Sabrina Carpenter Brasil

Sejam bem-vindos ao Troian Bellisario Brasil! A sua primeira, maior e melhor fonte brasileira sobre a atriz Troian Bellisario no Brasil, conhecida pelo seu papel na série "Pretty Little Liars" como Spencer Hastings. Navegue pelos menus acima e sinta-se em casa!
19.06.2017

Lifetime faz esforço para “Sister Cities” ganhar indicação ao Emmy

O site Gold Derby fez uma matéria falando que o canal Lifetime está em uma campanha gigante para conseguir uma indicação para o telefilme “Sister Cities” no Emmy 2017. Confira a matéria traduzida abaixo:

À medida que a votação do Emmy esquenta essa semana, o Lifetime está montando uma campanha forte para “Sister Cities“, um telefilme que parece muito com o que ganhou a indicação para Minnie Driver (“Return to Zero”) para melhor atriz em 2014. Isso porque ambos trabalhos tem uma sensibilidade emocional parecida trazida à tela pelo mesmo diretor (Sean Hanish).

Seu último drama envolve quatro irmãs de pais diferentes que foram nomeadas por sua mãe após os locais onde nasceram. Em “Sister Cities“, elas são convocadas de volta a casa após o suicídio aparente da mãe, mas há algo errado. Detalhes de sua morte são estranhos, incluindo uma carta de suicídio, que pode não estar na caligrafia da mãe. E as irmãs tem problemas para processar a perda da mãe psicologicamente porque há muita fricção persistente entre elas desde a infância: rancores antigos, sonhos arruinados, corações feridos.

Lifetime entrou na premiação para melhor filme para TV várias vezes nos últimos anos com “Grace Of Monaco” (2015), “Trip to Bountiful” (2014) e “Georgia O’Keeffe” (2010). Hoje enfrente uma grande competição, mas “Sister Cities” também está concorrendo por duas performances excepcionais: Jess Weixler como a filha que se mudou para a casa para cuidar da mãe nos seus piores dias e Jacki Weaver como a condenada matriarca, que aparece durante toda a história em flashbacks. Ambas atrizes projetam uma vulnerabilidade que faz seus papéis ricos, convincentes e dignos de percepção do Emmy. Weaver recebe um impulso por ter sido nomeada duas vezes no Oscar. “Silver Lining Playbook” (2012) e “Animal Kingdom” (2010).

Fonte: Gold Derby

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30.05.2017

“Eu realmente sinto que Pretty Little Liars foi o primeiro passo na minha carreira” Troian para a Interview Magazine

Troian foi entrevistada no mês passado pela Interview Magazine e fez uma pequena sessão de fotos para a revista. Na entrevista ela fala o que virá a seguir em sua carreira, o fim de PLL e seu filme Feed. Confira traduzido abaixo:

“Todos ficam me perguntando, ‘O que vem a seguir?'” diz Troian Bellisario no telefone. Ela está falando com sua amiga de longa data e diretora ocasional de PLL, Lesli Linka Glatter. “Eu realmente sinto que Pretty Little Liars foi o primeiro passo na minha carreira, minha base. A mesma coisa com seu novo filme Feed – é o primeiro passo não apenas no mundo do cinema para mim, mas como escritora. Agora eu só quero sentir que tem um momento a frente,” ela continua. “Acho que está na minha mão continuar a criar minhas próprias oportunidades.”

Criada em Los Angeles, Bellisario cresceu na indústria de filmes e televisão: seu pai é o escritor, diretor e produtor Donald P. Bellisario (NCIS; Quantum Leap; Magnum, P.I.) e sua mãe é a diretora, produtora e atriz aposentada Deborah Pratt. Desde que se formou na USC em 2009, Bellisario vem trabalhando constantemente. Pelos últimos sete anos, ela estrelou como Spencer Hastings na série Pretty Little Liars, que está na temporada final. Mais cedo nesse mês ela fez sua estreia como diretora na série, e em julho ela lançará Feed, o filme que ela escreveu, atuou e produziu baseado em sua experiência pessoal com um transtorno alimentar.

Lesli Linka Glatter: Olá, Troian. É ótimo ouvir sua voz.

Troian Bellisario: Olá. Onde você está agora?

Glatter: Estou em LA, no lote da Universal, acredite ou não. Estou no prédio do Johnny Carson. Foi aqui onde tive meu primeiro contrato, então é como voltar para os velhos tempos. Gravando somente fora de LA durante anos, é uma viagem estar de volta ao lote.

