Sabrina Carpenter Brasil

Sejam bem-vindos ao Troian Bellisario Brasil! A sua primeira, maior e melhor fonte brasileira sobre a atriz Troian Bellisario no Brasil, conhecida pelo seu papel na série "Pretty Little Liars" como Spencer Hastings. Navegue pelos menus acima e sinta-se em casa!
21.06.2017

Coveteur: Sim, Troian Bellisario está fazendo filmes agora, mas ela não vai parar com a TV

Troian concedeu uma nova entrevista para a Coveteur, acompanhado de um novo photoshoot. Nessa entrevista ela fala sobre a vida depois de PLL e seu filme, Feed. Confira a matéria traduzida abaixo:

Troian Bellisario é mais conhecida como Spencer em Pretty Little Liars, mas isso está para mudar. A série de sete temporadas, infelizmente, está para acabar no dia 27 de junho, e atriz está para lançar seu primeiro filme, Feed – que ela escreveu, produziu, *e* estrelou – em julho. Claramente, grandes coisas estão além do horizonte para essa estrela multi talentosa, nos deixando querendo saber mais – como ela foi parar atrás das câmeras e se alguma outra série está em seu futuro (por favor, diga sim!).

Então quando encontramos com Troian no London Hotel em West Hollywood, pedimos a ela para contar tudo – e felizmente, ela contou. Leia para saber mais do seu processo criativo, como seus pais a inspirara, e uma história legal sobre… Um vestido de noite da Lauren Bacall.

Ela é *literalmente* uma pessoa diferente de quando Pretty Little Liars começou

“Dizem que você cria novas células – células capilares, células na pele, até o revestimento do seu estômago – e esse ciclo leva uns sete anos. Então quando você pensa sobre isso, você não é a mesma pessoa que você era sete anos atrás. Biologicamente, eu sou um ser humano diferente. Ainda sim estamos ali uns para os outros enquanto passamos por essas mudanças. Tem algo muito interessante nisso.”

Ela experimentou uma vez um vestido de noite da Lauren Bacall

“Quando estávamos fazendo o episódio noir, porque a Warner Bros é um estúdio por muito tempo, eles conseguiram várias roupas dos anos 40. Eu pude experimentar um dos vestidos de noite da Lauren Bacall do The Big Sleep. Foi muito legal porque Joe Dougherty, que escreveu o episódio noir, baseou a Spencer na Lauren Bacall. Toby foi baseado no Humphry Bogart – nossa cena inteira juntos era para ser uma lembrança de Bagall e Bogart. Me deixa triste que não pensamos em usar aquela roupa. Quer dizer como não usamos o próprio vestido de noite da Lauren Bacall?!”

Ela nunca ficou contente em só atuar

“Eu cresci assistindo minha mãe atuar na frente da câmera e dirigir, e meu pai dirigir e escrever. Tinha algo em mim – eu nunca estava contente. Eu sou muito, muito curiosa para ver ativamente porque ele está indo até ela desse ângulo, e ir até o diretor sobre como eles vão fazer essa sequência. Eles foram tão pacientes comigo em Pretty Little Liars. Eu ia para a sala dos escritores e ficava ‘Gente, o que está acontecendo? O que acontece depois? O que vamos fazer?’ Todos eram tão encorajadores para me ajudar a aprender porque viram que eu tinha essa curiosidade. No final, se tornou algo que todos ficaram bancando. Como, ‘Qual é, Bellisario! Quando você vai dirigir?'”

E realmente quer criar suas próprias histórias

“Muito da atuação não é apenas ter talento. É sobre sorte. É sobre entrar em uma sala e eles pensarem que você tem a cor certa de cabelo, você tem o peso certo, e você consegue atuar no topo disso. É muita espera e aposta, e eu não me sinto necessariamente confortável apenas esperando para que isso aconteça. Eu gosto muito de trabalhar. Eu gosto muito de contar histórias também. Então foi importante para mim criar meu próprio mundo, não para que eu pudesse apenas atuar, mas para que eu pudesse continuar a contar histórias.”

Feed foi inspirado em suas próprias experiências

“Todas as minhas histórias são meio próximas de temas e experiências que eu tive em minha vida, mesmo se o personagem principal não é como eu. Feed foi minha própria e pessoal história lidando com doenças mentais, as não é meu ponto de vista. Eu queria pegar os temas dessa experiência e contar de uma maneira completamente diferente, para que eu pudesse tocar nisso, mas não fazer sobre minha própria vida.”

