprendi a tocar mais do que algumas das minhas músicas favoritas. Eu notei que cada cara que eu tinha crush tinha essa habilidade de tocar perfeitamente. Eu estou fazendo aulas de violão e alguns dos meus amigos escreveram um incrível script que eu amo e quero fazer, mas envolve eu me tornar uma boa pessoa que toca violão. Eu disse a eles que eu começaria as aulas agora, o que foi no começo do ano passado e isso talvez foi na época que o filme estava sendo feito, eu vou poder tocar violão bem o suficiente para fazer esse papel.

Imagista: Quando você não está trabalhando, fora tocar violão, o que você faz para se divertir?
Troian Bellisario: Dança. Eu amo correr e sair para caminhadas com meu cachorro e me perder na música. Entretanto, quando eu vou para aulas de dança, não há nada nesse mundo que me faz sentir assim, eu estou procurando por um papel que me faça sentir da maneira que a dança me faz sentir. Volta para a coisa da estrela do rock, que completa “deixe tudo aí” e auto expressa algo que às vezes a atuação não te dá.

Imagista: Você mencionou o teatro anteriormente, é algo que você estaria aberta a fazer?
Troian Bellisario: Sim, eu sinto muita falta do teatro, eu fiz uma peça ano passado em San Diego e foi apavorante mas ao mesmo tempo foi tão divertido porque eu senti falta de tentar descobrir como usar meu corpo. Você perde a prática com essas coisas e se não está acostumada a se apresentar na frente de centenas de pessoas, da ponta do seu nariz até a pona do pé você fica travada e se torna um péssimo hábito. Para mim, poder ter outra chance no teatro seria como aula de dança, aquele sentimento que eu amo muito.

Imagista: Como é encerrar uma série de sete temporadas?
Troian Bellisario: É tudo, um sentimento um pouco agridoce. É sempre difícil fechar um capítulo da sua vida porque você sabe que nunca vai voltar. É o fim de algo, para mim que durou mais que o ensino médio e a faculdade então é um sentimento louco. Nove meses do meu ano eram gastos gravando então a série se tornou uma grande parte da minha vida. Acho que a melhor parte sobre tudo isso é que agora finalmente podemos compartilhar a conclusão dessa história e estamos muito animados para nossos faz verem como foi encerrado.

Fonte: Imagista

Para ver alguns scans da revista (não todos pois o valor da revista completa é $36), clique nas miniaturas abaixo:

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11.07.2017

“Spencer me ajudou a crescer e fortalecer minhas habilidades como atriz.” Troian para o The Laterals

Troian concedeu uma entrevista, acompanhada de um lindo photoshoot ao site The Laterals, onde conta mais sobre o fim de PLL, seus próximos projetos e distúrbios alimentares. Confira a entrevista traduzida abaixo:

Depois de muito tempo, Pretty Little Liars chegou ao fim. Depois de 7 temporadas e 160 episódios, a identidade do vilão da série foi finalmente revelada, deixando os fãs em um estado de incredulidade. Troian Bellisario está no mistério de assassinatos desde o início. Depois de todos esse anos, ela pode transformar e cultivar sua personagem trazendo uma amplitude de profundidade única para a protagonista da série, Spencer Hastings. Por mais agridoce que seja, Troian não está só sentada na margem. O fim dessa amada série lhe deu a chance de descobrir seu próximo grande ato.

Embora ela seja conhecida por seu papel em Pretty Little Liars, Troian é uma veterana em Hollywood. Filha de renomados produtores de televisão, a maioria produzida pelo seu pai. Independentemente de como ela conseguiu os papéis, era claro que Troian tinha um comando artisticamente notável. O glamour era parte de sua paisagem, mas ela nunca se deixou cegar. Mesmo jovem ela estava ciente das complexidades; que você tem que tratar como negócio se você quer uma carreira longa. Crescer na indústria, Troian viveu isso, viu isso, fez isso, foi lá e ainda pegou uma camiseta.

No entanto, estar no centro das atenções não era sempre tão lindo. Durante seus anos de ensino médio, Troian enfrentou pressões e problemas pessoais que resultaram em um distúrbio alimentar. Através dessa experiência, ela pode aprender a honrar a si mesma, sua saúde e ultimamente, sua felicidade. Para ser lançado esse verão, Troian escreveu e estrela em seu último projeto, Feed, uma obra semi-biográfica sobre lidar com a doença. Ela compartilha um lado obscuro da atriz, ao mesmo tempo que mostra sua aptidão excepcional como escritora.

Troian está fechando o capítulo de PLL, embarcando no desconhecido; mas ela não está fazendo isso sozinha. Ela recentemente se casou com o namorado de longa data, o ator de Suits, Patrick J. Adams. No topo disso, Troian está encerrando seu mandato na série com um crédito de diretora, outra conquista para adicionar em seu dossiê de trabalho. Não há dúvida que é uma época excitante para Troian Bellisario, ela segura o mundo inteiro com a palma de sua mão. E não tem mentira aí.