Bellisario: Parece menor do que você lembra?

Glatter: Não, não parece menor, mas eu lembro do meu choque e felicidade como uma dançarina moderna, coreógrafa vindo ao lote pela primeira vez. Eu ainda sinto a mágica de ser uma contadora de histórias, e eu amava isso, mas não tenho a mesma coisa de quando vim aqui pela primeira vez e vi as pessoas em fantasias no set – a casa do Norman Bates na colina, a rua de New York, a vila francesa. Apenas a ilha da fantasia de tudo isso. Uma das coisas que são incríveis para mim, Troian, é que nos conhecemos através da sua mãe

Bellisario: Sim.

Glatter: Não foi a reunião clássica em uma audição, foi um primeiro encontro pessoal. Você era muito nova. Sua mãe, Deborah Pratt, e eu nos conhecemos enquanto eu dava aula no American Film Institute – um workshop de diretores para mulheres. Deborah foi uma das mulheres nesse programa e imediatamente nos conectamos. Eu pude trabalhar com sua família e imediatamente quando te conheci, pensei, “Quem é essa pessoa nova e incrível?” Isso continuou até que eu pudesse te conhecer.

Bellisario: Eu lembro de ir a sua casa e passar um tempo com o Nick.

Glatter: Com o Nick, meu filho, e seu irmão, Nick. Os dois Nicks.

Bellisario: Os dois Nicks. Eu lembro de estar feliz com o trabalho que você estava fazendo. Quando descobri que você estaria na sala em uma das chamadas de Pretty Little Liars, eu lembro de ter uma conversa com você dizendo, “Eu nunca fiz isso.” Eu cresci correndo pelos estúdios da Universal, mas fazer audições para pilotos foi algo totalmente novo. Eu nunca vou esquecer a conversa que tivemos sobre o que esse trabalho significaria, o que implicaria se fizéssemos o piloto, e o que você viu que seria história.

Glatter: A coisa que foi irônica sobre tudo isso é que Marlene King, que criou Pretty Little Liars, e eu fizemos um filme juntas. Now and Then de 1995. Ela escreveu, eu dirigi, e tivemos uma ótima experiência juntas. Quando ela me enviou Pretty Little Liars, eu pensei, “Isso é ótimo o suficiente e eu estava realmente interessada em fazer, e ainda sim era sobre as emoções reais e tem mistério.” Eu não sabia, mas eles já haviam lido você, e eu fui até a fita e lá estava você. Você estava na USC e tinha feito toda a preparação de ator para o teatro, então você era uma atriz treinada. Eu fiquei espantada com a profundidade do seu trabalho. É realmente excitante ver você se desenvolver, agora se tornando uma escritora e diretora.

Bellisario: Obrigada. Eu sei que você me contou a história antes, mas é fascinante para mim. Você pode me contar sobre o momento exato que você trocou uma carreira de sucesso como dançarina para uma maneira totalmente diferente de contar histórias?

Glatter: Sim, é uma história louca. Eu era uma dançarina moderna e coreógrafa, e eu passei seis anos em Paris e Londres. Então eu ensinei muito, coreografei e me apresentei no Far East. Eu estava no Japão, em Shinuya (Tókio) e eu queria um copo de café. Tinham duas cafeterias – uma na direita e uma na esquerda – e eu arbitrariamente escolhi a da direita, e minha vida mudou para sempre. Naquela cafeteria tinha um japonês de 70 anos. Havia apenas uma cadeira sobrando – e era na mesa dele. Ele acenou para mim e eu sentei com ele, e eu não deixei a cafeteria pelas próximas seis horas. Ele falava 12 idiomas e tinha sido o correspondente da guerra e tinha literalmente trabalhado pelo mundo todo. Ele foi um monge budista, ele cuidou dos negócios do jornal The Asahi Shimbum na épica. Ele se tornou meu pai japonês e eventualmente me contou uma série de histórias que era extraordinárias e profundas. Tudo isso aconteceu na véspera de Natal, mesmo que ele fosse budista, durante as diferentes guerras, e fosse todo sobre a conexão humana. Quando ele me contou essas histórias, eu sabia que tinha que passá-las adiante e eu sabia que não era na dança. Se eu não tivesse entrado naquela cafeteria, eu ainda seria uma coreógrafa.

Bellisairio: Eram essas histórias sobre a dança?