Ela definitivamente participaria de outra série

“Absolutamente! É uma forma longa incrível de contar histórias. Tem muita mudança, porque por um tempo, a televisão era meio que, ‘O que eles vão fazer essa semana?!’ Mas é meio que sempre a mesma coisa. Quando eu vi 6 Feed Under pela primeira vez, mudou a maneira que eu via televisão. Eu passei muito tempo com a família Fisher que eu amo eles de uma maneira que eu não poderia amar nem meus personagens favoritos de filmes. Apenas a televisão pode fazer isso.”

Fonte: Coveteur

Para ver as fotos do photoshoot, clique nas miniaturas abaixo:

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21.06.2017

“Eu só estou me matando lentamente.” Troian para a Darling Magazine

Troian foi convidada para escrever um artigo para a Darling Magazine, onde ela conta sua história com os distúrbios alimentares. Confira traduzido abaixo:

“Cantadora”, diretamente traduzido do espanhol, significa cantora, mas o termo pode significar muito mais que isso. Redefinido por Clarissa Pinkola Estés, uma cantadora é uma mulher que mantém as histórias de uma comunidade e compartilha elas quando ela acredita que ela pode ajudar alguém que precise. Como atriz e escritora, eu sei muitas histórias – grandes histórias, nas quais pessoas com superpoderes podem derrubar prédios, fazer os oceanos se dividirem, elas podem não conseguir salvar a pessoa da qual elas mais se importam. Eu não posso voar (dã), mas eu também, já me senti sem poder nenhum de salvar alguém de sua própria destruição. Eu sei essa história.

Eu sei outras histórias, menores mas não menos poderosas: a história que uma mãe conta nas horas quietas depois da meia noite para seu filho cujo coração está quebrado, a história da criança que veio antes dela, a história da perda silenciosa dessa mãe (um nome raramente dito mas nunca esquecido). Seu coração sentia que não poderia mais continuar batendo, e aí… você. Não tema os momentos sombrios; eles antecedem as maiores alegrias. Como um farol quebrando o céu, às vezes uma história pode guiar seu navio com segurança pela tempestade e voltar para o porto.

Eu sei outra história…

Eu me apaixonei uma vez, tinha 16 anos, quase 17, e eu me apaixonei. Tem algumas razões por ter me sentido boba sobre isso agora – envergonhada, dolorida – até os dias de hoje, mas antes que você saiba essas razões, saiba disso: Quando me apaixonei por essa… pessoa, eu me senti como você com seu primeiro amor. Eu senti todas as coisas lindas que amar alguém faz você se sentir no começo: invencível, vivo, destemido, desejado, habilitado e no caminho certo na vida. A única coisa estranha era, eu não sabia como era essa pessoa. Ele não estava no time de futebol; ele não era presidente de turma. Para ser honesta, eu não podia dizer se essa pessoa era ele ou ela porque, bom, eu nunca conheci eles. Um dia, eu apenas os ouvi… dentro da minha cabeça.

Ensino médio é mais estressante do que pensamos, certo? Você tem que tirar boas notas. De fato, o único jeito de ter certeza de tirar boas notas, inequivocamente. é tirar as melhores notas, mas você pode fazer isso. Eu acredito em você. Você também tem que correr atrás do sonho de se tornar atriz. Oh, inscrições para a faculdade estão chegando! Você deveria ir ao conselho estudantil para deixar mais fácil a aprovação, mas não negligencie as atividade extra curriculares e serviço comunitário! Tanto para se preocupar – como você vai fazer tudo isso?

E se eu te contasse que eu tenho um plano para que você consiga alcançar tudo? Confie em mim, porque as outras pessoas vão te decepcionar. Como elas poderiam? Elas não são você! Elas tem que se preocupar com elas mesmas. Só eu posso tomar conta de você, porque eu sou você.