Ambos dos seus pais são indivíduos bastante renomados na indústria do entretenimento. Como foi crescer nesse mundo e como ele te moldou para quem você é hoje?
Acho que a pergunta mais fácil de responder seria: como o trabalho deles não me moldou! Graças ao meu pai e minha mãe eu cresci em um set, em um escritório de produtores e em um lote. Eu era muito afortunada de experienciar esses ambientes desde que posso lembrar, o que foi muito bom quando me descobri trabalhando com eles. Meus pais sempre foram os mais inspiradores contadores de histórias e eles me ensinaram muito sobre o negócio do entretenimento mas também o ofício de contar uma história. Se eles estavam dirigindo um episódio na televisão, ou trabalhando em uma história enquanto faziam risoto para o jantar ou apenas me contando uma história para dormir, eles sempre compartilhavam o processo e seu trabalho comigo. Eles me ensinaram que não era uma magia indescritível, ou algo tipo musa inspiradora; escrever, dirigir e criar são seus trabalhos e exigem dedicação e trabalho árduo.

Embora pareça que sempre foi claro para você o que você queria fazer na indústria, se você pudesse prosseguir em qualquer outra carreira, qual seria?
Acho que foi Sam Shepard que disse algo tipo, a primeira escolha de todo mundo na vida seria “estrela do rock”, mas descobrimos qual será nosso plano B e vamos daí. Sim, bom, ele também disse isso ou estou começando um rumor sobre Sam Shepard, ha! Mas se ele não disse, tenho quase certeza que ele concordaria comigo. Eu sou muito afortunada, eu sempre quis trabalhar como atriz e até então, vem dando certo. Mas já que o lance de estrela do rock está fora (eu preciso de mais talento musical) eu admito que eu sempre fui apaixonada pelas ciências. Eu queria ser uma patologista forense ou uma bióloga marinha.

É claro, todos te conhecemos por seu papel como Spencer Hastings na série da Freeform, Pretty Little Liars. Como você se sente de encerrar um grande capítulo da sua carreira? Gravar o último episódio deve ter sido muito emocionante para todos vocês.
Ainda estou em choque. Vem em ondas. As meninas e eu ficamos muito tristes sobre o fim, sobre esse capítulo ter sido escrito em nossas vidas; mas, sinceramente, todas as coisas boas chegam ao fim. Por mais que dar adeus a Spencer tenha quebrado meu coração, eu sinto que está na hora de seguir em frente. Nossos fãs vem sendo incrivelmente apoiadores mas eles também estão crescendo. Eu quero que eles olhem para trás e vejam a série como algo especial e lindo. Eu não quero que eles fiquem entediados disso.

Mas sim, gravar o último episódio foi um sentimento agridoce que eu nunca tinha experienciado antes. Foi como estar apaixonado com alguém mas saber que tem que terminar para viver uma vida diferente. Dizer adeus te deixa mais consciente de quanto você os ama. Eu senti tudo devagar nas duas últimas semanas de filmagem. Eu me diverti mais, ri mais com as pessoas, chorei mais, diabos, eu provavelmente cheirei as coisas com mais precisão do que eu cheirei nos últimos 7 anos no set porque você sabe que a areia está terminando na ampulheta. Você quer levar cada pedacinho disso com você, mas não pode. Já foi embora.

Depois de interpretar Spencer por 7 temporadas, como você conseguiu crescer e desenvolver esse personagem à medida que a história se desenrolou?
Os escritores dessa série foram incríveis. Cada um deles me ajudou a construir Spencer de uma menina para uma mulher. Todos sabíamos que ela era uma personagem inteligente e divertida, mas sua vulnerabilidade, seus erros, sua lealdade, e acima de tudo sua habilidade de se dobrar mas nunca quebrar, isso foi algo que construímos juntos a cada episódio.

Acho que todos sentimos uma liberdade com ela conforme os anos foram se passando; levar os riscos ao máximo, e quando fazíamos isso me testava como atriz. Fazer a escolha juntos de deixar a Spencer parar no Radley, ou lutar com vícios, ou descobrir que ela foi adotada e eventualmente levar a Alex… Bom, eu tive que ir crescendo para cada ocasião como atriz. Spencer me ajudou a crescer e fortalecer minhas habilidades como atriz.

Queremos saber todos os seus segredos. Depois de passar tantos anos com esse elenco e equipe incrível, compartilhe conosco algumas das suas histórias favoritas dos bastidores.
Eu sei que para alguns isso não vai ser um segredo, mas sempre foi minha coisa favorita sobre os sets. Os quartos das meninas estavam todos conectados por um corredor. Eu amava assistir a série sabendo que cada vez que alguém entrasse no quarto da Emily pela esquerda, eles estavam vindo do quarto da Spencer e se eles continuassem indo eles acabariam no quarto da Hanna e o da Aria. Costumávamos usar essa vantagem nos episódios da Dollhouse, quando nossos “quartos” que A nos manteve eram todos próximos um do outro, conectados por um corredor de cimento.

Você recentemente terminou de filmar um filme de ficção científica, Clara. Não é apenas um grande desvio de seus trabalhos anteriores, mas você estrelou ele ao lado do seu marido, o ator Patrick J. Adams. Como foi essa experiência para você?
Foi uma explosão total. É uma alegria trabalhar com alguém que você conhece tão intimamente. As emoções nunca estão muito longe de alcance e você se sente confortável instantaneamente em uma cena. Também é um desafio da melhor maneira porque ele é incrivelmente talentoso. Trabalhar com ele sempre me deixa melhor porque ele segura sua mão no fogo, você não pode sair com nada menos que o melhor com ele.

