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Sejam bem-vindos ao Troian Bellisario Brasil! A sua primeira, maior e melhor fonte brasileira sobre a atriz Troian Bellisario no Brasil, conhecida pelo seu papel na série "Pretty Little Liars" como Spencer Hastings. Navegue pelos menus acima e sinta-se em casa!
21.06.2017

Coveteur: Sim, Troian Bellisario está fazendo filmes agora, mas ela não vai parar com a TV

Troian concedeu uma nova entrevista para a Coveteur, acompanhado de um novo photoshoot. Nessa entrevista ela fala sobre a vida depois de PLL e seu filme, Feed. Confira a matéria traduzida abaixo:

Troian Bellisario é mais conhecida como Spencer em Pretty Little Liars, mas isso está para mudar. A série de sete temporadas, infelizmente, está para acabar no dia 27 de junho, e atriz está para lançar seu primeiro filme, Feed – que ela escreveu, produziu, *e* estrelou – em julho. Claramente, grandes coisas estão além do horizonte para essa estrela multi talentosa, nos deixando querendo saber mais – como ela foi parar atrás das câmeras e se alguma outra série está em seu futuro (por favor, diga sim!).

Então quando encontramos com Troian no London Hotel em West Hollywood, pedimos a ela para contar tudo – e felizmente, ela contou. Leia para saber mais do seu processo criativo, como seus pais a inspirara, e uma história legal sobre… Um vestido de noite da Lauren Bacall.

Ela é *literalmente* uma pessoa diferente de quando Pretty Little Liars começou

“Dizem que você cria novas células – células capilares, células na pele, até o revestimento do seu estômago – e esse ciclo leva uns sete anos. Então quando você pensa sobre isso, você não é a mesma pessoa que você era sete anos atrás. Biologicamente, eu sou um ser humano diferente. Ainda sim estamos ali uns para os outros enquanto passamos por essas mudanças. Tem algo muito interessante nisso.”

Ela experimentou uma vez um vestido de noite da Lauren Bacall

“Quando estávamos fazendo o episódio noir, porque a Warner Bros é um estúdio por muito tempo, eles conseguiram várias roupas dos anos 40. Eu pude experimentar um dos vestidos de noite da Lauren Bacall do The Big Sleep. Foi muito legal porque Joe Dougherty, que escreveu o episódio noir, baseou a Spencer na Lauren Bacall. Toby foi baseado no Humphry Bogart – nossa cena inteira juntos era para ser uma lembrança de Bagall e Bogart. Me deixa triste que não pensamos em usar aquela roupa. Quer dizer como não usamos o próprio vestido de noite da Lauren Bacall?!”

Ela nunca ficou contente em só atuar

“Eu cresci assistindo minha mãe atuar na frente da câmera e dirigir, e meu pai dirigir e escrever. Tinha algo em mim – eu nunca estava contente. Eu sou muito, muito curiosa para ver ativamente porque ele está indo até ela desse ângulo, e ir até o diretor sobre como eles vão fazer essa sequência. Eles foram tão pacientes comigo em Pretty Little Liars. Eu ia para a sala dos escritores e ficava ‘Gente, o que está acontecendo? O que acontece depois? O que vamos fazer?’ Todos eram tão encorajadores para me ajudar a aprender porque viram que eu tinha essa curiosidade. No final, se tornou algo que todos ficaram bancando. Como, ‘Qual é, Bellisario! Quando você vai dirigir?'”

E realmente quer criar suas próprias histórias

“Muito da atuação não é apenas ter talento. É sobre sorte. É sobre entrar em uma sala e eles pensarem que você tem a cor certa de cabelo, você tem o peso certo, e você consegue atuar no topo disso. É muita espera e aposta, e eu não me sinto necessariamente confortável apenas esperando para que isso aconteça. Eu gosto muito de trabalhar. Eu gosto muito de contar histórias também. Então foi importante para mim criar meu próprio mundo, não para que eu pudesse apenas atuar, mas para que eu pudesse continuar a contar histórias.”

Feed foi inspirado em suas próprias experiências

“Todas as minhas histórias são meio próximas de temas e experiências que eu tive em minha vida, mesmo se o personagem principal não é como eu. Feed foi minha própria e pessoal história lidando com doenças mentais, as não é meu ponto de vista. Eu queria pegar os temas dessa experiência e contar de uma maneira completamente diferente, para que eu pudesse tocar nisso, mas não fazer sobre minha própria vida.”