A voz não era minha, mas era eu. Ele era… vamos chamá-lo de Ed… Ed era meio que minha consciência, mas mais legal. Ele era inteligente, me apoiava e parecia focado em fazer minha vida melhor. Ed me disse que a razão porque eu estava estressada era porque eu não conseguia controlar as coisas fora de mim mesma: o tempo, uma afeição por um garoto, um número de capítulos que eu seria testada na próxima sexta. Eu me senti horrivelmente impotente, mas, com a ajuda dele, eu poderia criar um sistema simples de checagem e balanço que iam me ajudar a sentir um senso de controle. Se eu tivesse controle, eu teria confiança, e nisso, uma chance melhor de atingir meus objetivos. Ele era uma arma de uma adolescente insegura, surtada. Eu definitivamente tive um crush.

O sistema do Ed era tão fácil. Eu estudava quando (e por tanto tempo) ele dizia “estude” e eu sempre gabaritava os testes. Dissemos “não” para aquela festa (muitas opções para perder o controle) e ficamos em casa para trabalhar em um monólogo. Para me ajudar com o sistema, ele me recompensava com presentes… Você gabaritou esse teste? Ganha um biscoito! Você arrasou nessa inscrição para a faculdade? Tenha uma ajuda extra no jantar para celebrar. Você preencheu 12 inscrições para a faculdade? Vamos ver aquele filme que você queria ver. Coma pipoca com manteiga!

A relação era incrível. Ele era como um time inteiro de líderes de torcida e um namorado apoiador no papel de uma pessoa só. E a melhor parte? Funcionava. Eu estava tendo sucesso em tudo.

Às vezes, eu descobria que Ed podia ser um pouco mau – mas só quando eu não ia tão bem quanto ele pensava que eu podia. Depois de tudo, o que é um sistema de recompensa sem punição? Às vezes, ele me ensinava, punição é até uma motivação melhor.

Sem punição, amor, gratificação atrasada! Você foi tão bem no teste dessa semana; vamos estudar mais para o próximo. Você está acostumada a receber A’s, então porque você receberia um biscoito por um A? Você terá um biscoito quando receber três A’s. Além disso, você notou quantas calorias tem nesse biscoito? Ache um biscoito com menos calorias ou tome um café da manhã com menos calorias para que você possa justificar comer o biscoito depois. Há poucas coisas que você pode contar no momento, mas esses números nutricionais na parte de trás da embalagem são fáceis de ver. Hey, eles podem ser parte do seu sistema! Amor, escolha um número, qualquer número e não coma mais que isso – desse jeito, você vai saber com certeza que tem controle de si mesma. Você conseguiu! Talvez podemos ter mais controle escolhendo um número menor semana que vem? Restrição de exercícios, o mais forte você vai ficar, mantenha o controle de tudo que você come… O quão baixo você pode ir?

Eu comecei a pular o lanche com o Ed para que pudéssemos trabalhar nos créditos extras. Então, começamos a pular o jantar para estudar durante a noite. Então, pulamos o café da manhã para acordar cedo para ir na reunião do conselho estudantil. Sim, eu estava com fome, mas tudo estava funcionando. Meu objetivo de calorias a cada semana eram definitivos, e abaixados até ficarem estáveis, fáceis de acompanhar.

Um dia meu pai me ofereceu um biscoito; Ed recusou, sacudindo minha cabeça por mim.

“Você é tão boa, amor”, meu pai disse, comendo o biscoito. “Muito mais controlada que eu.”

“Isso não parece bom?” Ed sussurrou. “Todos te invejam.”

“Comer aquele biscoito me faria sentir muito melhor,” eu pensei com fome.

Ainda sim, eu não ousava desafiar o Ed; ele era muito forte, e sem ele onde eu estaria? Imagine isso. Se minha mente fosse uma casa de bonecas, dentro, a antiga eu estava ficando menor e menor, enquanto Ed crescia, enchendo os quartos, iminente em mim. Ele alimentava minha fome e crescia com elogios, enquanto meu próprio corpo se esvaia.

No começo, seguir as sugestões dele me fizeram sentir como se eu estivesse no controle da minha vida, mas logo, Ed me aliviou desse fardo. Ele não dava mais sugestões, só mandava. Ele me mandava fazer trabalhos que nunca estavam terminados, prometendo recompensas que nunca chegaram. Uma vez eu fui até uma colina, Ed me disse para escalar a montanha.

Estou tentando fazer da sua vida algo maravilhoso. Eu não ligo se você está cansada e nenhuma das suas blusas serve. Estou fazendo isso por você. Será que preciso tirar todos os privilégios da comida para ser claro, mocinha?

Quem era esse cara?

Para minha família, foi ótimo. Eu tinha ótimas notas, estava envolvida com tudo na escola e ia ter uma educação da Ivy League. Eu estava me tornando uma melhor versão de mim mesma; eu estava apenas desaparecendo. Eu não estava com fome? Eu comecei a notar que todos sempre tinham olhos tristes sempre que falavam comigo.

“Querida, você precisa ganhar peso,” disse *insira parente preocupado*

“Ok,” Eu diria, encarando meus All Star, pensando sobre a próxima coisa que Ed tinha na agenda. “Porque você não come o sanduíche então?” Ed chocou sua cabeça em mim.

“Não é tão simples,” era tudo que eu conseguia dizer. Se Ed me deixasse em paz por um segundo, eu gritaria. “Porque comer o sanduíche não vai me tirar desse inferno de relação; não vai me ajudar a terminar com o Ed. Não vai fazer minha vida melhor! De fato, se eu comesse aquele sanduíche, ia me fazer sentir pior, ainda mais fora de controle do que eu já sentia. Aquele pão (duas fatias aproximadamente 150 calorias cada) e com maionese (provavelmente 200 calorias) e três pedaços de carne (mais 150/275 calorias, dependendo dos ingredientes do processo da carne) e tem vegetais assados em cima, que não são apenas 25 calorias por copo, mas são feitos com óleo de oliva, então adicione mais 100 calorias para a coisa toda e termine com 900 calorias, o que é a quantidade que eu comi semana passada quando me apresentei no musical e tirei um 5 no teste de biologia. Então, você entende agora, porque comer esse sanduíche ia me fazer sentir como se eu tivesse retrocedendo em minha vida, perdendo controle das minhas emoções, minhas realizações e minhas habilidades? E francamente, (parente preocupado), o segundo que você me ver comendo o sanduíche, você vai me considerar “melhor”, e você vai ir embora, me deixando sozinha, de novo, com o Ed.”

Ed sorriu para mim, “Agora você entende, menininha.”

Minha pobre família e amigos – eu assisti a todos eles tentarem entender, ter empatia, ajudar. Cada um deles culpou as paredes da minha mente como soldados, apenas para ser afastado por esse monstro que deram a luz. Ele sentou perto de mim como uma hydra, escolhendo as frases, empurrando as declarações de apoio, sussurrando em meu ouvido que eu não podia confiar neles. Porque? Por que o amor deles ameaçava nosso amor, porque escutar eles seria desmanchar todo o trabalho duro que eu tinha feito sozinha para me proteger dos desapontamentos do mundo, da falha inevitável que estava sempre a espreita, do inesperado… Deles.

Nosso sistema funcionou! Você tem tudo que queria, tudo que eles esperavam que você conseguiria! Você é uma formanda, aceita nas 12 melhores faculdades da America. Você sobreviveu as noites mais sozinhas e sombrias da sua adolescência. Você nunca usou drogas; você não bebe. Você é perfeita.

Sim, Ed, eu só estou me matando lentamente.

Tivemos que terminar. Se eu continuasse ouvindo ele, eu estava marchando para minha própria cova, mas não tinha escapatória. Eu não podia só bloquear o número dele e evitá-lo na escola. De noite, ele deitaria do meu lado e me convenceria que ele podia fazer tudo melhorar. No banho, ele ia negociar comigo. Ele ia se agachar na minha garganta, sua mão na minha boca me fazendo não conseguir comer, respirar ou contar para alguém.

É isso.

Isso é o que eu tinha que fazer: contar para alguém sobre o Ed, não só as partes ruins, como ele estava me machucando; isso seria fácil. Eu tive que contar a história das melhores partes. Eu tive que contar a história de como ele me ajudou, talvez me salvou, e como, agora, eu precisava dizer adeus antes que fosse tarde. Eu tive que contar nossa história, nossa história de amor, para que meus amigos e família pudessem entender e me apoiar durante o término, para que outras pessoas que tenham seus próprios DA (distúrbios alimentares) possam ver que eles podem terminar também. Então, eu sentei e escrevi.

Eu sei de uma história, a história de uma garota – não eu, mas alguém como eu; não você, mas alguém como você. A história que agora é um filme chamado “Feed”. A cantadora, a mulher com a história que ajuda, que cura. Escrever e fazer “Feed”, me ajudou a curar. É minha maior esperança que, talvez, possa ajudar mais alguém.

Para a matéria em inglês, clique aqui.

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16.06.2017

Troian comparece ao NEDA Gala

Na noite de ontem (15), Troian compareceu ao NEDA Gala (Associação Nacional dos Distúrbios Alimentares) em New York City para entregar um prêmio e fazer um pequeno discurso sobre saúde mental e como usar as redes sociais para ajudar quem precisa. Confira abaixo as fotos e vídeos do evento:

EVENTOS E APARIÇÕES | EVENTS E APPEARANCES > 2017 > 15/06 – NEDA GALA EM NEW YORK

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“Muito orgulhosa de apoiar e honrar o grande trabalho da NEDA (Associação Nacional dos Distúrbios Alimentares) e estar com eles enquanto encorajamos aqueles que lutam com as doenças mentais a procurar tratamento, apoio e ajuda.”

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31.05.2017

Divulgado trailer e poster de Feed

Hoje (31), foi divulgado o primeiro trailer e o poster oficial de Feed, filme que a Troian escreveu, produziu e estrelou ao lado do ator Tom Felton. O filme conta de uma maneira diferente, a batalha pessoal da Troian com a anorexia quando era mais jovem. Confira o trailer legendado abaixo e o poster em nossa galeria:

INICIO > FILMES/CURTAS > 2017 > FEED > POSTERS
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23.05.2017

Troian no Last Call with Carson Daly

Troian gravou semanas atrás uma participação no Last Call with Carson Daly, onde falou sobre dirigir um episódio de PLL e também nos deu as primeiras imagens de Feed, filme que ela escreveu, produziu e atuou ao lado do ator Tom Felton. Confira o vídeo abaixo legendado pela nossa equipe:

 

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09.05.2017

Troian no GMA para a campanha #HereForYou

Na manhã de hoje (8), foi ao ar uma gravação que a Troian fez com o Good Morning America para falar sobre a nova campanha de ajuda pessoas com doenças mentais, a hashtag #HereForYou será utilizada no Instagram para prover ajuda a vítimas das doenças mentais e como elas podem conseguir ajuda. Troian é apoiadora da causa e comentou sobre seu próprio transtorno alimentar que ela sofreu quando era mais jovem. Também foi confirmada a data de lançamento de Feed, filme que a Troian escreveu, produziu e atuou sobre sua batalha contra a anorexia. Confira a matéria traduzida abaixo:

Troian também postou uma foto no Instagram falando sobre a campanha:

I want to thank @instagram for continually creating a safe space for people to have conversations about mental health. I have seen & heard many brave people speak out about their own ever changing relationship to their mental illness; the ups & the downs, the triumphs & the pain. IG is a visual platform BUT many have used this space for more than just posting images. They have found communities and friends who support them, and places where they can speak openly and honestly about their lives. May is Mental Health Awareness month in America and @instagram asked me to join them on @goodmorningamerica with @robinrobertsgma & @marnelevine to talk about the new ways in which they are supporting these conversations and communities and how I chose to speak about my own experience with my upcoming film #FeedtheMovie . No one should suffer in silence. There is no shame in asking for help. Take this moment to let someone know we are #hereforyou

Uma publicação compartilhada por Troian Bellisario (@sleepinthegardn) em

“Eu queria agradecer o Instagram por criar continuamente um espaço seguro para as pessoas terem conversas sobre saúde mental. Eu vejo e ouço tantas pessoas corajosas falarem sobre seus relacionamentos com suas doenças mentais; os altos e baixos, os triunfos e a dor. Instagram é uma plataforma visual MAS tantos usam esse espaço para mais que postar imagens. Eles acharam comunidades e amigos que os apoiam e lugares onde podem falar abertamente e honestamente sobre as vidas deles. Maio é o mês da conscientização da saúde mental na América e o Instagram me convidou para me juntar a eles no Good Morning America para falar sobre as novas maneiras que eles estão apoiando essas conversas e comunidades e como eu escolhi falar sobre minha própria experiência com meu filme Feed. Ninguém deve sofrer em silêncio. Não há vergonha em pedir ajuda. Pegue esse momento para deixar alguém saber que estamos #HereForYou (Aqui por você.)”

