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Sejam bem-vindos ao Troian Bellisario Brasil! A sua primeira, maior e melhor fonte brasileira sobre a atriz Troian Bellisario no Brasil, conhecida pelo seu papel na série "Pretty Little Liars" como Spencer Hastings. Navegue pelos menus acima e sinta-se em casa!
04.01.2018

Troian vai dirigir um episódio de “Famous In Love”

Na noite de ontem (3), Troian surpreendeu a todos quando postou a seguinte foto em sua conta oficial do Instagram:

Oh well don’t mind if I do… @famousinlovetv

Uma publicação compartilhada por Troian Bellisario (@sleepinthegardn) em

Acontece que: Troian vai dirigir um episódio da série “Famous In Love”, da mesma criadora de Pretty Little Liars, Marlene King.

Ainda não sabemos qual será o episódio e nem quando ele irá ao ar, mas fiquem ligados em nossas redes sociais para ficar sabendo assim que sair.

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23.10.2017

Glamour: Troian Bellisario quer etiquetas em todas as fotos com photoshop

No último sábado, Troian compartilhou um post sobre uma nova lei na França que exige que as fotos de propagandas que foram “photoshopadas” tenham uma etiqueta de aviso, ela salientou a importância disso e pediu para os EUA também aderir. O site da revista Glamour fez uma matéria sobre isso, confira traduzido abaixo:

Em um pedido para ter mais transparência nas propagandas, Troian Bellisario está impulsionando que as marcas que usam photoshop em suas campanhas usem etiquetas avisando – uma jogada que irá ajudar as meninas e mulheres que sofrem com a imagem corporal e distúrbios alimentares, assim como ela faz, levantando os padrões potencialmente perigosos de beleza.

No sábado, ela postou um vídeo do ATTN, sobr uma lei na França que requer que as imagens sejam etiquetadas se foram ajustadas no photoshop para fazer as modelos parecerem mais magras – e seu apoio a essa medida.

Thank you @attndotcom for sharing this. I do not agree with all of this. I do not want to BODY SHAME Naturally thin women nor do I want to dictate whether or not they should work based on weight or whether or not they have a mental illness (ED) HOWEVER the thing I love about this is we in America Should have MANDITORY WARNINGS on images in ADvertisements & PRESS that have been doctored. Because the real issue (in my opinion) is that we are selling products (clothes, perfume, music, film) on unrealistic and doctored images of people. And I for one would want to know, I would want my friends to know and strangers and especially young men and women to know if they were looking at something real or something fake. Because then we can see clearly that we are being sold products on the basis of first making ourselves feel less than (not pretty enough not skinny enough not healthy enough whatever) so we “need to buy this product to be like the person in the ad. And feel better about ourselves” Well guess what. The person in the ad doesn’t even look like that. What an amazing world it would be if we could just acknowledge that. And then celebrate that we all look different, have different bodies and different backgrounds and histories, and then find all of those differences beautiful. Happy Saturday.

Uma publicação compartilhada por Troian Bellisario (@sleepinthegardn) em

“Obrigada ATTN por compartilhar isso. Eu não concordo com tudo isso. Eu não quero praticar body shaming com as mulheres naturalmente magras e não quero ditar se elas devem trabalhar no peso ou se tem alguma doença mental (Distúrbio alimentar) ou qualquer que seja, o que eu amo sobre isso é que nos EUA deveríamos ter AVISOS OBRIGATÓRIOS nas imagens das propagandas e imprensa que foram tratadas. Porque é um problema real (na minha opinião) que estamos vendendo produtos (roupas, perfumes, música, filmes) em imagens irreais de pessoas. E eu gostaria de saber. Eu gostaria que meus amigos soubessem e estranhos e especialmente jovens mulheres e homens saibam que estão olhando para algo real ou falso. Porque assim podemos ver claramente que estão nos vendendo produtos na base do marketing e nos sentimos menos inferiores (não bonitos o suficiente, não magros o suficiente, não saudáveis o suficiente, tanto faz) então “precisamos comprar esse produto para ser como a pessoa na propaganda. E nos sentir melhores consigo mesmos”. Bom, adivinha. A pessoa na propaganda nem é assim. QUe mundo maravilhoso seria se pudéssemos perceber isso. E então celebrar que todos somos diferentes, temos corpos diferentes e origens e histórias diferentes, e então achar essas diferenças bonitas. Feliz sábado.”