Glatter: Não eram na média? Eu senti que eu precisava contar a história narrativa. A dança entra dentro do subconsciente e a história por baixo, mas não te diz a narrativa literal. Funciona de maneira diferente, em um nível diferente. Eu senti que tinha recebido essas histórias por uma razão, e é por isso que se tornou meu primeiro filme. Eu fiz tudo que eu fui dita para não fazer se eu quisesse um trabalho em Hollywood: o filme foi três quartos em japonês, tinha flashbacks, narração, uma parte na segunda guerra e teve um personagem branco nele. Mas eu não liguei porque eu queria contar aquela história em particular. Eu sei que sua escrita vem de um lugar lindo e profundo. E como atriz, você está sempre explorando, mas é realmente fascinante para mim que você fez a escolha de estar no banco do motorista. Me conte sobre isso e no que você está trabalhando.

Bellisario: Eu acho que isso são as raízes dos meus pais me falando que se tem uma história que você sente vontade de compartilhar, então você é responsável para fazer isso. Você não pode pedir para alguém pegar uma parte nessa história – ou você pode, mas você terá que lidar com qualquer erro que aconteça. Se a história não termina sendo contada da maneira que você originalmente ouviu ou que você sente que precisa ser expressada, está com você. Antes de entrar para PLL, eu me formei e consegui um emprego no Geffen [Um teatro em LA] para fazer a produção de uma peça chamada Equivocation.

Glatter: Você era a protagonista na peça, certo?

Bellisario: Eu era a única mulher nela – tinham outro quatro caras – e eu era definitivamente a mais nova. Eu estava em um intenso primeiro emprego e eu sabia que ficaria tão nervosa que eu não poderia sair e fazer audição para outras coisas. Tinha esse vazio em mim que eu queria, não encher, mas ocupar. Eu senti que tinha uma história em mim que não tinha sido contada, e era uma história muito pessoal e veio de um ponto da minha vida quando eu senti que tinha experienciado algo, e até hoje, eu não conseguia fazer ninguém entender – mesmo as pessoas que eu amo, mesmo meu namorado ou minha mãe ou meu pai – em como o que eu experienciei foi para mim. Era sobre um distúrbio alimentar, eu descobri que tinham tantas pessoas que pensavam que estavam perdendo peso e sendo magras, e eu não conseguia fazê-los entender que era sobre controle em um nível muito, muito literal. Então eu pensei, “Se eu posso contar uma história que ponha o público em uma posição de fazer uma escolha semelhante a escolha que eu fiz em minha vida, talvez eu consiga que eles se simpatize.

Glatter: Tantas pessoas esperam e não tomam as medidas ativas para ir criar algo; elas serão mais reativas. O fato de você ter dado esse passo, além de ser uma atriz no trabalho de outras pessoas, eu acho que é um balanço incrível para acertar em sua carreira de contadora de histórias. As pessoas entenderam? – sua família e namorado e as pessoas ao seu redor? Eu lembro de ler o script e pensar, “Isso é realmente poderoso e pessoal e muito emocionante.”

Bellisario: Obrigada. Eles me apoiaram muito. Eles ficaram com muito medo, o que eu entendo totalmente. Eles passaram por muita coisas me assistindo e se sentindo impotentes. E eu estava dizendo, “Hey gente, eu sei que eu passei por muita terapia e muitos corações partidos para me deixar forte o suficiente para viver sem essa coisas, mas na verdade eu vou fazer um filme onde eu volto e me envolvo completamente com isso.” Não foi fácil; foi como me envolver com um vício. Uma das coisas que eu queria que o filme explorasse era que uma vez que você tem esse relacionamento, quando você tem esse problema mental ou essa doença, ela nunca vai embora. Suas sinapses são conectadas de uma maneira que você vai sempre sentir essa compulsão, mas você vai crescendo e criando uma vida mais saudável e passa por muita terapia, você tende a se sentir mais capacitada quando se trata de fazer escolhas. Meus caminhos neurais estavam sempre ligados a doença, então quando eu me envolvi com o filme, foi como cutucar um dragão adormecido. Foi incrível para mim perceber, “Oh Deus, isso tudo só está embaixo da superfície. Eu fiquei muito boa em ignorar ou escolher não me envolver com isso.” Mas é incrível que você pode ter essa grande ameaça de vida sendo uma parte de você e ainda viver dentro de você, e quase domá-la de uma maneira estranha.

Glatter: Certo. E fazendo isso, capacitando outros homens e mulheres que tem os mesmos problemas e poder ver isso de outra maneira.

Bellisario: É isso que eu espero, e é por isso que, para mim, tinha que ser um filme. Não poderia ser um documentário sobre minha experiência, não poderia ser só eu contando os detalhes da minha história, tinha que ser uma narrativa que não era sobre mim.