Seu último projeto é um pouco mais pessoa, e você escreveu e estrelou nele. Nos conte um pouco sobre seu filme, Feed.
Eu estava há 3 anos na recuperação da anorexia e eu ainda tinha problemas descrevendo para as pessoas que lidar com um distúrbio alimentar é mais que apenas não querer comer. Doenças mentais são muito complicadas e na maior parte do tempo invisíveis. Se alguém está doente fisicamente você pode ver manifestações no exterior de sua doença ou machucado e oferecer ajuda para aliviar a dor ou trabalhar para restaurar a saúde. Sua perna está quebrada? Aqui está um gesso para ajudar a consertar o osso. Você está com febre? Fique na cama e beba muito líquido, etc. Mas uma doença mental? Não tem exame no cérebro que pode detectar um distúrbio alimentar, mas ainda sim é a doença mental que mais mata, recuperação é incrivelmente difícil e morte é tragicamente comum. Essa é uma doença que é extremamente dolorosa; ameaça a vida, mas às vezes pode aparecer externamente. Sim, às vezes as pessoas com distúrbios alimentares perdem peso de maneira drástica que você pode ver claramente elas pedindo ajuda, mas algumas pessoas lutando com essa doença podem parecer “saudáveis” do lado de fora e ter uma guerra rolando dentro deles mesmos. É horrível e além disso, também gera incompreensão e não é falado o suficiente.

Depois de ser hospitalizada e ver tantos homens e mulheres diferentes, jovens e velhos, que estavam lutando com um distúrbio alimentar e lidando com suas próprias experências e processos de recuperação eu percebi que eu não poderia contar todas as suas diferentes histórias. (Não sou uma escritora tão boa). Mas eu queria começar uma conversa sobre essa doença. Eu queria achar uma maneira de fazer alguém que nunca nem pensou sobre distúrbios alimentares, tivesse empatia com isso, mesmo que fosse por só uma hora e meia. Eu queria encorajar alguém que pode estar lutando silenciosamente a falar com seus amigos ou família e pedir ajuda. Eu queria que as pessoas soubessem que lutar contra essa doença é mais que querer estar magra. Afeta homens e mulheres, de todas as raças, todos os fundamentos socio-econômicos e religiões, porque é uma doença série, não apenas uma dieta ou uma escolha.

Então, eu pensei, que maneira melhor de tentar começar uma conversa do que um filme. Em um filme você pode usar a narrativa para colocar o público na mente do personagem. Se você conseguir colocar o público dentro da experiência da doença então talvez eu poderia inspirar empatia para aqueles que vivem com isso e gerar conscientização para a doença em si e também identificar os sinais. Então, eu escrevi, Feed. Eu sei, eu sei, é um pouco ambicioso e muito para um primeiro filme, mas estou orgulhosa dele. Não é perfeito de maneira alguma, mas eu espero que comece uma conversa e inspire as pessoas que podem estar lutando a encontrar ajuda.

O filme aprofunda os aspectos psicológicos e físicos da anorexia. Você já falou abertamente sobre sua experiência com a doença. Como foi se preparar para imergir a si mesma nesse papel?
Foi difícil. Honestamente, eu estava assustada porque me envolver com essa personagem significava me envolver com alguém que tem a doença. Eu trabalhei por muitos anos para me recuperar, e eu vou ser honesta, não é sempre fácil e ainda é uma jornada. Recuperação não é algo que você só consegue e então não precisa mais olhar para trás, é uma escolha constante. Então, dar as boas vindas com braços abertos para as compulsões, restrições e as vozes de volta na minha cabeça e coração, eu estava muito consciente do desafio e do risco. Felizmente, eu tenho uma família incrível, amável e apoiadora que estava lá para mim. Eu trabalhei de perto com uma nutricionista para perder peso e então, mais importantemente, colocá-lo de volta depois sob os olhares de um profissional médico. E acima de tudo eu trabalhei para ter certeza que estava fazendo esse filme pelas razões certas. Meu diretor, Tommy Bertelsen, que também é meu melhor amigo, foi maravilhoso. Ele teve certeza que eu soubesse que ele estaria ali por mim, não importava o que acontecesse. Ele disse, “Vá o mais longe que você precisa ou sente que pode ir, mas não coloque em risco sua saúde mental e física por isso. Eu vou caminhar com você até o limite disso, mas eu não vou deixar você voltar.”

Quais foram alguns dos aprendizados depois que o projeto estava completo?
Eu aprendi muito sobre o processo de contar uma história. Como tecer uma narrativa, quais coisas envolvem o público e quais coisas perdem o público. Eu aprendi sobre não ter o tempo ou o dinheiro para fazer as coisas da maneira que você imaginava na sua cabeça e os sacrifícios envolvidos em deixar isso pra trás. Essas foram as lições difíceis, mas essas são as lições de um primeiro filme. Você tem que experienciar essas falhas porque essas são as experiências que você leva com você para o próximo projeto. É como você cresce como artista… Eu espero!