Ela definitivamente participaria de outra série

“Absolutamente! É uma forma longa incrível de contar histórias. Tem muita mudança, porque por um tempo, a televisão era meio que, ‘O que eles vão fazer essa semana?!’ Mas é meio que sempre a mesma coisa. Quando eu vi 6 Feed Under pela primeira vez, mudou a maneira que eu via televisão. Eu passei muito tempo com a família Fisher que eu amo eles de uma maneira que eu não poderia amar nem meus personagens favoritos de filmes. Apenas a televisão pode fazer isso.”

Fonte: Coveteur

Para ver as fotos do photoshoot, clique nas miniaturas abaixo:

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Publicado por   |   Armazenada em: Entrevistas, Feed
30.05.2017

“Eu realmente sinto que Pretty Little Liars foi o primeiro passo na minha carreira” Troian para a Interview Magazine

Troian foi entrevistada no mês passado pela Interview Magazine e fez uma pequena sessão de fotos para a revista. Na entrevista ela fala o que virá a seguir em sua carreira, o fim de PLL e seu filme Feed. Confira traduzido abaixo:

“Todos ficam me perguntando, ‘O que vem a seguir?'” diz Troian Bellisario no telefone. Ela está falando com sua amiga de longa data e diretora ocasional de PLL, Lesli Linka Glatter. “Eu realmente sinto que Pretty Little Liars foi o primeiro passo na minha carreira, minha base. A mesma coisa com seu novo filme Feed – é o primeiro passo não apenas no mundo do cinema para mim, mas como escritora. Agora eu só quero sentir que tem um momento a frente,” ela continua. “Acho que está na minha mão continuar a criar minhas próprias oportunidades.”

Criada em Los Angeles, Bellisario cresceu na indústria de filmes e televisão: seu pai é o escritor, diretor e produtor Donald P. Bellisario (NCIS; Quantum Leap; Magnum, P.I.) e sua mãe é a diretora, produtora e atriz aposentada Deborah Pratt. Desde que se formou na USC em 2009, Bellisario vem trabalhando constantemente. Pelos últimos sete anos, ela estrelou como Spencer Hastings na série Pretty Little Liars, que está na temporada final. Mais cedo nesse mês ela fez sua estreia como diretora na série, e em julho ela lançará Feed, o filme que ela escreveu, atuou e produziu baseado em sua experiência pessoal com um transtorno alimentar.

Lesli Linka Glatter: Olá, Troian. É ótimo ouvir sua voz.

Troian Bellisario: Olá. Onde você está agora?

Glatter: Estou em LA, no lote da Universal, acredite ou não. Estou no prédio do Johnny Carson. Foi aqui onde tive meu primeiro contrato, então é como voltar para os velhos tempos. Gravando somente fora de LA durante anos, é uma viagem estar de volta ao lote.

Bellisario: Parece menor do que você lembra?

Glatter: Não, não parece menor, mas eu lembro do meu choque e felicidade como uma dançarina moderna, coreógrafa vindo ao lote pela primeira vez. Eu ainda sinto a mágica de ser uma contadora de histórias, e eu amava isso, mas não tenho a mesma coisa de quando vim aqui pela primeira vez e vi as pessoas em fantasias no set – a casa do Norman Bates na colina, a rua de New York, a vila francesa. Apenas a ilha da fantasia de tudo isso. Uma das coisas que são incríveis para mim, Troian, é que nos conhecemos através da sua mãe

Bellisario: Sim.

Glatter: Não foi a reunião clássica em uma audição, foi um primeiro encontro pessoal. Você era muito nova. Sua mãe, Deborah Pratt, e eu nos conhecemos enquanto eu dava aula no American Film Institute – um workshop de diretores para mulheres. Deborah foi uma das mulheres nesse programa e imediatamente nos conectamos. Eu pude trabalhar com sua família e imediatamente quando te conheci, pensei, “Quem é essa pessoa nova e incrível?” Isso continuou até que eu pudesse te conhecer.

Bellisario: Eu lembro de ir a sua casa e passar um tempo com o Nick.

Glatter: Com o Nick, meu filho, e seu irmão, Nick. Os dois Nicks.

Bellisario: Os dois Nicks. Eu lembro de estar feliz com o trabalho que você estava fazendo. Quando descobri que você estaria na sala em uma das chamadas de Pretty Little Liars, eu lembro de ter uma conversa com você dizendo, “Eu nunca fiz isso.” Eu cresci correndo pelos estúdios da Universal, mas fazer audições para pilotos foi algo totalmente novo. Eu nunca vou esquecer a conversa que tivemos sobre o que esse trabalho significaria, o que implicaria se fizéssemos o piloto, e o que você viu que seria história.