Glatter: Quando você era uma criança crescendo com pais nos filmes e televisão, foi algo que você fanatizou para fazer? Era um mundo que você queria fazer parte?

Bellisario: Sim. Era um mundo que eu sabia e que eu via ambos pai e mãe tão apaixonados e engajados. Crescer no set, eu senti que tinha um microcosmo que eu sempre estaria. Eu não sabia se eu estaria em uma vila de vídeo com você ou minha mãe ou meu pai, ou se eu estaria na sala dos escritores, ou se eu estaria na sala de figurino ou de set ou maquiagem ou cabelo, mas era o mundo que eu conhecia muito bem. Mesmo quando fiquei mais velha, eu comecei a descobrir que os trabalhos que eu queria estavam todos conectados com uma história. Por um tempo, eu fiquei meio, “Eu quero ser uma paleontóliga,” e eu percebi que era porque eu tinha visto Jurassic Park. Então ficava, “Eu quero ser uma patologista criminal,” porque eu tinha assistido O Silêncio dos Inocentes. Eu percebi, com esses empregos diferentes, que eu tinha me conectado com a história deles. Eu queria habitar não apenas um mundo, mas muitos mundos diferentes.

Glatter: Isso é muito interessante. Eu queria ser uma astronauta, então cá entre nós, teríamos abordado muitos campos lá. Mas é interessante que contar histórias é o que nos linkou a tudo isso, e quando você chega ao núcleo, é o que você queria fazer, em qualquer lugar que o negócio te leve.

Bellisario: Vem sendo uma mudança interessante para mim, e Pretty Little Liars realmente apoiou isso, pular de atriz para escritora e diretora. Embora eu tenha escrito Feed antes de conseguir o papel da Spencer, eu não produzi nada ou escrevi nada que foi feito imediatamente até eu estar no set de PLL e me encontrar frustrada. Eu me encontrei tentando comunicar algo em uma cena, e alguém tinha o ponto de vista realista, e eles falavam, “Será que você pode só dizer a fala? Vamos seguir em frente porque temos que conseguir isso.” Eu estava tão indignada e frustrada, e aí percebi, “Não, Troian, seu trabalho é estar aqui e falar essa fala. Se você quer realização criativa ou contar uma história [particular], você precisa fazer disso seu emprego e criar a oportunidade para você mesma.” E nessa virada na primeira temporada de PLL, eu escrevi meu primeiro curta metragem. Então eu marchei para o escritório da produtora de PLL, Lisa Cochran e disse, “Como você produz um curta metragem?” E ela – maravilhosa como é – sentou comigo e disse, “É assim que você produz algo.” Então eu fui até o Richard do transporte e disse, “Como eu consigo um carro? Eu preciso de um trailer.” E eu acabei usando PLL como minha escola para escrever e produzir, e eventualmente para dirigir.

Glatter: Isso é fantástico. Como foi dirigir PLL? Obviamente é uma série que você está há muito tempo, como foi a experiência?

Bellisario: Acho que é muito semelhante a você; toda vez que você volta e dirige um episódio, ou mesmo quando você está no estúdio e passa por nós, é como um retorno para casa. Há uma família lá. Embora eu tenha recebido as rédeas, eu me senti honestamente meio, “Gente, vamos levar essa festa no ônibus e pegar a estrada juntos. Vamos fazer o filme caseiro mais divertido de todos.” Foi como eu me senti depois de sete anos vivendo nesses sets e trabalhando com essa equipe – eu senti que estávamos juntando a família e fazendo algo que era só nosso. Você também sabe do que as pessoas são capazes e o que elas passaram, não apenas em suas vidas, mas artisticamente. Eu senti que tiveram muitos momentos, porque quando eu estava na posição de diretora, onde pude olhar para Lucy Hale e dizer, “Eu sei que você vem querendo explorar esse aspecto da sua personagem por sete anos, e eu quero que você foque nisso nesse take.” Então pude vê-la como uma artista, ir e fazer aquilo. Eu senti um tipo diferente de acesso. Eu imagino que é o mesmo para você em Homeland.

Glatter: Sim, é muito íntimo e eu sou muito sortuda de trabalhar com Claire Danes, que é uma das atrizes mais destemidas que já estive e também um ser humano incrível que felizmente não se parece nada com sua personagem. Tem algo mais que você quer de um diretor agora que você já esteve dos dois lados da câmera?