Se você pudesse falar com alguém que estivesse sofrendo de distúrbios alimentares, quais palavras de apoio você daria?
Se você sentir que está sofrendo ou lutando de alguma maneira, por favor, peça ajuda. Fale com seus amigos, sua família, peça por ajuda e apoio. Tem recursos incríveis no site da National Eating Disorders Association (NEDA) que podem te apontar a direção de tratamento e ajuda. Você não precisa sofrer em silêncio, doenças mentais são sérias e merecem tratamento.

Você se tornou um modelo para jovens mulheres e homens ao redor do mundo. Como é ter uma fanbase tão incrível?
É esmagadoramente maravilhoso. Honestamente, eu luto muito com a questão de dignidade. Eu faço o suficiente para comunicar minha gratidão? Eu forneço apoio para as mulheres e homens que me acompanham com uma mensagem positiva e honesta? Eu quero continuar animando eles da mesma maneira que eles fazem por mim, então isso me mantém envolvida ativamente e crescendo constantemente dentro e fora da tela.

Pretty Little Liars é nosso melhor prazer culpado (ou nem tão culpado, para ser honesta). Qual o seu?
Eu sei, certo?! Eu luto com esse termo. Prazer culpado implica vergonha, e eu não quero que tenha vergonha de fazer ou assistir o que você ama. Quando eu conheço pessoas que dizem, “Sua série é meu prazer culpado.” Eu fico meio, “Porque, você está tendo um caso?” Se você gosta da série, ótimo! Se não, está tudo bem também! Mas, eu tenho orgulho das séries que eu assisto! Especialmente as sensacionais… Game Of Thrones, com certeza. Todos meus amigos se juntos para comer pizza e assistir.

Nos conte duas verdades e uma mentira.

  • Assistir TOWIE (ou The Only Way Is Essex) para trabalhar no sotaque da Alex Drake. É o primeiro e único reality show que eu assisti nos últimos 10 anos.

Verdade: Eu queria que Alex tivesse um sotaque de Essex e assistir essa série foi uma maneira fácil de ter isso no meu ouvido por horas. Eu odeio reality shows então eu nunca assisto, mas essa série é muito viciante!

  • Eu fiz o cálculo recentemente de quantas horas eu trabalhei no set de PLL e foi quase 7,000!

Mentira: Foi algo entre 9,500-10,000.. Louco né?

  • Eu estou escrevendo essa entrevista a uma altura de 35 mil pés.

Verdade: Estou voando sobre Denver, Colorado enquanto conversamos.

Fonte: The Laterals

Para ver as fotos do photoshoot em nossa galeria, clique nas miniaturas abaixo:

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16.06.2017

Troian comparece ao NEDA Gala

Na noite de ontem (15), Troian compareceu ao NEDA Gala (Associação Nacional dos Distúrbios Alimentares) em New York City para entregar um prêmio e fazer um pequeno discurso sobre saúde mental e como usar as redes sociais para ajudar quem precisa. Confira abaixo as fotos e vídeos do evento:

EVENTOS E APARIÇÕES | EVENTS E APPEARANCES > 2017 > 15/06 – NEDA GALA EM NEW YORK

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“Muito orgulhosa de apoiar e honrar o grande trabalho da NEDA (Associação Nacional dos Distúrbios Alimentares) e estar com eles enquanto encorajamos aqueles que lutam com as doenças mentais a procurar tratamento, apoio e ajuda.”

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31.05.2017

Divulgado trailer e poster de Feed

Hoje (31), foi divulgado o primeiro trailer e o poster oficial de Feed, filme que a Troian escreveu, produziu e estrelou ao lado do ator Tom Felton. O filme conta de uma maneira diferente, a batalha pessoal da Troian com a anorexia quando era mais jovem. Confira o trailer legendado abaixo e o poster em nossa galeria:

INICIO > FILMES/CURTAS > 2017 > FEED > POSTERS
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30.05.2017

“Eu realmente sinto que Pretty Little Liars foi o primeiro passo na minha carreira” Troian para a Interview Magazine

Troian foi entrevistada no mês passado pela Interview Magazine e fez uma pequena sessão de fotos para a revista. Na entrevista ela fala o que virá a seguir em sua carreira, o fim de PLL e seu filme Feed. Confira traduzido abaixo:

“Todos ficam me perguntando, ‘O que vem a seguir?'” diz Troian Bellisario no telefone. Ela está falando com sua amiga de longa data e diretora ocasional de PLL, Lesli Linka Glatter. “Eu realmente sinto que Pretty Little Liars foi o primeiro passo na minha carreira, minha base. A mesma coisa com seu novo filme Feed – é o primeiro passo não apenas no mundo do cinema para mim, mas como escritora. Agora eu só quero sentir que tem um momento a frente,” ela continua. “Acho que está na minha mão continuar a criar minhas próprias oportunidades.”

Criada em Los Angeles, Bellisario cresceu na indústria de filmes e televisão: seu pai é o escritor, diretor e produtor Donald P. Bellisario (NCIS; Quantum Leap; Magnum, P.I.) e sua mãe é a diretora, produtora e atriz aposentada Deborah Pratt. Desde que se formou na USC em 2009, Bellisario vem trabalhando constantemente. Pelos últimos sete anos, ela estrelou como Spencer Hastings na série Pretty Little Liars, que está na temporada final. Mais cedo nesse mês ela fez sua estreia como diretora na série, e em julho ela lançará Feed, o filme que ela escreveu, atuou e produziu baseado em sua experiência pessoal com um transtorno alimentar.