(Tem uma segunda parte da lei francesa – uma que ela não é muiito fã. Que é pedir para as modelos terem uma nota de médicos dizendo que elas estão saudáveis para trabalhar. Troian diz que ela não quer praticar body-shaming com mulheres magras naturalmente, e não quer ditar como elas devem ser baseado no peso ou se tem algum problema mental.)

Fonte: Glamour

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27.09.2017

Patrick diz que Troian ama quando ele tem um papel doido

Patrick concedeu uma entrevista ao site ET Online, onde fala sobre a Troian gostar dos papéis estranhos e obscuros que ele faz. Confira abaixo traduzido:

Na vida real, o ator Patrick J. Adams está casado e feliz com a estrela de Pretty Little Liars, Troian Bellisario. Na série Suits, o personagem de Adams, Mike, irá casar com seu amor de longa data, Rachel (interpretada por Meghan Markle). No último papel de Adams, ele está sendo um pouco diferente: um solteiro.

Na webserie Pillow Talk, Adams interpreta um “solteiro torturado” que quer atingir uma “luz espiritual” enquanto faz sexo casual.

Interpretando um solteiro super sexualidado pode ser um pouco complicado quando se tem uma esposa. Felizmente, Bellisario não tem problemas com isso. “Ela ama essas coisas; ela não liga. Ela ama me ver ficar estranho,” diz Adams.

“Ela se diverte quando vou pra casa e conto para ela o que eu fiz todos os dias, e ela fica meio ‘Ok, isso é diferente,'” Adams brinca. “Ela lê as falas comigo e fica meio ‘Mal posso esperar para ver como isso vai ficar,'” diz Adams.

Como não amar esse casal?

Fonte: ET Online

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26.08.2017

Troian Bellisario será homenageada no Television Industry Advocacy Awards

O site TV Insider fez uma matéria com os atores e atrizes que serão homenageados no Television Industry Advocacy Awards desse ano, e a Troian está entre eles. Confira traduzido abaixo:

As estrelas da televisão são normalmente admiradas por seu trabalho nas telas, mas é o trabalho que eles fazem nas horas fora do set que dão um grande impacto. O anual Television Industry Advocacy Awards honra esse trabalho.

No início do mês, o Creative Coalition e o TV Guide Magazine anunciara os homenageados para o Television Industry Advocacy Awards, que inclui a estrela de This Is Us, Chrissy Metz, Keegan-Michael Key (Friends from College), Alyssa Milano (Wet Hot American Summer: Ten Years Later), Regina King de American Crime, Seth Green (Family Guy), Finn Wolfhard de Stranger Things, a atriz de Agents of S.H.I.E.L.D., Chloe Bennet e Troian Bellisario de Pretty Little Liars.

O Television Industry Advocacy Awards, que beneficiam o Creative Coalition, acontece no dia 16 de setembro de 2017 em Hollywood na Califórnia. A cerimônia é organizada pelo TV Guide Magazine e o TV Insider com o apoio do BBVA Compass.

Fonte: TV Insider

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10.08.2017

Troian concede entrevista ao The Mighty e fala sobre Feed

Troian concedeu uma entrevista recentemente ao site The Mighty, onde falou sobre o porque de ter feito Feed de uma maneira diferente dos outros filmes sobre distúrbios alimentares. Confira traduzido abaixo:

Histórias de distúrbios alimentares são normalmente contadas vindo de fora. Você sabe a história: uma garota tem problemas de auto imagem, a garota começa a restringir comida, talvez tenha uma intervenção e finalmente, a garota começa sua jornada para a recuperação.

Quando a estrela de “Pretty Little Liars”, Troian Bellisario começou a trabalhar nesse filme inspirado em sua experiência pessoal com os distúrbios alimentares, ela queria contar uma história diferente – uma vista de dentro. Seu filme, “Feed”, no qual ela escreveu e estrela, não é uma história estereotipada dos distúrbios alimentares mas uma tentativa de capturar o que está realmente acontecendo dentro da cabeça de alguém com distúrbio alimentar.