Glatter: A coisa que foi irônica sobre tudo isso é que Marlene King, que criou Pretty Little Liars, e eu fizemos um filme juntas. Now and Then de 1995. Ela escreveu, eu dirigi, e tivemos uma ótima experiência juntas. Quando ela me enviou Pretty Little Liars, eu pensei, “Isso é ótimo o suficiente e eu estava realmente interessada em fazer, e ainda sim era sobre as emoções reais e tem mistério.” Eu não sabia, mas eles já haviam lido você, e eu fui até a fita e lá estava você. Você estava na USC e tinha feito toda a preparação de ator para o teatro, então você era uma atriz treinada. Eu fiquei espantada com a profundidade do seu trabalho. É realmente excitante ver você se desenvolver, agora se tornando uma escritora e diretora.

Bellisario: Obrigada. Eu sei que você me contou a história antes, mas é fascinante para mim. Você pode me contar sobre o momento exato que você trocou uma carreira de sucesso como dançarina para uma maneira totalmente diferente de contar histórias?

Glatter: Sim, é uma história louca. Eu era uma dançarina moderna e coreógrafa, e eu passei seis anos em Paris e Londres. Então eu ensinei muito, coreografei e me apresentei no Far East. Eu estava no Japão, em Shinuya (Tókio) e eu queria um copo de café. Tinham duas cafeterias – uma na direita e uma na esquerda – e eu arbitrariamente escolhi a da direita, e minha vida mudou para sempre. Naquela cafeteria tinha um japonês de 70 anos. Havia apenas uma cadeira sobrando – e era na mesa dele. Ele acenou para mim e eu sentei com ele, e eu não deixei a cafeteria pelas próximas seis horas. Ele falava 12 idiomas e tinha sido o correspondente da guerra e tinha literalmente trabalhado pelo mundo todo. Ele foi um monge budista, ele cuidou dos negócios do jornal The Asahi Shimbum na épica. Ele se tornou meu pai japonês e eventualmente me contou uma série de histórias que era extraordinárias e profundas. Tudo isso aconteceu na véspera de Natal, mesmo que ele fosse budista, durante as diferentes guerras, e fosse todo sobre a conexão humana. Quando ele me contou essas histórias, eu sabia que tinha que passá-las adiante e eu sabia que não era na dança. Se eu não tivesse entrado naquela cafeteria, eu ainda seria uma coreógrafa.

Bellisairio: Eram essas histórias sobre a dança?

Glatter: Não eram na média? Eu senti que eu precisava contar a história narrativa. A dança entra dentro do subconsciente e a história por baixo, mas não te diz a narrativa literal. Funciona de maneira diferente, em um nível diferente. Eu senti que tinha recebido essas histórias por uma razão, e é por isso que se tornou meu primeiro filme. Eu fiz tudo que eu fui dita para não fazer se eu quisesse um trabalho em Hollywood: o filme foi três quartos em japonês, tinha flashbacks, narração, uma parte na segunda guerra e teve um personagem branco nele. Mas eu não liguei porque eu queria contar aquela história em particular. Eu sei que sua escrita vem de um lugar lindo e profundo. E como atriz, você está sempre explorando, mas é realmente fascinante para mim que você fez a escolha de estar no banco do motorista. Me conte sobre isso e no que você está trabalhando.

Bellisario: Eu acho que isso são as raízes dos meus pais me falando que se tem uma história que você sente vontade de compartilhar, então você é responsável para fazer isso. Você não pode pedir para alguém pegar uma parte nessa história – ou você pode, mas você terá que lidar com qualquer erro que aconteça. Se a história não termina sendo contada da maneira que você originalmente ouviu ou que você sente que precisa ser expressada, está com você. Antes de entrar para PLL, eu me formei e consegui um emprego no Geffen [Um teatro em LA] para fazer a produção de uma peça chamada Equivocation.

Glatter: Você era a protagonista na peça, certo?

Bellisario: Eu era a única mulher nela – tinham outro quatro caras – e eu era definitivamente a mais nova. Eu estava em um intenso primeiro emprego e eu sabia que ficaria tão nervosa que eu não poderia sair e fazer audição para outras coisas. Tinha esse vazio em mim que eu queria, não encher, mas ocupar. Eu senti que tinha uma história em mim que não tinha sido contada, e era uma história muito pessoal e veio de um ponto da minha vida quando eu senti que tinha experienciado algo, e até hoje, eu não conseguia fazer ninguém entender – mesmo as pessoas que eu amo, mesmo meu namorado ou minha mãe ou meu pai – em como o que eu experienciei foi para mim. Era sobre um distúrbio alimentar, eu descobri que tinham tantas pessoas que pensavam que estavam perdendo peso e sendo magras, e eu não conseguia fazê-los entender que era sobre controle em um nível muito, muito literal. Então eu pensei, “Se eu posso contar uma história que ponha o público em uma posição de fazer uma escolha semelhante a escolha que eu fiz em minha vida, talvez eu consiga que eles se simpatize.