Bellisario: Eu acho que agora quando eu vou me encontrar com um diretor, a coisa que eu mais me interesso é a voz deles. Quero dizer, visualmente também como a maneira que eles contam a história ou a maneira que eles trabalham comigo como atriz. Agora que eu aprendi a fazer uma lista de gravações e aprendi a cobrir uma cena, não é só reinventar a roda, mas você precisa ter um ponto de vista. Eu quero alguém que tem uma visão dessa história, que quer contar no seu ritmo, esse ritmo, essa cor.

Confira as fotos da sessão de fotos clicando nas miniaturas abaixo:

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Fonte: Interview Magazine

26.04.2017

W Magazine: Troian Bellisario na vida depois de Pretty Little Liars

Troian concedeu uma recente entrevista e fez um photoshoot para a W Magazine onde falou sobre a vida pós PLL e seu filme, Feed. Confira traduzido abaixo:

A primeira pergunta que faço para Troian Bellisario é mais uma declaração, e adiciono um: “Estou grata que você não morreu.”

Bellisario leva no passo; nesse ponto vem com o território. Depois de sete temporadas como Spencer Hastings, uma das liars no hit da Freeform, Pretty Little Liars, sua personagem está no trecho da casa, evitando a morte em cada turno pelas mãos do nefasto vilão, conhecido apenas como “A”. Mas a atriz não está satisfeita.

“Eu definitivamente tentei [ser morta],” ela disse. “A) Você quer uma cena de morte, e B) Na nossa série, seu personagem fica infinitamente mais interessante quando você morre. Eu honestamente sinto que para esse mundo ser realmente perigoso, uma das Liars deveria morrer. De outra maneira, “A” está apenas as colocando em perigo e ainda salvando elas.”

Se muito do lido acima é normal para você, então você não é um dos 2 milhões de telespectadores que avidamente assistem a série toda semana e usam a linguagem: “A, Uber A, Spoby, Sparia, The Jenna Thing”. É um dialeto que Bellisario é fluente nos últimos oito anos, mas o final da série está chegando em junho, as coisas estão prestes a mudar.

“Eu tinha 23 anos quando gravamos o piloto,” diz a atriz, agora com 31 anos. “É tempo que você vai para o ensino médio, é mais longo do que a faculdade; a única coisa que durou esse tanto em minha vida é o relacionamento com meu agora marido. Isso sempre será minha família e minha casa. Eu sei que será diferente a partir desse ponto, mas eu não sei como eu posso realmente dizer adeus para algo que é tão integral para mim.”

Embora os episódios finais apenas começaram a ser exibidos semana passada, a série terminou as filmagens em outubro, fazendo dos últimos seis meses algo como uma turnê do adeus extendido para Bellisario e suas colegas de elenco, Lucy Hale, Shay Mitchell, Ashley Benson e Sasha Pieterse. E uma emocional despedida.

“Quando eles disseram, ‘É o fim da série para Keegan Allen [que interpreta o interesse amoroso de Bellisario na série]’, eu fiquei meio, ‘Oh mey Deus, meu namorado está morto,'” lembrou a atriz. “E no próximo dia, eles foram muito gentis e nos colocaram para fazer uma cena juntas, então foram todas as meninas. Eu nunca vou esquecer a última cena que fizemos era da Lucy, e todas ficamos por trás das cenas, chorando histericamente… Depois, nós sabíamos que eles iam nos levar para fora, e normalmente tem umas 15 pessoas [da equipe] por aí. Tinham umas 50 pessoas por aí porque tínhamos esses livros do ano e todo mundo queria estar lá. Eu nunca vou esquecer, todos ficaram quietos e começaram a nos empurrar [para a frente]. Estávamos nos movendo para um momento só as cinco, e eu percebi, ‘Eles estão prestes a dizer as palavras.’ E aí tinha acabado.”

A atriz está saindo com um estrondo, embora, depois de ter dirigido um episódio da temporada, marcado para ir ao ar no dia 23 de maio, depois de anos de encorajamento da equipe. “Quando eu pude dirigir, eu não pude acreditar que levou tanto tempo,” ela diz. “E todos eram tão solidários; cada lugar que eu ia tinham high-fives.”

É um momento emocionante para Bellisario, não há dúvidas, mas um momento incerto também.

“Eu definitivamente tive essa crise de ‘Eu vou trabalhar de novo um dia?’ Porque é como se de repente eu não tivesse um emprego, e eu sempre sabia por oito anos que voltaria para o trabalho em março, teria o mesmo lugar no estacionamento, o mesmo camarim, tudo isso,” ela diz. “Eu nunca realmente lidei com o desemprego – eu estava muito feliz quando me formei na faculdade, consegui um trabalho em uma peça, onde eu conheci meu marido, e aí consegui Pretty Little Liars, e agora estamos aqui.”

Mas para qualquer um que conhece Bellisario, mesmo que por um momento, está claro que ela não vai ficar parada pelos próximos anos. Ela é cheia de vida e descaradamente apaixonada por atuar e o mundo que isso engloba. Faz sentido, já que é o mundo em que ela cresceu, graças aos pais: a atriz Deborah Pratt e Donald P. Bellisario, que criou Magnum, P.I., Quantum Leap, JAG e NCIS. “Desde bem pequena, eu lembro de me envolver no ofício,” ela diz. “Não era apenas sobre ser uma atriz e ser famosa porque eu via minha mãe e pai irem trabalhar todos os dias. Eu vi eles chegarem tarde e eles estavam exaustos. Eu sabia que teria que trabalhar muito.”

Então é isso que ela está fazendo. A atriz recentemente terminou de gravar Clara, um filme de ficção científica onde você a verá atuando com seu marido, o ator de Suits, Patrick J. Adams. “É realmente uma das melhores coisas que você faz quando pode trabalhar com seus melhores amigos,” Bellisario diz. “Eu conheço muitas pessoas que não gostam disso, e querem vidas separadas, mas tivemos vidas separadas por sete anos. Eu estava em Los Angeles e ele estava em Toronto e só podíamos nos ver por 24 horas, talvez duas vezes no mês. Nós somos pessoas independentes e não precisamos trabalhar juntos; é apenas divertido para nós.”

Depois tem Feed, um filme que Bellisario escreveu quando ela tinha 23 anos sobre suas experiências com transtorno alimentar, que sairá no verão (americano). “Quando eu estava no ensino médio, fui confrontada porque eu tinha perdido muito peso e as pessoas ao meu redor estavam preocupadas, e elas diziam, ‘Se você não ganhar peso, você não vai para a faculdade.’ E eu fiquei tipo, eu não posso ir de líder da turma de formatura para não ir para a faculdade,” ela lembra. “Eu achei que era um fracasso absoluto, então eu disse, ‘Sem problemas, vou comer.’ Mas esse não era o problema. O problema era que eu estava sofrendo com uma doença mental que não é resolvida apenas ganhando uns quilos.”

O ano seguinte, enquanto ia para a escola na costa leste, ela foi mandada para casa e hospitalizada pela doença. “Achei que era o fim da minha vida, mas aí percebi que era uma nova maneira de começar,” ela diz. “Saindo do hospital, a coisa mais frustrante era que as pessoas que eu amava ainda não entendiam minha experiência com a doença… Então eu sentei por um tempo e percebi que o que eu mais me sentia confortável fazendo era contar histórias, então por que não contar uma história sobre isso? Eu queria tentar colocar as pessoas como meu pai ou minha mãe ou melhor amiga no meu lugar para que eles pudessem experienciar o que eu sentia, e talvez entender.”

Devido a sua agenda ocupada por Pretty Little Liars, não foi até recentemente que o filme virou uma realidade, com Bellisario assumindo o papel principal. “Eu realmente escrevi isso porque queria encarnar esse papel, mesmo que muitas pessoas dissessem, ‘Isso talvez te colocaria em uma posição perigosa,'” ela diz. “Mas a coisa boa com o tempo que passou, mais distância emocional eu senti de meu envolvimento com a doença. A coisa difícil é que ela está sempre viva em você e quando você se envolve com isso, é tão alto, mas estou em um ponto diferente da minha vida.”

A atriz está dividida compreensivelmente em emocionada e petrificada. “É um filme que significa tudo para mim, mas também é meu primeiro filme,” ela diz. “Não é um filme perfeito. Estou nervosa especialmente para compartilhar um lado mais sombrio de mim com a minha fanbase, que sempre vem me apoiando, mas ao mesmo tempo, me faz querer não desapontá-los, especialmente quando se trata de um assunto que é importante. É aterrorizante.”

É essa combinação de emoções que resume Bellisario nesse momento, chegando a essa encruzilhada de coisas diferentes.

“Eu sinto que minha vida vai ser um pouco desgarrada por um tempo, e isso é emocionante e assustador, que são meio que o mesmo sentimento,” ela diz. “Eu sinto que pela primeira vez em minha vida eu posso decidir quem eu quero ser, e isso vai ser uma jornada.”