“Quando comecei a olhar para esses personagens com distúrbios alimentares e a maneira que eles eram observados vindo de fora, eu fiquei meio, ‘Bom, isso não ajuda.’ Não tem um filme que eu possa apontar para que meu pai ou meu irmão possam entender porque eles me disseram para comer o sanduíche, e eu simplesmente não podia,” ela conta ao The Mighty.

A dinâmica dos gêmeos nos distúrbios alimentares

Menos de um mês depois da estreia do filme (e mais de um mês depois da finale de PLL) conversamos com Bellisario sobre o que a inspirou a fazer “Feed” e o quão parecida ela é com sua personagem, Olivia.

“Feed” não começa com o desenvolvimento de um distúrbio alimentar. Ao invés disso, somos apresentados aos gêmeos, Olivia Gret e Matthew Grey que estão começando o primeiro dia do último ano do ensino médio. Naquela noite, Matthew morre tragicamente em um acidente de carro enquanto Olivia, sentada no banco do passageiro, sobrevive. Esse trauma é o que catalisa Olivia a cair na restrição alimentar. Seu irmão aparece e conversa com ela, encorajando o comportamento e descobrimos que ele é o próprio distúrbio alimentar.

Enquanto crescia, os melhores amigos de Bellisario eram gêmeos, um menino e uma menina. Embora ela diga que eles não são os personagens que inspiraram Olivia e Matthew, a proximidade e a dinâmica dos gêmeos ressoou. Quando um deles disse, “Eu não sei o que eu seria sem meu gêmeo em minha vida,” lembou a identidade que ela construiu com seu distúrbio alimentar. Ela conta ao The Mighty:

A identidade deles no mundo é emparelhada, é duplicada, e eu acho que é algo que pessoas com problemas mentais também passam quando começam a procurar tratamento Se você se mover no mundo como alguém que se identifica anoréxico, ou que se identifica como alguém lutando contra a bulimia ou com excesso de comida, o que acontece quando você começa a forjar uma nova identidade? Tem uma traição com seu eu anterior? Você está mentindo? Ou você está “melhorando”? Algum dia vai embora? Isso é parte da sua identidade. A maneira que Olivia é uma gêmea e seu gêmeo não está mais vivo, ela não é mais gêmea agora? Para mim, isso também é algo que eu queria explorar.

Ela também esperava representar os distúrbios alimentares como uma gêmea que mostraria porque comportamentos desordenados são tão difíceis de largar. Distúrbios alimentares, ela disse, não são só distúrbios – eles atuam como amigos. No filme, Olivia teve dificuldade para largar seu distúrbio alimentar porque isso significaria largar seu irmão – e que ela não conhece a vida sem ele.

O que eu queria fazer era criar um situação em que eles pudessem ver a manifestação física da doença mas também o quão próxima é das pessoas. É por isso que tinha que ser o gêmeo da Olivia, Matt, que é tudo para ela. Porque eu precisava que todos entendessem que não é só uma doença. É seu melhor amigo. É seu segredo. É sua força. É sua fraqueza. É tudo em um só, e é por isso que é tão difícil de cortar.

Onde a história de Bellisario e Olivia colidem

Em uma cena inicial, Olivia está conversando com o diretor, que lhe diz que ela tem as notas mais altas da turma e vai poder ser a líder da turma. Em vez de parecer entusiasmada, Olivia percebe que ainda tem um ano escolar inteiro e se recusa a comemorar antes. Ele então a entrega uma longa lista de faculdades para se inscrever, e ela pega ansiosamente. Depois, quando ela vai correr antes do jantar, seu pai a questiona porque ela não corre mais. Antes de sabermos sobre o distúrbio alimentar, vemos Olivia como uma perfeccionista e está sendo colocado em um nível de pressão de sua família.

Filha de dois produtores, Bellisario não estranha altos padrões e íngremes expectativas, embora admitiu que algumas delas foram auto-impostas. Ainda sim, se tivesse um diagrama de Venn de sua história com a da Olivia, Bellisario disse que perfeccionismo seria a principal sobreposição:

Particularmente quando meu distúrbio alimentar começou a se manifestar de uma maneira forte, foi definitivamente porque eu não sentia que tinha uma maneira de sair. Eu sentia que eu tinha que me segurar em um certo padrão de desempenho acadêmico, ou desempenho atlético, de ser a filha perfeita da melhor maneira que eu podia, e se esses padrões fossem ou não impostos em mim, era só eu me impondo porque eu acreditava que o mundo queria mais de mim.