Glatter: Tantas pessoas esperam e não tomam as medidas ativas para ir criar algo; elas serão mais reativas. O fato de você ter dado esse passo, além de ser uma atriz no trabalho de outras pessoas, eu acho que é um balanço incrível para acertar em sua carreira de contadora de histórias. As pessoas entenderam? – sua família e namorado e as pessoas ao seu redor? Eu lembro de ler o script e pensar, “Isso é realmente poderoso e pessoal e muito emocionante.”

Bellisario: Obrigada. Eles me apoiaram muito. Eles ficaram com muito medo, o que eu entendo totalmente. Eles passaram por muita coisas me assistindo e se sentindo impotentes. E eu estava dizendo, “Hey gente, eu sei que eu passei por muita terapia e muitos corações partidos para me deixar forte o suficiente para viver sem essa coisas, mas na verdade eu vou fazer um filme onde eu volto e me envolvo completamente com isso.” Não foi fácil; foi como me envolver com um vício. Uma das coisas que eu queria que o filme explorasse era que uma vez que você tem esse relacionamento, quando você tem esse problema mental ou essa doença, ela nunca vai embora. Suas sinapses são conectadas de uma maneira que você vai sempre sentir essa compulsão, mas você vai crescendo e criando uma vida mais saudável e passa por muita terapia, você tende a se sentir mais capacitada quando se trata de fazer escolhas. Meus caminhos neurais estavam sempre ligados a doença, então quando eu me envolvi com o filme, foi como cutucar um dragão adormecido. Foi incrível para mim perceber, “Oh Deus, isso tudo só está embaixo da superfície. Eu fiquei muito boa em ignorar ou escolher não me envolver com isso.” Mas é incrível que você pode ter essa grande ameaça de vida sendo uma parte de você e ainda viver dentro de você, e quase domá-la de uma maneira estranha.

Glatter: Certo. E fazendo isso, capacitando outros homens e mulheres que tem os mesmos problemas e poder ver isso de outra maneira.

Bellisario: É isso que eu espero, e é por isso que, para mim, tinha que ser um filme. Não poderia ser um documentário sobre minha experiência, não poderia ser só eu contando os detalhes da minha história, tinha que ser uma narrativa que não era sobre mim.

Glatter: Quando você era uma criança crescendo com pais nos filmes e televisão, foi algo que você fanatizou para fazer? Era um mundo que você queria fazer parte?

Bellisario: Sim. Era um mundo que eu sabia e que eu via ambos pai e mãe tão apaixonados e engajados. Crescer no set, eu senti que tinha um microcosmo que eu sempre estaria. Eu não sabia se eu estaria em uma vila de vídeo com você ou minha mãe ou meu pai, ou se eu estaria na sala dos escritores, ou se eu estaria na sala de figurino ou de set ou maquiagem ou cabelo, mas era o mundo que eu conhecia muito bem. Mesmo quando fiquei mais velha, eu comecei a descobrir que os trabalhos que eu queria estavam todos conectados com uma história. Por um tempo, eu fiquei meio, “Eu quero ser uma paleontóliga,” e eu percebi que era porque eu tinha visto Jurassic Park. Então ficava, “Eu quero ser uma patologista criminal,” porque eu tinha assistido O Silêncio dos Inocentes. Eu percebi, com esses empregos diferentes, que eu tinha me conectado com a história deles. Eu queria habitar não apenas um mundo, mas muitos mundos diferentes.

Glatter: Isso é muito interessante. Eu queria ser uma astronauta, então cá entre nós, teríamos abordado muitos campos lá. Mas é interessante que contar histórias é o que nos linkou a tudo isso, e quando você chega ao núcleo, é o que você queria fazer, em qualquer lugar que o negócio te leve.

Bellisario: Vem sendo uma mudança interessante para mim, e Pretty Little Liars realmente apoiou isso, pular de atriz para escritora e diretora. Embora eu tenha escrito Feed antes de conseguir o papel da Spencer, eu não produzi nada ou escrevi nada que foi feito imediatamente até eu estar no set de PLL e me encontrar frustrada. Eu me encontrei tentando comunicar algo em uma cena, e alguém tinha o ponto de vista realista, e eles falavam, “Será que você pode só dizer a fala? Vamos seguir em frente porque temos que conseguir isso.” Eu estava tão indignada e frustrada, e aí percebi, “Não, Troian, seu trabalho é estar aqui e falar essa fala. Se você quer realização criativa ou contar uma história [particular], você precisa fazer disso seu emprego e criar a oportunidade para você mesma.” E nessa virada na primeira temporada de PLL, eu escrevi meu primeiro curta metragem. Então eu marchei para o escritório da produtora de PLL, Lisa Cochran e disse, “Como você produz um curta metragem?” E ela – maravilhosa como é – sentou comigo e disse, “É assim que você produz algo.” Então eu fui até o Richard do transporte e disse, “Como eu consigo um carro? Eu preciso de um trailer.” E eu acabei usando PLL como minha escola para escrever e produzir, e eventualmente para dirigir.