Troian também contou um pouco sobre sua luta no perfil oficial do Instagram, confira:

“When I was younger, I was very deeply involved with an eating disorder. I was suffering from anorexia, and I didn’t know how to get myself out of it,” says actress Troian Bellisario (@sleepinthegardn). “I was a privileged young woman. I was going to a good school. I was doing well. I couldn’t understand why I was having such a hard time, emotionally and physically, why I was having such a hard time feeding and nourishing myself. My teachers, friends and family approached me with their concern, and I went to see a doctor who sat across from me and said, ‘You have a disease. This isn’t a disease most people can see from the outside, but I’m telling you right now, you are suffering from something that is just as serious and just as life-threatening as a physical ailment.’ That conversation changed my life. From that moment on, I’ve known I am struggling with something, and some days, it’s much easier to handle than others. This is why I’m such a great supporter of these kinds of conversations and of the mental health community, because I consider myself to be a card-carrying member.” #hereforyou Learn more about how our community is sharing their mental health journeys and supporting one another. (Video link in bio) Photo by @sleepinthegardn

Uma publicação compartilhada por Instagram (@instagram) em

“Quando eu era mais jovem, eu estava profundamente envolvida com uma doença mental. Eu sofria de anorexia, e eu não sabia como sair dessa,” diz a atriz Troian Bellisario. “Eu fui uma jovem privilegiada. Eu ia para uma boa escola. Estava indo bem. Eu não conseguia entender porque estava tendo uma época difícil, emocionalmente e fisicamente, porque eu tinha tanta dificuldade em me alimentar e me nutrir. Meus professores, amigos e família me abordaram com suas preocupações, e eu fui ver um médio que sentou na minha frente e disse, ‘Você tem uma doença. Não é uma doença que a maioria das pessoas podem ver de fora, mas estou dizendo agora, você está sofrendo de algo que é tão sério quanto uma doença que ameaça a vida ou uma doença física.’ Essa conversa mudou minha vida. Desse momento em diante, eu sabia que estava lutando contra algo, e alguns dias, é mais fácil de lidar do que outros. É por isso que eu sou uma grande apoiadora desses tipos de conversas e da comunidade da saúde mental, porque eu me considero uma portadota.” #HereForYou

Alguns amigos da Troian comentaram a participação dela na campanha, confira abaixo:

While Instagram can easily be a place where a curated perfection seems to ooze from every photo, it is also a powerful platform to connect over pain. If we choose to share our shadow parts–our sadness and our suffering– we can quickly see we are not alone. Abolishing shame around mental illness–depression, grief, anxiety….you name it–has always been an important pillar of the work we do at Of The Wolves. This morning, to kick off May's Mental Health Awareness month, prior Guest Editor and member of the pack, @sleepinthegardn, appeared on @goodmorningamerica with @marnelevine of @instagram to talk about Instagram's campaign, #hereforyou. No one should suffer in silence. Reach out and ask for help. There's no shame. Thank you for the work you do Troian! 💛

Uma publicação compartilhada por Of The Wolves (@of_the_wolves) em

“Enquanto o Instagram pode facilmente ser o lugar de perfeição em cada foro, é também uma plataforma poderosa para se conectar pela dor. Se escolhermos compartilhar nossas partes obscuras — nossa tristeza e sofrimento — podemos ver rapidamente que não estamos sozinhos. Abolindo a vergonha sobre as doenças mentais — depressão, luto, ansiedade — sempre vem sendo um pilar importante do trabalho que fazemos no Of The Wolves. Essa manhã, para iniciar o mês da conscientização da saúde mental, nossa editora convidada e membro do bando, Troian, apareceu no Good Morning America para falar sobre a campanha do Instagram, #HereForYou. Ninguém deve sofrer em silêncio. Procure e peça por ajuda. Não há vergonha. Obrigada pelo trabalho que você faz Troian!”

“Maio é o mês da conscientização da saúde mental. Troian falou com a COO do Instagram e o Good Morning America sobre as lutas e realidades por aí. Instagram está começando uma campanha para as vozes serem ouvidas. Tantos tópicos importantes para serem trazidos à tona. #HereForYou”