Porque filmar não foi a parte mais difícil

Para se preparar para o papel, Bellisario teve que entrar em um lugar obscuro do seu passado – emocionalmente e fisicamente. E enquanto ela tinha que seguir uma certa restrição em uma dieta para perder peso, ela disse que restringir não foi a parte mais difícil – foi parar depois que o filme acabou de ser filmado. Porque, em sua experiência, um distúrbio alimentar é um mecanismo de enfrentamento para ajudar a lidar com um problema mais profundo, e ela descobriu que se relacionar com os hábitos antigos a ajudaram a lidar com o estresse. Mas veio com um custo:

Eu tive permissão de voltar para esse mundo, e a parte mais difícil foi me livrar desses hábitos… Eu estava divulgando o filme e eu estava falando sobre ele. Então a luta voltou, Ok, estou falando sobre todos esses sentimentos, mas não posso voltar a restringir.. Não estou filmando agora, eu preciso continuar fazendo a escolha da saúde. Isso, para mim, foi a parte desafiadora. Foi, na verdade, me envolver com esses sentimentos que o filme trouxe mas não poder me envolver de uma maneira desordenada.

O que Bellisario espera que você tire disso

Enquanto Bellisario disse que “Feed” foi uma reação de como os distúrbios alimentares são representados na mídia, também foi uma reação para como as pessoas em sua vida trataram seu distúrbio alimentar. “Por mais cuidadosos que eles foram e por mais que eles queriam entender o que eu estava passando… Foi como se eles tivessem simpatia e não empatia,” ela disse. “Eles tinham a simpatia porque ficavam meio,’Eu posso ver que você está sofrendo, eu posso ver que é doloroso, eu vejo que você está envolvida em uma guerra com seu corpo,’ mas não tinha empatia porque eles não conseguiam se encaixar dentro da experiência, e no meu corpo.”

Ela espera que o filme ajude amigos e família a reconhecerem quando seu ente querido está lutando com isso. Muitas vezes, ela dsse, nos estados iniciais do seu distúrbio alimentar, alguns amigos e família perceberam que algo estava errado mas não tinham certeza do que procurar. Ela também quer que esses que estão lutando se sintam compreendidos e vejam que, como Olivia, eles merecem tratamento e dar os passos para a recuperação. Ela contou ao The Mighty:

Eu só quero que as pessoas vejam esse filme e tenham uma expectativa diferente do que parece ser lutar contra isso, e eu acho que é importante que eu não sou a única voz que fala sobre isso. Eu quero adicionar mais pessoas na conversa, e apoiar essa conversa.

Bellisario recebeu apoio da NEDA durante o processo de fazer o filme, e para devolver o favor, ela está vendendo camisetas de Feed com os gêmeos e todo o valor vai para o NEDA. Ela disse que a melhor reação que ela recebeu do filme foi das pessoas com distúrbios alimentares – para quem, ela disse, o filme foi realmente feito.

“Acho que esse filme foi importante para mim porque é minha jornada de recuperação e levar minha experiência e levar todas as experiências que eu ouvi, e canalizar no meu trabalho e na minha arte, para sentir que não perdi uma parte da minha vida. Ou que uma parte de mim não morreu e se foi, que eu posso ser algo que se torne um presente criativo e positivo que eu possa dar para outras pessoas,” ela diz, rindo. “Então, é muito para pensar.”

Fonte: The Mighty

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01.08.2017

Troian afirma que trabalhar em PLL afetou o resultado de Feed

Em entrevista ao Hello Giggles, Troian contou que estar em Pretty Little Liars por sete anos afetou as mudanças que ela fez em Feed com o passar do tempo. Confira traduzido abaixo:

Muitos de nós conhecemos Troian Bellisario como a inteligente, esperta e complexa Spencer Hastings em Pretty Little Liars – e desde que a series finale foi ao ar no fim de junho, pudemos ver mais do artístico da Troian. No mês de julho, Feed, o novo filme de Troian, foi lançado, e o projeto não poderia ser mais pessoal para a atriz. Escrito e produzido pela ex PLL, ela estrela como Olivia, a personagem principal. Para Bellisario, 31 nanos, o filme está em sua vida pelos último oito anos; ela começou o processo de escrita quando tinha 23 anos.