Lesli Linka Glatter: Olá, Troian. É ótimo ouvir sua voz.

Troian Bellisario: Olá. Onde você está agora?

Glatter: Estou em LA, no lote da Universal, acredite ou não. Estou no prédio do Johnny Carson. Foi aqui onde tive meu primeiro contrato, então é como voltar para os velhos tempos. Gravando somente fora de LA durante anos, é uma viagem estar de volta ao lote.

Bellisario: Parece menor do que você lembra?

Glatter: Não, não parece menor, mas eu lembro do meu choque e felicidade como uma dançarina moderna, coreógrafa vindo ao lote pela primeira vez. Eu ainda sinto a mágica de ser uma contadora de histórias, e eu amava isso, mas não tenho a mesma coisa de quando vim aqui pela primeira vez e vi as pessoas em fantasias no set – a casa do Norman Bates na colina, a rua de New York, a vila francesa. Apenas a ilha da fantasia de tudo isso. Uma das coisas que são incríveis para mim, Troian, é que nos conhecemos através da sua mãe

Bellisario: Sim.

Glatter: Não foi a reunião clássica em uma audição, foi um primeiro encontro pessoal. Você era muito nova. Sua mãe, Deborah Pratt, e eu nos conhecemos enquanto eu dava aula no American Film Institute – um workshop de diretores para mulheres. Deborah foi uma das mulheres nesse programa e imediatamente nos conectamos. Eu pude trabalhar com sua família e imediatamente quando te conheci, pensei, “Quem é essa pessoa nova e incrível?” Isso continuou até que eu pudesse te conhecer.

Bellisario: Eu lembro de ir a sua casa e passar um tempo com o Nick.

Glatter: Com o Nick, meu filho, e seu irmão, Nick. Os dois Nicks.

Bellisario: Os dois Nicks. Eu lembro de estar feliz com o trabalho que você estava fazendo. Quando descobri que você estaria na sala em uma das chamadas de Pretty Little Liars, eu lembro de ter uma conversa com você dizendo, “Eu nunca fiz isso.” Eu cresci correndo pelos estúdios da Universal, mas fazer audições para pilotos foi algo totalmente novo. Eu nunca vou esquecer a conversa que tivemos sobre o que esse trabalho significaria, o que implicaria se fizéssemos o piloto, e o que você viu que seria história.

Glatter: A coisa que foi irônica sobre tudo isso é que Marlene King, que criou Pretty Little Liars, e eu fizemos um filme juntas. Now and Then de 1995. Ela escreveu, eu dirigi, e tivemos uma ótima experiência juntas. Quando ela me enviou Pretty Little Liars, eu pensei, “Isso é ótimo o suficiente e eu estava realmente interessada em fazer, e ainda sim era sobre as emoções reais e tem mistério.” Eu não sabia, mas eles já haviam lido você, e eu fui até a fita e lá estava você. Você estava na USC e tinha feito toda a preparação de ator para o teatro, então você era uma atriz treinada. Eu fiquei espantada com a profundidade do seu trabalho. É realmente excitante ver você se desenvolver, agora se tornando uma escritora e diretora.

Bellisario: Obrigada. Eu sei que você me contou a história antes, mas é fascinante para mim. Você pode me contar sobre o momento exato que você trocou uma carreira de sucesso como dançarina para uma maneira totalmente diferente de contar histórias?

Glatter: Sim, é uma história louca. Eu era uma dançarina moderna e coreógrafa, e eu passei seis anos em Paris e Londres. Então eu ensinei muito, coreografei e me apresentei no Far East. Eu estava no Japão, em Shinuya (Tókio) e eu queria um copo de café. Tinham duas cafeterias – uma na direita e uma na esquerda – e eu arbitrariamente escolhi a da direita, e minha vida mudou para sempre. Naquela cafeteria tinha um japonês de 70 anos. Havia apenas uma cadeira sobrando – e era na mesa dele. Ele acenou para mim e eu sentei com ele, e eu não deixei a cafeteria pelas próximas seis horas. Ele falava 12 idiomas e tinha sido o correspondente da guerra e tinha literalmente trabalhado pelo mundo todo. Ele foi um monge budista, ele cuidou dos negócios do jornal The Asahi Shimbum na épica. Ele se tornou meu pai japonês e eventualmente me contou uma série de histórias que era extraordinárias e profundas. Tudo isso aconteceu na véspera de Natal, mesmo que ele fosse budista, durante as diferentes guerras, e fosse todo sobre a conexão humana. Quando ele me contou essas histórias, eu sabia que tinha que passá-las adiante e eu sabia que não era na dança. Se eu não tivesse entrado naquela cafeteria, eu ainda seria uma coreógrafa.

Bellisairio: Eram essas histórias sobre a dança?