Glatter: Isso é fantástico. Como foi dirigir PLL? Obviamente é uma série que você está há muito tempo, como foi a experiência?

Bellisario: Acho que é muito semelhante a você; toda vez que você volta e dirige um episódio, ou mesmo quando você está no estúdio e passa por nós, é como um retorno para casa. Há uma família lá. Embora eu tenha recebido as rédeas, eu me senti honestamente meio, “Gente, vamos levar essa festa no ônibus e pegar a estrada juntos. Vamos fazer o filme caseiro mais divertido de todos.” Foi como eu me senti depois de sete anos vivendo nesses sets e trabalhando com essa equipe – eu senti que estávamos juntando a família e fazendo algo que era só nosso. Você também sabe do que as pessoas são capazes e o que elas passaram, não apenas em suas vidas, mas artisticamente. Eu senti que tiveram muitos momentos, porque quando eu estava na posição de diretora, onde pude olhar para Lucy Hale e dizer, “Eu sei que você vem querendo explorar esse aspecto da sua personagem por sete anos, e eu quero que você foque nisso nesse take.” Então pude vê-la como uma artista, ir e fazer aquilo. Eu senti um tipo diferente de acesso. Eu imagino que é o mesmo para você em Homeland.

Glatter: Sim, é muito íntimo e eu sou muito sortuda de trabalhar com Claire Danes, que é uma das atrizes mais destemidas que já estive e também um ser humano incrível que felizmente não se parece nada com sua personagem. Tem algo mais que você quer de um diretor agora que você já esteve dos dois lados da câmera?

Bellisario: Eu acho que agora quando eu vou me encontrar com um diretor, a coisa que eu mais me interesso é a voz deles. Quero dizer, visualmente também como a maneira que eles contam a história ou a maneira que eles trabalham comigo como atriz. Agora que eu aprendi a fazer uma lista de gravações e aprendi a cobrir uma cena, não é só reinventar a roda, mas você precisa ter um ponto de vista. Eu quero alguém que tem uma visão dessa história, que quer contar no seu ritmo, esse ritmo, essa cor.

Confira as fotos da sessão de fotos clicando nas miniaturas abaixo:

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Fonte: Interview Magazine

27.05.2017

[LEGENDADO] Troian e o elenco de PLL falam sobre o episódio 7×15

Na última terça (23), foi ao ar o episódio 7×15 de PLL, no qual Troian foi diretora. Ela concedeu uma entrevista ao Entertainment Tonight sobre sua estreia como diretora de PLL. Confira o vídeo legendado abaixo:

Também foi divulgado um vídeo no dia que Troian dirigiu o episódio, onde Troian, Sasha, Shay, Lucy e Ashley falam como foi ter sua colega de elenco como diretora. Confira abaixo legendado:

 

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23.05.2017

Troian no Last Call with Carson Daly

Troian gravou semanas atrás uma participação no Last Call with Carson Daly, onde falou sobre dirigir um episódio de PLL e também nos deu as primeiras imagens de Feed, filme que ela escreveu, produziu e atuou ao lado do ator Tom Felton. Confira o vídeo abaixo legendado pela nossa equipe:

 

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23.05.2017

Na cabine do Bustle com Troian Bellisario

O site Bustle entrevistou a Troian durante sua passagem por New York para a inauguração da loja da Rituals. Confira abaixo a matéria traduzida:

Quando as celebridades vem para a sede do Bustle, sendo para uma sessão de fotos, sessão de vídeo ou uma live no Facebook, gostamos de lhes dar a chance de deixar sua marca. Literalmente. Então lhes damos uma caneta, um pedaço de papel, algumas perguntas, e lhes pedimos para serem criativos. O resto é com eles. Dessa vez, a atriz Troian Bellisario vai deixar sua marca na Cabine Bustle.

Com a sétima e final temporada de PLL a maioria das pessoas diria que a atriz Troian Bellisario definitivamente merece uma pausa. Mas Bellisario não vai desacelerar. Com uma variedade de diferentes projetos, Bellisario recentemente se juntou com a Rituals para lançar uma campanha. Dada a cheia agenda de Bellisario,a colaboração é ironicamente sobre desacelerar. A mensagem da parceria centra em encorajar os moradores de New York a pegarem suas rotinas diárias e fazer algo mais pensativo e calmo.