Com uma narrativa cinemática e visual de um suspense, Feed é inspirado na própria história de Troian como uma sobrevivente de distúrbio alimentar quando foi hospitalizada por anorexia. O irmão gêmeo de Olivia, Matt (Tom Felton), morre em um acidente de carro. Afundada no luto, Olivia lida com isso restringindo comida, mergulhando profundamente em uma doença mental e imaginando que seu irmão retornou.

Sentamos com Troian em Beverly Hills para discutir o impacto que ela espera que Feed tenha nos telespectadores que não entendem a realidade de um distúrbio alimentar, como é finalmente lançar essa história no mundo, e o que ela espera realizar a seguir.

HelloGiggles: Esse foi um script que você começou a escrever antes de aparecer em Pretty Little Liars, e agora você tem uma carreira estabelecida. Com o tempo, seu conhecimento da indústria e experiência mudaram como você queria contar a história?
Troian Bellisario: Definitivamente. O fato de que foi meu primeiro filme que eu escrevi – estando 7 anos na minha série, lendo scripts e trabalhando com escritores, assistindo a maneira que os diretores e produtores trabalhavam. Me ensinou simplesmente por osmose, e então poder trabalhar atrás da câmera na série. Tiveram muitas maneiras que minha série afetou Feed – estava evoluindo constantemente.

HG: O público vê o distúrbio alimentar da Olivia se manifestar no seu irmão falecido – e esse tipo impressionante de manifestação visual não é algo que já vimos nos filmes sobre distúrbios alimentares. Você pode nos falar porque você quis retratar a anorexia e distúrbios alimentares dessa forma?
TB: Na minha experiência, tiveram muitas pessoas que se preocupavam profundamente comigo e não queriam que eu sofresse, e eles queriam me ajudar. Mas eles não entendiam porque eu estava me comportando dessa maneira. Mas para eles, era meio, “Bom, se você não está obcecada com o peso, porque você só não come?” E todas essas coisas são erradas do que estava acontecendo comigo. Eu pensei que, se eu usasse um filme para contar uma história, como eu poderia ajudar alguém que nunca sofreu dessa doença a entender como é? Como eu poderia fazê-los entender que você ama essa voz, você odeia essa voz. Essa voz te ajuda a colocar sua vida nos trilhos. Essa voz quase o leva à beira da morte e às vezes pode matá-lo.

Eu sabia que não podia ser uma voz sem corpo. Teria que ser um personagem real, e essa é a coisa maravilhosa sobre o filme. Eu poderia estabilizar o personagem do Matt, o irmão dela, e com sorte fazer você se apaixonar por ele e entender porque ela tem uma conexão tão forte com ele. E então, se levarmos ele pra longe, e ela estivesse em um estado de luto e de repente ele reaparecesse – você iria ouvir tudo que ele diz, e você vai dizer “Eu vou fazer qualquer coisa para te manter por perto, e você tem os melhores interesses, e você me ama e você é meu irmão, e, oh meu Deus, porque você está me pedindo para fazer essas coisas, tem uma saída disso?” Então, foi daí que surgiu.

HG: Enquanto você promovia o filme, você vem sendo aberta sobre ser uma sobrevivente de um distúrbio alimentar. O que você espera que os outros sobreviventes – e o público geral – tirem desse filme?
TB: Teve uma razão pela qual eu queria falar sobre isso com o gênero de um filme de terror, um suspense. Pessoas que lutam com isso – eu não estou contando nada novo a eles. Mas acho que muitas pessoas que não entendem o quão fatal essa doença pode ser, ou o fato de que distúrbios alimentares tem a maior taxa de mortalidade de todas as doenças mentais. Eu realmente queria que as pessoas vissem que é uma luta pela vida e morte. E o tratamento deveria ser levado a sério porque ninguém deve sofrer sozinho. E o que eu espero é que, se as pessoas estão lutando silenciosamente com um distúrbio alimentar, e eles dizem “Oh meu Deus, algo desse filme ressoa em mim, e eu não quero viver o resto da minha vida assim – eu não tenho que viver o resto da minha vida assim.” Então eu espero que possa inspirar as pessoas a ter uma conversa com suas famílias, com seus amigos, com um terapeuta.