Glatter: Não eram na média? Eu senti que eu precisava contar a história narrativa. A dança entra dentro do subconsciente e a história por baixo, mas não te diz a narrativa literal. Funciona de maneira diferente, em um nível diferente. Eu senti que tinha recebido essas histórias por uma razão, e é por isso que se tornou meu primeiro filme. Eu fiz tudo que eu fui dita para não fazer se eu quisesse um trabalho em Hollywood: o filme foi três quartos em japonês, tinha flashbacks, narração, uma parte na segunda guerra e teve um personagem branco nele. Mas eu não liguei porque eu queria contar aquela história em particular. Eu sei que sua escrita vem de um lugar lindo e profundo. E como atriz, você está sempre explorando, mas é realmente fascinante para mim que você fez a escolha de estar no banco do motorista. Me conte sobre isso e no que você está trabalhando.

Bellisario: Eu acho que isso são as raízes dos meus pais me falando que se tem uma história que você sente vontade de compartilhar, então você é responsável para fazer isso. Você não pode pedir para alguém pegar uma parte nessa história – ou você pode, mas você terá que lidar com qualquer erro que aconteça. Se a história não termina sendo contada da maneira que você originalmente ouviu ou que você sente que precisa ser expressada, está com você. Antes de entrar para PLL, eu me formei e consegui um emprego no Geffen [Um teatro em LA] para fazer a produção de uma peça chamada Equivocation.

Glatter: Você era a protagonista na peça, certo?

Bellisario: Eu era a única mulher nela – tinham outro quatro caras – e eu era definitivamente a mais nova. Eu estava em um intenso primeiro emprego e eu sabia que ficaria tão nervosa que eu não poderia sair e fazer audição para outras coisas. Tinha esse vazio em mim que eu queria, não encher, mas ocupar. Eu senti que tinha uma história em mim que não tinha sido contada, e era uma história muito pessoal e veio de um ponto da minha vida quando eu senti que tinha experienciado algo, e até hoje, eu não conseguia fazer ninguém entender – mesmo as pessoas que eu amo, mesmo meu namorado ou minha mãe ou meu pai – em como o que eu experienciei foi para mim. Era sobre um distúrbio alimentar, eu descobri que tinham tantas pessoas que pensavam que estavam perdendo peso e sendo magras, e eu não conseguia fazê-los entender que era sobre controle em um nível muito, muito literal. Então eu pensei, “Se eu posso contar uma história que ponha o público em uma posição de fazer uma escolha semelhante a escolha que eu fiz em minha vida, talvez eu consiga que eles se simpatize.

Glatter: Tantas pessoas esperam e não tomam as medidas ativas para ir criar algo; elas serão mais reativas. O fato de você ter dado esse passo, além de ser uma atriz no trabalho de outras pessoas, eu acho que é um balanço incrível para acertar em sua carreira de contadora de histórias. As pessoas entenderam? – sua família e namorado e as pessoas ao seu redor? Eu lembro de ler o script e pensar, “Isso é realmente poderoso e pessoal e muito emocionante.”

Bellisario: Obrigada. Eles me apoiaram muito. Eles ficaram com muito medo, o que eu entendo totalmente. Eles passaram por muita coisas me assistindo e se sentindo impotentes. E eu estava dizendo, “Hey gente, eu sei que eu passei por muita terapia e muitos corações partidos para me deixar forte o suficiente para viver sem essa coisas, mas na verdade eu vou fazer um filme onde eu volto e me envolvo completamente com isso.” Não foi fácil; foi como me envolver com um vício. Uma das coisas que eu queria que o filme explorasse era que uma vez que você tem esse relacionamento, quando você tem esse problema mental ou essa doença, ela nunca vai embora. Suas sinapses são conectadas de uma maneira que você vai sempre sentir essa compulsão, mas você vai crescendo e criando uma vida mais saudável e passa por muita terapia, você tende a se sentir mais capacitada quando se trata de fazer escolhas. Meus caminhos neurais estavam sempre ligados a doença, então quando eu me envolvi com o filme, foi como cutucar um dragão adormecido. Foi incrível para mim perceber, “Oh Deus, isso tudo só está embaixo da superfície. Eu fiquei muito boa em ignorar ou escolher não me envolver com isso.” Mas é incrível que você pode ter essa grande ameaça de vida sendo uma parte de você e ainda viver dentro de você, e quase domá-la de uma maneira estranha.

Glatter: Certo. E fazendo isso, capacitando outros homens e mulheres que tem os mesmos problemas e poder ver isso de outra maneira.

Bellisario: É isso que eu espero, e é por isso que, para mim, tinha que ser um filme. Não poderia ser um documentário sobre minha experiência, não poderia ser só eu contando os detalhes da minha história, tinha que ser uma narrativa que não era sobre mim.

Glatter: Quando você era uma criança crescendo com pais nos filmes e televisão, foi algo que você fanatizou para fazer? Era um mundo que você queria fazer parte?

Bellisario: Sim. Era um mundo que eu sabia e que eu via ambos pai e mãe tão apaixonados e engajados. Crescer no set, eu senti que tinha um microcosmo que eu sempre estaria. Eu não sabia se eu estaria em uma vila de vídeo com você ou minha mãe ou meu pai, ou se eu estaria na sala dos escritores, ou se eu estaria na sala de figurino ou de set ou maquiagem ou cabelo, mas era o mundo que eu conhecia muito bem. Mesmo quando fiquei mais velha, eu comecei a descobrir que os trabalhos que eu queria estavam todos conectados com uma história. Por um tempo, eu fiquei meio, “Eu quero ser uma paleontóliga,” e eu percebi que era porque eu tinha visto Jurassic Park. Então ficava, “Eu quero ser uma patologista criminal,” porque eu tinha assistido O Silêncio dos Inocentes. Eu percebi, com esses empregos diferentes, que eu tinha me conectado com a história deles. Eu queria habitar não apenas um mundo, mas muitos mundos diferentes.