Se você olhar o Instagram de Bellisario, você vai achar fotos de natureza, ativismo, animais, e geralmente as coisas que a maioria de nós queria ter o tempo para priorizar. Mesmo com o fim de PLL, a campanha da Rituals, que é sobre desacelerar e apreciar as pequenas coisas, é a prova que Bellisario planeja trazer sua personalidade única e interesses em projetos no futuro.

Eu falei com Bellisario na loja da Rituals sobre a campanha e acabei aprendendo algumas coisas divertidas sobre a estrela.

Qual seu pedido de café? Chai com amêndoas gelado

Qual produto de beleza dos anos 90 você sente falta? Nenhum, eu ainda vivo nos anos 90!

Qual seu super poder? Meu trabalho ético e eu ou posso ficar bem dormindo pouco.

Qual a última coisa que você enviou no Instagram? #Aerial #silks #popandlock

Quais localizações de temperatura você tem salvas no seu celular? LA, NY, Toronto, Big Sur, 29 Palms, Masset.

Quem são seus ídolos celebridades? Cate Blanchett + Kendrick Lamar

Em qual cômodo você põe maquiagem normalmente? Banheiro?

O que você gostaria que as pessoas dissessem sobre você? Eu nem a reconheci nesse último papel!

Gel ou o clássico esmalte de unha? Eu queria só o esmalte mas eu odeio manicures então o gel dura mais.

Desenhe seu emoji favorito.

Algo mais que você gostaria de adicionar ou desenhar?

Obrigada Bustle.
Um pequeno fato que eu tenho 6 dedos em uma mão. 🙂

Fonte: Bustle

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09.05.2017

[Fotos+Entrevista Traduzida] Troian para a Coveteur

Durante sua passagem em NY para a inauguração da nova loja da Rituals, Troian concedeu uma entrevista para a Coveteur, onde falou sobre rotina de beleza, o fim de PLL e mais. Confira abaixo traduzido:

Não é fácil conseguir uma pele invejável e suave e – isso sabemos. Mas Troian Bellisario de alguma forma conseguiu fazer o impossível. Se você sabe alguma coisa sobre estar na frente de várias lâmpadas de flash e TVs 4K, é necessário mais que uma camada comum de maquiagem e a necessidade de uma pele saudável vem com o trabalho. E por isso quando encontramos a atriz na loja da Rituals, e ela parecia tão impecável ao vivo como ela parece na tela, nós imediatamente queríamos saber tudo. Ela estava lavando o rosto com mais do que um limpador (estamos fazendo tudo errado?)? Qual era sua rotina diária e noturna? Felizmente, ela respondeu nosso incessante questionamento, nos levando ao seu dia-a-dia, e também como ela está lidando com estas últimas semanas de PLL.

Porque ela não lava seu rosto de manhã:

“Eu li que quando você dorme, muitos dos bons e naturais óleos saem da sua pele, e você não quer acordar e lavá-los imediatamente, porque sua pele vai ficar muito seca. Então quando eu acordo de manhã, eu literalmente respingo água fria no meu rosto e coloco um hidratante com protetor solar. Então, vou para o trabalho e eu não tenho dormido bem, eu uso os Skyn Eye Pads, para acalmar meus olhos, mas geralmente, é um hidratante, um creme, e estou pronta. As manhãs são muito fáceis.”

O truque para a noite que ela usa desde que tinha 16 anos:

“Se eu estava trabalhando no dia, de noite eu uso um limpador de maquiagem para tirar a maquiagem e tento usar máscara. Às vezes, eu faço uma máscara de carvão, então eu lavo e faço uma máscara hidratante ou uma exfoliante. Geralmente, eu coloco um óleo para dormir e creme para os olhos. Minha mãe colocou isso em mim – acho que ela me fez começar a usar creme para os olhos quando eu tinha 16 anos. Se você usa quando não precisa, se torna um hábito e vai ficar sempre hidratado.”

Seu produto favorito da Rituals:

“A espuma de banho é incrível. Eu sinto que eu sou uma criança de novo porque quando você coloca, assim que entra em contato com qualquer umidade, se transforma nessa espuma bonita que tem um cheiro muito bom. Eu também aprendi que você pode se depilar com ela. Então é uma lavagem corporal, creme depilatório e é bom porque não seca sua pele.”

A parte de sua rotina de beleza que não mudou ao longo dos anos:

“Eu diria que definitivamente é o creme para olhos… E minha incapacidade de tirar toda minha maquiagem. Por mais que eu diga que eu tiro, eu vou pra PLL e a Rebecca [maquiadora da série], me diz, ‘Você ainda tem delineador.’ E eu fico, como?! Como perdi isso?! Eu não entendo. Então ela passa cinco minutos tirando minha maquiagem.”

Seu truque para tirar excesso de maquiagem nos olhos:

“Cotonete! Que também, descobrimos que não é para ser usado no ouvido. Eu sei que isso acontece, e eu sei porque eu estava em um banheiro e eu tenho certeza que ouvi Jessica Alba falando sobre isso com alguém. Ela falava, ‘Você ouviu que eles não estão legalmente autorizados a te dizer para colocar cotonetes em seu ouvido, porque você não deveria por?’ Então, cotonetes são apenas para tirar maquiagem dos olhos… Em Troian Bellisario.”

A parte de sua rotina de belez que mudou com os anos:

“Quando eu era adolescente, eu lavava meu rosto o tempo todo. E é claro, minha pele surtou. Então eu estava aprendendo coisas que se você lavar seu rosto antes de dormir, e estiver hidratado, certifique-se de tirar o excesso de óleos com uma toalha morna. Não atacar minha pele, as para deixar passar o que precisa.”

Como é o sentimento de PLL estar chegando ao fim:

“É definitivamente estranho. Eu ia assistir todos os episódios e twittar ao vivo, e então eu descobri, na verdade, que twittar era difícil porque eu queria assistir o episódio. Depois disso, só terão mais sete episódios, e depois seis, e aí cinco. Por mais que eu ame falar com os fãs, eu prefiro pegar o tempo para experienciar enquanto chega ao fim. Estou tentando tirar um dia de cada vez e estar presente para o fechamento desse capítulo, porque minha mente só quer pular para a finale. Eu quero sair e falar com os fãs sobre – ‘O que você achou? Você esperava?’ Blá, blá, blá. E eu realmente não quero fazer isso, respirar e aproveitar o momento na minha vida.”

Sobre a luta de estar presente:

“É muito difícil estar presente, especialmente com esses computadores que carregamos em nossas mãos. Eu sei que somos muito bons em multitarefa, mas agora multitarefa está em outro nível. Você tem que ter oito diferentes conversas ao mesmo tempo, enquanto posta sua vida e o último burrito que você comeu, e também comprar roupas online e trabalhar com essa ótima fundação que está fazendo isso. Quando você tem um computador em seu bolso, você deveria ser capaz de fazer todas essas coisas. Mas mentalmente, eu não acho que alcançamos os poderes dos computadores.”

Fonte: Coveteur

Troian também fez uma sessão de fotos para essa entrevista, confira em nossa galeria nas miniaturas abaixo:

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Publicado por   |   Armazenada em: Beleza, Entrevistas, Galeria, Photoshoot
09.05.2017

Troian no GMA para a campanha #HereForYou

Na manhã de hoje (8), foi ao ar uma gravação que a Troian fez com o Good Morning America para falar sobre a nova campanha de ajuda pessoas com doenças mentais, a hashtag #HereForYou será utilizada no Instagram para prover ajuda a vítimas das doenças mentais e como elas podem conseguir ajuda. Troian é apoiadora da causa e comentou sobre seu próprio transtorno alimentar que ela sofreu quando era mais jovem. Também foi confirmada a data de lançamento de Feed, filme que a Troian escreveu, produziu e atuou sobre sua batalha contra a anorexia. Confira a matéria traduzida abaixo:

Troian também postou uma foto no Instagram falando sobre a campanha:

I want to thank @instagram for continually creating a safe space for people to have conversations about mental health. I have seen & heard many brave people speak out about their own ever changing relationship to their mental illness; the ups & the downs, the triumphs & the pain. IG is a visual platform BUT many have used this space for more than just posting images. They have found communities and friends who support them, and places where they can speak openly and honestly about their lives. May is Mental Health Awareness month in America and @instagram asked me to join them on @goodmorningamerica with @robinrobertsgma & @marnelevine to talk about the new ways in which they are supporting these conversations and communities and how I chose to speak about my own experience with my upcoming film #FeedtheMovie . No one should suffer in silence. There is no shame in asking for help. Take this moment to let someone know we are #hereforyou

Uma publicação compartilhada por Troian Bellisario (@sleepinthegardn) em

“Eu queria agradecer o Instagram por criar continuamente um espaço seguro para as pessoas terem conversas sobre saúde mental. Eu vejo e ouço tantas pessoas corajosas falarem sobre seus relacionamentos com suas doenças mentais; os altos e baixos, os triunfos e a dor. Instagram é uma plataforma visual MAS tantos usam esse espaço para mais que postar imagens. Eles acharam comunidades e amigos que os apoiam e lugares onde podem falar abertamente e honestamente sobre as vidas deles. Maio é o mês da conscientização da saúde mental na América e o Instagram me convidou para me juntar a eles no Good Morning America para falar sobre as novas maneiras que eles estão apoiando essas conversas e comunidades e como eu escolhi falar sobre minha própria experiência com meu filme Feed. Ninguém deve sofrer em silêncio. Não há vergonha em pedir ajuda. Pegue esse momento para deixar alguém saber que estamos #HereForYou (Aqui por você.)”

Troian também contou um pouco sobre sua luta no perfil oficial do Instagram, confira:

“When I was younger, I was very deeply involved with an eating disorder. I was suffering from anorexia, and I didn’t know how to get myself out of it,” says actress Troian Bellisario (@sleepinthegardn). “I was a privileged young woman. I was going to a good school. I was doing well. I couldn’t understand why I was having such a hard time, emotionally and physically, why I was having such a hard time feeding and nourishing myself. My teachers, friends and family approached me with their concern, and I went to see a doctor who sat across from me and said, ‘You have a disease. This isn’t a disease most people can see from the outside, but I’m telling you right now, you are suffering from something that is just as serious and just as life-threatening as a physical ailment.’ That conversation changed my life. From that moment on, I’ve known I am struggling with something, and some days, it’s much easier to handle than others. This is why I’m such a great supporter of these kinds of conversations and of the mental health community, because I consider myself to be a card-carrying member.” #hereforyou Learn more about how our community is sharing their mental health journeys and supporting one another. (Video link in bio) Photo by @sleepinthegardn

Uma publicação compartilhada por Instagram (@instagram) em

“Quando eu era mais jovem, eu estava profundamente envolvida com uma doença mental. Eu sofria de anorexia, e eu não sabia como sair dessa,” diz a atriz Troian Bellisario. “Eu fui uma jovem privilegiada. Eu ia para uma boa escola. Estava indo bem. Eu não conseguia entender porque estava tendo uma época difícil, emocionalmente e fisicamente, porque eu tinha tanta dificuldade em me alimentar e me nutrir. Meus professores, amigos e família me abordaram com suas preocupações, e eu fui ver um médio que sentou na minha frente e disse, ‘Você tem uma doença. Não é uma doença que a maioria das pessoas podem ver de fora, mas estou dizendo agora, você está sofrendo de algo que é tão sério quanto uma doença que ameaça a vida ou uma doença física.’ Essa conversa mudou minha vida. Desse momento em diante, eu sabia que estava lutando contra algo, e alguns dias, é mais fácil de lidar do que outros. É por isso que eu sou uma grande apoiadora desses tipos de conversas e da comunidade da saúde mental, porque eu me considero uma portadota.” #HereForYou

Alguns amigos da Troian comentaram a participação dela na campanha, confira abaixo:

While Instagram can easily be a place where a curated perfection seems to ooze from every photo, it is also a powerful platform to connect over pain. If we choose to share our shadow parts–our sadness and our suffering– we can quickly see we are not alone. Abolishing shame around mental illness–depression, grief, anxiety….you name it–has always been an important pillar of the work we do at Of The Wolves. This morning, to kick off May's Mental Health Awareness month, prior Guest Editor and member of the pack, @sleepinthegardn, appeared on @goodmorningamerica with @marnelevine of @instagram to talk about Instagram's campaign, #hereforyou. No one should suffer in silence. Reach out and ask for help. There's no shame. Thank you for the work you do Troian! 💛

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“Enquanto o Instagram pode facilmente ser o lugar de perfeição em cada foro, é também uma plataforma poderosa para se conectar pela dor. Se escolhermos compartilhar nossas partes obscuras — nossa tristeza e sofrimento — podemos ver rapidamente que não estamos sozinhos. Abolindo a vergonha sobre as doenças mentais — depressão, luto, ansiedade — sempre vem sendo um pilar importante do trabalho que fazemos no Of The Wolves. Essa manhã, para iniciar o mês da conscientização da saúde mental, nossa editora convidada e membro do bando, Troian, apareceu no Good Morning America para falar sobre a campanha do Instagram, #HereForYou. Ninguém deve sofrer em silêncio. Procure e peça por ajuda. Não há vergonha. Obrigada pelo trabalho que você faz Troian!”

“Maio é o mês da conscientização da saúde mental. Troian falou com a COO do Instagram e o Good Morning America sobre as lutas e realidades por aí. Instagram está começando uma campanha para as vozes serem ouvidas. Tantos tópicos importantes para serem trazidos à tona. #HereForYou”