Trabalhando nesse filme, eu comecei a trabalhar com a NEDA, e eles tem um site cheio de educação com uma linha gratuita onde você pode ligar, entrar em contato com profissionais, e conseguir ajuda – ou ajudar alguém a pedir ajuda. É muito importante para mim.

HG: Você tem vários projetos vindo – mas depois de escrever e produzir Feed, e dirigir um episódio de PLL, você planeja fazer mais trabalhos por trás das câmeras?
TB: Definitivamente. Vai ser muito desafiador para mim porque essa história era tão pessoal, e eu trabalhei nela por tanto tempo para fazer acontecer. Agora, sentar com outro script, eu fico meio “Eu não sei, eu espero que não leve oito anos!” (Risos) Eu me sinto muito grata que saiu, e mesmo falar com as pessoas que viram, é grande para mim. Viver com esses personagens por oito anos, e de repente ter outras pessoas tendo um relacionamento com o filme e sendo impactados por ele em suas vidas, é maravilhoso. E também me sinto livre de deixar esses personagens irem e ver sobre o que mais eu quero escrever. Eu tenho tantas ideias, mas sempre que eu tinha um fim de semana ou chegava em casa de PLL e queria escrever, eu ficava meio “Ok, bom, vamos voltar ao Matt e a Olivia.” E ter a liberdade de dizer, “Onde eu quero ir a seguir, que história eu não tenho essa conexão…” Eu estou muito animada.

Fonte: Hello Giggles

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01.08.2017

Troian escreveu o script de Feed em uma semana

Durante sua passagem por New York no mês passado, Troian foi uma das convidadas da Her Conference, onde deu uma palestra para jovens estudantes. O site Her Campus postou uma matéria com algumas partes da palestra. Confira traduzido abaixo:

Troian Bellisario encerrou uma caminhada de sete temporadas em Pretty Little Liars em junho, mas ela não está desacelerando. A atriz acaba de lançar seu filme, Feed, que ela escreveu, produziu e estrelou. Embora Troian esteja trabalhando nesse filme antes mesmo de PLL começar, ela revelou durante a Her Conference que ela escreveu o script em uma semana.

O pai de Troian, que deixou sua marca na indústria como um produtor de televisão, sempre disse a ela para criar seus próprios trabalhos – mesmo se ela fosse talentosa e sortuda o suficiente para ter sucesso como atriz. Pensando sobre todas as coisas que ela queria fazer em sua carreira, Troian usou seu status de cinéfila como inspiração. Ela queria fazer seu próprio filme e escreveu sobre algo pessoal para ela – algo que poderia ajudar os outros a passar pela mesma experiência.

“Então foi daí que veio o impulso para Feed. Foi realmente eu imaginando como eu poderia dirigir meu próprio navio e contar minha história de uma maneira e assumir o controle da minha vida,” ela explica.

Depois de chegar ao conceito do filme, que é extraído de sua própria batalha com um distúrbio alimentar, Troian escreveu o script original de Feed em uma semana, como ela disse, “Não era nada bom.” Ela precisava colocar no papel.

Troian nunca havia escrito um script antes, então ela passou cópias para seus amigos e família para ter o feedback, e o filme passou por muitos rascunos nos cinco anos e meio que ela passou reescrevendo.

Troian achou difícil tirar tudo da história já que Feed era tão pessoal para ela. “Cada coisa que eu inclui era tão importante para mim, era doloroso ou me lembrava de alguém que eu conheci no caminho. Então cortar quebrava meu coração.” Ultimamente, trabalhar com o diretor (e amigo da faculdade de Troian) Tommy Bertelsen – que via o script como um script em vez de um coração pulsante – manteve a narrativa sob controle porque, ao contrário de Troian, ele não havia experienciado o distúrbio alimentar e não estava pessoalmente ligado as memórias que ela havia incluído.