Glatter: Isso é muito interessante. Eu queria ser uma astronauta, então cá entre nós, teríamos abordado muitos campos lá. Mas é interessante que contar histórias é o que nos linkou a tudo isso, e quando você chega ao núcleo, é o que você queria fazer, em qualquer lugar que o negócio te leve.

Bellisario: Vem sendo uma mudança interessante para mim, e Pretty Little Liars realmente apoiou isso, pular de atriz para escritora e diretora. Embora eu tenha escrito Feed antes de conseguir o papel da Spencer, eu não produzi nada ou escrevi nada que foi feito imediatamente até eu estar no set de PLL e me encontrar frustrada. Eu me encontrei tentando comunicar algo em uma cena, e alguém tinha o ponto de vista realista, e eles falavam, “Será que você pode só dizer a fala? Vamos seguir em frente porque temos que conseguir isso.” Eu estava tão indignada e frustrada, e aí percebi, “Não, Troian, seu trabalho é estar aqui e falar essa fala. Se você quer realização criativa ou contar uma história [particular], você precisa fazer disso seu emprego e criar a oportunidade para você mesma.” E nessa virada na primeira temporada de PLL, eu escrevi meu primeiro curta metragem. Então eu marchei para o escritório da produtora de PLL, Lisa Cochran e disse, “Como você produz um curta metragem?” E ela – maravilhosa como é – sentou comigo e disse, “É assim que você produz algo.” Então eu fui até o Richard do transporte e disse, “Como eu consigo um carro? Eu preciso de um trailer.” E eu acabei usando PLL como minha escola para escrever e produzir, e eventualmente para dirigir.

Glatter: Isso é fantástico. Como foi dirigir PLL? Obviamente é uma série que você está há muito tempo, como foi a experiência?

Bellisario: Acho que é muito semelhante a você; toda vez que você volta e dirige um episódio, ou mesmo quando você está no estúdio e passa por nós, é como um retorno para casa. Há uma família lá. Embora eu tenha recebido as rédeas, eu me senti honestamente meio, “Gente, vamos levar essa festa no ônibus e pegar a estrada juntos. Vamos fazer o filme caseiro mais divertido de todos.” Foi como eu me senti depois de sete anos vivendo nesses sets e trabalhando com essa equipe – eu senti que estávamos juntando a família e fazendo algo que era só nosso. Você também sabe do que as pessoas são capazes e o que elas passaram, não apenas em suas vidas, mas artisticamente. Eu senti que tiveram muitos momentos, porque quando eu estava na posição de diretora, onde pude olhar para Lucy Hale e dizer, “Eu sei que você vem querendo explorar esse aspecto da sua personagem por sete anos, e eu quero que você foque nisso nesse take.” Então pude vê-la como uma artista, ir e fazer aquilo. Eu senti um tipo diferente de acesso. Eu imagino que é o mesmo para você em Homeland.

Glatter: Sim, é muito íntimo e eu sou muito sortuda de trabalhar com Claire Danes, que é uma das atrizes mais destemidas que já estive e também um ser humano incrível que felizmente não se parece nada com sua personagem. Tem algo mais que você quer de um diretor agora que você já esteve dos dois lados da câmera?

Bellisario: Eu acho que agora quando eu vou me encontrar com um diretor, a coisa que eu mais me interesso é a voz deles. Quero dizer, visualmente também como a maneira que eles contam a história ou a maneira que eles trabalham comigo como atriz. Agora que eu aprendi a fazer uma lista de gravações e aprendi a cobrir uma cena, não é só reinventar a roda, mas você precisa ter um ponto de vista. Eu quero alguém que tem uma visão dessa história, que quer contar no seu ritmo, esse ritmo, essa cor.

Confira as fotos da sessão de fotos clicando nas miniaturas abaixo:

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Fonte: Interview Magazine

09.05.2017

[Fotos+Entrevista Traduzida] Troian para a Coveteur

Durante sua passagem em NY para a inauguração da nova loja da Rituals, Troian concedeu uma entrevista para a Coveteur, onde falou sobre rotina de beleza, o fim de PLL e mais. Confira abaixo traduzido:

Não é fácil conseguir uma pele invejável e suave e – isso sabemos. Mas Troian Bellisario de alguma forma conseguiu fazer o impossível. Se você sabe alguma coisa sobre estar na frente de várias lâmpadas de flash e TVs 4K, é necessário mais que uma camada comum de maquiagem e a necessidade de uma pele saudável vem com o trabalho. E por isso quando encontramos a atriz na loja da Rituals, e ela parecia tão impecável ao vivo como ela parece na tela, nós imediatamente queríamos saber tudo. Ela estava lavando o rosto com mais do que um limpador (estamos fazendo tudo errado?)? Qual era sua rotina diária e noturna? Felizmente, ela respondeu nosso incessante questionamento, nos levando ao seu dia-a-dia, e também como ela está lidando com estas últimas semanas de PLL.