Fonte: W Magazine

Confira abaixo as fotos do photoshoot que Troian fez para a revista:

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07.03.2017

Troian e Patrick estrelarão filme juntos

Foi divulgado hoje (6) que Troian e Patrick estão gravando juntos o longa metragem “Clara” em Toronto. Confira a matéria traduzida abaixo:

O astro de Suits, Patrick Adams e a estrela de Pretty Little Liars, Troian Bellisario estão confirmados para estrelar no drama de sci-fi “Clara”, um filme escrito e dirigido por Akash Sherman. Kristen Hager (Wanted) e Ennis Esmer (Miss Sloane) também estarão no longa, que já começou sua produção em Toronto. Ari Lantos será o produtos, ele também produziu Remember e Barney’s Bersion.

Clara conta a história de Isaac Bruno (Adams), um astrônomo obcecado com procurar cosmos para sinais da vida fora da Terra, apesar do colapso de sua própria vida pessoal em torno dele. Isaac contrata uma não qualificada jovem pesquisadora para sua assistente, chamada Clara (Bellisario), que restaura o equilíbrio e perspectiva no meio dessa espiral descendente. Trabalhando juntos como um time, eles pesquisam e chegam a uma descoberta científica chocante e profunda.

“Nos últimos anos entramos numa nova era da ficção científica onde a exatidão e a plausibilidade substituíram a fantasia pura, e as audiências vem esperando tal do gênero”, diz Sherman. “Clara é um filme que pretende cumprir essas elevadas expectativas, ao mesmo tempo que conta uma história distintamente humana e emocionante de auto-descoberta e amor que todos nos identificamos.”

Lantos disse: “Akash e eu começamos essa colaboração enquanto eu era um calouro na faculdade de cinema. Três anos atrás, esse projeto começou de nada mais que uma ideia, então ver ele se concretizar é extremamente gratificante. O filme balança descoberta científica e exploração espiritual de uma maneira distintamente original e eu mal posso esperar para que o mundo veja.”

O filme é produzido pelo Serendipity Point Films em colaboração com Distant Horizon, Telefilm Canada, Ontario Media Development Corporation, CBC e The Movie Network, uma divisão Bell Media Inc. Mark Musselman e Anant Singh atende os produtores executivos D Films está cuidando da distribuição canadense.

Adams é um dos astros mais quentes de Suits, do USA Networks e acabou de filmar a comédia Room for Rent. Ele teve papéis co Zoe Saldana e Jason Isaacs na minisérie da NBC Rosemary’s Baby e também estrelou no triller de sci-fi Orphan Black.

Bellisario, que recentemente casou com o parceiro de longa data Adams, é mais conhecida por estrelar Pretty Little Liars como SPencer Hastings. Ela também tem papéis em Suits e Sister Cities com Jackie Weaver.

Fonte: Deadline

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27.02.2017

Footwear News: Troian fala sobre sapatos, red carpet e seus novos projetos

Troian concedeu uma entrevista para o site Footwear News para e fez uma sessão de fotos para o mesmo no mês passado. E hoje (27) a entrevista + fotos foram liberadas, confira traduzido abaixo:

Tem alguma coisa em Troian Bellisario. Leve em conta, por instância, sua habilidade de voar abaixo do radar e ser uma sensação global no Brasil ou Bali, dois recentes locais de visita. Desde 2010, Bellisario interpretou a perfeccionista Spencer Hastings em Pretty Little Liars.

No processo, a atriz e ativista ambiental (ela trabalha com o Burt’s Bees na campanha #bringbackthebees) e cultivou 12 milhões de seguidores no Instagram e Twitter (@SleepintheGardn).

Ela terminou recentemente de gravar a temporda final da série, e trabalhar em dois filmes, a atriz de Los Angeles está se preparando para um novo filme com seu marido Patrick Adams (de Suits).

Footwear News conversou com a estrela cativante.

Como a Califórnia afetou seu estilo?
Troian Bellisario: Tudo que eu fiz, tentei ser diferente do estilo daqui. O que eu vejo ao meu redor é surf, skate e cultura de garotas do vale, enquanto tudo que eu queria era usar um suéter gigante, meias e botas. Meu estilo é uma reação de ser uma garota da Califórnia. Eu amo Patti Smith e Katharine Hepburn. Elas tinham uma liberdade, selvageria e não se importavam. Isso para mim é mais sexy do que um vestido justo onde você não pode se mover.

Alguma influência fashion recente?
TB: Minha mãe tinha o estilo mais incrível, e quando eu fiquei velha o suficiente para usar as coisas dela, ela tinha jogado fora todas suas peças com design incríveis e manteve apenas as peças dos anos 80, que eu me convenci que nunca voltariam a moda. Mas ela estava certa, está voltando. Ela era uma dançarina que usava muito Calvin Klein e Ralph Lauren.

Como os sapatos se encaixam em um personagem em desenvolvimento?
TB: É difícil porque às vezes eles levam você as alturas – e isso me confunde. Você está ali, se mexe e fala diferente usando salto. É uma coisa muito importante para uma mulher. É a escolha dela e o jeito que ela se capacita, além de mudar a maneira como você se move através do espaço. Você pode basear um personagem nos sapatos. Se alguém usa só Converse em todo lugar, ela vai sentar e andar diferente da personagem que eu fiz em “Suits” que anda em saltos super altos.

Vamos falar sobre os sapatos que você usou no seu casamento no verão passado.
TB: Minha melhor amiga me apresentou ao Pskaufman, que é uma empresa de LA que faz sapatos a mão para dançarinos. Eu usei um bootlets com laço e salto do século 19. Estávamos ao ar livre. Eu sabia que não ia dar certo em salto alto. Eu sou uma pessoa do campo. Eles eram perfeitos. Quando eu troquei a roupa para um vestido dourado, eu coloquei um Aquazzura vermelho para combinar. Radical. Eles eram estranhamente confortáveis.

Quando você está se vestindo para um grande evento, quais são seus segredos?
TB: Meu estilista sabe que eu amo usar preto. Sapatos são o jeito de me fazer usar cores. É muito mais fácil para eu digerir. Eu amo roupas simples e lindas com sapatos inesperados.

Quais sapatos você deseja agora?
TB: Tem um par de botas que eu vi recentemente – acho que eram Alexander McQueen – eram impressionantes. Estou um pouco atrasada, mas eu não supero as botas Balenciaga. Eu não poderia me comprometer financeiramente com uma delas, por mais que eu quisesse. Eu também preciso comprar algumas sandálias. Eu preciso parar de comprar botas, por mais viciada que eu seja.

Em quais sapatos você tem um ponto fraco?
TB: Red Wings. Crescendo, eu era uma menina do Dr. Martens. Eu me sinto mais adulta neles. Eu roubei a ideia do meu marido.

Qual a pessoa mais estilosa que você conhece?
TB: Minha antiga colega de elenco Shay Mitchell, 100%. Lucy Hale ou Ashley Benson tem um estilo similar ao meu, mas Shay é a pessoa mais glamourosa. Ela tem uns trajes de banho mais bonitos que os melhores vestidos que eu tenho. E também minha amiga, Alex McKenna tem um guarda roupa que chamamos de Nárnia. Ela é uma rainha vintage.

Veja as fotos da sessão clicando nas miniaturas abaixo:

ENSAIOS FOTOGRÁFICOS > 2017 > FOOTWEAR NEWS

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REVISTAS > 2017 > FOOTWEAR NEWS – FEVEREIRO

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20.01.2017

Divulgado primeiro teaser de Chuck Hank and The San Diego Twins

Foi divulgado ontem (10) o primeiro teaser do filme Chuck Hank and The San Diego Twins, onde Troian dá vida a Claire Hank, irmã do protagonista Chuck Hank, e que vai ajudá-los a lutar pelas terras da família. Ela é descrita como uma garota mimada que adora o poder que sua família tem. O filme tem previsão de lançamento para o verão americano (entre junho e setembro). Confira o teaser legendado e a sinopse do filme abaixo:

SINOPSE: A guerra de territórios tem sido travada em Oldtown por gerações. De um lado, Os Syndicate, um bando de desajustados, famintos e loucos, que foram jogados pela família San Diego fora da parcela de terreno que possui no centro da cidade. Por outro lado, a família San Diego: Tony e Johnny – irmãos gêmeos, e sua irmã Salsa são os último de uma linhagem que remonta há gerações. A mãe, o pai e os irmãos foram todos brutalmente assassinado em um confronto violento com os Syndicate nos anos anteriores. Com seu bairro se tornando cada vez mais temeroso, os Syndicate colocam em ação um outro avanço do mal sobre o legado desvanecimento da sua família sequestrando Salsa e causando estrago. Os gêmeos e seus melhores amigos Chuck Hank e Claire Hank devem decidir se a entregar a escritura de suas famílias a fim de salvar a sua irmã ou lutar, a luta final!

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