Troian questionou se ela queria abordar um assunto tão próximo a ela depois de fazer a semana de imprensa para Feed. “Você realmente quer fazer isso de novo?” Ela se perguntou. “Por mais que eu fique meio, ‘Eu não pegaria Feed de volta, e eu sou tão grata por ele.’ Mas eu me precipitaria de novo na experiência de colocar no mundo algo que é tão pessoal ou fala tão abertamente e vulneravelmente sobre algo que eu ainda luto contra? Eu não sei se eu faria isso.”

Ela nunca diz nunca, mas no momento, ela está focada em provar que ela não é um “pônei de um só truque” (ela pode ter mencionado algo sobre querer interpretar um astronauta cowboy de 50 anos). Ei, se ela estiver nisso, eu assistirei!

Fonte: Her Campus

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31.07.2017

Troian fala sobre Feed e o This Bar Saves Lives para o Foxx Tales

Em recente entrevista ao site Foxx Tales, Troian falou sobre sua parceria com o This Bar Saves Lives e que pensou “O que eu estou fazendo?” no dia do lançamento de Feed, por conta da sua história pessoal ser lançada no mundo. Confira a entrevista abaixo:

Enquanto alguns de nós ainda estão chorando pelo fim de PLL, Troian Bellisario encontrou o sucesso, inspiração e força em sua vida pós-PLL. A atriz está dedicando seu tempo apoiando e defendendo a causa This Bar Saves Lives. A organização oferece barras deliciosas e nutritivas (a sua favorita é a de chocolate preto com manteiga de amendoim e sal marinho) e, para cada barra vendida, doa um pacote de comida que salva as crianças com má nutrição em um pais em desenvolvimento. E não é só isso que ela está fazendo. Ela encontrou um tempo para escrever, produzir e estrelar seu último filme, Feed. O filme tem como inspiração a jornada pessoal da Troian com um distúrbio alimentar.

Foxx Tales foi sortudo o suficiente para sentar e conversar com Troian para discutir seus últimos projetos, paixões e procuras.

FoxxTales: Ouvimos que você é amiga do Ryan Devlin (ator e co fundador do This Bar Saves Lives) e você vem se dedicando a defender e promover a This Bar Saves Lives. Fora sua amizade com Ryan, o que te inspirou a tomar ação sobre essa causa particular?
Troian: A coisa engraçada é que nossa amizade é provavelmente a coisa menos importante dessa parceria. Eu amo ele, mas acho que a missão por trás do This Bar Saves Lives, o trabalho que eles fazem e a oportunidade que eles apresentam de ajudar as pessoas é milagrosa. Inicialmente, quando ele veio até mim, não tinha obrigação de amizade. Foi só uma incrível oportunidade de trabalhar com eles e que eu me senti muito honrada.

FoxxTales: This Bar Saves Lives adotou a filosofia “Compre uma, dê uma”. Isso permite qualquer um de fazer filantropia uma parte do seu dia a dia. Como a filantropia e doar se tornou uma parte da sua vida – especialmente estando no olho público?
Troian: Acho que é uma oportunidade maravilhosa, quando você recebe uma plataforma – sendo em entrevista ou envolvimento social no Twitter e Instagram. Quando você recebe uma plataforma para atingir as pessoas, você precisa – eu sinto – de uma intensa responsabilidade ou oportunidade de considerar o que você quer colocar no mundo. É maravilhoso postar uma foto do seu cachorro. Eu faço isso todo o tempo! Mas, você também tem a oportunidade de compartilhar coisas com significado com outras pessoas. Eu quero mostrar apoio aos meus fãs; mas eu também quero apontar eles na direção de criar um impacto e ajudar as pessoas que precisa, que não são afortunadas como nós somos. Então, eu sinto que é uma grande oportunidade que me foi oferecida e eu quero fazer o máximo do bem que eu puder.

FoxxTalex: No FoxxTales, nós acreditamos que contar sua história é uma maneira de doar para a comunidade. Sabemos que você escreveu, produziu e estrelou no seu último filme, Feed. Você sente que compartilhando sua história através de arte ou simplesmente sendo sincera, é também uma maneira de doar?
Troian: Eu acho que eu só queria usar minha plataforma para inspirar outras pessoas a procurar tratamento ou apoio, pessoas que podem estar passando pela mesma doença que eu passei. Eu acho que foi uma oportunidade incrível para mim, esperançosamente doar e inspirar outras pessoas a encontrar o caminho da ajuda.

FoxxTales: Sendo tão vulnerável pode ser perturbador e assustador. Como você superou esses medor para criar e escrever essa história honesta e inspirada ou compartilhar sua história pessoal?
Troian: Nunca foi a coisa mais fácil de se fazer. Tiveram definitivamente vários momentos onde eu questionei o que eu estava fazendo e porque eu sentia que precisava fazer. Eu escrevi sobre, o dia que Feed saiu. Eu estava tendo esse sentimento que estava me consumindo de, “Oh meu Deus! Eu não quero fazer isso. Eu não quero que isso seja lançado para o mundo.” É incrivelmente vulnerável, cru e assustador. É meio, “O que foi que eu fiz?” Mas, eu também sabia que essa era uma grande parte da minha jornada. Minha experiência com meu distúrbio alimentar foi muito sobre controle, o que é narrado no decorrer de Feed. [Você pode ver] que é sobre tentar exercitar o controle e tentar mantê-lo em sua vida. É uma maneira de superar os medos e ansiedade que eu tenho. Uma parte importante do processo para mim foi: mesmo que eu estava produzindo, escrevendo e atuando em Feed, ao mesmo tempo eu tinha que deixar para lá e entregar ao mundo. Essa é a parte da cura. Eu espero que também seja a parte da cura para as pessoas que assistem.

FoxxTales: Apesar dos obstáculos pessoais que você teve que superar para trazer Feed para o mundo, tiveram obstáculos profissionais, sendo uma escritora e produzindo seu próprio filme, que você teve que superar? Ou você se sentiu poderosa sendo uma mulher em Hollywood e tomando o controle da sua carreira?
Troian: Foi muito empoderador ter tanto controle criativo em um trabalho. Eu estava muito orgulhosa e grata que eu recebi a oportunidade de fazer isso. Mas, não vamos dizer que eu não senti os desafios em cada momento. Fazendo Feed, teve medo de muitas pessoas sobre fazer um filme sobre distúrbios alimentares. Tiveram muitas pessoas que só queriam abordá-lo como um filme de terror ou a perspectiva de um suspense. Mas, eu realmente senti que podia fazer ambos. Eu acreditei que podia misturar os gêneros em uma narrativa que pudesse trazer uma mensagem muito importante; mas também dar as pessoas uma jornada emocionante e desafiadora cinematicamente.

Fazendo Feed, tiveram muitas pessoas que não entendiam e não valorizavam o filme. Mas, está tudo bem. Eles não precisam. Eu ainda precisava fazê-lo. Você vai experienciar isso em tudo o que fizer, particularmente como artista. Você vai experienciar pessoas que dizem, “Eu não sei o que você está fazendo. Eu não sei se eu apoio.” Apenas diga, “Está tudo bem se você não entende completamente o que eu estou fazendo; mas você vai ficar no meu caminho ou me ajudar a fazer?” Ultimamente, o fato que Feed está aí agora para vermos e está sendo recebido de uma maneira que eu nunca tinha nem sonhado – eu não poderia estar mais feliz.

FoxxTales: Através do seu trabalho profissional e pessoal, como você espera inspirar jovens mulheres que te assistem?
Troian: Particularmente através do trabalho com o This Bar Saves Lives, eu espero inspirá-las a sair e provar uma por elas mesmas. Se elas gostarem, eu quero encorajá-las a pedir aos seus parentes para comprarem porque eles podem criar um impacto. Quanto mais espalharmos sobre essa barra que salva vidas, melhor será.

Para mim, pessoalmente, espero que eu possa inspirar as pessoas a falarem sobre seus desafios e acreditar em si mesmos um pouco mais. Uma grande parte de fazer esse filme era tentar ficar de pé e dizer, “Ei, isso é quem eu sou como artista e esse é o tipo de história que eu quero contar.” Também é assustador ser uma cineasta pela primeira vez. Você está trabalhando com pouco dinheiro, não muito tempo, e você é novo. Tem muitos desafios nisso. Eu queria mostrar as jovens que pode ser uma jornada frutífera, se elas se levantarem e acreditarem em si mesmas.

Fonte: FoxxTales

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