Porque ela não lava seu rosto de manhã:

“Eu li que quando você dorme, muitos dos bons e naturais óleos saem da sua pele, e você não quer acordar e lavá-los imediatamente, porque sua pele vai ficar muito seca. Então quando eu acordo de manhã, eu literalmente respingo água fria no meu rosto e coloco um hidratante com protetor solar. Então, vou para o trabalho e eu não tenho dormido bem, eu uso os Skyn Eye Pads, para acalmar meus olhos, mas geralmente, é um hidratante, um creme, e estou pronta. As manhãs são muito fáceis.”

O truque para a noite que ela usa desde que tinha 16 anos:

“Se eu estava trabalhando no dia, de noite eu uso um limpador de maquiagem para tirar a maquiagem e tento usar máscara. Às vezes, eu faço uma máscara de carvão, então eu lavo e faço uma máscara hidratante ou uma exfoliante. Geralmente, eu coloco um óleo para dormir e creme para os olhos. Minha mãe colocou isso em mim – acho que ela me fez começar a usar creme para os olhos quando eu tinha 16 anos. Se você usa quando não precisa, se torna um hábito e vai ficar sempre hidratado.”

Seu produto favorito da Rituals:

“A espuma de banho é incrível. Eu sinto que eu sou uma criança de novo porque quando você coloca, assim que entra em contato com qualquer umidade, se transforma nessa espuma bonita que tem um cheiro muito bom. Eu também aprendi que você pode se depilar com ela. Então é uma lavagem corporal, creme depilatório e é bom porque não seca sua pele.”

A parte de sua rotina de beleza que não mudou ao longo dos anos:

“Eu diria que definitivamente é o creme para olhos… E minha incapacidade de tirar toda minha maquiagem. Por mais que eu diga que eu tiro, eu vou pra PLL e a Rebecca [maquiadora da série], me diz, ‘Você ainda tem delineador.’ E eu fico, como?! Como perdi isso?! Eu não entendo. Então ela passa cinco minutos tirando minha maquiagem.”

Seu truque para tirar excesso de maquiagem nos olhos:

“Cotonete! Que também, descobrimos que não é para ser usado no ouvido. Eu sei que isso acontece, e eu sei porque eu estava em um banheiro e eu tenho certeza que ouvi Jessica Alba falando sobre isso com alguém. Ela falava, ‘Você ouviu que eles não estão legalmente autorizados a te dizer para colocar cotonetes em seu ouvido, porque você não deveria por?’ Então, cotonetes são apenas para tirar maquiagem dos olhos… Em Troian Bellisario.”

A parte de sua rotina de belez que mudou com os anos:

“Quando eu era adolescente, eu lavava meu rosto o tempo todo. E é claro, minha pele surtou. Então eu estava aprendendo coisas que se você lavar seu rosto antes de dormir, e estiver hidratado, certifique-se de tirar o excesso de óleos com uma toalha morna. Não atacar minha pele, as para deixar passar o que precisa.”

Como é o sentimento de PLL estar chegando ao fim:

“É definitivamente estranho. Eu ia assistir todos os episódios e twittar ao vivo, e então eu descobri, na verdade, que twittar era difícil porque eu queria assistir o episódio. Depois disso, só terão mais sete episódios, e depois seis, e aí cinco. Por mais que eu ame falar com os fãs, eu prefiro pegar o tempo para experienciar enquanto chega ao fim. Estou tentando tirar um dia de cada vez e estar presente para o fechamento desse capítulo, porque minha mente só quer pular para a finale. Eu quero sair e falar com os fãs sobre – ‘O que você achou? Você esperava?’ Blá, blá, blá. E eu realmente não quero fazer isso, respirar e aproveitar o momento na minha vida.”

Sobre a luta de estar presente:

“É muito difícil estar presente, especialmente com esses computadores que carregamos em nossas mãos. Eu sei que somos muito bons em multitarefa, mas agora multitarefa está em outro nível. Você tem que ter oito diferentes conversas ao mesmo tempo, enquanto posta sua vida e o último burrito que você comeu, e também comprar roupas online e trabalhar com essa ótima fundação que está fazendo isso. Quando você tem um computador em seu bolso, você deveria ser capaz de fazer todas essas coisas. Mas mentalmente, eu não acho que alcançamos os poderes dos computadores.”

Fonte: Coveteur

Troian também fez uma sessão de fotos para essa entrevista, confira em nossa galeria nas miniaturas abaixo:

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Publicado por   |   Armazenada em: Beleza, Entrevistas, Galeria, Photoshoot
05.05.2017

Troian comparece na inauguração da loja Rituals em NYC

Na tarde de ontem, Troian esteve na abertura da nova loja da Rituals, que aconteceu em New York City. Ela fez uma sessão de Meet & Greet com 50 fãs e depois foi para uma estação de NY para uma sessão de Yoga. Confira abaixo as fotos do evento em HQ em nossa galeria:

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Troian também fez uma live no Facebook oficial da Rituals, confira abaixo legendada pela nossa equipe: